Blog de celebridades, fofocas, opinião e notícias



11 de abril de 2014

' PASSARALHO NA RBS

Nando Gross, com todo o respeito, seria ' galinha morta' como se diz na contratação da Record.

Ele teria sido demitido da RBS..

* Só no lado gráfico 10 foram pra rua nos últimos dias.

* Como se vê, na ZH e RBS, abril é um mes crítico.

ABRIL CRUENTO

No sindicato dos Jornalistas -RS há vários demissões agendadas pra rescisão....

na semana que vem.

até onde sei da Gaucha, zh, guaiba, record e me parece até do JC

Cruz credo, deus seja louvado.

PLAZA SERVE PAO DO DIA ANTERIOR EM CAFÉ DA MANHA

fOI hoje de manhã no café dos resultados do Sinduscon(que nada tem aver com isto...)

Aop se servir de um pãozinho, um jornalista santanense, conhecido por sua especialidade em vinhos e pelo fino trato como gourmet logo percebeu e disse:

- Ih, pão velho!

Adoro uma fofoquinha assim...

MISSIONEIRO DA CEPA

O presidente do SINDUSCON-RS, RICARDO ANTUNES SESSEGOLO, é missioneiro da cepa. É de Santo angelo, a capital dos sete povos das Missões.

Economica

Ricardo Russowsky foi reeleito presidente da Federasul.

UDA VENDEDOR

Na coletiva do Mendonça de Barros, 4 feira ultima,depois dela terminada, o alemão Uda chegou no filho dele com um livro sobre Porto Alegre pra vender.

Não vi se conseguiu, mas vi ele mostrando o seu livro pro cliente.

* Bela colunista de zeaga está na coletiva do Mendonça deBarros.saiu antes do fim.

Petrobras

por Rekern

Depois de intermináveis pesquisas e consulta aos maiores economistas deste planeta, descobri finalmente o que a direita tem contra a Petrobras:

ELA DÁ LUCRO PARA O BRASIL e mantem o preço da gasolina a um PREÇO BOM para os brasileiros

do Comunique-se

STF mantém condenação de Paulo Henrique Amorim por chamar Ali Kamel de racista

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a condenação do apresentador Paulo Henrique Amorim, da Record e do blog Conversa Afiada, que terá que pagar R$60 mil de indenização por danos morais ao diretor de jornalismo e esporte da TV Globo, Ali Kamel, por tê-lo chamado de racista em 2009.


PHA deverá indenizar Ali Kamel
(Imagens: Divulgação/Record/Globo)A matéria foi relatada pelo presidente da corte, Joaquim Barbosa, e a execução da divida é imediata. A Justiça do Rio de Janeiro acolheu os argumentos de Kamel. Em sua ação, o executivo global disse que a ofensa publicada no blog editado por Amorim era inaceitável, já que como escritor e jornalista sempre lutou contra o racismo.

Inicialmente, a indenização foi arbitrada R$ 30 mil, mas a quantia foi acrescida de juros legais e atualização monetária. Não é a primeira vitória judicial de Kamel sobre Amorim. Em outra ação, já confirmada em segunda instância, o diretor recebeu o valor de R$ 50 mil pela publicação de mais de cem posts em que Amorim tenta associá-lo ao racismo.

RISCO DE BOLHA IMOBILIÁRIA É REMOTO, DIZ SESSEGOLO

É muito remota a possibilidade de vir a ocorrer uma bolha imobiliária no Brasil, segundo afirmou hoje (10) o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Rio Grande do Sul, Ricardo Sessegolo, durante entrevista coletiva à imprensa, concedida no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. Justificou sua avaliação lembrando que a situação do setor, no país, é muito diferente dos mercados onde houve o “estouro” da bolha. Por exemplo, enquanto no Brasil o crédito imobiliário equivale a apenas 8% do PIB, nos Estados Unidos é de 80%. Além disso, salientou, nos últimos anos foram criados mecanismos de segurança jurídica que derrubaram a inadimplência para menos de 2%.

Segundo o presidente do Sinduscon-RS, o aumento de preço dos imóveis foi em grande parte devido à recuperação da defasagem passada e também resultou de fatores conjunturais da economia e não da especulação. Os custos dos terrenos, a carência de mão de obra, os preços dos insumos e equipamentos também não sinalizam baixa. Estes fundamentos reforçam a conclusão de que os preços dos imóveis devem se manter estáveis, acompanhando a variação média da inflação, acrescentou.

Em Porto Alegre, especificamente, o quadro atual é de redução na oferta de imóveis novos, devido a dificuldades na aprovação dos projetos junto à Prefeitura e Corpo de Bombeiros. A se manter esta situação, e se também não houver diminuição na taxa de velocidade de vendas, a perspectiva é de que ocorra escassez de imóveis para compra a partir de setembro e outubro deste ano.

De acordo com Sessegolo, o desempenho da construção civil gaúcha está sendo limitado pelo fraco crescimento da economia nacional, que afeta negativamente todo o setor. Em 2013, sua expansão foi de 2% (contra 1,9% no país) e para 2014 tais números devem ser repetidos. A médio e longo prazo, porém, o potencial de negócios é favorável, devido ao déficit habitacional de cerca de 5,5 milhões de unidades e às carências existentes na área de infraestrutura.

Na oportunidade, o Sinduscon-RS lançou o Boletim Econômico da Construção Civil Gaúcha, edição relativa a 2013, contendo os principais dados sobre o desempenho do setor.

Comunicado aos gaúchos e à imprensa

o ex-governador sempre soube que simon era candidato de novo. simon vai morrer no senado, mas acho que ele não se elege(olides canton)

por Germano Rigotto

Em respeito ao povo gaúcho, de quem sempre recebi igual tratamento, entendo ser necessário posicionar-me diante dos últimos fatos em relação às eleições de 2014.

Em entrevista para a Globo News, na metade do ano passado, o senador Pedro Simon disse que havia desistido de buscar a reeleição. A partir disso, meu nome surgiu naturalmente como uma possibilidade para concorrer ao Senado Federal. Recebi muito apoio e carinho das pessoas, além do entusiasmo da base do PMDB.

Mostrei-me, então, disponível e preparado para esse desafio. Entendi que minha bagagem acumulada, tanto no parlamento quanto no governo, poderia ser útil para exercer o mandato de senador. Dispus-me a lutar no Senado pelas mudanças de que o Brasil precisa, a defender o nosso Estado e a ajudar a construir um novo posicionamento para o PMDB, começando por um projeto nacional e evoluindo até uma candidatura própria do partido à Presidência da República.

Depois desse momento, o senador Simon fez manifestações no sentido de que poderia ser candidato. Diante disso, reafirmei sua preferência de escolha. Por fim, ontem, através da imprensa, soube que ele revelou sua decisão de buscar mais um mandato no Senado Federal.

De minha parte, como sempre fiz, reconheço seu direito e legitimidade para essa postulação. Assim sendo, informei hoje à direção partidária que abro mão de concorrer a qualquer cargo nas eleições de 2014. E, através deste comunicado, torno pública minha decisão.

Agradeço o reconhecimento recebido dos gaúchos e das gaúchas, sentimento que recolho cotidianamente em todos os ambientes que frequento. Agradeço também o grande apoio da nossa militância partidária, com a qual sempre tive proximidade e afinidade.

A política não se dá apenas através de cargos. Portanto, encaro essa circunstância com naturalidade. Através do Instituto Reformar, que presido, seguirei o trabalho que venho fazendo, procurando formar opinião e fortalecer as causas e as transformações necessárias para o Brasil e o Rio Grande que desejamos.

Cozinha

Olha o arroz que sei fazer. mandei foto pro colega UCHA DO JN..

rua da praia



O escritor J.Gilberto Noll, que mora no centro, caminha apressado num fim de tarde....

' escrevo porque sei que vou morrer', disse ele, tempos atrás.

Diretor do Dmae concede coletiva técnica sobre o Socioambiental

A propósito da inauguração do Programa Integrado Socioambietal (Pisa), o diretor-geral do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), Flávio Presser, concederá entrevista coletiva nesta quinta-feira, 10, às 15h, para esclarecer as informações técnicas das obras e da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Serraria. O encontro com a imprensa será realizado no auditório do Dmae (Rua 24 de outubro, 200, Moinhos de Vento), com a participação dos técnicos responsáveis pelo desenvolvimento do projeto.

Pisa - A prefeitura entrega oficialmente à população nesta sexta-feira, 11, o Programa Integrado Socioambiental (Pisa), a maior obra de saneamento da história de Porto Alegre. A presidenta Dilma Rousseff estará na Capital para a solenidade, às 8h, acompanhada do prefeito José Fortunati, no ato que marcará a inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto Serraria, localizada na Estrada da Serraria, 2601.

A estação na Serraria é a principal obra do Pisa, programa que totaliza investimento de R$ 672,9 milhões, sendo R$ 480 milhões para as obras de saneamento, via financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Caixa Econômica Federal, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Desenvolvido na Capital por intermédio do Dmae, o Pisa triplica a capacidade de tratamento de esgotos, de 27% para 80%.

Programa Integrado Socioambiental (Pisa)

Investimentos:
- Total do Socioambiental: R$ 672.868.605,00.
- Saneamento / Dmae: R$ 479.623.424,00 (CEF: R$ 316.211.911,00).
- Estação Serraria: R$ 145,9 milhões, mais equipamentos adquiridos pelo Dmae.

Obras que integraram o Pisa:
• 12 km de emissários terrestres;
• 14,1 km de emissários subaquáticos;
• 139,5 km de redes coletoras (Restinga, Cavalhada e Ponta Grossa);
• 5,6 km de interceptor de esgoto;
• Uma estação de tratamento de esgoto com capacidade de 4.100 litros por segundo;
• Reforma em duas estações de bombeamento de esgoto (Baronesa do Gravataí e Ponta da Cadeia);
• Construção de sete estações de bombeamento de esgoto (C1, Cristal, C2, Restinga, Chapéu do Sol, EBE1 e EB2).

Cadeia para os torturadores

por Rekern

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou projeto de lei que pede a revisão da Lei da Anistia, que não é uma tentativa de revogar a Lei da Anistia, mas tem como objetivo garantir que agentes do Estado que praticaram crimes de ordem política durante ditadura militar sejam sancionados pelo Poder Judiciário. O Relator do projeto leu seu manifesto favorável à revisão no início da sessão. O senador reforçou ainda que o crime de tortura é imprescritível, conforme tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.

Programação de cinema

No próximo Sábado (dia 12/04/2014) as 10h15min no GNC Moinhos de Vento assistiremos ao filme "Noé" (Noah - 2014). Noé (Russell Crowe) vive com a esposa Naameh (Jennifer Connelly) e os filhos Sem (Douglas Booth), Cam (Logan Lerman) e Jafé (Leo McHugh Carroll) em uma terra desolada, onde os homens perseguem e matam uns aos outros. Um dia, Noé recebe uma mensagem do Criador de que deve encontrar Matusalém (Anthony Hopkins). Durante o percurso ele acaba salvando a vida da jovem Ila (Emma Watson), que tem um ferimento grave na barriga. Ao encontrar Matusalém, Noé descobre que ele tem a tarefa de construir uma imensa arca, que abrigará os animais durante um dilúvio que acabará com a vida na Terra, de forma a que a visão do Criador possa ser, enfim, resgatada. Darren Aronofsky uniu seu frequente colaborador Ari Handel e o artista canadense Niko Henrichon para adaptar o roteiro em um graphic novel de 2011: "Noé: Pour la cruauté des hommes" (em inglês "Noah: For the Cruelty of Men", e em português "Noé: Por Causa da Maldade dos Homens"). Como forma de promover o filme e apagar as dúvidas dos produtores da Paramount Pictures que estão por trás do projeto, o diretor resolveu lançar esta graphic novel que tem por objetivo ser uma espécie de guia geral do roteiro e storyboard do filme. Noé marcou a segunda vez que Russell Crowe e Jennifer Connelly interpretaram marido e mulher juntos. A primeira vez foi em Uma Mente Brilhante (2001). Darren Aronofsky é fascinado com o personagem de Noé desde a infância, vendo-o como "um personagem sombrio e complicado que experimenta a verdadeira culpa do sobrevivente".

No próximo Domingo (dia 13/04/2014) as 10h15min na Sala Eduardo Hirtz assistiremos ao filme (Documentário) "Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes" (2013). Após a exibição do filme, haverá debate com o diretor Cacá Nazário. Um roadmovie poético construído através da vida e obra do escritor Caio Fernando Abreu. Santiago, Amsterdã, Berlim, Colônia, Paris, Londres, Porto Alegre, São Paulo. As cidades que testemunharam a vida breve do poeta, dramaturgo e escritor Caio Fernando Abreu (1948-1996) são revisitadas e recobertas agora de fragmentos de suas obras e lembranças de seus amigos, como Maria Adelaide Amaral, Grace Gianoukas e Adriana Calcanhoto.

DETALHES DE UMA DESINTEGRAÇÃO – dvd

por Eron Fagundes

“Quando nasci, em julho de 1918, minha mãe estava com gripe, meu estado como recém-nascido não era dos melhores, e por isso fui batizado de emergência no próprio hospital.” Esta frase abre o livro Lanterna mágica (1987), autobiografia de um cineasta fundamental. Bem ao gosto dos questionamentos metafísicos embutidos nos filmes do realizador que ora referimos, podemos sorrir do acaso que talvez não seja um acaso: que seria do cinema do século XX se a gripe da mãe do diretor sueco Ingmar Bergman tivesse piorado e matado seu bebê? Certamente a história da sétima arte seria outra: sem o brilho luminoso das queimações da alma que Bergman erigiu como ninguém. O lançamento em dvd, pela Versátil, de Através de um espelho (Saasom I en Spegel; 1961) renova a constatação da profundidade hipnótica das imagens criadas por Bergman: somos contritos espectadores das perturbações espirituais elaboradas por uma narrativa tão tensa quanto densa. Sem embargo de ter ganho o Oscar de filme estrangeiro (o Oscar, sabe-se, é uma premiação comercial; o outro Oscar ganho por Bergman foi com Fanny e Alexandre, 1984, seguramente seu trabalho mais digerível pelo público, com formas cinematográficas menos duras e sombrias que o habitual), Através de um espelho permaneceu para todo o sempre inédito nos cinemas brasileiros: uns culpavam o excessivo rigor formal do cineasta, impedindo uma aproximação com as platéias latinas; outros viam a ação da censura, pois o filme aludia veladamente à questão do incesto entre irmãos, especialmente na cena torturante em que os manos se encontram, num dia de muita chuva, na caverna para a qual ela, em sua loucura, tinha fugido. Na verdade, Através de um espelho é a radiografia, cinematograficamente impiedosa, da demência duma mulher. Como dizem as anotações do diário do pai de Karin, a louca, aquilo a que estamos assistindo são detalhes de uma desintegração: a alma da protagonista queima e se desintegra. Bergman ainda vivia intensamente os tempos de sua inquietação com a divindade, a presença-ausência de Deus entre nós; se O sétimo selo (1956) e A fonte da donzela (1959) questionavam abertamente a existência de Deus, pode-se dizer que, com a trilogia do silêncio (formada também por Luz de inverno, 1962, e pelo maravilhoso O silêncio, 1962), Bergman se encaminhava para uma discussão mais humana que metafísica da questão religiosa, algo que se materializaria completamente uma década depois em Gritos e sussurros (1973), seu filme plástica e tematicamente mais avançado.

O cenário isolado, longe da civilização de Através de um espelho favorece a meditação transcendental. A ambientação é a natureza da ilha de Faro, onde Bergman mora há mais quarenta anos e onde ele rodou o extraordinário documentário Minha ilha (1979). A característica concentradora da ilha, em Através de um espelho, tem a mesma função formal e temática da casa sombria e vermelha de Gritos e sussurros: oprime e força a reflexão. Neste cenário natural Bergman elege uma personagem-centro, a mulher que enlouquece, e quatro personagens-satélite: o marido, o pai e o irmão, todos inquietos com a doença da mulher, da filha e da irmã; bem antes da fase psicanalítica de Cenas de um casamento (1974), Face a face (1976), Sonata de outono (1978) e Da vida de marionetes (1979), Bergman elaborava um complexo jogo psicológico que nada devia aos melhores momentos de artes refinadas como a literatura. Para estruturar com coerência, rigor e profundidade dramática os conflitos nebulosos de suas criaturas, especialmente os da protagonista (que funciona como um holofote para os demais), Bergman tem o mesmo procedimento de sempre: é uma equipe cinematográfica habitual que identifica uma figura de cinema inteiriça a que chamamos Bergman, ou seja, a instância narradora autenticamente bergmaniana. Os atores são circulares na filmografia de Bergman: Harriet Andersson, que vive a doida em Através de um espelho, viria a ser, doze anos depois, em Gritos e sussurros, a irmã que estaria morrendo; Gunnar Bjornstrand, o pai da doida, interpretara o frio filho do médico de Morangos silvestres (1957); Max Von Sydow, que faz o marido de Karin, é um rosto característico do universo de Bergman e já fora antes o cavaleiro medieval em O sétimo selo. Circulam também pela película de Bergman outros colaboradores: o fotógrafo Sven Nykvist constrói um preto-e-branco que é a própria iluminação da alma; e lá vem J.S. Bach, o músico dos músicos, para abraçar-se com o cinema de Bergman e revelar a porção espiritual que estava faltando. Bergman se está aproximando dos noventa anos, há mais de duas décadas deixou de rodar para cinema, mas há um filme seu feito para a televisão, O mundo de luz e sombra (1997), que se equipara a seus mais geniais trabalhos, entre os quais está este Através de um espelho, que contém um final revelador e agudo das relações entre um pai e seu filho e toda a questão da incomunicabilidade e da incompreensão entre as gerações; a frase conclusiva dita pelo filho depois que seu pai lhe dá costas e retira-se e a perplexidade do rosto do garoto em primeiro plano compõem um momento antológico de cinema.

FOTOS DE LUIZINHO MOREM

Amigo Olides Aqui vai Algumas Fotinhos para teu Blog, A Primeira no Meu curso de Fotografo ,Fotografei a rua mais Linda do Mundo , escolida por criticos do Mundo inteiro . A Segunda é os TRÊS Mosqueteiros da Politica Gaúcha . " Quem disse que Dois bicudos não se Beijão " E na Festa do Prefeito . A animada " BANDA DO " SAUDANHA " com suas Passistas , sorridentes

Em Tenente Portela encontrei um Legítemo " INDIOZINHO Guarani com sua MÃE " Numa Reunião Politica do PDT . Eles Também estão Participando do Processo Politico das eleições de 2014 . A qui o Reflexo do PROFICIONALISMO ! Em TRÊS ARROIOS eu encontrei, A Substituta da GISELE BINT .Lideranças do PDT HOMENGEIÃOo Busto do JOÃO GOULART . O SAÚDOSO LEONEL .

de Serafina

Escola Municipal Agrícola e o incentivo à leitura

Atualmente, um dos maiores desafios da escola é vencer a preferência que os adolescentes possuem em relação aos passatempos prediletos, tais como: televisão, computador, internet e jogos eletrônicos ao hábito da leitura. É possível, através das páginas de um livro, descobrir muito mais do que um mundo de imaginação, pois, se cultivada desde cedo, a leitura pode ser uma excelente maneira de desenvolver o vocabulário, imaginação, criatividade, escrita e sensibilidade. Ou seja, mais do que um prazer, a leitura também é fonte de aprendizado e conhecimento.

Conscientes de que, assim como os pais, a escola também tem papel fundamental no incentivo à leitura, a Escola Municipal Agrícola proporcionou aos seus alunos na manhã do dia 07 de Abril, um bate papo e sessão de autógrafos com o escritor gaúcho Mário Amaral Teixeira. Na oportunidade, o escritor reforçou a importância da leitura e conversou com os alunos e professores sobre as suas obras previamente abordadas em sala de aula, de modo especial sobre o conto ?Adélia?. Ao término do encontro, o escritor foi agraciado com um presente confeccionado pelos alunos e convidado a conhecer a Escola. É através de atividades como esta que a Escola Municipal Agrícola incentiva o gosto pela leitura e proporciona aos educandos momentos prazerosos que só vão acrescentar para a formação de um ser pensante.

Entrega de Alevinos

A Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa, através da Secretaria de Agricultura, realizou a entrega de alevinos aos interessados na terça-feira, 08 de Abril de 2014. Foram 7.480 alevinos entregues, das espécies carpa capim, carpa cabeça grande, carpa prateada, carpa húngara, carpa colorida, jundiá cinza, jundiá branco, tambiú, tilápia, pacu, dourado, surubim e piava, dando continuidade assim, ao projeto de repovoamento de açudes.

 

10 de abril de 2014

SIMON É O CANDIDATO AO SENADO PELO PMDB

O que todos dentro do PMDB,principalmente os mais bem informados como o ex-governador Germano Rigotto sempre souberam, se confirmou nesta úlitma segunda,dia 7.4. Agora só falta sacramentar a candidatura em ato oficial: o atual senador do PMDB topa tentar mais uma vez o senado( segundo Darci Ribeiro, lá é paraiso.... e pelo que o Estadão divulgou dias atrás parece que é mesmo, mas o paraíso pago pelos ' terrenos')

o blog Imprensa Livre RS,deu nesta terça, dia 8, que houve uma reunião numa churrascaria de Porto Alegre- não diz qual mas sugere que seja o Barranco - na segunda,dia 7.4 onde Simon disse que ' topova' ser novamente candidato." Já que ninguém se apresentava pra ser",conforme sugere o redator.
- Se não tem ninguém, eu vou disse Simon aos demais comensais conforme o blog.
Estiveram no almoço, Zé Ivo Sartori( que pela pesquisa do Ipobe não fede nem cheira)Edson Brum,João Alberto Machado,Ibsen,Rospide Neto e Luis Roberto Andrade Ponte( que ainda não lhe deram a devida importãncia de tanto atuou pela manutenção da institucionalidade na transição Sarney-Collor).

Agora só falta anunciar Simon novamente ao Senado o que será feito no seu devido tempo.

P.S.

Num almoço promovido no ano passado, onde Fogaça iria falar, no hotel Continental, perguntei ao Rigotinho se ele eraq candidato ao Senado:
- O candidato é o Simon, reagiu ele, como quem tivesse absoluta certeza que o atual senador iria pra reeleição.

A se confirmar o fato, lembro de 1998, quando Simon se elegeu ao Senado e trabalhei na assessoria de imprensa na campanha.(tenho um livro sobre isto)

Dizem que Lasier Martins, o que lidera as pesquisas este ano pelo PDT,iria concorrer pelo PTB naquele ano e que o então senador foi na TV RBS pra lhe pedir que não fosse candidato.
então, tá....
Quem viver, verá!

SITE DA FURO EM TODO MUNDO!

O site IMPRENSA LIVRE RS foi o primeiro blog a dizer que PEDRO SIMON é o candidato ao senado do partido, de novo.

isto eu li na terça de noite, no site.

ontem , dia 9, a zero abriu a pagina 10 com o assunto, mas não citou o site ....nem tou dizendo que tiraram de lá, mas verdade é que a zero levou furo do site do Ricardo Neu.E isto que ele é sozinho.

Deve ter sido um excelente trabalho do Ricardo neu, que sabe-tudo.

a reunião que decidiu que simon é o candidato foi na segunda, no Barranco, em almoço.



Na foto, feita agora de tarde na assembléia oe ditor do site, Frederico Geaversen Filho. Ricardo Neu que é quem garimpa as noticias não quis que eu o fotografasse.OC

' reporter-vendedor!

Renato Rossi, da Guaiba, eis ai outro que faz isto com competencia.

aliás, ele sempre me disse que veio do ' comercial' e virou repórter.

é, acontece!

agora entra no Bom dia, com o Mendelsky,que também começou nas vendas do CORREIO DA MANHÃ.
mas o mendelsky dá de dez a zero no rossi em termos de entender de noticia. o rossi atira pra tudo quanto é canto.

DILMA ACREDITA MUITO EM CAPITALISMO DE ESTADO, DIZ MENDONÇA DE BARROS

Em Porto Alegre prum evento sobre o lançamento da futura fábrica de caminhões Foton em Guaíba - na área que fora destinada a Ford - o professor Luis Carlos Mendonça de Barros criticou a presidente Dilma.

-Ela tem que parar de agredir o setor privado, disse ele que foi presidente do BNDEs durante quatro anos no governo FHC.



Mendonça de Barros acha que se Dilma ganhar a eleição, vai ter que mudar o seu foco e parar de tratar o setor privado como acessório do Estado.

Ele citou uma frase do líder Ho Chi Mi - da Coréia - pra dizer que o ex-presidente Lula tinha uma relação melhor com os empresários do que Dilma.

FEPAM

Sobre a fábrica de caminhões a ser montada em Guaíba, Mendonça criticou a Fepam que ainda não liberou a licença ambiental oque tem atravancado o dinheiro junto ao BNDEs.
- Lá eles tem um cemitério de pedidos de financiamento.
Sem a licença ambiental não liberam dinheiro.

Segundo ele,se tudo correr dentro do previsto os primeiros caminhões devem sair da linha de montagem de Guaíba em abril de 2016, daqui há dois anos.

A Foton é uma fábrica de caminhões, chinesa, controlada pelo PC de Pequim.
E dentro da Foton é como trabalhar no Bradesco, no Brasil.Quem está no comando tem entre 65 e 70 anos ou seja, passou uma vida lá dentro.

A Foton está cosntruindo fábricas na India e na Rússia e em Guaíba que pretende exportar caminhões pra Argentina e outros países da América Latina.

Os caminhões a serem produzidos em Guaíba vão de 10 a 24 toneladas de capacidade, explicou Mendonça de Barros.

Venezuela

O professor disse que a Venezuela marcha pro ' caos".
- O problema político de lá é que eles não tem um PMDB, acrescentou.
Aqui, o PMDB agora está mais à esquerda, com o PT, mas ele também já esteve com o pSDB.

Depois do evento do meio-dia Mendonça de Barros foi a Caxias do Sul, onde teve uma reunião com Raul Randon, da Randon.

filme

Vi um filme no cineminha da Urgs que pra quem trabalhou em jornais antigos é um primor. se chama "no silêncio de uma cidade":
trata dos bastidores de um grande jornal, nos anos 40,50, em NY. mostra a disputa pelo poder dentro da redação. tentem ver.não sei se tem em locadora....um primor de filme!

do mironneto.com

Ator ganha indenização de editora de guia do Festival

Segundo informações do jornal O Globo, em sua edição desta quarta-feira, o ator Wagner Moura deverá receber uma indenização de R$ 20 mil da editora LTM e da Getty Images, que teriam cedido fotos suas para o guia usado no Festival de Cinema de Gramado. O guia era patrocinado por uma marca de cerveja, enquanto Wagner tinha contrato com uma marca de refrigerantes.
Segundo a publicação, a decisão foi tomada pela 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, e o ator ainda deve receber uma quantia equivalente aos seus contratos publicitários.

Momentos

a foto saiu tremida, mas ela está carregada de poesia....fim de tarde na faculdade de arquitetura da urgs....e uma aluna com a filhinha no colo....

é ainda bem que a vida tem estes momentos belos.

MOTORISTA DA CAMIONETE DE IJUI FUMA DIRIGINDO



Fiz a foto agora de tarde, lá pelas 3 da tarde. Vinha vindo pra casa no 429,quando uma senhora começou a gritar:
- Olha aí, o motorista da secretaria da saúde fumando enquanto dirige...

Tirei minha máquina e peguei o cara.

a camionete é de Ijui, da prefa de lá.

- bota no feice, bota no feice, gritava a passageira. eis pois no feice....

Ganhando a vida na rua da Praia....



