Blog de celebridades, fofocas, opinião e notícias



2 de setembro
de 2014

EXCLUSIVO

JULIO PACHECO CONTA COMO FEZ A FAMOSA GRAVAÇÃO DA DISCUSSÃO ENTRE JANGO E OS JORNALISTAS NO PALÁCIO PIRATINI QUANDO ELE RESOLVEU ACEITAR O PARLAMENTARISMO E RECUAR.


identificados na foto...além de jango,carlos contursi, fotografoe um assessor de brizola,Marco aurélio Barbosa, o ' cururu' do Quaraí,Leo Ramos,Naio Lopes de Almeida, sobrinho de Jango,Flávio Gonçalves Dias,da Itaí,Fernando Barros, Julio Pacheco,deputado Milton Dutra. a foto é do Jairo Brandebuskri. o dono da foto, Julio Pacheco, anotou" ainda da chegada de jango ao palácio. O presidente não tinha fósforos".

pOR jULIO CESAR PACHECO...

No dia 02 de setembro de 1961, tendo em vista a possibilidade de viajar para Brasilia, procurei conseguir na Rádio Gaúcha, na época no 11º andar do Edifício União, uma gravadora. Como a rádio estava requisitada somente consegui um gravador "Geloso" do Departamento de Esportes que me foi alcançado pelo Ari dos Santos. Com ele permaneci no Palácio aguardando os fatos. O Jango lança um manifesto por volta de 22 horas informando a aceitação do regime parlamentarista o que provocou grande revolta dos jornalistas. Hamilton Chaves, Carlos Contursi, Carlos Bastos, Flávio Tavares, Tarso de Castro, Norberto Silveira e outros demonstram grande revolta com a nota o que, sem dúvida chegou ao conhecimento do Jango. Brizola não apareceu. Lá pelas 22.40 ouve-se um grande alarido no térreo do Palácio com gritos do Flávio Tavares de que o Jango, " o Presidente sem emenda parlamentarista queria falar com os jornalistas ". Jango estava acompanhado de Nei Brito, Chefe da Casa Civil e do Carlos Contursi. Tive a felicidade de ligar o gravador e guardar a integra dessa conversa, bastante alterada em alguns momentos entre Jango e os jornalistas. A integra destes termos é, hoje 53 anos depois,de domínio público. Recebi a solicitação de um dos participantes do episódio de empréstimo do acetato original o qual nunca me foi devolvido.
Existe uma cópia nos arquivos da Rádio Gaúcha pois forneci quando da comemoração dos 30 anos da Legalidade. No mais, a íntegra, está no livro "Reportagem da Legalidade" do Norberto Silveira (1991). Êste gravador me acompanhou à Brasilia à bordo de um Curtiss Commander da Varig
onde acompanhei a posse do Jango e fiz uma boa matéria com o Governador Mauro Borges de Goiás.

MIA COUTO DIZ QUE GOSTA 'MUITO' DO SEU LADO FEMININO...



O escritor moçambicano, nascido em Beira( se não me engano é a cidade onde o Antônio Oliveira e Teresa moraram em Moçambique) disse hoje na aula magna da UFRGS que perdeu os pruridos do machismo e que agora dá vazão ao seu lado feminino...

- Gosto deste meu lado, contou ele....

Com um auditório totalmente lotado, principalmente de mulheres, Mia Couto discorreu sobre sua vida, de onde vem sua inspiração poética de escritor.

Falou principalmente em sua casa onde morou na infância e falou muito do seu pai - um ferroviário que gostava de juntar pedrinhas ao longo do caminho ferroviário.

Mia, cujo nome é Antônio, é talvez hoje um dos escritores africanos mais conhecidos no mundo. Começou a vir pro Brasil há uns 15 anos e na época era um ilustre desconhecido.

MULHERES EM FRENISI


a urgs recebe mia co uto...

Couto contou que esteve na jornada de Passo Fundo - citou a professora Tânia Rossling - e que das 3.500 pessoas que estavam embaixo ' daquela tenda ' - ' seguramente 3.400' eram mulheres.