Vai fazer isto pra ver como é´ fácil...deus qu eme perdoe..que carma desta gente???!!!!

dos leitores

Do capincho, de SB

Li no teu blog que agora é um "BLOG DE CELEBRIDADES, FOFOCAS, OPINIÃO E NOTÍCIAS"....
Morri rindo do "celebridades"

de Serafina

Deputado Cherini em Serafina Corrêa

Na sexta-feira, 04 de Abril de 2014, o Prefeito Municipal Ademir Antonio Presotto, o Vice-Prefeito Francisco Bernardo Mezzomo, a Vereadora Evane Mara Gagiola Dalla Rosa e demais autoridades locais receberam, no Centro Administrativo Amantino Lucindo Montanari, a visita do Deputado Federal Giovani Cherini. Na oportunidade, o Deputado falou sobre sua trajetória, projetos e planos que pretende trabalhar em busca das demandas da comunidade serafinense. Durante sua fala, Cherini destacou o carinho e consideração que tem pelas pessoas do município, além de realizar, oficialmente, a entrega da Pá Carregadeira. Equipamento oriundo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, investimentos que passam de R$ 360 mil, com emenda do Deputado Federal Giovanni Cherini e contrapartida do município. A pá carregadeira irá beneficiar toda a comunidade e faz parte do apoio ao Pequeno e Médio Produtor Agropecuário.

 

9 de abril de 2014

Historias de Bares

Agapio da José de Alencar



Tinha tudo pra dar certo e deu....

Depois de quase 30 anos na rodoviária, onde começou com um trailer, o Agapio se firmouna av. José de alencar.

No domingo passado, dia do jogo do inter na reinauguração do estádio, oagapio lotou depois...

na foto dá pra ver o Luisinho, o "garção-evangélico" que saiu do bar foi pro sheraton, mas não se adaptou no Moinhos de vento e voltou pra josé de alencar.

Destaco a simpatia da telefonista Fabiane que acompanha o dono , Cesar Tasca, desde a rodoviária.



na foto, o Luisinho, no domingo passado, com os torcedores do inter que foram fazer um ' lanche' no agápio!

Páscoa

O Bacalhau, meio caro, chegou pra Semana Santa no Mercado Público de Porto

Coleguinhas

LAURO qUADROS voltou ao sala de redação nesta terça.

BEIRA RIO

oUVI AGORA CEDO ,terça, que os bombeiros não estão querendo liberar o beira rio pro Grenal.

olha, depois da Kiss, tem que ter cuidado mesmo.

No 5 andar do Beira rio, no domingo, eu ouvi um cheiro forte de borracha. Procurei por funcionario do Inter e não achei nenhum. avisei alguns colegas que sentia cheiro de borracha queimado. mas não deu nada.

mais cenas do jogo de domingo no beira-rio e uma colega fazendo fotos ....

Internas do Beira-Rio!

Ônibus

dia 7.4 por volta de 19hs praça parobé, porto alegre, centro. o onibus subiu e mesmo assim ele não veio pra pegar os passageiros que ficam esperando como sempre!

VENEZUELA...

Vi o roda-viva com a ex-deputada Corina Machado, do país do petróleo....

bem articulado, ela representa parte da população do país...

Além de tudo, encanta pelo charme....

se tivessem trazido pro Forum da Liberdade, ia lotar a PUC

escritorio do metro de porto alegre!

Na av. padre cacique, perto do Gigantinho, o escritório do metro de porto alegre. Todos queremos um dia andar nele! Tomara que venha logo!

SINDUSCON-RS ANALISA DESEMPENHO DO MERCADO IMOBILIÁRIO E A AMEAÇA DE BOLHA

O Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) apresentará na próxima quinta-feira (10/04), durante café da manhã para a imprensa, os dados sobre o atual desempenho do mercado imobiliário e as perspectivas para este ano, tendo em vista, inclusive, as constantes especulações sobre a possibilidade de ocorrência de uma bolha. A análise da Entidade também abrangerá aspectos como as crescentes limitações enfrentadas pela indústria da construção em Porto Alegre, como drásticas restrições à ocupação do solo urbano na Capital e dificuldades no licenciamento dos empreendimentos.

Na oportunidade também será apresentado o Boletim Econômico da Construção Civil Gaúcha - 2013, mostrando a evolução da atividade nos segmentos imobiliário, obras públicas, industriais e corporativas, bem como o comportamento do mercado de trabalho e dos custos do setor. A entrevista será concedida às 9h30min, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, contando com a presença do presidente do Sindicato, Ricardo Sessegolo e do vice-presidente, Rafael Tregansin.

do Comunique-se

Mino Carta promete processar quem lembrar que ele defendeu a ditadura

Em artigo publicado no site de Carta Capital, Mino Carta escreveu que está "farto" e deixou claro que processará as pessoas que "caluniarem" sua biografia. O que motivou a publicação do texto foi a coluna de Demétrio Magnoli na Folha de S. Paulo, que afirma que Carta apoiou a ditadura nos tempos em que trabalhava na Veja. De acordo com Magnoli, "cada um a seu modo, os grandes jornais acertaram as contas com o próprio passado, oferecendo desculpas (“O Globo”), reconhecendo erros (Folha) ou produzindo revisões circunstanciadas (“Estadão”). Carta optou por um caminho diferente: a camuflagem". O jornalista da Folha insere em seus argumentos o editorial escrito por Carta em 1º de abril de 1970, que, segundo ele, pode ser visto sem grandes dificuldades por meio do acervo digital da revista da editora abril.


Mino Carta escreveu texto dizendo que processará "caluniadores" (Imagem: Reprodução/Carta Capital)

"Carta foi quercista quando Orestes Quércia tinha poder (e manejava verbas publicitárias). Hoje, é lulo-dilmista até o fundo da alma. Na democracia, não é grave ter preferências político-partidárias, mesmo se essas (mutáveis) inclinações tendem quase sempre na direção do poder de turno. Mas aquilo era abril de 1970, bolas!", disse Magnoli. Em sua defesa, o dono da revista Carta Capital disse que "procurar deslizes morais na minha carreira de jornalista é como se Moisés pretendesse separar as águas do Mar Vermelho com uma britadeira. Muitos cometi, e se quiserem pecados, como indivíduo, e me perseguem até hoje. Como profissional de imprensa, não". Para ele, há colegas que não desistem de buscar falhas profissionais em sua carreira.

No texto, ele conta como era seu trabalho na Veja e relembra que, no final de 1969, a revista foi censurada e retirada de todas as bancas do país. A reportagem de capa falava sobre as torturas durante a ditadura militar, com levantamento e detalhes de três casos de morte. "Graças a uma condição apresentada por mim para aceitar a direção da redação de Veja, eu gozava de notável autonomia: os donos da casa não tinham acesso à pauta e saberiam de cada edição depois da publicação, na manhã das segundas. Na noite de sexta-feira daquela semana agitada, recebemos a informação de que estava proibida qualquer referência às torturas. O fechamento então dava-se aos sábados", explicou Carta, que sugeriu aos criticadores que "se mirem no espelho de suas próprias medíocres vidas de recalcados". Magnoli, ao fechar seu texto, disse que, para "nossa sorte", os acervos digitais estão aí para quem quiser acessar o conteúdo publicado por Carta na época.

Outras opiniões

Repórter a apresentador da Band, Fábio Pannunzio opinou sobre o assunto e reproduziu na íntegra o texto do colega da Folha de S. Paulo. Para ele, Mino Carta tenta "se livrar da responsabilidade por textos que escreveu e orientou em Veja durante o início do seu potentado como diretor de jornalismo". "Na réplica a Magnoli, Carta, como de costume, põe o ponto inicial da história no período que se seguiu à eleição de Geisel, de 74 em diante, quando de fato Veja inicia um movimento de distanciamento do governo dos generais. Sobre tudo o que se passou no período mais obscuro e cruento da ditadura militar, Mino Carta se cala para não ter que explicar as loas que ele e a Revista Veja teceram ao regime". Pannunzio ofereceu a Carta o texto como "matéria-prima para sua investida judicial contra 'detratores'". "Não creio que ele irá adiante na empreitada porque é ridiculamente fácil provar que Mino escreveu o que escreveu. Embora ele negue, está tudo no arquivo digital de Veja, que é público e está à disposição de todos - até dele próprio, Mino Carta, que bem poderia nos ajudar a encontrar qualquer texto de sua lavra com críticas à ditadura militar brasileira anterior à reportagem sobre a tortura".

DOS LEITORES!

De um leitor anonimo

Sobre o Affonso:

Outra coisa: tu sempre insiste q ele foi seminarista. Ele foi + q seminarista. O Affonso FOI PADRE, foi PADRE OPERÁRIO NA FRANÇA! Depois, voltou, deixou a batina, casou e foi estudar jornalismo na Famecos. Entrou direto no segundo ano, pq já tinha fac de filosofia (e teologia). Foi meu colega na Famecos, o Affonso (idem o Vieirinha, o Celso Rosa, o Erni Quaresma, a Maria do Carmo, o Chico Jung, a Sônia Kraemer, a Dina Streliaev, irmã do Uda e ex do Canalli, a Polaca...).

Sobre o Passaralho na ZH: é de se esperar mesmo. Dia desses coloquei no Face reprodução de uma foto q eles publicaram de todo pessoal da Redação e comentei q com um terço daquilo, nos bons tempos, se fazia um jornal muito melhor.

Os caras brincam com a sorte: publicam uma fotaça com todo o bando de gente da redação, o patrão vê, se apavora com tanta gente para fazer tão pouco e... manda degolar.

Podiam começar a degola pelos colunistas do Esporte, q é um abuso o q tem de colunistas.

Além disso, a verba publicitária deve estar cada vez menor. O Estado n pode anunciar pq diz q ñ tem $$ para nada. A Prefa, idem. O Comercial tem de se virar inventando "produtos". Dia desses, tavam "malhando" cursinho de línguas: fuzeram um caderno especial...

Sobre o cachorro morto a tiros em Gramado

por Marcio de Almeida Bueno

Haha, não deu tempo de eu te avisar da polêmica do cara que matou o cachorro em Gramado, e tu já publicou. Nas redes sociais o pessoal já botou o lugar na lista negra de boicote. Agora as pessoas andam cobrando muito depois que dá rolo com um animal. Aquele caso do restaurante de Novo Hamburgo, em que os funcionários chutaram até a morte o cachorro de um cara que tinha ido lá buscar vianda - fecharam nos dias seguintes porque tinha 200 pessoas lá na porta, querendo quebrar tudo. Uma amiga fotógrafa foi e me mostrou as imagens, a BM que garantiu que o pessoal não tocasse o horror no local. As redes estão servindo para articular rapidamente os interessados, como na primavera árabe.

A CULPA INTERIORIZADA

por Eron Duarte Fagundes

Comecemos pelas palavras do diretor Jean-Paul Lilienfeld em entrevista sobre seu filme. “Elas são agredidas e têm sensações opostas às que esperaríamos. A vítima acha que, quando conheceu o homem, ele não era assim. Ela acredita que é culpa dela, algo que ela fez o transformou em um ser humano agressivo. Elas sentem vergonha da situação e do fato de ninguém as compreender. Por isso, muitas vezes, a violência doméstica acaba não sendo denunciada pela mulher.”

Prenda-me (Arrêtez-moi; 2012) adota o tom enviesado das narrativas cinematográficas francesas para pisar nos espinhos interiorizados duma mulher que adaptou a violência que sofria do marido a uma culpa de fundo católica e exteriorização kafkiana. Lilienfeld dá uma ambientação praticamente teatral a seu filme, encerrando suas duas personagens centrais numa delegacia tão escura quanto visualmente gélida e mesmo inóspita. A emoção nasce basicamente das cargas de energia das duas intérpretes, as francesas Sophie Marceau e Miou-Miou. Diz-se que em seu filme anterior, O dia da saia (2008), Lilienfeld usou do mesmo processo de enclausuramento das criaturas num cenário restrito. As cenas fora da delegacia de Prenda-me passam-se na cabeça da protagonista e é um pouco como se não saíssem daquele mesmo cenário em que a policial e a criminosa-vítima dialogam dialética e interminavelmente. Para as passar na cabeça da personagem, Lilienfeld filmou as cenas com uma câmara que, fixa na figura agredida, se movimenta trefegamente como alguém que sofre a agressão mesmo; num primeiro momento, é o ponto de vista da vítima, olhando para o agressor o tempo inteiro com pavor que a faz mover-se a toda a hora; mas não se trata somente disto, privilegiar o olhar da vítima, apavorado e inconstante; é um recurso que serve acima de tudo para caracterizar a autoanulação da própria vítima, que aniquila sua própria imagem no mundo (no cinema o mundo é aquilo que a câmara mostra, e ela mostra unicamente o agressor, este figurado como a personagem central da vida da vítima durante os períodos em que se intercalaram as agressões). No entanto, no caso de Prenda-me, a consciência será despertada, ou até confundida, por um confronto mais essencial que este entre a mulher e seu falecido violento marido; o confronto que aqui interessa é o que se dá entre a policial que se recusa excentricamente a prender uma vítima que vem confessar-se e a mulher que excentricamente se denuncia, dez anos depois, para ser presa.

Talvez Prenda-me se ressinta um pouco de sua teatralidade e os minutos se alonguem demasiadamente, especialmente no fim, que se estica um pouco. Mesmo assim, um filme por apreciar e que por aqui começa a chamar a atenção para este diretor francês.

A ativista pelada

Pô, Rekern assim tu mata o veinho do 'bobo'...que mulherão,f eia de rosto, mas o restante vai pra casa Padilha!!!!(olides)

de Serafina

Limpeza de Rios em Serafina Corrêa

A Prefeitura de Serafina Corrêa, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, convida toda a população a participar da ação de recolhimento de lixo e limpeza dos rios da área urbana do município no sábado, 12 de Abril de 2014, com início às 13h, em frente à Prefeitura Municipal. Os voluntários deverão comparecer com calçados adequados e o deslocamento será a pé ou com transporte próprio. Serão distribuídos sacos de lixo e luvas. Participe!

Encontro de Bandas Marciais

O acesso às manifestações culturais e aos eventos que mostram e divulgam a diversidade cultural do município são alguns dos objetivos do Projeto Serafina: Viva a Cultura! Desde o ano passado estão sendo realizados eventos culturais que vão ao encontro do gosto e preferência para todas as idades, com entrada gratuita e fácil acesso. No próximo domingo, 13 de Abril de 2014, às 14h, a Secretaria de Estado da Cultura e a Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa estarão promovendo o primeiro Encontro de Bandas Marciais. Os grupos se apresentarão na Avenida Miguel Soccol, centro do município, com toda a alegria e contagiando o público que presenciará, pela primeira vez em Serafina Corrêa, um espetáculo onde haverá um show das Bandas de Ilópolis, Vila Flores, Não-Me-Toque, Ronda Alta, Anta Gorda, Faria Lemos e Serafina Corrêa/RS.

Em caso de chuva, o Encontro de Bandas Marciais acontecerá no Ginásio Municipal Irceu Antônio Gasparin, com entrada franca! Participe! Financiamento: Pró ? Cultura ? RS - Secretaria da Cultura ? Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Realização: Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa ? Viva com Qualidade.

TÍTULO DE ELEITOR ATÉ 07 DE MAIO

O Cantigio está de volta!

O Festival de Música Italiana Cantigio teve sua primeira edição em Julho de 1995, durante as comemorações do 35° Aniversário do município de Serafina Corrêa. Com o objetivo de valorizar, resgatar e vivenciar a cultura italiana, o CANTIGIO, em sua tradução, CANTI ITALIANI GIOVANI ? FESTIVAL, era voltado apenas para a apresentação de canções nas vozes de crianças e jovens. Após alguns anos, o Festival de Música Italiana CANTIGIO retorna com força total, revelando novos talentos locais e regionais. No sábado, 05 de Abril de 2014, cerca de 300 pessoas acompanharam o Festival de Música Italiana no Clube Social e Cultural Gaúcho, em Serafina Corrêa. Onze crianças, jovens e adultos subiram ao palco para alegrar, encantar e emocionar o público com suas vozes através das mais belas canções italianas: folclóricas e contemporâneas. Participaram do evento o Prefeito Municipal, Ademir Antonio Presotto, a Primeira Dama, o Vice-Prefeito, Francisco Bernardo Mezzomo, o Presidente da Câmara de Vereadores, Nelson Pedro Mezzomo, demais Vereadores, representando o Deputado Gilmar Sossella, Marciana Fabris, Secretários Municipais, Diretores, Assessores, Soberanas do município, imprensa da região, demais autoridades e a comunidade. As apresentações emocionaram o público que aplaudiu cada participação:

Regginella Campagnola / Il Sírio - Douglas Zabot
La Bella Violeta - Mayara Lazari de Oliveira
Volare - Jessica de Oliveira Pereira
Noi due per sempre - Naiele Somacal e Ezequiel Lorenzett
Con te partirò - Affonso Magon Chiarello
Strani Amori - Luiz Henrique B. Farias
Bellisimo Cosi - Raquel Joelena Romano
La mia storia tra le dita - Caetano Chiarello
Il Mondo - Weslei Zanella Fernandes
Una vecchia canzone italiana - Douglas Zabot
Vivimi - Mayara Lazari de Oliveira
La Solitudine - Renata Roman

Em seguida, houve a entrega de troféus e diploma de participação aos onze participantes. Aconteceu, também, um agradecimento à Comissão Organizadora e a todos que colaboraram com o evento. O Cantigio, Festival de Música Italiana, foi mais um evento do Projeto Serafina: Viva a Cultura!, com financiamento do Pro-Cultura, Secretaria da Cultura ? Governo do Estado do Rio Grande do Sul e realização da Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa/RS.

 

8 de abril de 2014

TRANSFORMAÇÃO DO AFFONSO RITTER

Nos anos 70, o mordaz titular do INFORME ESPECIAL DA ZH( NADA A VER com isto de hoje em dia) era o mordaz, ferino e inteligente e bem informado CARLOS COELHO. Homem de grande cultura, era sempre bem informado. Sobre o colega AFFONSO RITTER ele criou uma frase que ficou célebre entre os colegas. Disse em breves palavras:

- DE PADRE OPERÁRIO A CAPELÃO DA FIERGS.

Coelho queria dizer que de um militante da esquerda, Ritter virara o ' porta-voz' dos empresários. è, pode ser....

' mijando" ou URINANDO NOS ELEVADORES

Sabado passado, quando sai da Sogipa peguei o T11 e desci no terminal jaime caetano Braum...quando desci o elevador que dá pra Nilo Peçanha, uma moça que estava comigo comentou:

- PELO MENOS ESTES ESTÃO SEM MIJO PORQUE OS QUE PEGO NO STRIP CENTER ESTÃO SENDO URINADOS. OS USUÁRIO SMIJAM DENTRO DOS ELEVADORES.

o strip center é lá na assis brasil, final do corredor, onde tem uma estação de transbordo. eta portoalegrense da copa do mundo está....

REINAUGURAÇÃO DO BEIRA-RIO



O DIA DE glória do Giovani Calvário( ele não gosta deste sobrenome) LUIGI....o guri que conheci nos anos 70, na rodoviária e que queria apenas ter seu nome como um dirigente menor do Inter, passou pra História do Inter, como o presidente da reinauguração do estádio....


o repórter com O PRINCIPE JAJá.



ESTA foto tem uma pequena história. o time do Inter já estqava em campo, estouvaram foguetes do lado de fora e o principe JAJA chegou correndo, entrando pelo vestiário. eu gritei:

- vira ai principe Jaja pruma foto....

Ele virou, parou de correr e disse:

- Vamos tirar uma juntos.

Vou guardar como uma grande recordação.Valeu Jajá. quando imaginei que tiraria uma foto com o Jajá....terror das defesas ao lado de Falcão e Cia.

O narrador da rádio Cultura de são borja veio transmitir o jogo diretamente do estádio. O Belmonte, o narrador titular de futebol da Cultura de são borja não quis vir...tem medo de cidade grande, ou então a diária da rádio era muito pequena....

é pode ser....



as outras fotos são do Beira-rio por dentro no jogo de domingo.

A ' maré vermelha' caminha pro' boia cativa', digo, Beira-rio pra sua reinaugurção 45 anos....

Muito policiamento em volta do beira-rio neste domingo....

vestiário do beira rio...o inter entra em campo no domingo, dia da reinauguração do ' remendão',digo beira-rio

os arredores do Beira-Rio no domingo passado!

PELADA

Depois que abiologa posou pra Playboi peladona não dou mais a mínima pra nenhum protesto contra artico,antartida e afins....

comigo perderam a credibilidade. e isto se perde só uma vez.

deu pra ti, ana paula!

ADEUS URUBUS DA COPA

por Rekern

Estudo do Ministério do Turismo revela hoje que a Copa das Confederações movimentou R$ 20,7 bilhões nas seis cidades-sede e gerou o equivalente a 303 mil empregos com 9,7 bilhões de lucro ao Brasil.

Só este valor paga os investimento feitos em estádios e ainda sobra mais de 1 bilhão. Tudo isto durante o evento. Para a Copa do Mundo previsão é de de o país fature o triplo.

do miron neto

Após morte de cão, presidente de sindicato se licencia

A repercussão nacional nas redes sociais da morte de um cachorro levou o presidente do Sindicato da Hotelaria, Bares e Restaurantes da Região das Hortênsias a pedir licença do cargo. Lineu Kern, de 68 anos, teria disparado dois tiros de espingarda contra um cachorro Galgo que teria invadido a sua propriedade, o Hotel Bangalôs da Serra. "A foto publicada corresponde a um animal que invadiu a área do hotel, matando outros animais em várias ocasiões e colocando em perigo a vida e a saúde de crianças filhos de hóspedes", justificou o empresário.

A foto do cachorro ferido chocou os usuários do Facebook, que compartilharam o material milhares de vezes, despertando o interesse de grandes jornais e portais brasileiros. Após receber uma denúncia, a polícia esteve no hotel. O empresário foi encaminhado à delegacia, onde admitiu ter dado os tiros, mas disse que não tinha a intenção de matar. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso.

Hoteleiro diz que Chocofest alavanca finais de semana

O empresário Ronaldo Spieker, da rede Laghetto de Hotéis, discorda de sua colega Telma Renner em relação à realização do Chocofest. Segundo Spieker, o único período de alta temporada do Chocofest é o feriadão de Páscoa. "Os outros finais de semana são de alta devido a Chocofest", afirma o empresário. "Acredito que, no futuro, se bem trabalhado, o evento poderá se tornar um segundo Natal Luz, ampliando o período do evento ano a ano", complementa Ronaldo Spieker.

Pesquisas

Mandadas pelo ' capincho" de são borja...
Imagino que sejam do IBOPE....Olha agora que a ana amélia tá pipocando, deve embaralhar tudo disto aí....( ela quer ser vice do Aécio, segundo dizem rumores por aí....)

Rua da Praia



O Dr. Nereu Lima e seu filho caminham diariamente pela Pr. da Alfandega. Na frente dela sempre tem um músico tocando Raulzinho!

DEMISSOES NA ZERO?

Preparando-se pra comemorar os 50 anos dia 4 de maio- nasceram junto com o ' golpe' de quem agora falam tanto ' mal', a ZH estaria de novo com o PASSARALHO NA REDAÇÃO.A desculpa é que os velhotes ficariam de fora pra dar lugar a gurizada que maneja melhor a computação e que faz a chamada MULTIMIDIA, OU SEJA, trabalha pra vários orgãos ao mesmo tempo.

sABADO NA SAUNA da sogipa fiquei sabendo que um colega, de nome MARÇAL teria sido demitido. Como não lembrei de nenhum Marçal( só do João batista Marçal) fui me informar. Perguntei domingo no jogo ao Jones lopes que não sabia da demissão de nenhum Marçal. O Nilson Mariano, hoje,segunda, também não sabia, mas o Mariano deu aquela descujlpa clássica " estava viajando".Acho que o demitido seria Marçal Leite que fazia os dados de economia. Nesta segunda, a ZH apresentou um interino na coluna da pagina 23 Mercado em Dia que era,ou é, feito pelo colega Marcelo Leite. quem assinou a coluna de hoje,dia 7.4 foi Verner Uhlmann( só falta ser parente do meu querido professor de filosofia, do Julinho, prof. Ulmann que era um poço de sabedoria, paciência e humildade.)

Bão, se for o passaralho de novo é porque gostam de demitir em abril. Foi assim em abril de 1992, quando comandados pelo Augusto Nunes, fizeram uma limpa na redação, demitindo 48 pessoas na tarde de 13 de abril daquele ano,uma tarde que ainda valeria a pena escrever um livro sobre a mesma, embora muitos dos protagonitas não queiram falar. foi o dia que vi algumas COVARDIAS , mas também vi gente digna.

Poucos anos atrás, a RBS tinha promovido outro ' festival' de demissões. De um total de 400 funcionários cujas cabeças foram a premio' rolaram ' 120 cabeças de jornalistas, entre os quais o de um funcionário de muitos anos de O Pioneiro, que depois acabou falecendo.

Naquela ocasião, tentando pacificar as coisas, devido a uma matéria feita pelo Jornal do Sindicato dos Jornalistas, o VERSÃO, o diretor de Pessoas e Tecnologia, DELI MATSUO e mais o advogado chefe do juridico da RBS, ARY DOS SANTOS, estiveram na sede do sindicato dos jornalistas tentando pacificar a relação entre a RBS e o sindicato que ficou meio "tumultuada" devido a reportagem.

Contam, eu não vi, que o DELI MATSUO ao entrar na sede do SINDICATO DOS JORNALISTAS, no 13 ANDAR da rua da praia, meio desajeitado porque não é seu habitat foi cumprimentar o editor do jORNAL, MARCIO DE ALMEIDA BUENO e teria segredado em seus ouvidos:

- TU ME DEVES UMA?????

Deve o que cara-pálida!(O.C)

do Comunique-se

Radialista sofre tentativa de homicídio durante apresentação de programa

Radialista da 104,1 FM, em Giruá, interior do Rio Grande do Sul, Jair Wathir quase foi morto na última semana. O caso de violência aconteceu depois que ele se recusou a tocar uma música pedida pelo ouvinte Rogério Brondani. Segundo reportagem do Zero Hora, tudo aconteceu na tarde de sexta-feira, 4, quando, durante o programa 'Rola Bandas', o comunicador foi surpreendido nos estúdios por Brondani.


Wathir ficará alguns dias afastado da rádio
(Imagem: Arquivo Pessoal)Armado com uma faca de corte duplo, o ouvinte entrou na emissora, que fica no bairro Mucha, para questionar o motivo de seu pedido de música ter sido recusado. "Ele estava visivelmente alterado, por um momento achei que ele fosse me matar", relatou Wathir ao jornal gaúcho.

Conhecido como Xico, Brondani encostou a faca nas costas do radialista e ameaçou outra funcionária que estava no local. Ao vivo, os ouvintes acompanharam o momento e ligaram para a polícia. "O que me salvou foi ter deixado o microfone aberto. Os ouvintes escutaram quase tudo o que aconteceu e não demoraram para ligar para polícia. Pena que, quando a viatura chegou, o rapaz já tinha fugido". De acordo com Wathir, a música "Corpo Esgualepado", da banda Xirú Missioneiro, pedida pelo agressor foi recusada por não se encaixar no estilo do programa, que toca apenas melodias de bandas alemãs. "Me indignou também o fato de ele ter chegado com um taxista que o esperou uma quadra depois do estúdio. Não vou negar que estou muito assustado. Mas vou dar um tempo, um ou dois dias, e retorno para rádio. Gosto muito do que faço, e faço há mais de 20 anos". O boletim de ocorrência foi registrado pela Brigada Militar.

Viva o Centro a Pé irá até a Igreja das Dores e Santuário

Já estão abertas as inscrições para a caminhada orientada Viva o Centro a Pé do dia 12 de abril. O roteiro do sábado tem saída às 10h do totem do Caminho dos Antiquários, na Demétrio Ribeiro em frente à Praça Daltro Filho, no encontro das ruas Coronel Genuíno e Marechal Floriano. Dali a caminhada segue pela rua Duque de Caxias, seguindo pela rua Riachuelo, passando pela Igreja das Dores até o Santuário São Rafael com visitação interna. O passeio com duração de aproximadamente duas horas terá orientação arquiteto da Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural, Luiz Merino de F. Xavier.

Inscrições - Os interessados devem solicitar inscrição pelo e-mail vivaocentroape@gmail.com e aguardar confirmação. Para participar é necessário doar alimentos não perecíveis, que serão encaminhados a instituições do município. Outra opção é a doação de ração para cães e gatos, que será destinada aos animais, por meio da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda). Existem caixas para o recolhimento no ponto de saída das caminhadas.

Caminho dos Antiquários - A feira é parte integrante de programas do governo municipal. Com o objetivo de revitalizar a área central, o espaço, já repleto de lojas de antiguidades, foi transformado em uma grande feira a céu aberto. A rua Marechal Floriano, entre a Fernando Machado e a Demétrio Ribeiro, é fechada e as lojas colocam seus produtos na rua.

As caminhadas do projeto Viva o Centro a Pé são realizadas três vezes por mês, sempre aos sábados, orientadas por professores especialistas em história, arquitetura ou áreas afins. A realização é da Secretaria da Cultura, Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo e Programa Viva o Centro. com apoio da EPTC.

O ANARQUISMO MORAL DE VON TRIER

por Eron Duarte Fagundes

Com a exibição de Ninfomaníaca - volume 2 (Nymphomaniac, vol 2; 2013), do dinamarquês Lars Von Trier, se complementa a visão medonha do cineasta em torno duma personagem feminina cujo prazer está em esticar esta ação de busca do prazer até o esgotamento das sensações de que este prazer nunca se complementará. Uma ninfomaníaca. Com a cara, o corpo e a coragem da atriz Charlotte Gainsbourg, uma espécie de novo objeto de delírio da demência de Von Trier. Neste segundo bloco o realizador faz recrudescer a radicalização narrativa que é também uma radicalização moral: o que era esboço demoníaco no volume 1 se converte em voracidade devoradora no volume 2. O gênio dinamarquês está de volta. Joe, a criatura torturada e torturante de Von Trier/Charlotte, encontrada desfalecida na rua no volume 1, continua a desfiar seu corolário erótico, em imagens e palavras, diante do homem que a acolheu e o ouve, e que funciona como uma espécie de terapeuta involuntário. Agora, a coisa vai encrespar mais: as crispações fílmicas assustam o espectador, mesmo que o levem ao êxtase, criando situações de anarquismo moral verdadeiramente inóspitas. Num consultório masoquista, Joe, e por extensão a própria intérprete, Charlotte, submete seu corpo a experiências de sofrimento no sexo (chibatadas, espancamentos), naquilo que a própria atriz definiu como humilhação; o masoquista chama-se K., como em Kafka, mas sua perenidade é muito mais direta e carnal. Há uma sequência em que Joe narra o aflorar da excitação pedofílica num homem, relacionando as palavras que ela diz à exibição do órgão sexual ereto do pedófilo inconsciente, que é uma das grandes maldades do cinema moderno e que leva o observador por sentimentos confusos mas artisticamente compensadores.

No fim, o ato de Joe, inesperado, mergulhando a imagem no escuro, é ele mesmo, no ato, uma resposta à perplexidade do terapeuta. Que é também a perplexidade do assistente conformista diante do anarquismo moral de Von Trier.

do Comunique-se

“Novo Terra” dá vez a temas que “bombam” nas redes e rejeita o nome “portal”

Desde segunda-feira, 31 de março, o Terra está com novo layout. Agora, a capa do site adota formato de rolagem infinita e conta com imagens maiores na capa, programação da ‘TV Terra’ em destaque e barra com as matérias do veículo de comunicação que estão “bombando” nas redes sociais. No campo editorial, as principais novidades são os recursos de realçar, na home, as notícias de acordo com os interesses de cada internauta e a promessa de oferecer “o melhor e mais completo conteúdo jornalístico da internet”. Com isso, a empresa anuncia que cada usuário tem o “seu próprio Terra” – há a garantia de gerar até 100 milhões de páginas distintas.

Adotando estratégia semelhante do Facebook, em indicar que há conteúdo recente postado e ainda não foi visualizado pelo internauta, o Terra busca manter o usuário por mais tempo em sua página. E a rede do “like”, assim como o Google Plus, passa a ter mais utilidade para quem acessar o site de notícias, podendo se logar por meio de um dos perfis mantidos nos dois espaços. “Conteúdos próximos e relevantes. Faça seu login usando suas contas do Facebook ou Google Plus e confira como está o tempo na sua cidade, informações sobre o seu time do coração e acesse as previsões para o seu signo”, informa a equipe do reformulado site, que comemora outra novidade: “Explore! O menu e a busca estão ainda mais simples. Aqui, você não perde tempo e vai direto ao que interessa”. “Novo Terra”. É assim que o veículo de comunicação online tem se identificado ao apresentar suas mudanças ao público. Com a reformulação, a direção está abdicando do nome “portal” como parte da marca, trabalho que começou antes mesmo de o novo projeto ser apresentado ao mercado publicitário, no fim de fevereiro, chegando a editores e repórteres a informação de que era para evitar o uso do termo e escrever apenas “Terra”.


Site quer destacar as informações mais importantes -- na visão de cada internauta (Imagem: Reprodução/Terra)

de Serafina

VI Cavalgada da Mulher

O Centro de Tradições Gaúchas Sinuelo da Serra promoveu, nos dias 05 e 06 de Abril de 2014, a sexta edição da Cavalgada da Mulher. O movimento contou com a participação de 38 cavalarianas dos municípios de Casca, Guaporé, Venâncio Aires, Vila Flores e Serafina Corrêa. Autoridades se fizeram presentes na Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo, no sábado, 05, para a recepção e cerimônia de abertura da Cavalgada: o Prefeito Municipal Ademir Antonio Presotto, a Primeira Dama, Secretários Municipais, Vereadores, demais servidores, tradicionalistas e público em geral.

No domingo, 06 de Abril de 2014, houve a cerimônia de encerramento, no largo da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo, com a recepção das cavalarianas. A Coordenadora da VI Cavalgada da Mulher, Daniela Formagini Marangoni, agradeceu o apoio de todos os envolvidos e a força e persistência das cavalarianas que percorreram 55 km durante os dois dias, deixando seus lares, seus afazeres, amigos e companheiros em prol da cultura gaúcha.

 

7 de abril de 2014

memoria

45 anos BEIRA RIO

lembro pouco da inauguração do beira-rio....

sei que era um domingo, eu morava na JUC-5 e fazia muito frio. me parece que era um domingo de páscoa, se não estou enganado. ou então é alguma confusão.
mas lembro bem que na páscoa de 69 fez muito frio porque tive que comprar uma blusa, que não tinha. comprei lá na loja da Terezinha Cervieri, quem comprou pra mim foi o falecido Irceu Gasparin.

Mas na sexta lembrei ao Vitório Piffero que caminha aqui na pracinha da Encol que em 69 foi o maior foguetório que eu tinha visto na vida....Porto alegre amanheceu abaixo de foguetes.
o que tenho visto nesta reinaugurçaão é muito espetáculo de televisão....não ouvi nenhum foguete do povo....

Nos gremitas chamávamos o Beira- rio de 'bóia cativa', porque ali parece que era tudo rio....
hoje virou um estádio de ' primeiro-mundo'.

Fui muito ao beira-rio, durante alguns anos. agora não tenho ido. mas hoje penso em ir no jogo da reinauguração.

Parabéns ao Luigi que comandou tudo isto.(O.C)

CO IRMÃO

Fui ao jogo do co-irmão com aquele timeco do Uruguai. que time fraquinho...nem imagina-se que aquilo estivesse vestindo a gloriosa camiseta do Penharol.....

mas a festa foi bonita, pá....fiquei contente, ainda guardo renitente, aquele velho...( como diz a musica do Chico)

quando o beira - rio foi inaugurado eu nem tinha como chegar lá. agora fui de busun e dei um abraço no presidente do clube.

o cineminha da urgs



tenho ido quase todas as tardes na vesperal do cinema da urgs...filmes de fritz lang....

tem veinho que vai, como eu, tem veinho de bengala, gostaria de juntar um dia todos estes vagos que vivem nos cinemas de graça de porto alegre.



e o edgar é -de pé - é o funcioário que cuida de lá com muito zelo. nunca se atrasa....

64

Opinião

Fui na sexta no debate da assembléia sobre 64....agora acho que só daqui há uma década, e olhe lá....

Conheço pessoas que resistiram ao golpe militar e não querem mais ouvir falar disto. estão em outra vida...

Mas tem muito oportunista que apoiou o golpe e agora está participando disto pra se fazer ver....

é do jogo
(OC)

TENDLER DIZ QUE CLASSE MÉDIA DERRUBOU JANGO


cineasta silvio tendler em cadeira de rodas e a profesoraMaria de Aquino e outros debatedores.

- Lembro bem que fui ao cinema no dia 31 de março de 64 e minha mãe me disse:se houver algum tumulto volte já pra casa. eu devia ter uns 14 anos.saí da nossa senhora de copacabana, onde ficava o cinema e fui até a raimundo correia e era aquela multidão comemorando, mas os porteiros dos prédios estavam cabisbaixos,tristes, como que derrotados. quem comemorava era a turma do Lacerda,(carlos) que era da classe média...
ali eu vi logo e entendi quem tinha ganho com a derubada de jango e quem tinha perdido.

estão são as lembranças do cineasta silvio tendler, o primeiro a ter a coragem de fazer um filme sobre jango, em 1981,ainda no tempo da diturada militar e visto por milhares de pessoas.

seu depoimento sobre o golpe de 64 foi dado no encerramento do seminário promovido pelo legislativo gaúcho que encerrou na noite de sexta ultima.


cartaz pede ditadura nunca mais( bom, ísto é obvio, quem iria querer mais ditadura)

A professora Maria Aquino, que há 30 anos vem se especializando em ditadura militar brasileira disse que em 2004 quando a ditadura completou 40 anos ' meia duzia de gatos pingados' iam em suas palestras sobre o golpe.agora, dissee, há muitos jovens que também estão participando e muita gente interessante.

aquino defende a tese de que a ditadura( que ela chamou de golpe) tem 26 anos e 21, como dizem. é que foi o general Valter Pires que escolheu Sarney, porque pela constituição com a doença de Tancredo Neves quem devia ter assumido era o presidente da camara dos deputados, Ulisses Guimarães e não Sarney. Por isto ela considera o goverrno de Sarney a continuidade do regime militar.

do Comunique-se

Po, o filho do Jango agora anda faturando encima do tio????eu sempre pensei que eles não se aturavam(olides canton)

Leonel Brizola não se tornou presidente por que se voltou contra a mídia?


Como parte da programação especial sobre os 50 anos do golpe militar, a TV Cultura de São Paulo abriu espaço para uma testemunha ocular dos momentos em que João Goulart foi deposto da presidência da República. A fonte, no caso, trata-se do filho de Jango, o filósofo e empresário João Vicente Goulart, que falou ao ‘Provocações’, programa comandado por Antônio Abujamra, desta semana. Durante a conversa com o apresentador, Vicente Goulart afirmou ter poucas lembranças dos últimos instantes de seu pai à frente do Palácio do Planalto. “Nós não tínhamos, como crianças, a dimensão do que foi o golpe”, reforçou, antes de responder a questão: por que Jango não resistiu à ofensiva dos golpistas? “Não havia condições. Não havia condições”, enfatizou, explicando que seu pai era um “legalista” e evitou “uma guerra civil no Brasil”.

Além de falar de seu pai, Vicente Goulart comentou ações de outro político de destaque no embate contra os militares, o ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, Leonel Brizola (foto/TV Cultura), que era seu tio. Na análise do filósofo, Brizola só não se tornou presidente da República, mesmo depois do fim do ciclo ditatorial, porque manteve conflitos com o trabalho de grande parte da imprensa nacional. “Ele [Brizola] quis enfrentar um poder da mídia muito forte e muito estruturado que existe no nosso país. Agora, evidentemente, para abrir [a política pós-ditadura], a mídia controlou certos setores e nós viemos a ter o primeiro presidente eleito [na retomada do processo democrático, Fernando Collor de Mello] que representava os interesses do capital internacional ”, avaliou Vicente Goulart.

Foto

foto do brizola que publicam é do fotografo Ricardo Chaves, que não precisa da mainha procuração...mas o comunique-se poderia bem assinar a foto(olides)

' TEREZINHA" ONDE?????

PORQUE MARIA TEREZA NÃO FALOU NO EVENTO DO GOLPE DE 64????!!!!!!

na ABERTURA da sessão do dia 3.4, dia em que Maria Tereza Goulart falaria sobre o golpe de 64 - não falou - o presidente dolegislativo gaúcho, deputado Gilmar Sossela, que tinha apenas 3 anos, quando deu-se o ocorrido foi citar seu nome entre as presenças ilustres do evento e a chamou DE MARIA TEREZINHA....

alguém da assessoria assoprou no seu ouvido e o ligeiro deputado explicou-se:

- de tão querida que ela é nós a chamamos de TEREZINHA

Errar o nome de uma mulher tão vaidosa quanto a ex-primeira dama do país, pode ter sido o motivo pelo qual ela não quis falar depois....

E,quem sabe!!!!!

PAULO HENRIQUE AMORIM aCUSA A IMPRENSA DE ' GOLPISTA"

dENTRO DO painel que apresentou na quinta, dia 3.4 sobre o golpe de 64 o jornalista Paulo Henrique Amorim começou dizendo que era gwtulista, janguista, juscelinista, brizolista( é verdade ele fez um livro sobre o caso Proconsult de 1982)lulista e finalmente dilmista

- quando houve a cerimõnia do Jango( exumação do corpo) fui a Brasilia a convite do João Luis contou o editor do blog Conversa Afiada

e prosseguiu pude conversar com a presidente Dilma que qui saber qual a minha ligação com a familia Goulart.

Disse a ela que eu era Janguista, contou Amorim

PIG

Sua conversa foi basicamente pra dizer que existe no País uma imprensa que ele chama de , ou seja uma IMPRENSA GOLPISTA...eLE CONTOU QUE tem ligações com a Legalidade de Leonel Brizola e por consequencia com os gaúchos porque ' em '961 eu tinha 16 pou 17 anos e estava no Jornal A Noite.Ocorre que a Noite tinha mandado um vendedor a Porto Alegre pra vender um caderno especial a Brizola sobre turismo gaúcho. Mas eis que estourou a Legalidade - agosto de 61 - o vendedor foi ' transformado' da noite pro dia em repórter que mandava os acontecimentos diretamente do Piratini , por telefone( que naquele tempo era ruim barbaridade) pra redação da A Noite. Paulo Henrique Amorim,então um jovem redator, tinha que pegar a mão aquelas informações do vendedor do Jornal e redigi-las. Acabou se familiziariando com o assunto, mas não disse se foi por isto que virou ' brizolista' e janguista.

A palestra dele foi curta, abrindo depois espaço pra conversa com o público que este repórter não assistiu porque isto vira uma coisa chatérrima já que cada um que pega a palavra quer contar a sua vida...ai é um porre de chato. E eu fui lá pra ouvir a Maria Teresa Goulart, que não falou, se declarou 'emocionada" e Amorim, que falou mas nem tanto.(olides canton)

Citou quando foi criada a ABERT que foi em 1962, justamente durante o governo Jango e que teria o sentido de combater o governo da época.

- O congresso derrubou 52 vetos de Jango sobre imprensa, disse Paulo Amorim.

Amorim disse que o PIG é a imprensa que ' quer decidir tudo no país, diretamente do clube Harmonia, ou do Jóquei Club".

do Comunique-se

Os 30 dias inesquecíveis de 1964. A história de um jornalista preso

Na semana em que o golpe que instituiu o regime militar no Brasil completa meio século, o Portal Comunique-se publica artigo de Flávio Tiné. Jornalista com passagens por alguns dos principais impressos do país, ele integrava a equipe da sucursal do Último Hora no Nordeste ao fim de março de 1964. Com isso, acompanhou de perto e chegou a ficar detido durante os primeiros passos dos golpistas no poder.

Confira o relato do jornalista:

Os 30 dias mais inesquecíveis de 1964

Flávio Tiné*

No dia 31 de março de 1964, eu era repórter do jornal Última Hora/Nordeste e assessor de imprensa da prefeitura do Recife. O jornal apoiava o governador Miguel Arraes e o prefeito Pelópidas Silveira e eu me alinhava conscientemente nas diretrizes vigentes, fazendo a ponte entre as autoridades constituídas e a imprensa. À noite, o jornal foi cercado e invadido por um grupo de militares do Exército, que inicialmente pretendia prender todos os jornalistas mas, após negociação, concordou em levar apenas os chefes da redação e de reportagem, soltos tão logo esclarecido que não tinham vínculos com partidos políticos. Antes de ser assessor de imprensa da prefeitura, era setorista na Câmara Municipal, conhecendo todos os projetos de interesse da cidade e, obviamente, todos os vereadores, com quem conversava e entrevistava diariamente.


Flávio Tiné no DOPS de Pernambuco (Imagem: Arquivo Pessoal)Nos dias que se seguiram ao fechamento do jornal passei a frequentar a Associação de Imprensa de Pernambuco (AIP), na avenida Dantas Barreto, onde me supunha seguro, embora soubesse que jornalistas de todas as tendências também andavam por ali. A AIP dispunha de ótimo restaurante, para onde acorriam também intelectuais e artistas. Além disso, havia uma sala de bilhar e sinuca, ambiente de agradável convivência. Passava as tardes jogando com o amigo e colega Claudio Tavares e paquerando a filha dele, Eva, secretária da entidade.

Certa tarde, comecinho da noite, ao sair do prédio e me dirigir ao parque 13 de Maio para encontrar outra namorada, fui seguido sem perceber por um jeep do Dops, quando alguém bateu no meu ombro e lascou o tradicional "teje preso"! Ao lado dos policiais encontrava-se o vereador José Silvestre, vingando-se do perigoso jornalista que denunciara esquema de corrupção. A Câmara Municipal destinava cerca de 5 mil cruzeiros para cada vereador gastar a seu bel-prazer. O próprio vereador fizera a denúncia e por causa de sua repercussão passou a ser odiado pelos demais. Com o golpe, passou a auxiliar a polícia no meu encalço e fez questão de me entregar pessoalmente ao temido delegado do DOPS, Álvaro da Costa Lima. Fiquei alguns dias num banco de madeira, lado a lado com outros presos, dormindo sentado. Depois fui transferido para um pequeno xadrez, de mais ou menos 4m², conhecido como buque, que dividia com vários outros presos.

Dormíamos no chão. A comida era uma marmita insuportável. Por isso, chegava a receber até três almoços, dois das namoradas e um de minha irmã Conceição. Dividia com os companheiros, claro. Trinta dias depois fui chamado para um interrogatório em que as principais acusações eram pertencer à Associação dos Amigos da União Soviética, ter ido a Cuba a convite de Francisco Julião e ser comunista, naturalmente. Como prova de minha perigosa atuação mostraram-me fotos de uma entrevista coletiva do governador Miguel Arraes no Salão Nobre do Campo das Princesas. Eu estava entre os entrevistadores. Em outra foto, eu aparecia ao lado de Caio Prado Júnior na Plaza de la Revolución José Marti, Havana. Dadas as devidas explicações fui solto com a recomendação de que não poderia me afastar de minha residência, pois seria chamado novamente.

Queriam a todo custo que eu declinasse os integrantes da "base" dos jornalistas do Partido Comunista Brasileiro no Recife. Os nomes eram notórios, mas eles queriam colocar-me como informante. Recusei-me, logicamente, e insisti: sou apenas um jornalista. Alguns dias depois, os jornais estamparam a relação dos jornalistas do Partidão, segundo outro depoente. Ao deixar o buque da rua da Aurora viajei para Caruaru e de lá peguei uma Kombi com onze pessoas que iam fazer compras em São Paulo, onde moro até hoje, traumatizado pelos 30 dias mais inesquecíveis de minha vida.

*Jornalista. Trabalhou em jornais e nos últimos 21 anos de atividade, até 2004, foi assessor de imprensa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Editor do blogdotine.blogspot.com.

SEPARAÇÃO

Não se sabe porque mas os grupos do vereador Idenir Cechim(PMDB) e do ex-dono do Ressaca, Helinho Wolfrid não frequentam os grupos do chargista MARCO AURELIO....

neste domingo, hoje, um , do marco aurelio estava no Z Café( fica ao lado) e do Helinho e do vereador estava no Nacional...

* Helinho Wolfrid perdeu 8 quilos . está com cancer no esofago.

IPEA

Este negocio do IPEA - das mulheres - ficou pior a emenda do que o soneto....

se apavoraram com o MACHISMO dobrasileiro. o pior que eu acho que o numero é maior ainda do que divulgaram....

se assustaram com as campanhas com a reação das mulheres....

morreu o ator aquele que fazia o papel de sem-vergonha no filme DONA FLOR

Morreu zé vilker, gostava da interpretação dele na dona flor e seus dois maridos. perfeito no papel do malandro VADINHO....QUE DEUS O ACOMPANHE NA SUA SANTA GLORIA...SE É QUE ELE EXISTE.

valeu luis henrique

sexta demanhã,entra o reporter lhbenfica da gaucha:

(macedo, estou aki no aeroporto. tem quatro gurias esperando aki o LUAN....)

- quiem o luan do gremio( o gremio estava chegando do jogo por isto o benfica tava lá)

- não macedo, o LUAN SANTANA....elas nem sabem quem é o outro...

kkkkkk

o ' reporter-vendedor'

Affonso Ritter embarcou no sabado,5.4 pra Hannover na Alemanha, com patrocinio da Aços Favorit.

Conheço poucos repórtereres - vendedores,no sentido de que eles vendem o seu produto, o que originam na comunicação.

Ritter levou um baque na vida, muitos anos atrás, quando saiu da ZH...mas se recuperou e foi pra TVGuaíba, onde comentava oCamara dois. Ali levou um processo do Luis Carlos Mandelli, por ele ter afirmado que o ex-presidente da Fiergs era arrecadador de um candidato a presidência da República. Até onde sei, Ritter teria sido condenado.Mas o ' padre' com os antigos o conheciam - ele estudou pra padre e isto não tem mal nenhum, nascido em Nova Petropolis,- deu a volta por cima e continua agora ligado a outros meios de comunicação social. tem uma coluna no JC e fala no jornal gente da Band am.Há outros repórteres bons de economia no RS como o Lauro Dieckmann. Mas o Lauro não tem o sentido de vender o que produz e isto é um complicador. Por isto largou o jornalismo.

jornalismo economico é muito sensível. ele mexe com a grana...dar pau em pé pelado da vila cruzeiro do sul é uma coisa, mas no Gerdau tem outras consequencias.(O.C)

Incitação ao ódio

por Marcio de Almeida Bueno

Olides, este rapaz de Caxias virou centro das atenções nas redes sociais e Internet em geral, após defender o estupro. Uma notícia está em http://www.otempo.com.br/capa/brasil/jovem-que-pede-legaliza%C3%A7%C3%A3o-do-estupro-cria-revolta-na-internet-1.816978, vale a leitura.

No Facebbok há uma página pedindo punição contra o cara, onde é possível assistir seus vídeos com incitação ao ódio: https://www.facebook.com/justicanocasogustavoguerrarizzotto.

do Comunique-se

'Jornal da ImprenÇa': Onde eu estava no dia 1º de abril de 1964

por Moacir Japiassu (*)

Vem vindo o abril tão belo em sua barca de ouro!

Um copo de cristal inventa as cores todas do arco-íris.

Eu procuro

As moedinhas de luz perdidas na grama dos teus olhos verdes.

E até onde, me diz,

até onde irá dar essa veiazinha aqui?

(Abril é bom para estudar Corpografia!)

[Mario Quintana in Primeiro poema de abril]

Onde eu estava no dia 1o de abril de 1964

Em sua coluna d'O Globo, o considerado Arnaldo Jabor escreveu: "Onde vocês estavam no dia primeiro de abril de 1964? Pois bem, eu estava na UNE..."

E Jabor, cujo texto escrito há quatro anos foi agora reproduzido, passa a contar como acompanhou o incêndio do edifício da Praia do Flamengo, provocado por boa parte de seus colegas de faculdade, enquanto os militares cuidavam do resto.

Tomo a liberdade de responder a pergunta do cronista/cineasta, ao recordar que no dia primeiro de abril de 1964 eu estava na sucursal d'O Diário de S. Paulo, modesta sobreloja da Rua do Carmo, 6, à espera do nosso chefe, Léo Guanabara, que nos traria noticias de uma das mais confiáveis fontes, o coronel Dagoberto Rodrigues, diretor dos Correios e Telégrafos, de quem Léo era o principal assessor. Ele chegou por volta de 10 da manhã, eufórico: as forças legalistas defrontavam-se com as do general Mourão Filho na Via Dutra, a "carnificina" era impressionante e... "estávamos ganhando".

Todavia, como se viu no resto da manhã e do dia, e nos dias, semanas, meses e anos seguintes, o coronel Dagoberto estava mal informado. As tropas que haviam saído do Rio para enfrentar as que marchavam desde Juiz de Fora simplesmente deram-se as mãos, e, juntas, desceram a serra. O resto da história todos conhecem.

No início da noite, com os milicos a discursar nas emissoras de TV e rádio subjugadas, saímos da sucursal derrotados. Éramos poucos na salinha que abrigava aquele apêndice dos Diários Associados: Léo, Pery Cotta, Adalberto Areias, Paulinho Goldrajch, o “Fogoió”, Elio Gaspari, que iniciava a brilhante carreira, Nicodemus Pessoa, conhecido como “Baixinho”, e o autor destas maltraçadas. Escapamos juntos, o Baixinho e eu, rumo à nossa mansão/esconderijo, um conjugado no famoso edifício número 200 da Barata Ribeiro.

Ali, na companhia de outros amigos que se acotovelavam e dividiam as despesas, nos agarramos a novos projetos de vida. Sofremos muito, o Baixinho queria resistir, pois era amigo de Francisco Julião, aquele da reforma agrária “na lei ou na marra”, mas eu desisti de lutar no dia em que um “correligionário” bateu em nossa porta e me pediu um short e uns óculos escuros, porque precisava de algum disfarce para comparecer ao “piquenique das esquerdas” em Niterói.


primeiro dia dos milicos no poder

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Mulher feia

Janistraquis cultiva apenas umas coisinhas na sempre desfalcada horta deste sítio e jamais semeou, aqui ou alhures, nenhum tipo de preconceito. Porém, no ódio da deputada Jandira Feghali, do PC do B, contra nossa conterrânea Rachel Sheherazade e o SBT, meu assistente enxerga uma bobagem tão insignificante quanto meia dúzia de pulgões na folha da couve:

“É somente implicância de mulher feia. Já imaginou qual o sentimento de um ser estapafúrdio e caricato como aquele ao deparar com a bela e jovem apresentadora de TV capaz de dizer o que pensa?”

É mesmo. E Jandira ainda requenta o episódio do ladrão amarrado ao poste para escoucear a liberdade de imprensa.