- Muitas das perguntas que me enviaram eram do tipo: te espero ali fora....contou ele , demonstrando o assédio feminino.

Particularte gostei do papo do Mia Couto. Achava que pela fama ele fosse mais besta, mas não é nem um pouco. Entendi que ele aprendeu a lidar com a fama e sabe separar muito bem as coisas. Ficou o tempo todo sério e em nenhum momento se mostrou deslumbrado, dando provas de que já aprendeu a lidar com a fama e os fãs....(geralmente uns chatos de galocha...)

Eu não gosto da palavra profissionalismo, mas no caso de Mia ela poderia ser empregada....

Na hora da coletiva da imprensa, até algunas ' guriazinhas deslumbradas' - uma de um grande jornal da capital que tentou demonstrar uma certa ' intimidade' com ele, dizendo ' estamos aqui de novo' -( é que ela tinha feito uma matéria que saiu no jornal que trabalha na edição de segunda)- ele levou numa boa...Não se impressionou, respondeu a todos com respeito,até quando o louco do Sérgio Pantera - outro escritor - pediu pra fazer uma associação , uma parceira proque Mia é biólogo e Pantera quer fazer negócios. Mia não disse nada, respondeu a tudo com respeito, dizendo mais ou menos, depois nós vamos ver isto....



* O aspecto que me chamou a atenção foi que a aula magna da URGS tenha tido um escritor moçambicano a dar, no começo do segundo semestre.

Mas claro que Mia aprendeu a ser um ' produto', ou seja, ele faz o que o ' mercado ' - que ele costuma criticar e criticou hoje - manda que faça. tipo assim como beber uma coca-cola...

Mia Couto contou que os pais queriam que ele fosse médico. Não deu...foi ser biólogo e parece que sempre levou isto muito a sério, embora não se ache um cientista....

(Olides canton)

O AUTOGRAFO DE MIA COUTO



Quis pegar esta autografo do Mia Couto como uma homenagem de um querido amigo, que não vejo há muitos anos...

Quando falei no Licinio Silveira ele riu e demonstrou ser muito seu conhecido. disse até um nome, ou apelido, que não consegui ouvir...

falo isto porque o Licinio quando vinha de Maputo nos anos 70/80 me trazia livros do Mia Couto, acho que procurando tenho ainda lá em casa....

se é que não os joguei fora...espero que não...

Hoje, como uma espécie de redençaõ fui pegar seu autografo e vou guardar....

(Olides Canton)

Churrasco

A PF ouviu hoje funcionários da ALRS sobre o famoso, já,churrasco do presidente Sossella....Foram ouvidos três deles...

* O churrasco é dia 3, no Harmonia....2.500,00 contos é salgado .....

Racismo

PROTESTOS DA TORCIDA DO GREMIO CONTRA O RACISMO. DO LADO DE FORA....

a torcida do gremio pediu domingo no jogo contra o bahia o fim do racismo no estádio...fiz estas fotos na rua, não foi cobra mandada da direção como depois se viu no campo....

TOU CUIDANDO DE MINHA VIDA.

depois de tudo que passei, agora cuido de minha vida...

quando morreu o irceu gasparin, prefeito de serafina, em 1982, meses depois encontrei sua viuva, em torres, com as crianças pequenas...

ela apenas me disse:

-agora tenho que cuidar de mim e de meus filhos....

é isto daí...
como diz o cerutti, que não vejo há tempos, depois do caos vem a ordem....assim deus fez na criação do mundo(não me venham com religião pra cima de mim, a minha fé é no trabalho, foi o legado que meu pai deixoupra nós....)

Ufrgs

LAGARTEANDO NO PATIO DA URGS, NA 6 PASSADA....




a gurizada senta no chão...quando se imaginaria isto nos tempos dos milicos....

O RENEGADO

André Machado é um renegado dentro do PDT. Certos setores do partido torcem pra que ele não se eleja...