(Se o considerado leitor não sabe do que estamos a falar, clique no site Congresso em Foco.)
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/caso-sheherazade-liberdade-de-imprensa-nao-inclui-incitacao-a-crime-diz-janot/

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Palavra errada

O considerado Ivan Ribeiro Cattai, advogado aposentado no Rio de Janeiro, despacha de seu apartamento de cobertura ali pertinho do Corte de Cantagalo:

“Às vezes é recomendável substituir o verbo flagrar, para não induzir o leitor a pensamentos indevidos. Veja o que foi escrito na coluna do Ancelmo Gois:

‘Este morador da Lagoa, o engenheiro Marcelo Martin Amaral, de 50 anos, foi flagrado domingo por Jorge Antonio Barros, da turma da coluna, retirando o lixo que a Comlurb não recolhe às margens da Rodrigo de Freitas. Só nesse dia foram cerca de dez quilos de detritos.’

Quando iniciei a leitura, pensei que o engenheiro havia cometido alguma ação condenável; afinal, o ‘flagrante’ costuma ocorrer quando o bandido, ou simplesmente o cidadão irresponsável, é apanhado com a boca na botija...”

Janistraquis concorda com o advogado; o engenheiro não foi flagrado, mas apenas visto e fotografado.

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Falha nossa

Na edição anterior deste Jornal da ImprenÇa, a notinha intitulada Dilmês castiço, enviada pelo considerado Álvaro Borgonha, jornalista, advogado, economista, embaixador e cidadão do mundo, perdeu no éter a informação segundo a qual o texto é de autoria do competente causídico e escritor Gustavo Varella Cabral, do escritório paulistano Zigoni e Varella Advogados Associados, o qual explica:

“Escrevo só por diversão. Um amigo meu disse que tinha virado viral e fui conferir. Me preocupei com a dimensão que o texto tomou. Esse pessoal do PT é psicopata...”

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Civil/militar

Do historiador Daniel Aarão Reis em entrevista à Folha:

-- O sr. costuma falar em ditadura civil-militar. Por quê?

-- O termo ditadura militar era legítimo na luta política, mas é inócuo para compreender a história. Ele joga um manto sobre todos os civis que apoiaram a ditadura. Ao insistir que a ditadura era militar, põe na obscuridade as conexões civis que ela teve ao longo do tempo. A mídia jogou um papel importantíssimo. Os jornais quase unanimemente apoiaram o golpe.

O que se quer, ao resgatar essas conexões civis, não é sair por aí fazendo caça às bruxas. É entender por que essa gente toda entrou na aventura da ditadura. Por muito tempo, falei isso quase sozinho. Na história, devemos nos afastar do militantismo.

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De canhões

Do considerado Carlinhos Brickmann em sua coluna:

Ele conhece

Há gente estranhando a presença de Jefferson da Silva Figueiredo, subtenente músico do Exército, na comissão militar que passou duas semanas na Rússia avaliando o sistema de defesa antiaérea que o Brasil pretende comprar. Figueiredo, dizem, não é do ramo.

Mas estão enganados: o subtenente músico Jefferson da Silva Figueiredo, marido da ministra Ideli Salvatti, entende muito de canhões.

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Sexo,violência.

Em duas sessões de autógrafos, no Rio e São Paulo, o considerado Luis Erlanger lançou esta semana sua primeira obra de ficção, Antes que eu morra, um “thriller policial” recheado de sexo, violência e corrupção, segundo informa a Editora Record.

Na lembrança deste colunista, Erlanger era, nos anos 1980, diretor de comunicação da Rede Globo, tempos em que ali brilhava o talento do não menos considerado Luis Lara Resende, um dos melhores jornalistas do Brasil.

(Leia no Blogstraquis a sinopse do livro.)
http://www.blogstraquis.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=11383
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Pura preguiça

O considerado Luiz Fernando Perez, jornalista do primeiro time, velho amigo e companheiro no Correio de Minas de 1962, envia de seu QG na Praça da Savassi, em BH:

“O título da notícia de abertura do portal do Estadão mostra a preguiça do editor. Não dá a informação sobre a causa da condenação do parlamentar: os votos foram trocados por laqueaduras, realizadas com violação das normas do SUS. Como a explicação é longa, a opção foi o título capenga:

Deputado do PMDB condenado por trocar votos renuncia ao cargo.

E danem-se os leitores/assinantes.”

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Direto da Redação

De repente, deixei de receber a revista eletrônica Direto da Redação, produzida em Miami pelos considerados Eliakim Araújo e Leila Cordeiro. Aflito, reclamei e recebi a seguinte mensagem deste excelente jornalista e dono da mais bela voz de todas as mídias:

“Depois de mais de 12 anos, resolvi que era hora de parar e cuidar mais da vida com a minha Leila, já que os filhos estão todos hoje longe de casa. Achei que era hora de parar, apesar da resistência de alguns colunistas, inconformados com o fim abrupto do portal.

Alguns deles estão tentando se agrupar em torno de algum blog ou site ou jornal online. No fim de semana próximo, devo tirar o conteúdo do DR do ar e espero poder anunciar que alguns colunistas do DR seguem colunando em outras plagas.”

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De releases

O considerado Sirius Roberto, Diretor de Operações e Co-Fundador do DINO - Divulgador de Notícias Online, envia de seu escritório paulistano um verdadeiro manual de como melhorar a vida e a caixa de e-mails dos jornalistas brasileiros:

Mais de 2.000 Jornalistas dos principais veículos brasileiros já aderiram ao projeto em prol da melhoria do mercado de comunicação (G1, Globo.com, Estadão, Folha Dirigida, SBT, O Globo, etc.).

Além disso, o Portal R7 acaba de integrar seu sistema com o DINO, incluindo este como canal de consulta de releases, recebendo diretamente em sua redação os últimos releases publicados para análise.”

Leia no Blogstraquis a íntegra da mensagem do Sirius.
http://www.blogstraquis.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=11383
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Ótimo remédio

Do considerado Eduardo Almeida Reis, jornalista, escritor consagrado e maior cronista diário da imprensa brasileira:

Monge tibetano detona a Lei Maria da Penha

Monge: - O que deseja?

Mulher: - Senhor, eu não sei o que fazer. Toda vez que meu marido chega em casa bêbado, ele me enche de porrada.

Monge: - Eu tenho um ótimo remédio pra isso. Assim que o seu marido chegar em casa embriagado, basta pegar um copo de chá de erva cidreira e começar a bochechar com o chá. Apenas faça bochecho e gargareje continuamente... e nada mais.

Duas semanas depois, ela retorna ao monge, parecendo ter nascido de novo.

Mulher: - Senhor, seu conselho foi fantástico! Todas as vezes que meu marido chegou em casa bêbado, eu gargarejava, fazia bochecho com o chá e meu marido desmaiava na cama sem me bater!

Monge: - Pois é, ficar de boca fechada cura a maioria dos problemas conjugais!

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Fosso & poço

O considerado Roldão Simas Filho, jornalista, maior ombudsman da imprensa brasileira, notável escritor, químico aposentado da Petrobrás no tempo em que a Petrobrás era uma das mais ricas e respeitadas empresas do mundo, é também diretor de nossa sucursal no DF, instalada em antigo edifício de cujo varandão desbeiçado sobre a falta de respeito contempla-se o sobe-e-desce da perplexidade geral, pois nosso Mestre despacha cá para a sede mais um tropeço do Correio Braziliense:

* Fosso do elevador: p. 2 e 4 - No texto todo há várias referências ao fosso (sic) do elevador onde o corpo de Anísio Teixeira foi encontrado morto em 13 de março de 1971. Este engano de denominação, infelizmente, está se fixando. Fosso é uma vala; os elevadores têm poço.

* p. 17 - A notícia sobre a busca no Índico do avião da Malaysia Airlines desaparecido há duas semanas informa que "as equipes varreram um perímetro (sic) de 26 mil km2, a 2,5 mil km de Perth, na Austrália." Perímetro é uma extensão linear. A varredura cobriu uma área, uma superfície.

* p. 31 - seção Cidades:

"O mercado de bicicleta no Brasil apresenta grande destaque em termos globais (?), com um consumo (sic) médio de 4,5 milhões de unidades ao ano".

A bicicleta é um bem semi durável; não é um item de consumo. Pode-se dizer: 'uma comercialização (venda) média de 4,5 milhões de unidades.'

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Nota dez

Leia no Blogstraquis a derradeira crônica da considerada Anna Maria Ribeiro, esta escritora de enorme talento que durante meses emocionou todos nós. Intitula-se PARA JOANA, SOBRE VERBOS... e começa assim:
http://www.blogstraquis.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=11383

Muitos adjetivos poderiam aparecer ao lado de Joana: querida, esperada, amada, linda e que mais sei eu. Todos expressariam verdade, mas nenhum deles chega perto do que está contido em seu nome quando dito por mim. No caso, escrito por mim.

Palavras são símbolos e Joana simboliza o que um texto pequeno como este não poderia conter. Nem mesmo um muito maior poderia. Há sempre uma enorme perda de qualidade entre o que se imagina e o que se consegue traduzir escrevendo ou dizendo.

(Ao pé da crônica, leia também os motivos que levam a autora a suspender sua colaboração com o Jornal da ImprenÇa. Na verdade, o que se fez aqui foi a transcrição do livro que Anna Maria escreveu a pedido do saudoso Fritz Utzeri, grande amigo dela e de todos nós. Infelizmente, a obra chegou ao fim.)

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Errei, sim!

“DIÁRIO SACANEOU? –Janistraquis folheava o Diário Popular, de São Paulo, e chamou minha atenção para a reportagem intitulada

Prostituta reclama contra greve

Uma fotografia da prefeita de Santos ilustrava a matéria com a seguinte legenda: Telma de Souza vai resistir.

Meu assistente comentou:

‘A gente fica sem saber se o jornal fracassou na edição do material ou quis mesmo sacanear a prefeita’.

Argumentei que um bom e responsável jornal jamais se valeria desses expedientes para prejudicar quem quer que seja. ‘Foi um simples tropeço do Diário’, garanti. Janistraquis aceitou a ponderação.” (outubro de 1991)

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Colaborem com a coluna, que é atualizada às sextas-feiras: Caixa Postal 067 – CEP 12530-000, Cunha (SP), ou japi.coluna@gmail.com.

Moacir Japiassu (*) Paraibano, 71 anos de idade e 52 de profissão, é jornalista, escritor e torcedor do Vasco. Trabalhou, entre outros, no Correio de Minas, Última Hora, Jornal do Brasil, Pais&Filhos, Jornal da Tarde, Istoé, Veja, Placar, Elle. E foi editor-chefe do Fantástico. Criou os prêmios Líbero Badaró e Claudio Abramo. Também escreveu nove livros (dos quais três romances) e o mais recente é a seleção de crônicas intitulada “Carta a Uma Paixão Definitiva”.

Sem Pulo e Túnel do Tempo da Folha Popular de Teutônia

correção

recebo do colega do CLUBE DE CINEMA.....

------- Mensagem encaminhada -------
De: eron duarte fagundes
Para: contato@deolhoseouvidos.com.br
Assunto: textos meus no blog

Olides, obrigado pelas publicações dos textos, mas a autoria dos textos está incorreta: consta o nome de Bruno Boaretto; meu nome é Eron Duarte Fagundes. Agradeceria se corrigisses. Abraços. Eron.

PAIS E FILHOS: INCOMPREENSÕES

por Eron Duarte Fagundes

A origem do filme A música nunca parou (The music never stopped; 2011), de Jim Kohlberg, é o ensaio “The last hippie”, incluído no livro An anthropologist on mars: seven paradoxical tales (1995), escrito pelo neurologista anglo-americano Oliver Sacks. A origem do ensaio de Sacks é uma de suas histórias clínicas: uma história real, pois. No centro da trama as problemáticas relações da família (especialmente o pai e a mãe, mais especialmente o pai) com um filho já maduro que teve e tem problemas neurológicos que lhe afetaram a memória e o discernimento, que na juventude exercitou um gosto pela música (tinha uma banda de rock) que ainda o afeta e o mantém ligado a alguma coisa viva. O rompimento familiar no centro da adolescência e a impossibilidade amorosa com uma garota que se nega a acompanhá-lo em sua aventura incerta talvez tenham ajudado a provocar o desenlace da doença.
Kholberg se volta claramente para as tentativas de compreensão entre pai e filho, perdidos entre suas próprias incompreensões. É claro que o relato é linear e sem novidades, mas sustenta-se na força e na autenticidade dos intérpretes. Uma obra cinematográfica intermediária que pode aliciar o observador dependendo da simpatia com o assunto nevrálgico da narrativa.

Nova tarifa do transporte público vigora na segunda-feira

O Diário Oficial de Porto Alegre (Dopa) publica na edição desta sexta-feira, 4, o reajuste nas tarifas do transporte público da Capital. O prefeito José Fortunati sancionou o valor confirmado em votação pelo Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu). Após analisar a nova planilha, estabelecida a partir das determinações do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Comtu aprovou o valor de R$ 2,95 para os ônibus, com um reajuste de R$ 0,15, que corresponde a uma variação de 5,66%. A inflação no período foi de 5,91%. A nova tarifa entra em vigor na segunda-feira, 7. Para as lotações, o novo valor será de R$ 4,40, correspondendo a reajuste de 4,76%. Clique aqui para acessar o Dopa. A Coordenação de Regulação de Transportes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) entregou no dia 25 de fevereiro ao Comtu o estudo técnico sobre o reajuste da tarifa de ônibus da Capital para 2014. O estudo realizado considerou as recomendações do TCE para a tarifa de 2013 e também a revisão dos coeficientes de consumo e índices de uso, componentes da planilha de cálculo tarifário, seguindo a legislação vigente.

O aumento proposto foi de R$ 0,1579, correspondente a uma tarifa técnica de R$ 2,9492, percentual de 5,66% em relação à tarifa técnica anterior, de R$ 2,7913. Durante uma semana, os conselheiros do Comtu analisaram o processo, que ficou à disposição para consulta da população pelo site www.eptc.com.br. De acordo com a equipe técnica da EPTC, os índices que mais contribuíram para o reajuste foram o aumento de 7,5% no salário dos rodoviários, correspondendo a 3,5% no peso da tarifa; 13,25% de aumento no óleo diesel, correspondendo a 2,65% no aumento da planilha tarifária; e a redução no Índice de Passageiros Equivalentes Transportados por Quilômetro (IPK), que diminuiu em 2,76% (aumento equivalente ao percentual da redução). A revisão da planilha tarifária, realizada pelos técnicos da EPTC em 2013, representou uma redução de 4,29% no custo por quilômetro rodado. O último aumento para a tarifa de ônibus em Porto Alegre ocorreu em março de 2013.

do Comunique-se

Sem narrar sua 10ª Copa, Silvio Luiz se sente desrespeitado pela Rede TV

por Nathália Carvalho

Prestes a completar 80 anos, o locutor esportivo Silvio Luiz foi, recentemente, convidado pela Fox Sports para narrar a Copa do Mundo. A oportunidade teria gosto especial: além de ser no Brasil, o evento seria o 10° narrado pelo profissional. Atualmente contratado pela Rede TV, Silvio não foi liberado. Sobre o veto da emissora, ele diz se sentir magoado, chateado e desrespeitado. "Depois de tudo que fiz pela TV, chego ao fim da carreira sendo obrigado a aguentar essa falta de respeito".


Rede TV não liberou Silvio para cobrir a Copa do Mundo
(Imagem: Comunique-se)O narrador afirma que não sabe o motivo de não ter sido liberado para participar da Copa pela Fox Sports. "O diretor de jornalismo, o Américo Martins, não se opôs e conversou com o dono da Rede TV, o Amílcare Dallevo, que não autorizou". Silvio comenta que tentou marcar reunião com Dallevo, mas que não foi atendido.

Sobre a possibilidade de deixar o canal para viver a experiência de cobrir sua 10ª Copa, ele afirma que essa possibilidade não é cogitada. "Não tenho nenhuma intenção de sair e nem prejudicar ninguém. Não vou deixar o canal, mas gostaria de saber o motivo do veto. A ideia da Fox era me homenagear". O narrador, em relação à campanha #NarraSilvio, que surgiu nas redes sociais, afirma que o movimento pode ajudar e prejudicar. "De certa maneira, o dono da Rede TV pode ficar chateado com a pressão dos jovens para que eu possa participar do evento. No meu Twitter e Facebook, apenas agradeci ao convite da Fox, que teve muita atenção comigo".

Outro Veto

Silvio comentou com o Comunique-se que também foi convidado para participar do 'Programa do Jô', mas que, outra vez, não teve o consentimento da Rede TV. "O Jô queria conversar comigo por que neste ano serei homenageado no Risadaria (festival que reúne diversos humoristas) e ele já foi em 2011, mas não poderei ir".

do mironneto.com

então a chocofest é choco dinheiro público(olides canton) é sempre assim...assim até eu...e a promotora ainda se queixa?de que?

Este poderá ser o último ano do Chocofest em Gramado

O Chocofest, que inicia nesta quinta-feira, poderá ser o último realizado em Gramado. Pelo Facebook, a empresária Marta Rossi - dona da empresa responsável pela realização do evento, queixou-se da falta de apoio: "não está sendo fácil produzir o Chocofest (...) com tantas limitações e obstáculos que o poder público e a GramadoTur estão nos impondo. Estamos sendo tratados como um incômodo para a cidade".
A Prefeitura está proibida de aplicar dinheiro público em eventos privados, mas a assessoria de imprensa informa que a "GramadoTur está repassando um valor significativo para o evento, dentro das possibilidades".

"A grande maioria do empresariado não quer mais"

Entre os empresários, boa parte se mostra contrário à realização do Chocofest em uma época de alta temporada. Poucos, no entanto, se manifestam publicamente. A empresária Telma Renner expôs a sua posição em entrevista ao jornalista Políbio Braga: "O feriado da Páscoa sempre foi para Gramado um feriado nobre, considerado de altíssima temporada. Portanto, é absolutamente desnecessário e inútil investir dinheiro do contribuinte para incrementar o movimento na cidade". Mais adiante, Telma Renner confirmou que "a grande maioria do empresariado não quer mais o Chocofest". E completou: "A prova disso é que nem os chocolateiros dão patrocínio".

Sindicato apóia aporte de dinheiro público em evento

Em relação ao debate sobre o Chocofest, o Sindicato da Hotelaria, Bares e Restaurantes defende a realização do evento, ressaltando que ele traz para Gramado um bom número de turistas nos finais de semana que antecedem a Páscoa. Para Fernando Boscardin, vice-presidente do sindicato, o aporte de dinheiro público é importante para a realização do evento, desde que haja transparência na divulgação dos números e reciprocidade dos organizadores.

do dep feltes...

Três obras importantes para região e o Governo Tarso não concluirá nenhuma delas

por Pepo Kerschner

Os atrasos recorrentes para o início da construção da ponte sobre o arroio Pampa, obra que viabilizará a conclusão da Avenida dos Municípios, refletem a falta de gestão e de compromisso em relação aos projetos prioritários para a estrutura viária do Vale do Sinos. Opinião neste sentido é do líder do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado Giovani Feltes, para quem o atual governo já esgotou o leque de desculpas. "Das três obras mais importantes para a nossa região que viriam a qualificar o trânsito, o Governo Tarso não concluirá nenhuma delas", lamentou Feltes. Além da ponte sobre o Pampa, ele faz referência à indefinição que se arrasta há mais de três anos sobre o projeto da RS-010 e da postergação para o próximo ano da duplicação da RS-118, apesar da promessa que havia de conclusão das obras neste ano. O deputado observa que já se passaram dois meses da assinatura do contrato do DAER com a empresa Engenharia e Pesquisas Tecnológicas (EPT) para as obras da ponte sem qualquer movimentação de máquinas e operários no local. na divisa entre Campo Bom e Novo Hamburgo. A obra da ponte está orçada em R$ 1,180 milhão e levará um ano e meio para ser concluída. "A cada atraso, maiores são as dificuldades para a mobilidade de todo a região.

A Avenida dos Municípios servirá de ligação interna entre os municípios de Sapiranga, Campo Bom, Novo Hamburgo e São Leopoldo. Por iniciativa de Feltes como prefeito de Campo Bom, ainda no período do Governo Rigotto (PMDB), um decreto estabeleceu que parte da receita do pedágio fosse destinado para o asfaltamento da Av. dos Municípios. No trecho de Campo Bom, a avenida já está concluída.

Lançamento da Feira do Peixe será domingo na Ilha da Pintada

No próximo domingo, 6, será lançada a 234ª Feira do Peixe de Porto Alegre. O evento, que terá o tradicional almoço com peixe na taquara, está marcado para as 11h, na sede da Colônia de Pescadores Z-5, rua Nossa Senhora da Boa Viagem, 1916, na Ilha da Pintada. Estarão presentes o prefeito José Fortunati, o titular da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), Humberto Goulart, entre outras autoridades. A Feira, organizada pela Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Smic, será realizada de 15 a 18 de abril no Largo Glênio Peres. Serão instaladas 59 bancas com pescado, uma com peixes vivos e cinco com produtos de alimentação, duas delas com peixe assado na taquara.

Entre os dias 16 e 18, também ocorrerá a 12ª Feira do Peixe da Restinga, com seis bancas de pescado, uma com peixes vivos, três de alimentação, uma de vinhos, além de bancas de artesanato e hortigranjeiros. A feira será montada na Esplanada da Restinga.

Investimento - Segundo o titular da Smic, Humberto Goulart, a prefeitura está investindo R$ 158,95 mil na infraestrutura montada na colônia de pescadores, no Largo Glênio Peres e na Restinga. O objetivo é superar as 305 toneladas vendidas no ano passado entre o Largo Glênio Peres e a Restinga. “A prefeitura apoia a pesca e a piscicultura para gerar emprego e renda às comunidades das Ilhas, pescadores da zona Sul e criadores, além de levar uma alimentação saudável aos porto-alegrenses”, acrescentou Goulart.

Peixe da merenda - O Projeto de Incentivo à Piscicultura da Divisão de Fomento Agropecuário da Smic, lançado em 2006, já atendeu mais de 50 proprietários rurais e 60 famílias de pescadores de Belém Novo e bairros vizinhos. Este ano, a secretaria deverá abrir mais 50 tanques com a retroescavadeira comprada no final de 2013 por R$ 230 mil.

A maior parte do pescado é processada no entreposto da Associação dos Pescadores e Piscicultores do Extremo Sul (Appesul) e é destinada à alimentação dos alunos de escolas das redes estadual e municipal de Porto Alegre. No ano passado, foram entregues às escolas 53.641 quilos de peixe, entre filés e bolinhos, num total de R$ 831.414,75.

 

4 de abril de 2014

MARIA TEREZA NAO FALA EM EVENTO SOBRE JANGO


autoridades presentes evento do jango

A EX-PRIMEIRA DAMA DO PAIS, MARIA TEREZA GOULART NÃO Falou agora há pouco em evento na assembléia gaúcha sobre os 50 anos do golpe. sua filha, denise, alegou que a mãe estava muito emocionada.


maria tereza goulart recebe um livro do jango, ex-marido dela.

o publico - sempre os mesmos, composto por ex-combatentes da ditadura, funcionários do pCdoB, do PDT,entre outros - estiveram lotando o plenário do memorial do legislativo gaúchoç


vereador de guaporé, fernando postal, do pmdb e a filha


fernando postal e alexandre postal no evento do jango

PAU NA GLOBO

Num discurso monocórdico, cheio de ressentimentos, o jornalista Paulo Henrique Amorim, convidado e provavelmente pago pela Assembléia Gaúcha pra vir palestrar no evento do Jango, ex-funcionário da TV Globo acusou a empresa de Roberto Marinho de estar por trás de todas as maldades que se praticam no Brasil, principalmente no exercicio daquilo que se convem chamar de poder.

sorte de repórter

Foi meio que por acaso que entrei na quarta no bar do antonio, na urgs. tinha que ir ao centro, mas fui comer um pão de quejo ali...

e encontrei lá a chamada ' turma de 64" - os veinhos que nos anos 60 eram estudantes e usavam o bar pra fazer seus comícios relampagos....

estou falando pelo que li, porque nunca participei disto...(OC)

Hannover

O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico do Rio Grande do Sul (SINMETAL) estará presente, de 7 a 11 de abril, na Feira Industrial de Hannover, na Alemanha. A entidade será representada pelo seu presidente, Gilberto Porcello Petry (Weco S.A., de Porto Alegre), pelo vice-presidente André Meyer da Silva (Máquinas Condor S.A., de Porto Alegre) e pelos diretores Otto Trost (Tromink Ltda., de Panambi) e Guilherme Scozziero Neto (da L’ Aqua D’Oro Ltda., de Gravataí). A Feira de Hannover destaca-se por ser considerada a feira mais importante do mundo em termos de tecnologia industrial, propiciando uma visão completa das novas tendências e de suas aplicações, com forte ênfase na inovação e na indústria integrada. Esta é a 15ª edição da Feira que conta com a participação do SINMETAL.

cenas da rua da praia...

a rua da praia tem seus habitués....

na praça da alfandega, o ' terrorista' livreiro Jorge Silva, o jovem hebreu mais parece um árabe que fugiu de guantanamo....



e os musicos ganham o pão nosso de cada dia com seus trabalhos na esquina da rua da praia com uruguai,sempre divertindo os transeuntes...

niver

HOJE, DIA 4 de abril, o CO IRMÃO ESTA DE NIVER...

em 1969,ano em que cheguei a porto alegre, foi o maior foguetório que já ouvi na vida. era o dia da inauguração do estádio beira-rio, a CHAMADA BOIA CATIVA.....

sala de redação

os colegas do sala tratam o santana com condescendencia....é o pior sinal.....

bom era quando davam pau nele...é mau sinal pra ele....( é de quem vai se aposentar, é o cara maisvelho que as vezes diz bobagem...mas deixa pra lá...)

do Comunique-se

Eu vi o programa e achei o kotcho o que levou o entrevistado, no caso o almino, leve...(olides)

“Imprensa escondeu pesquisa Ibope com apoio a Jango”, afirma Kotscho

O jornalista Ricardo Kotscho publicou na madrugada desta terça, 1°, artigo em que crítica a mídia no período em que antecedeu o golpe militar de 1964, que derrubou o presidente João Goulart e deu início a ditadura que duraria mais de 20 anos. Com o título “Imprensa escondeu pesquisa Ibope com apoio a Jango”, a crítica foi publicada no ‘Balaio do Kotscho’, blog mantido pelo R7. “O caro leitor sabia que, ao contrário do que nos foi vendido ao longo de todos estes anos, João Goulart, o Jango, presidente deposto por um golpe militar, civil e midiático, em 1964, tinha amplo apoio popular e seria reeleito, segundo pesquisas do Ibope feitas nos dias que antecederam a sua derrubada, e que nunca haviam sido divulgadas pela imprensa? Pois é, nem eu”, afirmou Kotscho.

O tema proposto pelo jornalista na internet foi o mesmo abordado por ele ao compor a bancada de entrevistadores do ‘Roda Viva’ que foi ao ar na noite dessa segunda-feira, 31 de março. A atração apresentada por Augusto Nunes na TV Cultura levou para o “centro da roda” o ex-deputado e ministro do Trabalho em parte da era Jango, Almino Afonso. A forma pela qual os militares assumiram o governo foi o tema central da conversa. Kotscho questionou, no ‘Roda Viva’ e no blog, a razão de duas pesquisas do Ibope, realizadas dias antes de Goulart deixar a presidência da República, não terem sido divulgadas na época. O levantamento apontou, nas duas ocasiões, que boa parte da população apoiava Jango. Porém, catalogada na última década ao arquivo da Universidade Estadual de Campinas, o material só foi revelado em setembro de 2003, em matéria de Paulo Reda para a Folha de São Paulo.

A primeira pesquisa – feita em três cidades paulistas - chegou a apontar que 70% dos entrevistados apoiavam o governo Jango (considerando os que avaliavam o desempenho do político à frente do Palácio do Planalto como ótimo, bom ou regular). A segunda ouviu moradores de oito capitais estaduais do Brasil e apontou que 49,8% dos respondentes votariam em Goulart caso ele pudesse se candidatar á reeleição. “A pergunta que fica: a divulgação destas pesquisas pela imprensa poderia ter alterado o rumo dos acontecimentos, já que para derrubar Jango um dos principais argumentos utilizados pelos golpistas foi a fragilidade do presidente e do seu governo diante do ‘perigo comunista’ que ameaçava o país?”, questiona o blogueiro, que faz uma observação da postura de grupos de comunicação à época do golpe. “Acontece que todos os principais veículos da mídia brasileira, com exceção da Última Hora, estavam não só apoiando os militares como engajados no movimento que levou à sua deposição”.

memoria

OS VEINHOS COMEMORAM OS CINZEIROS na alrs

FOI NO TEMPO do fernando ferrari, deputado do MTR, o homem das mãos limpas, que a turma de jornalistas ganhou os cinzeiros de presente pra fumar muito na sala de imprensa....hoje isto está abolido, ninguém mais fuma.. da esq para direita Cecilio Pereira( que era do DN e que anos mais tarde foi da Corag e da zero hora) ' sapinho' que trabalhava parece na CRT, mas que ia lá fumar com os colegas...Firmino Bimbi, presidente do sindicato dos jornalistas chamado lá pra prestigiar a entrega dos cinzeiros,nelson josé moura, da FT, e o coreano,ou felipino...não sei que veiculo trabalhava neste tempo...a foto foi guardada pelo mourinha

MULHERES USAM COCAINA PRA NÃO ENGORDAR....

Buemba,buemba, como diz o macaco simão....

saiu uma pesquisa da Unifesp que diz o seguinte: 2% das mulheres usam cocaína contra 1,4%que puxa uma ' larica"...

hehehehe...

é os eguinte."esse é um fenômeno raro em outros países porque amaconha é sempre a droga mais usada mais popular.

no Brasil. não.sabem porque?

'pode-se imaginar que tenha a ver com a questão cultural da imagem, da estética. mulheres não querem engordar. e a maconha dá ' larica' oou seja, fome...kkkk

' menina(este é um termo bem paulista, aqui no sul se usa guria) não vai usar a maconha porque dá ' larica) fome exageradaq.

e ela vai comer mais e a cocaine é um inibidor de apetite.(claro na bolivia mascam coca justamente pra não sentir fome)

' e agente vai ter meninas jovens que estão em desenvolvimento usando uma substancia extremamente nociva( isto quem diz é a pesquisadora clarice santos madrugada....

nos anos 70, digo eu, larica era um pequeno instrumento que se usava pra queimar a bagana do cigarro de maconha. agora virou fome exagerada. assim são as palavras vivas....

' mosca morta'

bah, segunda deve voltar o mendeski pra guaiba...15 dias desta mosca morta que apresenta o programa é dose....

os demais são inaguentáveis. principalmente aquele da gaúcha...diz m.....pela boca.

de serafina

Pelo dr. Oraldo Rodrigues, que este dia chamou o Maximiliano Cremonese de ' ateu'(olha que ser ateu ems erafina naquela época não era mole...)Olides

Eu era muito jovem na época e o que lembro Sr. Maximiliano Cremonese é que era um engenheiro italiano que tinha ligações estreitas com o Frigforífico Ideal. Foi ele quem construiu a parte do frigorífico que fica na rua Otávio Rocha. Vivia subindo e descendo aqueles andaimes e não raras vezes quando passávamos por alí ouvíamos as blasfêmias deste cidadão, porqui e porqui..... Era impetuoso. Era ateu mas blasfemava e muito. Quando ele ia para Serafina hospedava-se na casa do Martinelli onde é hoje a Galeria Itália. Cremonese era natural de Fagale Debela Bataglia, San Biagio Di Callata - Treviso-Itália. Era amigo de meus pais pois era contrerrâneo da minha mãe. Eram da mesma cidade da Itália. Tinha ligações com o Rio Grande do Sul, seu filho João nasceu em Gauporé e faleceu em Porto Alegre há mais ou menos uns dez anos.

Cremonese foi também o engenheiro que projetou e construiu o campanário da igreja matriz de Santa Tereza -RS( antigo distrito de Bento Gonçalves) Sua residência não era fixa em Serafina ou Guaporé ia para lá uma ou duas vezes por semana, tinha apartamento aqui em Porto Alegre, no Edifício Monroe que fica na Jerônimo Coelho perto do palácio da Justiça, perto do edifício onde mora o prefeito de Porto Alegre.( Aproveitando: no edifício onte mora o Fortunatti, moram três sobrinhos-netos da dona Serafina Correa). Lembro de uma das vezes que fui na casa dele no edifício Monroe percebi que a esposa dele criava galinhas dentro do apartamento e quando não encontrava ovos nos ninhos as chamava de "lazarone". Maximiliano Cremonese faleceu em Porto Alegre no dia 22 de novembro de 1968 e está sepultado no Cemitério da Irmandade de São Miguel e Almas

Esqueci de dizer que a praça central
de Santa Tereza foi batizada com o nome de Maximiliano Cremonese. Estas coisas o destino prepara. Era ateu e levou o nome a praça da igreja . Maximiliano Cremonese nasceu em30 de janeiro de 1898 e era filho de Giovani e Veneranda Cremonese

do mazzarino

01) - A badalação nem começou.
02) - Tive de fazer para acalmar os muito afoitos.
03) - Estarás nele, mesmo não cedendo A FOTO.

p.s.

FAZ UM ANO que o mazzarino anuncia no jornal do juremir, de encantado, que o guaxo,dele voltará....até agora nada..mas eu sei que isto não é facil....

acima ele dá noticias, meio enigmáticas, sobre o futuro de o guaxo, o jornal que nunca existiu....mas que deu fama pro editor do vale do taquari....(OC)

Finais do campeonato paulista!

As duas finais serão no pacaembu,na capital,pois conforme o regulamento do campeonato paulista,o mando de campo das finais pertence a federação paulista.

roteiro do findi

Programação para o próximo final de semana

No próximo Sábado (dia 05/04/2014) as 10h15min na Sala Multiuso Santander assistiremos ao filme "Através de Um Espelho" (Såsom i en Spegel-1961). Karin (Harriet Andersson) volta para casa após uma temporada em um hospital psiquiátrico. Ela vive em uma ilha com seu solitário irmão (Lars Passgård), o marido (Max von Sydow) e o pai (Gunnar Björnstrand). As relações familiares logo se deterioram quando a instabilidade de Karin ganha força. Primeiro filme de Bergman que teve a ilha Fårö como locação. Mais tarde ele fez do local sua residência e lá faleceu em 30 julho de 2007.

No próximo Domingo (dia 06/04/2014) as 10h15min na Sala Norberto Lubisco assistiremos ao filme "Um Castelo na Itália" (Un château en Italie - 2013). Louise (Valeria Bruni Tedeschi) vive uma situação inusitada: ao mesmo tempo em que espera seu primeiro filho, precisa cuidar do irmão Ludovic (Filippo Timi), que está à beira da morte no hospital. Paralelamente, ela ainda precisa lidar com a vida ao lado de seu amado Nathan (Louis Garrel) e com as negociações com o restante da família para a venda do castelo de seu pai, localizado na Itália. Um Castelo na Itália é assinado por três roteiritas: Valeria Bruni Tedeschi, Noémie Lvovsky e Agnès de Sacy. Este é o décimo filme em que as amigas Valéria Bruni-Tedeschi e Noémie Lvovsky trabalham juntas. Em Un Château en Italie, as duas fizeram o roteiro em parceria. Antes disso, Bruni-Tedeschi já dirigiu a amiga em Atrizes (2007), foi dirigida por ela em Faut que Ça Danse! (2007), e ambas já contracenaram em produções de outros diretores, como Ah! Si j'étais Riche (2002). Un Château en Italie foi selecionado para a competição oficial do Festival de Cannes em 2013. Este foi o primeiro filme dirigido por Valéria Bruni-Tedeschi a integrar a seleção competitiva do festival.

A HISTÓRIA POR TRÁS DE UM LIVRO

por Eron Duarte Fagundes

O cineasta sueco Bille August tinha submergido por aí. Ressurge com Trem noturno para Lisboa (Night train to Lisbon; 2013), extraído dum livro de sucesso de Pascal Mercier. Penso que aqui é restaurado o melhor de seu cinema, que já quase se apaga na memória do espectador daquilo que possa lembrar de Pelle, o conquistador (1987). O melhor de August: suas características nórdicas reflexivas e uma curiosidade intelectual e geográfica muito escandinava.

Ao contrário do livro, o filme tem tido dificuldade para encontrar um público que o aprecie. As inquietações de cunho literário não são as do paladar das plateias de cinema. O ritmo lento, sem pressa de expor as questões em cena também não é o habitual dos filmes de hoje. Não que a realização seja hermética, sequer apresenta qualquer complexidade que possa atrapalhar o entendimento imediato do espectador. No entanto, certas fluências mais sutis da narrativa acabam por desinteressar o grosso das plateias. O que se vê em cena é a habilidade de August para driblar o pernosticismo distanciado da personagem central (caracterizado em excessos verbais) e encaixar as peças fílmicas dentro dum sistema de exemplar integridade.

O pontapé que dá início à narrativa precisa e sensível de August é o ato em que um professor de Berna, na Suíça, dá, num dia feio e chuvoso, quando se dirigia para a escola em que dá aula, com uma garota que subiu num parapeito duma ponte com a pose de quem vai suicidar-se. Ele se precipita para ela, perde seu guarda-chuva que é levado pelo vento para as águas debaixo da ponte, deixa seus papéis na pasta caírem no chão molhado, tudo para salvar um ser humano. O professor recolhe a moça e a leva para acompanhar sua aula. Ela, enquanto ele fala aos alunos, acaba fugindo, mas deixa na sala sua capa de chuva e, mais importante, um livro escrito em português. Lendo algumas passagens do livro, o professor tenta inicialmente encontrar a moça leitora; não o conseguindo, dirige-se por trem para Lisboa em busca do escritor do livro. Nesta trajetória o escuso e obscuro mestre reconstrói histórias de amor e amizade passadas à sombra da ditadura lusitana de Salazar.

O alemão Wim Wenders e o suíço Alain Tanner já visitaram cinematograficamente Lisboa. August não chega a ter a mesma acuidade deles; mas faz um registro que pode envolver-nos. Algumas opções do realizador são curiosas. Embora se passe em Portugal, o filme não tem atores portugueses, o elenco é de colorido internacional (o inglês Jeremy Irons no papel central, o alemão Bruno Ganz como um resistente que evoca a resistência na fragilidade de sua velhice, a sueca Lena Olin como a figura feminina central em sua maturidade), as falas são em inglês, em português somente placas nas ruas e o texto que vemos no livro, curiosamente Jeremy vai lendo o texto escrito em português (supõe-se aí que sua personagem entenda a língua de Camões) mas a voz do intérprete traduz as frases para o inglês. Pode-se pensar que se trata duma jogada para a distribuição internacional do filme; mas, tal como o realizador põe as coisas em seu filme, este recurso esquisito não atrapalha a autenticidade do relato. O viés de August é pela estranheza e não pela colonização cultural de fundo anglo-saxônico. É uma ação cinematográfica diferente daquela do português Manoel de Oliveira em Um filme falado (2003), onde numa cena de diversas personagens de nacionalidades variadas cada criatura falava sua língua e pareciam entender-se. O recurso de August é mais simples, certamente mais fácil, mas nunca descaracterizador.

Incompreendido pelas mais diversas latitudes de observadores, Trem noturno para Lisboa está aí na meia dúzia de bons filmes da atual temporada de cinema, até este março de 2014.

de Serafina

veio, olha ai a bucólica serafina dos anos 70 sentido norte/sul. e anos depois uma vista do mesmo lugar
outra sentido sul/norte

Mais 300 livros para o acervo da Biblioteca Mario Quintana

A leitura faz parte da vida das pessoas, seja em informações nas ruas, no trânsito, em jornais, em bulas de remédios ou mesmo em receitas culinárias. Ler faz parte da vida das pessoas em todos os sentidos, desde o nascimento. O hábito de ler deve ser cultivado desde a infância, a fim de que seja possível compreender o mundo que nos cerca. A Prefeitura de Serafina Corrêa, através da Secretaria de Educação, destaca que é óbvio que não encontramos a fórmula exata para desenvolver e criar o interesse pela leitura, mas o que podemos e devemos fazer como incentivadores educacionais é apresentar a leitura como uma construção de novos conhecimentos, que possibilita a aquisição da linguagem que possa ser usada de modo prazeroso, espontâneo e com interações positivas no convívio social. Pensando nesse contexto, a Secretaria Municipal de Educação adquiriu do Programa Nacional do Ensino ? PNAE, 300 livros de Literatura Infanto-Juvenil para a Biblioteca Municipal Mario Quintana, para apresentar a leitura de forma ainda mais interessante aos frequentadores e, visando sempre o desenvolvimento do pensamento reflexivo e crítico da realidade.

Clima de Páscoa nas Ruas

A Páscoa é um evento religioso que envolve toda a comunidade. Para alguns é apenas uma data festiva, com troca de presentes e chocolates, para outros é um momento de reflexão e fé. Nesta semana, a população serafinense já pode conferir, na Praça Papa Pio XII, uma decoração de Páscoa com coelhos, ovos, cenouras, além de acessórios diferenciados como bicicleta, casinhas, balanço, entre outros. O projeto da Prefeitura de Serafina Corrêa proporciona à comunidade um momento especial de viver a Páscoa, motivando a esperança, a renovação e a fé!

Investimentos na agricultura: melhorias nas estradas

Incentivar a agricultura, melhorar a acessibilidade e as estradas no interior do município são importantes ações que a Prefeitura de Serafina Corrêa vem realizando durante o ano todo. A Secretaria Municipal de Obras e Trânsito e a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente estão realizando importante e constante projeto de melhoria nas estradas do interior do município de Serafina Corrêa/RS. Nos últimos dias, foram realizadas melhorias nas Capelas Caravaggio, Linha Marechal Deodoro, Santo Antônio Lajeado, entre outras, com cascalhamento, patrolagem, rolo compactador, britagem e pedrisco, atendendo as necessidades da população serafinense.

 

3 de abril de 2014

Protestos

CENTENAS DE pessoas protestaram agora no fim da tarde, em frente a prefeitura, contra o aumento da passagem do onibus na capital.

protestos tomaram conta do centro da capital agora no fim da tarde. aumento da passagem foi o motivo da concentração dos jovens

64

' CACHORRÃO' e sua turma


'cachorrão' (deputado raul pont) voltou ao bar do antonio da filosofia, onde fazia politica estudantil nos anos 60.

voltam ao Bar da "Resistência", o bar da filô, ou do antonio!

No final da tarde de hoje, 2.4.2014, o deputado estadual Raul Pont(PT), sua esposa, Liliane e outros colegas dos tempos de luta estudantil voltaram ao bar do Antonio Lanches, onde costumavam se reunir na época das passeatas estudantis e da luta contra a ditadura militar.
Por coincidência ou não, o dono do bar, Antônio pereira dos Santos estava presente e recepcionou a turma, que sentou nos fundos, longe da gurizada que agora estudana URGS...



- é a turma de 64, dizia antonio, a quem ia se informar da presença de uma turma de ' veinhos' - todos porém bem conservados - no bar.

Antônio Pereira dos Santos era feirante do mercado público quando assumiu o bar em 1967.

estálá até hoje e tem mais dois bares no campus do vale.

no fim da tarde de hoje, a turma de 64 - lideranças estudantis dos anos 60 que combatiam a ditadura - se reencontram no bar onde se reuniam pra tramar passeatas e ´protestos.

a turma de 64,comoos chamou o antonio, dono do bar do antonio, se encontram no dia 2.4 no bar pra lembrar o passado!


Raul Pont conversa com um eleitor.


O dono do bar, Antonio Pereira dos Santos ' passa' um café novo pra ' turma de 64" como ele chamou os que usavam o bar pra armar protestos e passeatas nos anos 60.

do Comunique-se

Bah, mas este mundo do futebol tem um nível que vou te contar(olides canton)

Jornal alemão crê em dicionário informal e chama mascote da Copa de “ânus”

“Fuleco é um apelido para ânus”. É dessa forma que o site Dicionário Informal “explica” o significado do nome dado ao tatu-bola que será a mascote da Copa do Mundo deste ano, tendo o Brasil como país-sede. Mesmo podendo soar como algo absurdo, o jornal alemão Die Welt aceitou a afirmação e chegou a fazer matéria a respeito do que acreditou ser a definição de um dos símbolos do mundial.

De acordo com o diário europeu, que reproduziu a reportagem em sua versão online, o nome da mascote é habitualmente usada em conversas informais. “A palavra ‘Fuleco’ na gíria brasileira significa nada mais do que ... ânus”. Ao errar o significado da figura, que para os organizadores da Copa simboliza a junção de futebol e ecologia, o Die Welt acerta ao falar que o nome da mascote não caiu no gosto popular e é usado por internautas como algo sem prestígio, “fuleiro”.

A reportagem ainda traz um personagem que ficou conhecido por ser uma das mascotes alternativas do mundial. Trata-se do “Favelito”. A brincadeira foi criada há mais de cinco anos por argentinos – e trazia um menino negro com lenço na boca e um revólver em cada mão. A ideia, entretanto, chegou a inspirar brasileiros, que nas redes sociais usaram o “Favelito” para criticar o atraso nas obras e o custo para a realização do torneio. O conteúdo do Die Welt é assinado pela repórter Solveig Flörke. Dar ao Fuleco o significado de ânus não foi a primeira “bola fora” da jornalista que tem se dedicado à cobertura do que acontece no Brasil durante os último anos. Em abril de 2013, ao participar do ‘Redação Sportv’ e comentar a final Liga dos Campeões da Europa (que seria disputada entre Bayern e Borussia), ela afirmou que era “foda” ver dois times da Alemanha tão bem.

Comentarista que chamou Renata Fan de “galinha” e xingou jogadores é demitido

O jornalista Lélio Gustavo foi demitido da Rádio Itatiaia, onde atuou por mais de 20 anos, nessa segunda-feira, 31. A diretoria da emissora teria tomado a decisão após a repercussão negativa de declarações polêmicas do comentarista no programa ‘Esporte News’ da rede BH News. O último episódio envolvendo o profissional aconteceu na semana passada, quando chamou o atacante Neto Berola, do Atlético –MG, de “cocô” e “jogadorzinho de quinta categoria”. Lélio Gustavo foi dispensado ontem da Rádio Itatiaia (Imagem: Reprodução)De acordo com o portal O Tempo, Lélio estava defendendo o companheiro de imprensa Bob Faria, da Rede Globo, que foi xingado por Berola nas redes sociais. Em meio às críticas, o comentarista se referiu ao Vitória, ex-clube do atacante, como “time de m...”. O fato provocou uma resposta dos baianos, que publicaram uma nota de repúdio em seu site prometendo tomar as medidas legais contra o jornalista.

Em 2013, um desabafo feito pelo jornalista no mesmo programa de TV repercutiu nas redes sociais. Ele atacou a cobertura do ‘Jogo Aberto’, da Band, antes da partida entre São Paulo e Atlético-MG, pela Taça Libertadores. Após a vitória do time mineiro, Lélio chamou a apresentadora Renata Fan de “galinha” e o ex-jogador Denílson, que integra a atração rival, de “imbecil”.A reportagem entrou em contato com a Rádio Itatiaia que confirmou a demissão, mas não comentou o caso. De acordo com a emissora, um comunicado oficial sobre as circunstâncias do desligamento será emitido nos próximos dias.

Veja comentários polêmicos de Lélio Gustavo:

Bingo

este site também acerta...né....

disse aqui que o dono do agapio tinha só uma calça. acertei....

ontem ele foi comprar uma no centro. 180 contos....

por isto se atrasou na chegada ao imperial, da santana, que também é do Buffet, do Onori.

Por que vou votar na Dilma 2

por Rekern

O candidato Aécio Neves foi muito revelador no jantar que ofereceu a turma endinheirada em São Paulo. Disse que está pronto para tomar medidas impopulares, o que quer dizer, desemprego, pouca comida na mesa e mais dependência externa.

Morte de Jango: Justiça argentina não vai perder tempo, diz procurador

Agora que passou 50 anos do golpe, Jango vai cair de novo no esquecimento(olides canton) por falar nisto, a mídia não cobra mais nada da exeumação??/o que deu aquilo???(olides)


Para o promotor argentino Miguel Angel Osorio, não restam dúvidas de que o presidente brasileiro João Goulart foi vítima da Operação Condor.

“Não restam dúvidas de que o presidente João Goulart foi vítima da Operação Condor. Isso está demonstrado em documentos oficiais. Agora, a justiça argentina investigará o caso a fundo”, afirma o promotor Miguel Angel Osorio, responsável por vários casos ressonantes da rede terrorista tecida pelas ditaduras sul-americanas nos anos 70.

Após 50 anos do golpe e 38 da morte suspeita de Jango, nunca investigada pelos juízes brasileiros, o promotor Osorio assumiu o compromisso de “trabalhar sem descanso para esclarecer um caso de tanta importância que se arrasta há décadas. Não podemos nos permitir perder tempo”.

Em entrevista exclusiva à Carta Maior, ele defende que 2014 é um ano “importante para a história brasileira, e para que se possa fazer justiça com Goulart e com outros brasileiros que desapareceram quando estavam na Argentina”.

“Parece-nos que o aniversário de 50 anos da queda de Goulart é um momento de grande força simbólica, propício para renovar o debate sobre as violações aos direitos humanos ocorridas durante essa ditadura tão singular como foi a do Brasil, onde continua com vigor a anistia deixada pelos militares com a intenção de que não se chegue à verdade e que não se faça Justiça em tantos crimes – inclusive, crio eu, no de Goulart”, defende o promotor.

“Devo ser muito responsável em minhas afirmações, não sou um grande conhecedor da história do Brasil. Mas entendo que o Brasil foi uma peça muito importante na Condor, muito mais importante do que se supõe. Portanto, acredito que, na medida em que formos revelando o caso Goulart, talvez possamos sanar várias dúvidas e demonstrar até onde chegaram os acordos da ditadura brasileira com a da Argentina. A ditadura brasileira soube dissimular muito bem suas operações”.

Muito diferente de Joaquim Barbosa

Osorio trabalha em um escritório austero, transbordando de papéis, arquivos e livros de Jurisprudência, no juizado federal localizado no bairro portenho de Retino, próximo à favela mais famosa de Buenos Aires, a Villa 21, e a poucas quadras da Escola de Mecânica da Armada (ESMA), o campo de concentração pelo qual passaram milhares de combatentes e militantes – os corpos de muitos deles foram atirados ao Rio da Prata. Nesse centro de detenção clandestino, foi torturado até a morte o pianista brasileiro Francisco Cerqueira Júnior, o “Tenorinho”, sequestrado por agentes da repressão em março de 1976, quando realizava uma turnê junto com Vinicius de Moraes e Toquinho.

O estilo de Miguel Osorio, que também investigou o desaparecimento do pianista “Tenorinho”, o coloca em um lugar diametralmente oposto ao do ministro Joaquim Barbosa: poucas vezes concede entrevistas e, quando o faz, não perde tempo com declarações de efeito pensadas para ganhar publicidade.

Apesar desse perfil midiático modesto, o procurador portenho demonstrou coragem para enfrentar casos transcendentes dentro da Operação Condor, por meio dos quais conseguiu obter várias extradições de supostos terroristas de Estado refugiados no Brasil.

Talvez o caso Goulart seja um dos maiores desafios de sua carreira, pois não é apenas uma das mais – ou talvez a mais – importantes vítimas da Condor, mas, além disso, sua investigação permitirá reconstruir uma história que foi tratada com menosprezo durante décadas pelo Poder Judiciário brasileiro.

Se for para comparar, poderíamos equiparar Osorio ao juiz espanhol Baltazar Garzón quando ordenou, em 1998, a prisão do ditador Augusto Pinochet – que, assim como os militares brasileiros, presumia que sua impunidade seria eterna.

Exumação

Impotente diante das manobras dilatórias que o impediram de avançar na investigação das causas da morte de Goulart, ocorrida em 6 de dezembro de 1976 em seu sítio da província de Corrientes, o promotor gaúcho Ivan Marx decidiu promover pessoalmente a abertura de um processo no juizado argentino de Pasos de los Libres em 2011.

“Por aqui, as coisas nunca foram fáceis para nós. Desde 1976, morreram em circunstâncias estranhas mais de dez pessoas que foram testemunhas ou tiveram conhecimento das circunstâncias da morte de Goulart. O médico que redigiu o obituário morreu atropelado quando andava de bicicleta, uma coisa muito estranha”, disse a este jornalista uma fonte do juizado de Paso de los Libres em dezembro de 2013.

Segundo o laudo redigido pelo médico que faleceria anos mais tarde em circunstâncias confusas, Goulart morreu de causas maturais, mas isso não foi corroborado por uma autópsia realizada na Argentina, onde já governada o general Jorge Rafael Videla, ou em São Borja, onde a ditadura de Ernesto Geisel ordenou que ele fosse enterrado de imediato, sem permitir que os restos mortais fossem submetidos a nenhum tipo de estudo.

A exumação solicitada durante anos pela família do ex-presidente, baseada na suspeita de que tivesse sido envenenado pela Operação Condor, finalmente se realizaria em novembro de 2013, com a participação da ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário.

“Para nós, a exumação foi um passo importante, que não poderia ter sido realizado sem o aval da presidenta Dilma Rousseff. Minha opinião é de que ela gerou um ambiente favorável para chegar à verdade e à justiça”, defende Osorio, que acaba de pedir que o processo seja transferido de Pado de los Libres à promotoria federal de Buenos Aires.

Mostras dos restos de Jango foram enviadas a dois laboratórios estrangeiros, dos quais são aguardados os laudos para determinar se ele foi vítima de uma intoxicação criminosa ou se faleceu devido a causas naturais.

“Nossa função na Procuradoria continuará seja qual for o laudo dos laboratórios. Nós não dependemos dos laudos porque estamos investigando o plano elaborado pelas ditaduras contra Goulart e contra outros brasileiros que continuam desaparecidos”, explica.

Nelson Jobim e Kissinger

Osorio espera contar com a colaboração da Justiça brasileira para citações e acesso a documentos.

Durante a entrevista por telefone com a Carta Maior, o procurador se manifestou quando fiz um comentário sobre o ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, que anos atrás deu declarações sobre a suposta eliminação dos documentos sobre violações dos direitos humanos que se encontravam em repartições militares.

“Se esse ministro, Jobim, que não conheço, declarou que já não existem arquivos, seria interessante se pudéssemos indagá-lo para que nos informe quando eles foram destruídos, onde isso ocorreu e qual autoridade militar deu a ordem para que assim se fizesse”, observa Osorio.

E acrescenta: “O avanço do nosso trabalho vai se sustentar com investigações que faremos na Argentina, paralelamente com o que a Justiça brasileira e a Comissão da Verdade puderem oferecer. Esta última demonstrou uma clara disposição de contribuir com a nossa tarefa. A Comissão tem sido muito importante, sem dúvidas”.

Osorio esclarece que “ainda não concluímos nosso plano de trabalho. O que já sabemos de antemão é que, para desentranhar o funcionamento da Operação Condor em torno a Goulart e outras vítimas brasileira, precisaremos de informações dos outros cúmplices – seja o Brasil, seja outro país. De acordo com o que se observou em outras investigações, o ex-secretário de Estado, Henry Kissinger, era uma pessoa muito bem informada e com influência sobre as ditaduras. Eu não descarto enviarmos à Justiça norte-americana uma carta rogatória para que possamos interrogar o senhor Kissinger”, sugeriu o procurador.