* filho de dilamar, histórico brizolista, ao ir pro pcdob é visto como ' comeu e virou o coxo' dentro de setores dopdt, ligados ao "matheuismo",adeptos do falecido líder Matheus Schmidt.

de serafina...

a lista dos votos a favor da emancipação de serafina....

datada de 16.4.1958, da lista só a minha mãe ainda viva dos que assinaram esta lista....

dos leitores

ganha a marina, diz pro alencar que ganha ela. kkkkk olides

do ramão aguilar...de SB

A respeito da Feira ninguém fala nada, tudo parado mesmo que água de poço.
Ramão

A SOLIDÃO MORTAL NO MAR

por Eron Duarte Fagundes

Um filme islandês exibido no Brasil é uma raridade. Mais ainda quando se trata de um lançamento comercial. Sobrevivente (2012), de Baltasar Kormákur, apesar dos aspectos contemplativos do seu estilo de filmar, insistindo no olhar lento e sereno (mesmo diante da adversidade da personagem central), não deve apresentar grandes dificuldades de assimilação para o espectador brasileiro. É uma aventura-limite que poderia lembrar algumas filmadas pelo alemão Werner Herzog: claro que com menos brilho, intensidade plástica e rigor de encenação. Mas é uma narrativa, digamos assim, aproveitável: nos limites dos problemas deste vocábulo.

Ao que se diz extraído duma história real, passada em 1984 no Atlântico Norte, Sobrevivente conta a história dum sobrevivente, um homem que, após o naufrágio do navio pesqueiro em que trafegava (ou navegava) com alguns companheiros de trilhas (ou milhas) marítimas, foi o único a sobreviver. A medicina em torno da criatura se espanta: como pôde ele, um homem pesado, nadar uma distância tão grande? Saltam explicações, uma delas sua própria gordura, que impediria que ele sofresse, no frio do alto mar, de hipotermia.

Fora sua linguagem compassada e a contemplação do isolamento de um ser em águas solitárias, Sobrevivente acaba enveredando para lugares comuns do cinema. Mas não chega a perder o belo rumo que propõe ao espectador.

de São Borja

o truco de são borja....



festearam 3 dias segunda manda dizer e manda fotos o capincho. grande momento.agora o capincho promete 1 mil votos pro loureiro de santo angelo.vamos ver(olides)

De: letier12
Para: olidescanton@bol.com.br

Foi no Pesqueiro da Cerealista Albaruska, deu 34 trios (102 que jogaram) mais o pessoal de apoio num total de 140 mais ou menos, essa foi a 14º edição, ano que vem tem de novo, no terceiro fim de semana de agosto.

Letier Vivian
São Borja/RS

ORESTES X MARCO ANTONIO PEREIRA

tava agora ha pouco no arena, quando no intervalo do jogo o Marco Pereira, da Gaúcha, avistou o orestes de andrade e gritou:

- O nando me disse que tu tá ganhando muito!!!!

- Pra que eu faço é verdade, respondeu o cara da Guaíba....

* Vi o jogo de domingo,parte dele, numa cabine ao lado do colega da rádio Gazeta de Sta Cruz do sul. ele me contou coisas legais sobre rádios do interior...e falou no meu blog ao vivo e a cores...bom colega.

Sartori leva propostas de mobilidade à Região Metropolitana

Foto: Luiz Chaves

A proposta de implementação de projetos de mobilidade urbana para a Região Metropolitana que atendam, de maneira integrada, às demandas dos municípios foi apresentada pelo candidato a governador José Ivo Sartori, nesta segunda-feira (1º) pela manhã, a empresários em Canoas. “Somos favoráveis à ideia de criação de uma autoridade metropolitana para cuidar especialmente das questões locais”, adiantou Sartori, observando que o mesmo está sendo pensado por ele para outras áreas do Estado, como Serra, Grande Passo Fundo e Região Central.