Tradicional brechó pelos animais é neste domingo

A ONG Bichos & Amigos vai realizar neste domingo,
6 de abril, seu tradicional brechó em prol dos mais de 150 cães e gatos que abriga. Livros, LPs raros, CDs, moda para toda a família, bijouteria, enfeites e outros artigos vão ser vendidos a preços módicos. O evento acontece das 10h às 17h na rua Aliança, 289, transversal da Assis Brasil, entre o Bourbon Wallig e o Shopping Lindória, Zona Norte de Porto Alegre. Doações de ração são muito bem-vindas. Outras informações podem ser obtidas pelo facebook.com/OngBichosEAmigos, 8461-5077 ou bichoseamigos@bichoseamigos.org.br. Os animais agradecem.

Prefeito dá ordem de início para pavimentar entorno do Beira-Rio

O prefeito José Fortunati e o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, estarão na manhã desta quinta-feira, 3, no canteiro de obras do viaduto Pinheiro Borda para avaliar o desenvolvimento das obras e formalizar a ordem de início para a pavimentação do entorno do estádio Beira-Rio. Às 10h, o prefeito e técnicos da prefeitura caminharão sob a pista do viaduto para acompanhar o desenvolvimento da obra de mobilidade urbana.

Na ocasião, Fortunati assinará, na Rua A, localizada ao lado do estádio, a ordem de início para execução da pavimentação, drenagem e iluminação na área pública do entorno do Beira-Rio, que receberá os jogos da Copa do Mundo em Porto Alegre. Sob a análise da comissão de licitação no critério de menor preço, abertos os envelopes, foi declarado vencedor o Consórcio Procon-Coesul, no valor de R$ 8.761.559,40. A previsão de entrega da obra tem prazo de 60 dias contando a partir do início da obra. O resultado final do processo de licitação foi publicado no Diário Oficial de Porto Alegre nesta terça-feira, 01/04.

O viaduto Pinheiro Borda terá comprimento de 250 metros. No trecho estaiado no formato da letra M terá 72 metros de comprimento e 32 metros de altura. Contará com duas pistas com entrada pela rua Pinheiro Borda em direção à avenida Edvaldo Pereira Paiva (bairro-centro). O custo total da obra é de R$ 26,6 milhões, com previsão de conclusão para o final de maio de 2014.

PERDOEMOS AOS QUE NÃO SABEM VER – tv a cabo

por Eron Duarte Fagundes

De uma maneira geral, o mais recente filme do dinamarquês Nicholas Winding Refn, Apenas Deus perdoa (Only God forgives; 2013), foi recebido com estupefação pela crítica internacional; a repugnância a este filme existe em quase todas as visões que se pôde colher, ora mais virulenta, ora mais velada, titulando aqui a obra de gratuitamente artística, acolá só resmungando que não é um mau filme, é somente um passo atrás na filmografia do cineasta. Na verdade, equívocos de quem vê cinema —por se tratar de um filme nada palatável, que se despoja inteiramente do moralismo que conduz sempre uma narrativa (o cinismo distanciado de Refn neste filme vai muito longe e talvez só tope equivalência em alguns antigos trabalhos do japonês Nagisa Oshima), os indivíduos que frequentam as salas de cinema e têm a missão de dizer coisas sobre filmes para justificar seus salários ou sua existência viram em Apenas Deus perdoa uma estátua morta. É o que há décadas dizem de O ano passado em Marienbad (1961) os inimigos deste filme do francês Alain Resnais.

Quanto a este espectador que aqui alinha estas anotações, Apenas Deus perdoa é esteticamente mais verdadeiro que o super-estimado Drive (2011). A crueza de Apenas Deus perdoa é espetacular. A narrativa se move em subsolos marcados por desbotados tons vermelhos, como se o cenário cinematográfico fosse uma boate diabólica produzida por um delírio onírico. A história familiar de vingança esboçada pelo esboço de roteiro de Refn é somente um pretexto para exercitar aquilo que irritou muitos críticos: fazer cinema, ser autenticamente imagético. Ryan Gosling, o filho que sobrevive à demência assassina e suicida de seu irmão, e Kristin Scott Thomas (aqui desfeita de suas contenções britânicas, mas dramaticamente forte como nunca), a mãe que quer o sangue dos matadores de seu filho que era, também ele, um criminoso, são deslocados por Refn com precisão demiúrgica pelas tensas ambientações. Os atores são na verdade intérpretes notáveis, mas a estrela é mesmo o diretor, que lhes vai impondo seu estilo de filmar, que é no fundo uma visão de mundo.

O que ocorre, relativamente a Apenas Deus perdoa, é que padecemos cada vez mais de miopia cinematográfica. E óculos não vão resolver. Dedicado ao genial criador cinematográfico Alejandro Jodorowsky, Apenas Deus perdoa trilha o caminho do inconformismo, mas com idêntico ímpeto transformador. Ainda que isto lhe custe a repugnância geral.

Esquema de trânsito e transporte para show do Guns N Roses

Em razão do show do Guns N’Roses, na quinta-feira, 3, a partir das 20h30, no estacionamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul - Fiergs (av. Assis Brasil, 8787), a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) terá um efetivo de 30 agentes nas proximidades da entidade, orientando a circulação na região.

O atendimento por ônibus, lotação e táxi será reforçado. A região do evento tem oito linhas de ônibus disponíveis (627 – Agostinho, 727 – Agostinho/Sertório, 827 – Agostinho/Cairu, M21 – Corujão/Baltazar/Assis Brasil, M31 – Corujão/Assis Brasil/Baltazar, D72 – Diretão/Via Santa Rosa, D73 – Diretão/Via Fernando Ferrari, D13 – Diretão Elisabeth), todas saindo do Terminal Parobé, ao lado do Mercado Público, ou Terminal Rui Barbosa (Centro Popular de Compras - Shopping do Porto), no Centro Histórico. A exceção é a linha 827, que sai do terminal Cairú, na avenida Farrapos.

Além dessas, mais duas linhas especiais serão ativadas: a E29 - Fiergs/Direta (via Free-Way) e E30 - Fiergs /Assis Brasil, que saem do Terminal Parobé. As linhas especiais circulam a partir das 17h, para início do evento, e com reforço na saída do show.

A linha de lotação E60.1 – Sarandi/Eventos Fiergs será ativada para atender o público antes e depois do evento. A lotação sairá da Borges de Medeiros (Edifício União), em direção à Fiergs. O serviço de táxi também será reforçado durante todo o show.

Outras informações podem ser obtidas no fone 156, ou nos sites da www.eptc.com.br ou www.poatransporte.com.br.

EPTC define esquema de trânsito para a inauguração do Beira-Rio

Em razão da festa de inauguração do estádio Beira-Rio, com a realização de eventos no sábado, 5, e partida amistosa com o Peñarol, no domingo, 6, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) elaborou um esquema especial de trânsito para a região. Ao todo, serão 50 agentes mobilizados para orientar a circulação nas imediações do estádio.

Uma linha especial de ônibus será disponibilizada para atender o público, saindo do Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público, no Centro Histórico, a partir das 16h, no sábado, e no domingo, a partir das 13h.

O estacionamento de veículos particulares e ônibus será permitido na avenida Edvaldo Pereira Paiva, entre a rua “A” e a avenida Ipiranga, e também nas ruas adjacentes no bairro Menino Deus. Não será permitido o estacionamento no quadrilátero da avenida Edvaldo Pereira Paiva, avenida Padre Cacique e ruas “A” e “C”.

A partir das 15h de sábado e 11h de domingo, para garantir uma maior segurança e fluidez ao tráfego, a avenida Padre Cacique ficará com trânsito somente no sentido bairro-Centro, entre a Pinheiro Borda e Otávio Dutra. Já a Edvaldo Pereira Paiva terá trânsito no sentido contrário, Centro-bairro, entre a rua “A” e Taquari. Nesses trechos também não serão permitidos estacionamentos, somente embarque e desembarque.

Outras informações no fone 156 ou nos sites www.eptc.com.br ou www.internacional.com.br.

Assembleia Legislativa aprova projeto que evita extinção da FIGTF

A Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF), vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), não corre mais o risco de ser extinta a partir do próximo ano devido à aposentadoria iminente dos funcionários mais antigos. A continuidade dos trabalhos da instituição foi garantida pelos deputados estaduais que, em sessão plenária realizada nesta terça-feira (1º de abril), aprovaram o Projeto de Lei 55, de 2014, que institui o Plano de Carreira e Vencimentos e reorganiza o quadro de cargos de provimento efetivo e os cargos em comissão e funções gratificadas. Para o presidente da FIGTF, Rodi Pedro Borghetti, essa decisão também vai permitir uma melhor adequação profissional para cada área de atuação da entidade. “Teremos condições de ter uma equipe especializada para desenvolver o objetivo previsto no nosso estatuto, que é o estimulo à pesquisa e divulgação da cultura, folclore, tradição, arte e história do Rio Grande do Sul”. Borghetti salienta que a aprovação é resultado de uma luta que iniciou há 27 anos quando foi encaminhado o primeiro projeto requerendo a criação do quadro de pessoal da FIGTF. Desde então, foram apresentadas mais sete propostas, mas nenhuma delas entrou em votação.

A possibilidade de fechamento da fundação preocupou não apenas a atual gestão, mas mobilizou ex-diretores, artistas e parlamentares. A movimentação ganhou um peso ainda maior quando uma comissão formada por ex-presidentes da instituição foi recebida, na terça-feira pela manhã, pelo presidente do Legislativo, deputado Gilmar Sossella, que demonstrou sensibilidade ao assunto e prometeu encaminhar ao plenário. O tema também contou o apoio do governador Tarso Genro, sua assessora Mari Perusso, e do deputado federal Ronaldo Zulke, que acompanhou todo o processo de negociação. De acordo com Zulke, a cultura do nosso Estado e as suas diferentes manifestações ganham um novo alento com essa aprovação. A Sedac, através do secretário Assis Brasil, secretário adjunto Jéferson Assumção, e equipe também participaram ativamente do processo.

de Serafina

Via Sacra em Serafina Corrêa

O Projeto da Via Sacra, em Serafina Corrêa, já é referência e faz parte dos pontos turísticos do município. Em 2012, a Prefeitura Municipal, em parceria com o Governo Federal, iniciou a construção de cinco capitéis com praças, compreendendo as estações VI, VII, VIII, IX e X, na Rua Cristo Redentor. Com recursos do Ministério da Cultura, mais de R$ 145 mil foram investidos nessa obra. Os demais capitéis foram construídos pela iniciativa privada, tornando possível a conclusão do Projeto. A Prefeitura de Serafina Corrêa está realizando importante obra que compreende a construção das calçadas no entorno de alguns Capitéis, melhorando a acessibilidade e o visual da Via Sacra.

Serafina Corrêa, a Cidade Simpatia, convida toda a comunidade a visitar a Via Sacra e o Monumento Cristo Redentor: religiosidade, contemplação, beleza, espiritualidade e fé!

 

2 de abril de 2014

Histórias de bares

O BAR DA RESISTENCIA! ( bar do antonio, da URGS)



bar do antonio. nas paredes noticias e a placa dos 40 anos do bar....

Encruado no meio dos prédios da urgs, atrás do cineminha redenção fica um bar de porto alegre que já que estamos numa superdose de ditadura de 64, convém lembrar...trata-se do bar do antonio, ou antonio lanches, ou ainda mais antigamente bar da filo,ou bar da filosofia, porque fica perto de onde funcionava a filosofia da urgs...



Hoje em dia os jovens que o frequentam nem sabem nada disto, nem de ditadura, nem de nada...querem é ficar no seu comptuador, ou sei lá o que chamam esta modernália toda...
mas é interessante que é um local em que os jovens ainda conversam....

pois peguei um envelope e vi que ele existe no local desde 1967. o antonio que lhe empresta o nome tem hoje 66 anos e veio de portugual pro brasil com cinco anos de idade.



começou como verdureiro como todo portuga no mercado público da capital.antonio pereira dos santos, o dono, sobreviveu a tudo o que aconteceu dentro d a urgs dos tempos da ditadura, do dops, investigando alunos, do exército invadindo a faculdade de filosofia e os tempos modernos.... antonio é um comerciante,acima de tudo.desde 1977 tem outros dois bares com o mesmo nome no campus do vale. seu dia a dia ele divide assim:
de manhã cedinho antonio está no campus central, como é chamado a urgs antiga, aqui na paulo da gama e depois das 11 vai lá pro campus do vale, onde cuida de dois bares.



em 1992 o bar do antoniopassou por um incêndio.
sua inauguração deu-se em 27.8.1967, um sábado. já naquela noite, antonio,então um jovem, teve que segurar a barra porque a reunião dançante ali realizada foi até bem mais tarde....
antonio viu muita coisa principalmente na época das passeatas, nos anos 60. ali ele viu a prisão de JOSÉ LOGUÉRCIO.-pcdoB) o cerco da Faculdade de Filosofia pelo exército a fuga de PEDRO CALMON que nunca mais foi visto, o discurso inflamado de JOÃO ERNESTO MARASCHIN na porta do centro academico, a invasão da faculdade de filosofia pelos estudantes.
Antonio sempre cuidou bem do seu patrimonio. depois das reuniões dançantes ele levava pra casa as meninas que ficavam até mais tarde.


a jornalista adélia porto, quando jovem, que frequentava a filosofia, porque cursava jornalismo, que era no filosofia.

Célia ribeiro que estudou filosofia na URGS recorda como participou da vida do bar do antonio;
FIcava-se horas conversando naquele bar muito colorido e as vezes se matava aula".
Por ocasião da reinauguração em 13 de setem bro de 1993, o professor Paulo Guedes disse:
-Tudo de importante que acontecia na cidade da revolução de costumes(leia-se fumar maconha, tomar pilula anticoncepcional pras gurias) à ação politica passava pelo bar da filosofia".

no bar do antonio

na parede fotos que sairam no jornal


romances que aconteciam entre os jovens ali


antonio, que deu nome ao bar, quando jovem


as passeatas que nasciam dentro do bar do antonio

PDT

Vieirinha fez 54 anos dia 31.03 e sereno chaise, um pai dos pedetistas fez 86 anos no mesmo dia....

o amigo dos tempos dificeis



nos próximos dias o colega nelson moura completa 82 anos. não quer festividades...

foi muito meu amigo quando sai da zero hora, que completa 22 anos agora em abril...

moura me passava fotos antigas de onibus pra mim copiar e revbender pra sobreviver...

grande e forte amigo....

aqui a foto saiu mal, tremida, mas ele estáq num cafe da jose de alencar, onde vai tomar café e ler o JC( e roubar o segundo caderno pra levar....)

RODA VIVA

O RAPOSÃO DO ALMINO AFONSO!

vI O RODA viva de segunda com o almino affonso, ex-ministro do trabalho do Jango...]
mas que raposão....liso como ele só....fugiu de todas a sperguntas criticas...
e a bancada era muito boa...o unico que o levou livro foi o ex-porta voz do lula, o ricardo Kokcho....

eliane cantanhede, o historiador Villas e mais outro, o Arão, historiador também deram duro nele...ele se escorria pra tudo o que é lado.

é é um ladino. começou a entrevista babando o saco do augusto nunes, o apresentador, o mediador, sabendo que dependia dele não ser triturado...
lembrou um fato de quanto ele esteve na terra do apresentador e elogbiou muito o pai do jornalista.
enfim, um raposão de primeira linha.

se o governo do jango tinha no almino sua cara, bah, devia ser pra acontecer o que aconteceu mesmo.

mas vou ler seu livro, porque é um testemunho e tanto....

Coleguinhas

* Affonso Ritter vai de novo a feira de Hannover. pela band...patrocinio de aços favorit!

LUCIANINHO PERIPLO( SERá isto mesmo o sobrenome?) no arena no domingo antes do jogo em que a torcida do gremio dava como ' barbada""


olha ai antes do jogo. depois sairam todos quietos. táva lá e vi tudo....

aliás a cobradora do T2 na ida ficou horrorizada com os pobres que cercam o arena....

o ' bolo' do Tasca

Tocou meu celular no meio da tarde - estava no cinema - e era oTasca convidando pra comemorar seu niver no Imperial. Lá pelas sete. cheguei faltando 10 pras oitos e que de Tasca, nem cheiro....

se não conhecesse o amigo há 20 anos, me importaria....

* Acabei pegando o buffet da Lancheria do Parque. não gosto da comida de lá, muito gordurosa....

gosto do suco de laranja de lá...

mas nas quartas tem bife de figado....

e 8,50por pessoa é barato,acho eu....

Museu com limite



aepnas oito pesquisadores po turno pode ocupar o MCSHJCosta....

fica muito melhor assim...tava muito chacrinha

Carroças seguem à vontade

Texto e foto de Marcio de Almeida Bueno

Não bastasse toda a confusão que ocorreu na segunda-feira da semana pasada nas quadras vizinhas do Parcão - estourou um gerador, todas as sinaleiras se apagaram, e os automóveis aproveitando para fazer o bullyng de sempre - ainda tinha qu ter uma carroça no meio disso tudo. Bem faceira, na Independência com Ramiro, já pegando a rota para descer a lomba desgraçada do Hospital Moinhos. Viatura e vários azuizinhos - dois aparecem na foto - nem deram bola. Azar do esquálido cavalo, que nem sabe que uma lei foi aprovada há anos.

São José de Anchieta - Arquidiocese Porto Alegre

Depois que o dr. oraldo rodrigues chamou o maximiliano cremonese de serafina de ateu, eu agora estou me aproximando dos padrecos...dizem que quem faz isto são os mais f...d....p...,entenderam, né é porque a culpa no cartório pesa(olides)

Porto Alegre, 1º de abril de 2014.
São José de Anchieta - Arquidiocese Porto Alegre, nº: CLX

Caros Párocos, irmãos e irmãs na fé,

A Paz do Senhor!
Nesta quarta-feira, o Santo Padre canonizará o beato José de Anchieta, Apóstolo do Brasil.

Fazendo eco a este relevante evento eclesial, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convoca todas as Igrejas do país para que toquem os sinos, no dia 2 de abril, às 9 horas da manhã, por ocasião da canonização do beato José de Anchieta.

Em carta, enviada aos bispos, o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, explica que será um "gesto de alegria, gratidão e comunhão por estar inscrito entre os santos, o Apóstolo do Brasil".

Portanto, onde for possível, exortamos à realização deste gesto sugerido pela CNBB.

Podemos também neste dia, celebrar a Santa Missa em honra do novo Santo.

Em Cristo,

História do Apóstolo do Brasil1

O padre José de Anchieta nasceu em 19 de março de 1534, nas ilhas Canárias, Espanha. Seu primeiro contato com os jesuítas foi quando estudava filosofia na universidade de Coimbra, Portugal. Em 1551, Anchieta entrou na Companhia de Jesus.

A missão no Brasil começou em 1553, quando, ainda noviço, aos 19 anos, desembarcou em Salvador (BA) para trabalhar com padre Manuel da Nóbrega e outros missionários.

A fundação da cidade de São Paulo está relacionada à primeira missa celebrada na missão de Piratininga, em 25 de janeiro de 1554, festa litúrgica da Conversão do apóstolo São Paulo. Ali, os jesuítas fundaram um colégio, o primeiro da Companhia de Jesus na América Latina.

Outros elementos são marcantes na história do beato José de Anchieta, no Brasil. Ele ensinou a língua portuguesa aos filhos de índios e de portugueses; aprendeu a língua indígena; escreveu gramática, catecismo, peças de teatro e hinos na língua dos índios, além de outras obras em português, latim, tupi e guarani; participou de negociações de paz em conflitos entre índios e portugueses; fundou outro colégio no Rio de Janeiro, no qual foi reitor; foi responsável por outras missões; provincial dos jesuítas no Brasil; e escreveu muitos relatos sobre a missão e particularidades da terra e do povo brasileiros.

José de Anchieta morreu em 9 de junho de 1597, em Reritiba, cidade fundada por ele no Espírito Santo que futuramente recebeu o nome de Anchieta.

O título de “Apóstolo do Brasil” foi dado pelo prelado do Rio de Janeiro, dom Bartolomeu Simões Pereira, durante a homilia do funeral.

1História baseada no artigo “Quem foi Pe. José de Anchieta?” de autoria do arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer.

ORAÇÃO

Derramai, Senhor, sobre nós a vossa graça, a fim de que, a exemplo de São José de Anchieta, apóstolo do Brasil, sirvamos fielmente ao Evangelho, tornando-nos tudo para todos, e nos esforcemos em ganhar para vós nossos irmãos no amor de Cristo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Cinema

A INFÂNCIA EM CORPO ADULTO

por Eron Duarte Fagundes

O inglês Edgar Wright propõe observar nosso comportamento infantil em corpo adulto em seu filme Herói de ressaca (The world’s end; 2013). Cinco amigos da adolescência vão reviver uma noitada de bar em bar, mais especificamente doze bares, bebendo e dizendo putarias a esmo. Quem organiza a coisa é um deles, Larry King, justamente o mais tresloucado de todos.
Num primeiro momento, a paródia proposta por Wright é assim: todos temos esta nostalgia de não-crescer, de voltarmos aos melhores e irresponsáveis anos de nossas vidas. Existe ali uma afeição ingênua entre as características das personagens que aqui e ali pode tocar o observador. Até mesmo aquela opção por uma fantasia à beira da ficção científica (aqueles robôs que querem transformar os humanos e que funcionam como contrapontos imaginários das criaturas em cena) vai adquirindo uma certa feição alegórica interessante.
Mas Wright perde muito facilmente a mão de seu filme. O tom incauto de seus indivíduos se transmite à sua narrativa com um sentido em que esta própria narrativa se corrompe e afasta as possibilidades críticas do espectador. A pancadaria com os robôs pode ter sua função fílmica, claro, mas seus excessos acabam por extirpar-lhe o senso cinematográfico.
Rasteiro e precário, como já era seu filme anterior, Scott Spilgrim (2010), este novo Wright adota também um humor britânico suburbano que explica suas dificuldades no mercado brasileiro.

Nomes de ruas de Serafina!

Por Dr. Oraldo Rodrigues

Muito embora o Legislativo Serafinense tenha feito aquela homenagem dando o título de Cidadão Serafinense ao Sr. João Arroque Filho im memoriam, está com uma grande oportunidade de trocar o nome da Av. Artur Oscar para Av. João Arroque Filho, seria uma homenagem justa a aquele senhor que dispenso mencionar as qualidades que são conhecidas de todos

Onde estava em 31 de março de 64

Otexto é longo mas vale a pena(olides)

Olides,

Ainda tenho bastante nítida na memória, a lembrança daquele final de março de 1964, época em que morava em P. Alegre. Eu havia concluído o curso de engenharia no final do ano anterior, após o que pedi demissão da atividade na função pública obtida mediante concurso, que exercia em paralelo ao curso e parti para a procura de emprego na nova profissão. Sendo bastante ambicioso em termos do conteúdo profissional esperado encontrar no novo trabalho e percebendo que em P. Alegre as possibilidades estavam então um tanto restritas dentro dessa perspectiva, optei por ir conhecer o Rio de Janeiro e verificar que oportunidades haveria por lá. Havia pretexto para isso pois eu havia feito, por carta, uma prospecção junto à direção da Eletrobrás, estatal então ainda na primeira infância, tendo recebido resposta que, se não me acenava com algo concreto, também não me desencorajava.

Para dar praticidade à intenção, tomei o ônibus em POA para a viagem, então de 29 horas, pela BR 116 em sua maior parte, tendo chegado ao Rio no domingo 22/03 ao meio dia. Como levava indicação de nome e endereço de um hotel na Lapa, após obter orientação de passageiros cariocas também na viagem, tomei um lotação que me deixou praticamente junto ao hotel. Instalado e querendo me recuperar do dia e meio de desconforto no ônibus, usei a tarde para por o sono em dia. Acordei no ínicio da noite, me arrumei e saí para o primeiro contacto com a famosa cidade maravilhosa. Não andei nem meia quadra, pela Av. Mem de Sá, para constatar que, já naquela hora, era só festa para todo lado, com muita casa iluminada e muita música chegando das janelas. Uma espécie de versão de nossa Voluntários da Pátria em POA, mas num padrão de mais qualidade e descontração.

Como minha prioridade não era festar, feito o reconhecimento preliminar retornei ao hotel e me recolhi para estar pronto para as andanças do dia seguinte. Estas iniciaram identificando e tomando bonde que me deixou na Cinelândia. Desta, fui andando até o endereço da empresa, na Av. Pres. Vargas. Apresentei-me a um assessor da direção, exibi a carta que eu portava e aguardei, enquanto o meu recepcionista foi em busca de maiores informações. Depois de algum tempo retornou e, polidamente, me agradeceu pela carta e pela visita mas adiantou que, dado o perfil de necessidades de mão de obra de engenharia da empresa não teriam como me aproveitar, dado que eu ainda não contava com a famosa "experiência", tendo-me sido sugerido procurar e indicado outra empresa conhecida do Setor Elétrico.

Cumprida a finalidade "oficial" da viagem, parti para o objetivo secundário, que era o de conhecer o Rio, dedicando a isso todo o tempo a partir daquele insucesso inicial. Como acompanhava com bastante atenção o momento político que o país vivia naquele período, não foi difícil nem demorado sentir a pulsação da cidade, que acontecia na área central da Cinelândia, principalmente nas imediações de onde até hoje existe o Bar Amarelinho. As aglomerações de rua e as conversas eram verdadeiros pequenos comícios, com defensores enfáticos de ideias, muitos deles de competente argumentação e visível preparo político, a exporem posições pró e contra governo, além também de exercerem proselitismos vários em prol de candidaturas a presidância para a disputa em 1965, notadamente as de JK e Lacerda. Havia também propugnadores explícitos de um continuismo do governo Jango. Vez por outra, o calor das discussões levava ao exercício de argumentos "musculares" por parte dos contendores, mas logo a plateia intervinha e reconduzia os antagonismos à suas formas verbais. Lembro de ter ouvido de alguns observadores periféricos que, como eu assistiam aos debates, que em muito do que se assistia não havia espontaneidade, havendo significativa presença de "agentes provocadores", que cumpriam papel em praça pública no interesse das correntes políticas então se digladiando no país.

Lembrado meio século depois, o clima então vivido representou uma rica experiência para um jovem politizado e interessado nos rumos de seu país, como me considerava, contribuindo para conscientização que já vinha sendo construída desde o início da adolescência, ao longo portanto de mais de 10 anos. Creio que, talvez devido a essa trajetória e oportunidade de vida, não fui afetado pela espécie de síndrome de orfandade política em voga pelas décadas seguintes e perdurando até a epoca da eleição Collor, traduzida na confissão e queixa de pessoas, já não tão jovens, de "nunca terem votado para presidente".

Mas, voltando aos acontecimentos no Rio, no dia 25 (quarta) aconteceu o episódio da revolta dos sargentos da marinha e isso turbinou ainda mais as discussões de rua, incendiando as manchetes de jornais expostos nas bancas de rua.

Cumprindo um objetivo social que levava na viagem, me dirigi num final de tarde a um endereço em Copacabana, para visitar amigo vindo de convívio anterior na política estudantil (FEURGS) em POA, o qual ocupava naquele momento diretoria de uma empresa estatal federal no Rio. Contei a ele meu objetivo de viagem e a visita não produtiva à Eletrobrás, recebendo então a seguinte orientação: "Volta para P. Alegre que eu vou dar uma examinada nas oportunidades aqui e, assim que eu tiver algo condizente, te aviso". Enquanto conversávamos, chegaram mais duas pessoas, creio que da mesma empresa do meu anfitrião, e o assunto da conjuntura política dominou a conversa e se estendeu até a hora das despedidas e ida embora. Desci junto no elevador com os demais visitantes e, na parede interna deste havia um cartaz JK 65, contendo alguma mensagem de proselitismo à candidatura. Um dos meus acompanhantes puxou então da caneta, inseriu uma vírgula no fim da mensagem do cartaz e tascou a mão, na sequência, "e Jango para toda a vida", ou seja, havia uma mobilização explícita dos apoiadores do governo Jango para uma continuidade do mesmo, não obstante isso ser vedado pela Constituição de 1946. Tal postura, de certa forma, era coerente, por exemplo, com a pregação do Francisco Julião às suas ligas camponesas, traduzida no slogan "Reforma agrária na lei ou na marra". Isso mostra que, diferentemente de uma certa ideologia atual, que só consegue vislumbrar totalitárismo na direita, a esquerda da época de 64 estava, sim, mobilizada para permanecer no poder da forma que fosse possível, apenas não contou com suficiente adesão, tempo e energia para concretizar tal objetivo.

Na noite de 27/03 tomei o chamado trem Santa Cruz, que fazia a ligação noturna Rio - S. Paulo e desembarquei de manhã cedo na Estação da Luz, indo em busca de irmão que trabalhava na redação do jornal Ultima Hora SP, depois de ter passado por A Hora / Última Hora em POA. Fiquei com ele a Sexta Feira Santa e o sábado, embarcando em ônibus na noite de domingo, 29/03, no retorno de S. Paulo a P. Alegre. Embora eu não soubesse disso na ocasião, creio que meu ônibus deve ter sido dos últimos aos quais foi permitido cruzar a divisa SC / RS no Passo do Socorro pois, com parte do movimento revolucionário já em andamento, esse fluxo acabou sendo interrompido na BR-116.

De qualquer forma, cheguei "são e salvo" em POA e daí para frente o dia a dia ficou sendo dedicado a ouvir os noticiários normais e extraordinários da Rádio Guaíba e as idas ao Centro (eu morava no início da rua Santana) para acompanhar os acontecimentos e escaramuças em curso. A Rua da Praia no dia 31/03 estava bastante perigosa para se transitar, pois de vez em quando surgiam contingentes de polícia a cavalo vindos do Largo do Medeiros, numa espécie de varredura intimidadora e a correria para proteção atrás de colunas ou entradas de prédios, em sua maioria fechadas, era generalizada

No dia 1º de abril houve o comício do então prefeito Sereno Chaise no Largo da Prefeitura, com os acontecimentos se precipitando a partir daí e o movimento de tomada do poder pelos militares assumindo seus contornos e desdobramentos definitivos, de todos conhecidos. Jango veio para P. Alegre no dia 2 de abril mas a situação já estava deteriorada, somente lhe restando desistir da resistência à deposição e deixar o país.

Dois anos depois, indo ao Rio a trabalho, pela empresa pela qual eu havia sido contratado, fui visitar o amigo de POA, que então trabalhava na iniciativa privada por ter sido destituído de seu cargo estatal, oportunidade em que ele lembrou de me comentar: "Olha, aquela portunidade de trabalho para ti já tinha sido conseguida, ainda bem que não houve tempo para te avisar e tu vires", rsrs...

Abrs.

Saul Gil

A seguir algumas transcrições de matérias de jornais de março de 64 e outros documentos, mostrando não as interpretações que hoje são feitas dos eventos da época, mas sim as visões que prevaleciam na mídia e nos portavozes de então, sobre a situação conturbada vivenciada pelo país no período e seus contornos.

Fonte: http://www.wirelessbrasil.org/bloco_cidadania/secoes/acervo_1964/acervo_1964_21_mar.html

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil (pág 04)

[21/03/64] Brizola: Agitação atingirá os quartéis - Coluna do Castello

Brasília - O Sr. Leonel Brizola acredita que a situação nacional se aproxima rapidamente de um desfecho. "Para sentir como as coisas andam, basta ver como estão as formigas da reação (parecem formigas de asa), trancando para lá e para cá, querendo levantar voo", acrescentou. Para ele, a mobilização que se faz nas hostes "antipopulares", com cobertura total da imprensa, breve alcançará os quartéis.

O desfecho deverá ocorrer antes de 1965, antes das eleições, e, respondendo a uma pergunta, o Sr. Brizola admitiu que, conforme o rumo dos acontecimentos, o Presidente João Goulart poderá não chegar ao término do seu mandato.

Declarou o Sr . Brizola que o manifesto da Frente Popular é apenas uma declaração de intenções e, como tal, insuficiente, por não acentuar a necessidade da luta antiimperialista e antiespoliativa. "Sem isso - disse - não tem muito sentido o movimento reformista." O Sr. João Goulart, no seu entender, deverá constituir um governo autenticamente popular, de homens que tenham garra para sustentar a luta iminente.

Perguntaram-lhe se o Sr. Nei Galvão podia ser considerado um "homem de garra". ele respondeu. que o Presidente poderia testar, "mandando o Nei ao Rio Grande para comandar a campanha em favor do decreto da Supra".
Insistiu em que, enquanto o Governo for composto de conciliadores, de transigentes e de "raposas pessedistas", o Sr. João Goulart não terá condições de enfrentar a situação, e poderá ficar indefeso como Getúlio Vargas em 1954.

Apoiará, disse, todas as medidas concretas do Governo no sentido das reivindicações populares, mas não abdicará de suas posições senão para se integrar num comando uniforme de luta. "Se o Presidente não mudar o Ministério, como ficará o senhor?", perguntaram-lhe. E ele: "Continuarei como estou, assim quase como um corsário."

Sobre a inevitabilidade do próximo desfecho, disse o Sr. Brizola que, em junho, com a aceleração inflacionária, o custo de vida subirá cerca de 20 por cento. Ai não seriam só os salários que não resistiriam ao impacto. Também o giro comercial se tornaria impossível. Numa crise econômica dessa envergadura, a ordem que ai esta não se sustentará. O Sr. Brizola diz que não pode prever qual seja o desfecho. possivelmente trágico, mas que está cumprindo a sua parte na organização do povo para resistir em defesa das suas liberdades. Existem milhares de "grupos de onze" espalhados pelo Pais e essa gente resistirá. Acha que as forças a enfrentar são muito poderosas e a perspectiva de êxito estaria, antes de tudo, numa decisão do Presidente da República de integrar-se definitivamente na batalha pelas reivindicações populares e nacionalistas. Disse que os trustes internacionais não podem resolver a situação, pois não concordam em ajudas financeiras sem contrapartida. "Para dar os dólares, eles querem as montanhas de minério. Podemos dar-lhes essas montanhas?" - perguntou.

Mostra-se o dirigente esquerdista impressionado com a mobilização dos jornais e diz que uma das etapas da luta consiste em "democratizar a imprensa". Respondendo à pergunta, citou uma "fórmula intermediária" possível: a entrega dos jornais aos partidos políticos e o controle da publicidade por um organismo único.

A um repórter que lhe perguntou se os "grupos de onze" não vestiriam breve uma camisa negra, verde ou vermelha, respondeu que não. Os "grupos" são democráticos e populares, de defesa das liberdades. Nunca poderiam, portanto, ser suspeitados de inclinação fascista.

O Sr. Brizola ficará em Brasília até a sessão de encerramento da Convenção do PTB, na qual o Sr. João Goulart deverá falar. Admitiu como provável uma conversa sua com o Presidente, em Brasília.

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil (pág 06)
[21/03/64] Reformismo estéril - Editorial

No crepúsculo do Governo do Senhor João Goulart, quando começam a surgir e a se consolidarem as candidaturas ao pleito presidencial, voltando a atenção do povo para os futuros dirigentes do País, os seus instrumentos de ação e as suas linhas auxiliares ainda fazem esforços desesperados para dar sentido e coerência a um governo pseudo-reformista que em matéria de reformas só conseguiu fazer agitação.

O líder do Partido governista na Câmara procura ainda compor uma maioria parlamentar capaz de sustentar os projetos de lei e de modificações constitucionais englobados na serôdia mensagem presidencial dirigida ao Congresso.

O Professor San Tiago Dantas prepara novo programa de reformas que, embora não tenha recebido ainda o imprimatur do Planalto, já se encontra na sua terceira edição, revista e aumentada.

O CGT, órgão da vanguarda presidencial para os seus dispositivos de pressão, elabora também o seu programa próprio que não coincide nem com o do Professor San Tiago Dantas nem com o do Partido Comunista, cujas opiniões chegam a ter mais peso nos conselhos presidenciais do que as dos seus próprios correligionários. E marcando a sua esteira nas águas turvas do reformismo presidencial, entrelaça-se a linha brizolista que ultimamente vem perdendo em coerência revolucionária e ganhando em malícia e oportunismo político. Todo esse quadro caracteriza bem a desorientação que até agora presidiu o Governo Goulart. Entre as tentativas de racionalização dos atos governamentais e as explosões verbais de intuitos revolucionários, não será possível esconder um fato fundamental: até o momento a Nação não sabe ainda qual é o programa de Governo do Sr. João Goulart. porque programas de reforma, como temos dito repetidas vezes, não são nem podem ser substituto válido para programa de Governo.

Os resultados dessa incúria governamental não se fizeram esperar e o seu entendimento está ao alcance de todos. Em 1961 a renda do País cresceu em 7 por cento em relação ao ano anterior, para cair no índice negativo de menos de 1 por cento em 1963 em relação ao ano passado. E a proporção do aumento do custo de vida nos meses de janeiro e fevereiro atingiu a níveis nunca alcançados mesmo pelos Governos mais anti-reformistas que este País já teve.

Basta apenas lamentar que tenha sido desperdiçada no Brasil a experiência de um Governo realmente trabalhista que, se bem aproveitada, poderia constituir um dos mais importantes fatores para a evolução do Pais, acompanhada de desenvolvimento econômico e justiça social.

Porque transformações de profundidade em estruturas políticas, sociais e econômicas não se fazem nem por improvisações nem por gritos. E muito menos através de decretos em enxurrada, fórmula que o Sr. João Goulart procura agora imitar do seu ex-patrono, o Presidente Vargas.

Se programas de reformas não são substitutos válidos para programas de Governo o Diário Oficial, menos ainda servirá como instrumento para a transformação das chamadas estruturas arcaicas, dó de peito deste Governo e aspiração deste País, mas que o Sr. João Goulart não soube como entoar.

Entre os comícios de praça pública e os decretos de afogadilho vai escoando o termo do mandato presidencial. Definem ambos, muito bem, a marca registrada e paradoxal com que este Governo passará à História: peleguismo e bacharelismo.

Fonte: http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/Jango/biografias/silvio_mota

Silvio Mota

Após o comício (Central do Brasil 13/03/64), membros da Associação de Marinheiros e Fuzileiros Navais do Brasil decidiram dar uma demonstração de apoio ao governo, homenageando aos trabalhadores da Petrobras, uma vez que o presidente anunciara a encampação das refinarias de petróleo privadas. Considerando esse ato uma transgressão ao regulamento disciplinar, Sílvio Mota (Ministro da Marinha) ameaçou de punição os que dele participassem, mas não foi ouvido. No dia 24 ordenou a prisão dos diretores da associação.

No dia 25, dois mil praças da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais reuniram-se na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, no Rio de Janeiro, para comemorar o segundo aniversário da associação, com a presença dos elementos contra quem fora decretada ordem de prisão. Sílvio Mota enviou para o local um contingente de fuzileiros navais e solicitou a ajuda do I Exército para prender os insurretos. Contando com o apoio do comandante da corporação, vice-almirante Cândido Aragão, os fuzileiros aderiram aos revoltosos, permanecendo na sede do sindicato. Sentindo-se desprestigiado, Sílvio Mota pediu demissão do cargo de ministro da Marinha, sendo substituído, já no dia 27, pelo almirante Paulo Mário da Cunha Rodrigues, que determinou a imediata libertação dos revoltosos, detidos no Batalhão de Guardas.

Fonte: http://www.gedm.ifcs.ufrj.br/upload/documentos/42.pdf

DISCURSO DE JOÃO GOULART DURANTE REUNIÃO DE SARGENTOS NO AUTOMÓVEL CLUBE EM 30 DE MARÇO DE 1964

(trecho final)

E o mesmo espírito que me guiou em 1961 foi o espírito que me guiou agora na crise da Marinha, que está servindo de tantos pretextos para intrigas nas Forças Armadas.

Estava no Sul, quando soube da crise que irrompia na Marinha de Guerra. Desloquei-me imediatamente para o Rio de Janeiro. E aqui a minha primeira recomendação – recomendação compreendida e sentida pelo Exército e pela Aeronáutica – foi a de que eu não permitiria jamais que se praticasse qualquer violência contra aqueles brasileiros que se encontravam desarmados na sede de um sindicato. Eu estaria faltando a vocês, sargentos, às suas esposas e às suas mães, se naquele instante, rigorosamente dentro da lei e das minhas atribuições, confiei o problema, na sua plenitude, ao atual ministro da Marinha, que se encontra aqui conosco. Não tive mais nenhuma interferência, a não ser dar autoridade ao novo ministro que assumia naquela hora o comando da nossa Marinha de Guerra.

Ninguém mais do que eu, neste país, deseja o fortalecimento e a coesão das nossas Forças Armadas. Ninguém mais do que eu deseja a glória da nossa Marinha de Guerra. Ninguém mais do que eu deseja que ela vive permanentemente num clima de compreensão, de entendimento, de respeito e de disciplina. Mas a disciplina não se constrói sobre o ódio e a exaltação. A disciplina se constrói sobre o respeito mútuo entre os que são comandados.

Mas também faltaria com o meu dever se não alertasse o alicerce básico das nossas Forças Armadas – os sargentos – contra a terrível campanha que neste país [ilegível] contra o Presidente da República e mais especificamente contra o pensamento representado pelo Presidente. Se os sargentos me perguntassem – estas são as minhas últimas palavras – donde surgem tantos recursos para campanha tão poderosa, para mobilização tão violenta contra o governo, eu diria simplesmente, sargentos brasileiros, que tudo isto vem do dinheiro dos profissionais da remessa ilícita de lucros que recentemente regulamentei através de uma lei. É do dinheiro maculado pelo interesse enorme do petróleo internacional e de companhias nacionais contra a lei que também assinei do monopólio da importação de petróleo pela Petrobrás. É do dinheiro que se levantou contra outro ato que também praticou o Presidente da República, que foi a encampação de todas as companhias particulares de refino, mas atos que pratiquei rigorosamente dentro da lei e no espírito da Lei 2004, criada pelo grande e imortal Presidente Vargas.

Esse é o dinheiro graúdo. Se os sargentos me perguntarem sobre o dinheiro mais miúdo, mas também muito poderoso, eu diria que é o dinheiro dos proprietários profissionais de apartamentos em todo o Brasil, de apartamentos que estavam sendo negados aos brasileiros, de apartamentos que não se alugavam mais em cruzeiros, de apartamentos cujo aluguel já se exigia pagamento em dólar, como se Copacabana fosse um país estrangeiro, como se os brasileiros vivessem subordinados a outros interesses. É o dinheiro, por outro lado, senhores sargentos, de comerciantes desonestos que estavam explorando e roubando o povo brasileiro e que o governo, no direito legítimo que lhe confere a lei, defendeu e deu ordem ao Ministro Jurema para que não mais permitisse a exploração e que defendesse o povo em toda a sua integridade. Enfim, trabalhadores, enfim, militares, enfim, brasileiros, é o dinheiro dos grandes laboratórios estrangeiros de medicamentos. De laboratórios que terão que cumprir a lei ou terão que ser subordinados à lei porque o Presidente da República não vacilará um instante sequer na execução de todas as leis e de todos os decretos.

Fonte: Jornal do Brasil, 31 mar. 1964.

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[16/04/64] Cruzada cívica - Editorial de 16 de abril

Agora é pensar na Pátria. Unicamente nela, sob o império de vontade cívica. O País se organizou para tranqüila e serenamente voltar ao trabalho com uma só vontade cívica dirigida para o esforço do desenvolvimento econômico, do saneamento financeiro, do progresso social e da plena restauração dá democracia representativa.

Com a posse ontem do Presidente Castelo Branco já existem as condições políticas para encarar com otimismo e confiança, com civismo e espírito de sacrifício, a obra de reconstrução nacional, interrompida duas vezes no período de um só mandato.
O País revelou-se por seu povo, acima das contingências dramáticas, da incúria administrativa e da investida ideológica e subversiva do comunismo. Venceu-as e vence mesmo as dificílimas contingências que cercam o início do trabalho do Governo constituído ontem sob os melhores auspícios da Nação.

As dificuldades à vista e aquelas ainda por serem reveladas pelo novo Governo, demonstrativas dos erros e omissões passados, vão impor ao País uma serena disposição cívica de sacrifícios. Não será este o memento do pensamento particularista, de indivíduos, grupos e classes. A democracia representativa só será plenamente revivida e protegida de novos ataques, com a afirmação definitiva dessa disposição cívica.
Serão tempos duros, mas serão dias de promessa de vida melhor e mais segura para todo o povo. Não temos dúvidas ao refletir essa esperança nacional porque o movimento de 31 de março não pode frustrar a Nação.. E não a frustrará como se depreende da vontade férrea dos militares que o fizeram, prontos a voltar às armas recolhidas à caserna a qualquer ameaça sobre a situação instalada em favor do Brasil.

As declarações do Ministro da Guerra são significativas dispensando análises exegéticas. Nada deverá perturbar, por falta de civismo, desamor ao Brasil ou conluio subversivo, a volta à dinâmica do desenvolvimento ordenado com finalidade social. Nada deverá interpor-se a esse objetivo central, patriótico e democrático. Sem isso não poderíamos honrar a promessa solenemente firmada pelo novo Presidente em seu notável discurso de posse. A promessa da normalização política integral com a passagem do Governo, em janeiro de 1966, ao eleito em 1965. O discurso do Presidente Castelo Branco é o marco inicial da grande oportunidade regeneradora. Em linguagem nobre e direta, o Presidente lembra-nos o dever da escravidão à lei, do respeito esquecido ao império da lei, ponto de partida e rumo da cruzada que prega ao povo brasileiro pelo progresso, e por um futuro, melhor que reflita "não, apenas, a herança admirável da unidade nacional, mas a concórdia de todos os brasileiros". Voltamos a ter um Presidente de todos os brasileiros e "não o chefe de uma facção". Nessa qualidade é possível afirmar nossa posição independente - não a independência facciosa entregue ao "comunismo - diante do mundo. Na honra dos tratados e pactos celebrados não se deverá jamais interpretar a interferência inadmissível "por discreta e sutil que venha a manifestar-se".

Saímos de um arremedo de democracia, graças a uma revolução autêntica, amparada pela grande maioria do povo brasileiro. Golpe de estado era a revolução do janguismo, operada de cima para baixo contra a vontade do povo, com a utilização criminosa do aparelho do Estado.

Por isso, o Presidente Castelo Branco pôde afirmar ontem que voltamos a um Governo de maioria "com a colaboração e o respeito das minorias". Governo de maioria votado ao bem-estar, principalmente das populações sofridas do Nordeste e do nosso universo não desenvolvido. A "arrancada para o desenvolvimento econômico" será o "centro das preocupações do Governo", disse o Presidente da República. Abre-se, assim, perspectiva da retomada de uma política séria de investimentos a ser traçada pelo Estado, que "não será estorvo à iniciativa privada".

Não há bem estar possível sem desenvolvimento gerador de excedente econômico a distribuir para o consumo do povo em padrões cada vez mais elevados. O novo Governo não pretende, como se vê, distribuir o escasso, criando consumidores privilegiados em detrimento de outros em pontos distintos do território nacional.

Não há bem-estar sem justiça social "devida ao trabalhador", e sem "constante evolução capaz de integrar" realmente as populações marginais.

Não há bem-estar sem as "reformas que se fizerem necessárias", porque o novo Governo combaterá os "malefícios da extrema esquerda" sem fazer nascer "uma direita reacionária". Nessa frase, o Presidente Castelo Branco se coloca em posição para preservar não só a unidade como a concórdia de todos os brasileiros.

A revolução venceu a demagogia e a comunização, mas não foi feita para perpetuar privilégios iníquos e diferenças de renda a corrigir pela elevação do padrão de vida geral. Com esse fito central do desenvolvimento econômico e da justiça social, a primeira coisa a fazer é repudiar o fato que provoca as incompatibilidades anarquizantes. Este fato é "a orgia inflacionária". Pela precisão do pensamento citamos na integra:
"Creio, firmemente, na compatibilidade do desenvolvimento com o processo democrático, mas não creio em desenvolvimento à sombra da orgia inflacionária, ilusão e flagelo dos menos favorecidos pela fortuna".

A democracia representativa é compatível com o desenvolvimento e vice-versa. Ela é incompatível com a anarquia financeira, cujo produto final é a indisciplina social.

Esta é a hora do trabalho e do sacrifício. E o exemplo que a Pátria exige deve partir do Estado o dos homens de empresa. A vontade cívica deverá contaminá-los para contaminar e avassalar a Nação em sua cruzada regeneradora.

Este é o momento de servir ao Brasil. Não de servir-se do Brasil.

Lançamento da 3ª edição da coletânea A Ditadura de Segurança Nacional ocorre quarta-feira

A terceira edição da coletânea A Ditadura de Segurança Nacional no Rio Grande do Sul (1964-1985): História e Memória será lançada nesta quarta-feira (2), no Teatro Dante Barone, a partir das 19 horas, dentro da programação do Seminário Jango, as Reformas de Base e o golpe de 1964. O volume 1 trata do tema Da Campanha da Legalidade ao Golpe de 64. O volume 2 enfoca arepressão e resistência durante os "Anos de Chumbo"; o 3 é intitulado Conexão repressiva e Operação Condor; já o 4 aborda a temática do fim da ditadura e o processo de redemocratização.

O projeto da coletânea a Ditadura de Segurança Nacional no Rio Grande do Sul é coordenado pela Escola do Legislativo da Assembleia gaúcha e foi realizado em parceria com o Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Departamento de História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A primeira edição foi lançada em 2009 e a segunda em 2010.

 

1º de abril de 2014

64

nos todos somos de uma geração que viveu as consequencias de 64....

mas os comentaristas de hoje de manha - macedo, jurandir soares- deram todos a favor dos milicos.
pra ti ver comoe sta coisa ainda tá encruada...o macedão chamou o jango de molengo, sem vontade de governar.

fracote , que modo superficial de analisar uma coisa como aquela....

salários

Telmo Flor, chefe do correio do povo está na casa dos 20 kg de alcatre mensais...

RBS

Cristina Borges Ranzolin passa dos 20 kg de alcatre mensal e Francisco Paulo Santana está na casa dos 23 kg de alcatre mensais.

teatrinho

esta nova licitação do onibus de porto alegre tá parecendo um teatrinho.....

EPTC num mato sem cachorro????

no domingo, lá pelas 3 da tarde, quando o arena(t2) passou na carlos gomes tinha varios caras na parada. o motora quase não parou....era um boia fria, ele não entendia nada do trajeto. dentro do onibus, quando vi que ele não entendia nada do trajeto, dei as dicas até o arena. diz ele que era só esta viagem...

me lembro agora segunda de manha quando ouço o vanderley capelari da eptc dizendo grandes coisas so gps...não sei o que mais no novo transporte. na verdade alguns motoras da carris e outros não sabem nem o trajeto. são jogados lá e que se vierem com os passageiros.

boa materia

gostei da materia da zeagá de domingo sobre o meu grenal....

inesquecível....

coincidencias.

humberto gessinger e carlos gerbase borghetinho concordam pelo gremio do 235
cacalo e gabriela markus concordam no 331

do lado dosvermelhos coincidenccias

luigi e fernando carvalho concordam no 373 keny braga e renata fan concordam no 297

li de cabo a rabo...boa materia. aliás são depoimentos, apenas!
o reporter não mete o bico. 10 gremistas e 10 colorados que eles chamam de ilustres. bão,até que são!

PARABENS PRO COLORADO DA PALMEIRA

quero externar daqui meus cumprimentos do colorado da palmeira das missões...ele é comentarista esportivo e me pareceu que ouvi a voz dele ecoando nas cabines do arena no domingo...terá sido uma alucinação minha???!!!!

bom comentarista

NÃO CONHEÇO, nunca vi....

mas gosto do jeito do silvio benfica comentar futebol na gaucha....

e até o sala de redação ele media melhor que o pedenardim, a meu ver.

Fotos de Luizinho Morem

Nas Minhas Andanças Pela Cidade Consegui Clikar " UM Homem Numa Moto Carregando Uma Escada Maior do Que ELE e a MOTO JUNTO !!! E PENSEI ESSE QUER SUBIR NA VIDA DE QUALQUER MANEIRA QUE CORAGEM EM ?

64

Os brusquenses e o golpe militar de 64

por Paulo Vendelino Kons, historiador

Há exatos 50 anos, na madrugada do dia 31 de março de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo chefiado por João Belchior Marques Goulart (São Borja/RS, 1º. de março de 1919 — Mercedes/Uruguai, 6 de dezembro de 1976), conhecido popularmente como "Jango", que fora o 24°. presidente do Brasil. Na oportunidade, o Congresso Nacional providenciou as medidas que tornaria ‘legalizado’ o golpe, pois o seu presidente, o senador Auro Soares de Moura Andrade, declarou o cargo de presidente da República vago alegando que Jango havia abandonado o Brasil, mas Goulart ainda se encontrava em solo pátrio. As eleições presidenciais foram prometidas para 1965, porém não realizadas. Os militares passaram a eleger os presidentes indiretamente e a ditadura se tornaria mais severa a cada ano. O povo se mostrou confuso com o que estava acontecendo, mas o aparente crescimento econômico fez com que a população se acomodasse. Mais a frente a censura fez com que se calasse. O golpe impediria tentativas de implantação de uma política comunista no Brasil, com os anos viriam os Atos Institucionais e o regime que tomara o poder através de um golpe se estabeleceria sobre bases legais, porém autoritárias.

Em Brusque não ocorreu apenas a mudança do nome da praça central, mas houve a cassação de um vice-governador, a prisão e tortura de brusquenses, desenvolvimento industrial e significativas mudanças na ação pastoral da Igreja católica e na linha de atuação do principal sindicato de trabalhadores. Os veículos de comunicação de Brusque, unanimemente, apoiaram a tomada de poder pelos militares, coadjuvados por civis. A maioria da população também se manifestara favorável. De acordo com o professor Aloisius Carlos Lauth, que está escrevendo o livro o “Sindicalismo em ação”, no qual apresenta sua visão sobre os acontecimentos de 1964, “Brusque teve uma ‘virada antropológica’ com a revolução de 64. Até 69, ainda tínhamos esperança de que os militares salvariam o país da esquerda comunista. Com os atos institucionais, a desilusão levou a busca de novos caminhos. As instituições assumiram diferentes posições que marcaram uma nova cidade”.

O clima social e político criado no governo João Goulart aumentava a instabilidade, levando o cunhado Leonel Brizola a romper com ele em 1963 e a criar a Frente de Mobilização Popular. Brizola fazia pronunciamentos noturnos na Rádio Mayrink Veiga, repercutidos na Rádio Araguaia de Brusque, com grande audiência na classe têxtil. O grupo dos onze consistia na organização de "grupos de onze companheiros" (como em um time de futebol) ou "comandos nacionalistas" liderados por Leonel Brizola, em fins de novembro de 1963. Era um grupo de esquerda, porém não socialista, era nacionalista e apoiava abertamente as políticas de base de Jango, dentro do contexto de radicalização política do período histórico. A ideia vingou entre os têxteis, que constituíram, em fins 1963, três G-11 nas Fábrica Renaux, Schlösser e Buettner. Os grupos não tinham constituição legal nem sede em Brusque, senão o vínculo do ideal de defesa dos direitos sociais e o desejo de serem construtores de uma nação forte. A maioria das pessoas era simpatizante. Dentre os trabalhadores, emergiram lideranças como Genésio Furtado, Júlio Vidal Pereira, Ovídio Paza, José Civinski. No imaginário dos operários, havia um grupo de esclarecidos com visão sindical, como queria o sindicalista Durval Vieira, líder do sindicato dos trabalhares nas indústrias têxteis. Vieira foi um sindicalista ideológico responsável pelo processo de conscientização da classe operária ao promover ciclos de formação e liderança sindical. Os novatos G-11 foram descobertos, ainda sem maturidade para organizar a armada e cumprir o ideal brizolista. De acordo com pesquisa de Lauth “um empresário da indústria têxtil, mandou chamar o urdidor Ovídio Paza e perguntou: o que você quer para estar ao meu lado? Ele respondeu: a independência do país e o cumprimento da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Não teve acordo, claro, nem mesmo quando se tentou suborná-lo como 1º. Operário Padrão SESI, em 1970”. Ovídio Paza chegou a ser preso pelo DOPS e levado a Brasília. E o grupo dos onze é sufocado e abortado na origem pelo golpe de 64, tendo Brizola se exilado inicialmente no Uruguai.

Regime de 64 altera denominação da praça central

Após o prefeito Cyro Gevaerd receber expediente do comandante do 23º. Batalhão de Infantaria, sediado em Blumenau, no qual é agraciado com o epíteto de expoente na luta anticomunista, em dezembro de 1964 é mudada a denominação da praça central de Brusque, inaugurada em 1º. de maio de 1951, com a designação Praça Salgado Filho, um dos ícones do getulismo e do trabalhismo, para Praça Barão de Schneéburg. De forma sábia, Cyro consultou o primo Ayres Gevaerd, que lhe recomendou homenagear Maximilian von Schneéburg, barão von Schneéburg, fundador (em 4 de agosto de 1860) e primeiro diretor da colônia Itajahy (Brusque).

Líder político brusquense, o vice-governador Dr. Francisco Dall'Igna foi cassado em 1966

Eleito vice-governador do Estado de Santa Catarina, em 3 de outubro de 1965, com 328.480 votos (51,85% do total dos votos válidos) na chapa encabeçada por Ivo Silveira, Dr. Francisco Dall'Igna (PTB) foi um médico e um político muito popular em Brusque e região. Atuou no Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência (SAMDU) e depois do sindicato dos trabalhadores têxteis. Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Brusque. Após ter sido eleito deputado estadual para o mandato de 1963 a 1967, compôs a chapa majoritária formada pela coligação de dois grandes partidos: PSD e PTB, com o slogan de campanha: “na desordem, ninguém produz”. Natural do Rio Grande do Sul, Dr. Francisco Dall'Igna, teve o seu mandato cassado em 19 de julho de 1966 e o cargo ficou vago até 9 de março de 1967, quando a Assembleia Legislativa escolheu Jorge Konder Bornhausen para ocupar o posto. A eleição de Bornhausen com idade abaixo da exigida para o cargo foi possível mediante a ação do governador Ivo Silveira, que engendrou a aprovação de uma emenda alterando para menos de 30 anos a idade mínima para o posto. Colega médico e vereador do mesmo partido de Dall'Igna, Germano Hoffmann explica que a cassação do “Dr. Chico da Linha” foi absolutamente injusta. Hoffmann declara também que seu amigo “de vice-governador passou em poucas horas a ser um homem em perigo, tendo saído silenciosamente de Brusque e buscado refúgio em Porto Alegre (RS)”. Falta reconhecimento a este grande homem público brusquense.

Padre Osmar Müller - Uma vida pela justiça

Da Igreja católica em Brusque, estiveram na alça de mira do movimento militar de 1964, dentre outros, o líder da Juventude Operária Católica Teodoro Haag (bairro Guarani), o padre professor e doutor Orlando Maria Murphy e o padre Osmar Pedro Müller, nascido aos 15 de março de 1931, filho de Francisco Olegário e Paula Olinger Müller. Ordenado presbítero a 25 de fevereiro de 1956, juntamente com os colegas de arquidiocese padres Ney Brasil Pereira e Gilberto Luiz Gonzaga, em 1963-1964 dedicou-se à Juventude Operária Católica – JOC, com trabalhadores das fábricas brusquenses. Um trabalho difícil, cumprido em obediência ao mandado do arcebispo Dom Joaquim. Em junho de 1968 participou de um Curso de atualização social em Olinda, promovido pelo IBRADES. Em carta a Dom Afonso Niehues (20 VI) assim se expressou: “Durante a viagem estava atento à paisagem, aos moradores, casas, costumes. Não pude deixar de ter um choque diante do casario das cidadezinhas da Bahia, Sergipe, Alagoas: impressionante a miséria, falta de iniciativa, de limpeza, de trabalho.” Em 1970 a Igreja em Santa Catarina desligava-se do Regional Sul-3 da CNBB e padre Osmar foi indicado para subsecretário e organizador do Regional Sul 4 da CNBB em Florianópolis, coordenando a pastoral das dioceses catarinenses. Segundo o historiador padre José Artulino Besen, padre Osmar Müller “sonhava com uma Igreja que Jesus Cristo sonhou: uma Igreja de comunhão, participação, solidária, pobre, missionária”. Em 1975 foi para a Bahia, coordenando lá o Projeto das Igrejas-Irmãs e assumindo a paróquia de Capim Grosso, na diocese de Bonfim. Foi como pobre para trabalhar entre os pobres: o mínimo de roupa e, de livros, apenas a Bíblia. Em carta a Dom Afonso (27 VII 77) resumia seu trabalho: “Estamos, Bruno e eu, numa “semana pastoral” (3 dias), lidando com reuniões do Povo, sobre a situação econômica, social, religiosa em que vivem, e com treinamento às lideranças, para que se sintam encorajados a movimentar o Povo.” Numa homilia em Serrolândia atacou a injustiça vigente: foi acusado de subversivo, comunista e por pouco não foi executada a ordem de prisão. Num Comunicado ao povo (22 VI 78) assim se defendeu: “Repudio como caluniosas, ridículas as acusações de comunista e subversivo [...]. No exemplo de Cristo vejo um convite sereno a continuar a ajudar os pobres, os pequenos, os miseráveis, esse nosso povo querido e sofrido de nosso sertão. Se um remorso me pesa é o de não ter tido mais coragem e mais dedicação a esses meus irmãos sem voz e sem vez. Pesa-me, não o que fiz, mas o que tenho deixado de fazer.” Entusiasmado pelo triunfo do Sandinismo em 1979, em 13 de outubro de 1980 dirigiu-se para a Nicarágua, decidido a doar-se àquele povo, como missionário: “Estou de partida para a Nicarágua. Desejo colocar-me à disposição desse Povo sofrido, heróico”. Ali, atuou primeiro numa paróquia de subúrbio, na capital, depois em Rosita, no interior, e finalmente em Waslala, região pobre ao norte do país, na fronteira com Honduras. Foi sempre mais tomado pela impaciência revolucionária: “Conseguiremos criar um tipo de pastoral revolucionária? Devemos criar estruturas eclesiásticas pastorais, paralelas às organizações revolucionárias do Povo? Parece que não. E sim, encarnar-nos nelas.

Mas então, como conseguiremos oferecer os serviços de evangelização, metánoia permanente, formação crescente para esses cristãos engajados? E que dosagem de politização (=compromisso com o bem comum, exercício do poder popular, disposição para os serviços comunitários e sacrifícios – sementes do futuro) devemos ir “inoculando” no Povo? Em que linguagem? Em que metodologia? Enquanto há essas tarefas cruciais de discípulos do Senhor, que nos toca em realidade fazer?” (Carta a padre Debiasi em 30 VII 81). Sofreu a campanha internacional contra a Igreja popular nicaraguense; sofreu com a falta de compreensão do Vaticano contra os Ministros de Estado padres; sofreu a incompreensão da CNBB que enviando um bispo para conhecer a realidade, elaborou um relatório negativista. Referindo-se ao bispo envolvido, padre Osmar escreve em carta a Dom Afonso (02 VI 82): “[...] A frase que instintivamente me vem à mente é a de Jesus: Mt 19,23 – “como é difícil um rico entrar no Reino dos Céus”. Não digo entrar no Céu. Parece que ele (o bispo) é sincero. Mas que não entra no reino dos céus, a partir dos pequenos e pobres, ele está mostrando que não consegue entrar. Toda uma formação-deformação lhe impede o passo”. Na Nicarágua contou com a amizade das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, do povo, dos líderes. Debilitando-se completamente no corpo, mas sempre mais forte no espírito sofreu calúnias, doenças, malárias, sequestro, acidentes por terra e por rio, viu homens e mulheres sendo presos, torturados, assassinados pelos “contras” financiados pelos EUA, viu também a elite política revolucionária cair na tentação do poder e da corrupção. Padre Osmar era outro: um presbítero revolucionário para quem a missão do Cristianismo era aliar-se à causa do pobres. Fora disso, não teria sentido nem futuro. Deixou palavras fortes para o Instituto Teológico Santa Catarina (ITESC): “Alegro-me por essa juventude que ainda se arrisca à aventura do Evangelho.

O tremendo, o desafiante é que no período de formação não se deformem: emburguesamento, privilégios, criticismo sem autocrítica (sem conversão). Continuo recebendo de várias pessoas a queixa séria contra nós, sacerdotes em Santa Catarina: somos burgueses, comprometidos com o dinheiro e comodidades dos que nos envolvem e pervertem, não levamos a sério nem Medellín, nem Puebla, nem o Concílio, nem muito menos o Evangelho.” (Carta a padre Ney Brasil – 10 VII 85). Padre Osmar Pedro Müller faleceu 08 de fevereiro de 1986. Foi sepultado junto de seus pais no Cemitério Municipal Parque da Saudade, em Brusque. Em sua lápide, o ideal que norteou sua ação heroica: “Não adianta construir castelos de fraternidade em cima de injustiça” (com a colaboração do padre José Artulino Besen, historiador eclesiástico e do bancário aposentado Inácio da Silva Mafra).

O brusquense Germer e o sequestro do cônsul Curtis Carly Cutter

Isko Germer, filho da artista plástica Frieda Pfutzenreuter Germer e do professor de matemática e vice-diretor do Colégio Cônsul, Leopoldo Germer, residentes no bairro Guarani, teve destacada atuação nos fatos relacionados ao Golpe Militar de 1964. Com a renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961, teve início o que ficou conhecido como campanha da legalidade, liderada pelo engenheiro Leonel Brizola, cunhado de Jango e governador do Rio Grande do Sul. Brizola e o general Machado Lopes, comandante do III Exército, baseado no Rio Grande do Sul, mobilizaram o estado em defesa da posse de Jango. Usando uma cadeia de mais de cem emissoras de rádio, o governador gaúcho conclamava a população a sair às ruas e defender a legalidade. A campanha da legalidade logo recebeu o apoio dos governadores Mauro Borges, de Goiás, e Nei Braga, do Paraná. Tenente da Brigada Militar, o brusquense Isko Germer cerrou fileiras ao lado de Brizola na defesa do Palácio Piratini, mesmo tendo os militares dado ordem “para matar Brizola e todos os que estivessem com ele”, inclusive ataque com aviões da FAB Gloster Meteor ao Palácio Piratini. Isko Germer e outros integrantes da Brigada Militar distribuíram armas para a população resistir e milhares de pessoas foram às ruas para garantir a posse de Jango.

No inicio de 1970, a Vanguarda Popular Revolucionária - VPR - atuava no Rio Grande do Sul através da UC - Unidade de Combate "Manoel Raimundo Soares" (UC/MRS) -, um organismo numeroso, com mais de duas dezenas de militantes, reforçado pelos ex-membros do Partido Operário Comunista - POC. Havia, também, estabelecido aliança com o Movimento Revolucionário 26 de Março (MR-26), dirigido por Almir Olimpio de Melo, mais conhecido como "Paulo Melo". Integrante do grupo o brusquense Isko Germer. Em 4 de abril de 1970, Curtis Cutter, então cônsul americano em Porto Alegre, viu um Fusca bater em seu Plymouth Fury. Estava quase saindo do carro quando percebeu que não era um acidente, mas uma tentativa de sequestro. Antes de tentar levá-lo, militantes de esquerda já haviam feito reféns o embaixador dos Estados Unidos, Charles Elbrick, e o cônsul-geral do Japão, Nabuo Okuchi, libertados em troca de presos políticos. Depois de levar um tiro, Cutter acelerou o carro, atingindo um dos guerrilheiros. O atropelado era Fernando Damata Pimentel, que foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da presidente Dilma Rousseff, também integrante da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares. E na perseguição movida pela DOPS, DPPS, CENIMAR e DOI-CODI foi capturado o ex-tenente da Brigada Militar, o brusquense Isko Germer, que foi julgado por Tribunal Militar, sendo o seu processo de nº. 6735 – 12.00/98.4. Inácio da Silva Mafra, nascido aos 25 de setembro de 1947, na Maternidade Cônsul Carlos Renaux, filho de Manoel da Silva Mafra, lavrador, e de Inês Mafra, lavradora, residentes em Águas Claras, neto paterno de João Primo Mafra e Florentina Heil Mafra, neto materno de Luiz Esperandio Zanca e de Rosa Tomazzia, foi preso na ocasião, por integrar a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares – setor de massas.

Do Seminário de Azambuja a VAR-Palmares

Filho de tradicional e numerosa família brusquense, Inácio da Silva Mafra, 66 anos, ingressou no Seminário Menor Metropolitano Nossa Senhora de Lourdes (Seminário de Azambuja) em 1959 e lá permaneceu até fins de 1965. Em 1966, atuou como professor no Seminário Preparatório de Antônio Carlos/SC. Nos anos de 1967 e 1968, Inácio Mafra continuou seus estudos seminarísticos no Seminário Maior Paulinum, de Curitiba. Mafra foi um dos cerca de mil estudantes que haviam comparecido ao 30º. Congresso da União Nacional dos Estudantes, iniciado clandestinamente num sitio na cidade de Ibiúna, localizada a 70 Km de São Paulo. Todos foram presos na manhã do dia 12 de outubro de 1968 por soldados da Força Pública e policiais do DOPS. Mafra foi desligado do Seminário. Em Porto Alegre, após integrar a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares – setor de massas, esteve preso por um ano e seis meses no presídio da Ilha do Guaíba e no quartel do bairro Praia de Belas. Foi torturado no momento da prisão e no dia seguinte. Coroinha da solene missa de sagração episcopal de Dom Afonso Niehues, no Santuário de Nossa Senhora de Azambuja, em 5 de abril de 1959, Inácio Mafra contou com a intercessão de Dom Afonso junto ao Cardeal Arcebispo de Porto Alegre, Dom Vicente Scherer, que pediu pela vida e pela integridade física de Inácio Mafra às autoridades militares, tendo Inácio visitado o Cardeal após ser libertado. Um ano após Mafra estava novamente participando da VAR-Palmares e no final de 1973 o DOPS tentou prendê-lo, mas conseguiu fugir pelos fundos da Casa do Estudante, onde morava. Veio a Florianópolis, Blumenau e em seguida foi para Buenos Aires. Voltou para Foz do Iguaçu e Curitiba, onde foi até um cartório e, com alguma artimanha, conseguiu a certidão de Paulino Maciel de Lima. Em cima do "P" datilografou a letra “R” e virou Raulino. Mafra ficou mais de oito anos desaparecido de 1975 a 1983, período em que adotou outra identidade para não ser preso e morto. Raulino mudou-se para Belo Horizonte, fez concurso para o Banco do Brasil e acabou aprovado. Ficou assim até 1982, quando assumiu a verdadeira identidade. Fez outro concurso com o nome de Inácio Mafra, para o mesmo Banco do Brasil, e foi aprovado em primeiro lugar. Retornou a Santa Catarina com a eleição de Tancredo Neves e ingressou no Partido Comunista Brasileiro (PCB). Foi vice-prefeito de Blumenau por dois mandatos. Mafra admite que o regime militar criou um fosso de novas lideranças no País. "Houve um tolhimento de ideais e quem perdeu foi a sociedade", conclui.

50 anos do Golpe

Po o Cristhopher que tem 37 anos falando sobre os 50 anos do golpe é meio brabo, mas vamos lá(olides canton)

por Christopher Goulart, vereador suplente de Porto Alegre

“Meio século é muito tempo na vida de uma pessoa, mas quase nada na história de um país”. Foi exatamente o Presidente João Goulart quem falou esta frase em uma conversa familiar, na solidão do exílio em que foi condenado a viver seus últimos dias. De fato, neste dia 1° de abril, a cidadania requer um momento de reflexão sobre os caminhos da Nação brasileira.

Diariamente, deparamos em diversos veículos de comunicação com matérias sobre a necessidade de Reformas Estruturais no Brasil. A Reforma tributária tão esperada nunca acontece. A concentração de recursos pela União zomba do conceito de República Federativa. A Reforma Agrária se confunde com Reforma Fundiária. As empresas transnacionais remetem os lucros para suas matrizes no exterior, sem qualquer obrigação de investimento em território Nacional. Seguimos atolados num sistema educacional deficiente, ao mesmo tempo em que permanecemos reféns dos estratosféricos lucros dos Bancos. E o que falar da dívida pública? Sustentamos um sistema Financeiro prejudicial ao trabalhador brasileiro, com apoio de sucessivos Governos. Não há nenhuma diretriz no sentido de reformar esta estrutura Econômica. Sequer um indicativo da realização de uma Auditoria Oficial desta dívida que emperra o desenvolvimento do Brasil, condenando-o ao pagamento de Juros e mais juros.

Refletir sobre meio século de um país que não aconteceu, é, lamentavelmente, recordar também o retrocesso da Ditadura Militar. É nossa obrigação reforçar permanentemente o conceito de que, em termos de repressão, o silêncio é cumplicidade! Uma geração foi silenciada, pelo autoritarismo, pela brutalidade. Crimes contra a humanidade, como a tortura, sob mando do próprio Estado brasileiro, que Constitucionalmente tem a obrigação de proteger o cidadão, foram anistiados. Por tudo isso, meio Século, quando administrados pela subserviência de interesses econômicos alheios ao verdadeiro desenvolvimento Nacional, quando submetidos à ignorância de um Regime Ditatorial, pode ser, sim, muito tempo na história de um país. Essa é a reflexão. Retomarmos um caminho pacífico de mobilização popular em torno das Reformas Estruturais e institucionais, reafirmarmos nosso compromisso com a Democracia e falar com toda a liberdade: Ditadura, nunca mais!

de Serafina

O dr. Ewaldo Cervieri vai deixar aquela casa. quem lembra dela é o dr. Oraldo Umberto Rodrigues, que adverte sobre nomes de ruas de serafina, inclusive ir ao Judiciário..que bronca!!!!!!!!!!!!(olides canton)

Por Dr. Oraldo Umberto Rodrigues,de POA.

Quanto a casa que mencionaste eu não lembro, aliás desde que me conheço aquela casa sempre existiu, parece que é obra do ateu Maximiliano Cremonese. O fato é que lembro quando o proprietário casou (a festa foi no andar superior daquela famigerada cantina que gerou aquela disputa.) Mas certamente é uma construção antes de 1958.

Quanto aos nomes de ruas de Serafina eu acho que devem ser válidas todas as indicações desde que passam pelo crivo do legislativo. Se é verdade que o legislativo criou a lei não é menos verdade que o próprio legislativo terá que acatar a própria lei que criou. Portanto penso que serão pífias as indicõeso de nomes de pessoas que NADA fizeram por Serafina, foram embora e nunca mais voltaram NEM PARA VISITAR AMIGOS QUE LÁ DEIXARAM se é que deixaram. Posso afirmar que as aberrações cometidas no passado não se repetirão. A despeito de existir a lei, existe uma escola com o nome de uma pessoa que nada fez por Serafina, mas como se trata de uma escola estadual e a filha do homenageada quem sabe opinou e ficou como ficou. Mas a legislação municipal vai ser cumprida, mesmo que seja com a provocação do poder judiciário. Avise aos navegantes.)

Tem novidade na composição do Legislativo Serafinense

Deve ser a primeira vez que o PDT assume uma vaga na CMSC pra grande alegria do prof. Mauro Rocha, desde Palmeira das Missões(olides canton)

Mais uma mulher está atuando na Câmara de Vereadores de Serafina Corrêa. Durante a Sessão Ordinária de 31 de março, segunda-feira, Evane Mara Gagiola Dalla Rosa entregou documentos e prestou seu compromisso, antes de ser empossada como Vereadora. Representante do PDT, Evane permanecerá no Poder Legislativo Municipal até o dia 29 de abril deste ano, ocupando a vaga do Vereador licenciado Gilmar Facco. A nona reunião ordinária do ano contou também com o retorno do Vereador Paulo José Massolini (DEM), que esteve licenciado pelo período de um mês, sendo substituído neste período por Moisés dos Santos. Nesta sessão, foram deliberados dois projetos encaminhados pelo Poder Executivo, conforme segue:

Serafina Corrêa fica em 9º lugar no Programa de Coleta de Óleo Saturado

No dia 26 de Março de 2014, a Prefeitura de Serafina Corrêa, através do Departamento de Meio Ambiente, esteve na Expoagro AFUBRA juntamente com representantes das escolas do município para solenidade de entrega dos cheques bônus do Programa de Coleta de Óleo Saturado. A premiação é referente ao ano de 2013 e Serafina Corrêa ficou em 9º lugar entre os 86 municípios participantes do programa. Foram premiadas a seguintes escolas: Escola Estadual Geny Pinto Cadore; Escola Municipal Agrícola; Pré-Escolar Castelinho do Saber; Escola Municipal João Corso; e Colégio Estadual Carneiro de Campos.

O programa vem sendo desenvolvido em Serafina Corrêa desde 2009 e já recolheu mais de 5.000 litros de óleo que deixaram de poluir o meio ambiente. Todo o óleo coletado é transformado em biodiesel nas instalações da própria AFUBRA (Associação dos Fumicultores do Brasil) e abastece sua frota de caminhões, caminhonetes e tratores. Para participar basta armazenar o óleo vegetal, gordura hidrogenada ou banha usados em garrafas PET e entregar em uma das escolas do município. A Prefeitura de Serafina Corrêa, através do Departamento de Meio Ambiente parabeniza as escolas participantes e convoca toda a comunidade a colaborar com esse importante projeto!

Mais uma pá carregadeira para Serafina Corrêa

A Prefeitura de Serafina Corrêa, através da Administração Pública, vem buscando melhorar a vida dos serafinenses, com a implantação de projetos e obras que beneficiam toda a comunidade. Investimentos vem sendo realizados em todas as áreas e buscando, de todas as formas, suprir as necessidades e demandas, além de projetar melhorias e obras para o futuro, com mobilidade urbana, infraestrutura e qualidade de vida. Através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a Prefeitura de Serafina Corrêa recebeu, no dia 27 de Março de 2014, uma pá carregadeira. O objetivo da aquisição desse importante equipamento faz parte do apoio ao Pequeno e Médio Produtor Agropecuário, com investimentos que passam de R$ 360 mil. Com emenda do Deputado Federal Giovanni Cherini e contrapartida do município, a pá carregadeira irá beneficiar toda a comunidade, especialmente os agricultores com eficiência, agilidade e desenvolvimento do setor.

Cinema

AS MUTAÇÕES DE RENOIR

por Eron Duarte Fagundes

Entre os filmes exibidos no ciclo de obras de cabeceira do crítico e realizador francês FrançoisTruffaut, está O rio sagrado (The river; 1951), rodado na Índia para produtores americanos pelo maior de todos os cineastas franceses, Jean Renoir. Considerado pelo diretor norte-americano Martin Scosese um dos mais belos filmes do mundo, O rio sagrado é um ponto de transição —ponto ou ponte— dentro do périplo fílmico do cineasta de Boudu salvo das águas (1932) e Toni (1934), duas obras-primas que edificaram o olhar da objetividade cinematográfica em face de poética narrativa. Baseado num romance de Rumer Godden, O rio sagrado afasta-se e todavia refere-se constantemente ao realismo de filmar de Renoir; é uma alegoria transparente, onde Renoir está a um passo da intimidade com personagens que lhe são distantes mas nunca adota esta intimidade como fazia claramente em seus filmes franceses anteriores. Esta transição, imponderável e difícil, é bem definida pela argúcia do próprio Renoir ao aludir a seu filme: “Nessa época a grande ideia dos produtores de Hollywood era a de me fazer realizar o mesmo gênero de filmes que já fazia na Europa. Fiquei lisonjeado por saber que eles gostavam de meus filmes, mas eu era um ser novo, ansioso em expressar na minha obra tudo o que me tornara. Havia, assim, um mal-entendido total.” Isto lembra o que disse o italiano Federico Fellini dos produtores americanos: queriam que ele refilmasse seus sucessos italianos e, como Fellini estava sempre em busca de renovação, resistiu às cantadas hollywoodianas, nunca mudou de casa. Com Renoir deu-se que a Segunda Guerra Mundial o obrigou a retirar-se da França para a América. O rio sagrado é uma destas tentativas de adaptar seu ego cinematográfico às obrigações com os produtores. Pode-se dizer que Renoir se sai com alta dignidade: O rio sagrado é o poema indiano de Renoir, um festival de imagens elaboradíssimas, diálogos tão cinematograficamente precisos quanto sempre e aquela narrativa-over, com voz feminina (a protagonista), que nunca desmancha a fluência visual em que Renoir é mestre insuperável.

Uma das sequências fundamentais deste filme - e fundamental da própria história do cinema— é aquela em que uma personagem conta a um grupo uma história antiga, como em conto arcaico e simbólico, em que criaturas da atualidade narrativa se convertem em seres da contemporaneidade do filme, a Índia do rio Ganges nos anos 40— é uma espécie de filme criado pela cabeça de uma personagem, as palavras da personagem desenhadas pela câmara magistral de Renoir, uma simbiose entre o mágico e o documental que é a essência mesmo do cinema de Renoir exacerbado neste instante de transição de Renoir. E, como aduziu Truffaut, os sentimentos pessoais é que informam a estrutura em que se armam os filmes de Renoir, e assim O rio sagrado expõe o sentimento da consciência humanista de Renoir dentro da inconsciência geral em que esta consciência se manifesta; mesmo sem os instrumentos de informação hindus, foi possível erguer uma aproximação a este difícil universo que Godden deitou diante de Renoir. Entre as curiosidades históricas de O rio sagrado, é a participação do indiano Satyajit Ray como assistente de direção (ele na verdade ajudou Renoir a topar locuções); deste encontro com Renoir, Ray passou a interessar-se por cinema e veio a ser o mais estimado dos cineastas de seu país.



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OLIDES CANTON - JORNALISTA E ESCRITOR

Nascido em 16 de Janeiro de 1952 na cidade de Serafina Corrêa-RS, Olides Canton passou nesta cidade toda a sua infância. Mudando-se para Porto Alegre, cursou a Escola Julio de Castilhos, tornando-se Bacharel em Comunicação Social pela FABICO/UFRGS em 1982. Trabalha como Jornalista desde 1970. Trabalhou na Companhia Jornalística Caldas Júnior, Jornal Zero Hora. No Jornal do Brasil e Revista Carga e Transporte atuou como free-lancer. Editor do Jornal de Bordo e Revista Fitness. Possui 9 livros publicados. Ganhou quatro prêmios de Jornalismo, um do Badesul, dois do Setcergs e um da ARI. Registro no Sindicato dos Jornalistas RS: 2776 - Registro Jornalista - Mtb 4959.

Telefone: (51) 3330-6803
e-mail: contato@deolhoseouvidos.com.br

Autor de inúmeros livros, Olides Canton firmou-se como um
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