“Precisamos, ainda, fortalecer políticas com metas econômicas e sociais para o desenvolvimento da Região Metropolitana”, afirmou o candidato ao falar para representantes da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CICS) de Canoas, na sede da entidade. No início da tarde, ele participou também de uma caminhada com militantes e apoiadores pelas ruas centrais do município.

DÍVIDA ESTADUAL - Aos empresários, Sartori disse ainda que a proposta de refinanciamento da dívida do Rio Grande do Sul com o governo federal apresentada para votação pelo Senado não tira o Estado da sangria financeira. Segundo ele, é necessário reduzir os juros e as parcelas da dívida pela metade, para impedir que o Rio Grande do Sul perca quase R$ 3 bilhões por ano, que poderiam ser destinados a investimentos em vários setores.

“O que temos aí é uma proposta que apenas prorroga a agonia e empurra o problema para a frente, sem solução”, defendeu o candidato. Sartori lembrou que o Rio Grande do Sul remete atualmente 12,9% da Receita Corrente Líquida para o pagamento da dívida com o governo federal. “Não dá mais para levar isso adiante”, afirmou, acrescentando que o passivo ficará para ser enfrentado pelo próximo governante. Os caminhos para o equilíbrio fiscal, segundo Sartori, são uma renegociação que alivie de fato o peso financeiro para o Estado, menor endividamento daqui para diante e melhor gestão dos recursos públicos.

AGENDA DO CANDIDATO JOSÉ IVO SARTORI PARA TERÇA-FEIRA - 2 DE SETEMBRO

PORTO ALEGRE

8h20 - Entrevista para emissoras de rádio.

9 horas - Recebe representantes da Comissão Especial da Diversidade Sexual da OAB. Local: Comitê de Campanha - Avenida Paraná, 1488.

11h15 - Entrevista para o programa SBT Rio Grande.

À tarde - Gravação de rádio e TV para o programa eleitoral gratuito.

18h30 - Participa de evento da Associação dos Procuradores do Estado do RS.

Vieira se compromete com implantação de hospital regional no Vale do Sinos

FOTO: Jefferson Bernardes

Vieira da Cunha durante mobilizacao na Esquina Democratica

Um debate no Salão de Atos do Campus 2 da Universidade Feevale, nesta segunda-feira (1º), reuniu os oito candidatos ao governo do Estado em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. O evento foi uma promoção da Central Grupo Sinos de Eleições, Feevale, Associação dos Municípios do Vale do Sinos e Associação dos Municípios do Vale do Paranhana. Os temas escolhidos foram relacionados às principais demandas da região.

A primeira pergunta foi sobre o aumento de efetivo da Brigada Militar e a implantação de sistema de monitoramento eletrônico. Ao responder, Vieira expôs os números assustadores da violência e afirmou que o tema da segurança pública será tratado como prioridade em seu governo.

“Ao contrário do que disse há pouco o governador, o número de homicídios cresceu 22% este ano em relação ao mesmo período do ano passado. É uma insegurança total, e a Região do Vale do Sinos sabe bem do que eu estou falando. Isso é resultado de uma política de segurança que tem uma defasagem de efetivo enorme. Basta dizer que quando o PDT saiu do governo, em 1994, o efetivo da Brigada Militar era de quase 30 mil, hoje, passados 20 anos, a demanda aumentou e temos quase 6 mil PMs a menos. No meu governo irei criar um programa Integrado de Segurança Pública, recompor os efetivos da Brigada Militar, Polícia Civil, Susepe e Instituto de Perícias, integrar os efetivos e investir em tecnologia”, disse Vieira, que foi aplaudido pela plateia, formada por 500 pessoas, em sua maioria estudantes da universidade.

No segundo bloco, o candidato Edson Estivalete Bilhalva perguntou a Vieira se haverá isonomia das polícias e se ele fará segurança de fato. Vieira respondeu que já esteve em contato com as associações de servidores da Brigada Militar, reuniu-se com policiais civis e sabe da realidade dos órgãos de segurança do Rio Grande do Sul.

“O Estado age por espasmos. Nós temos que ter concursos públicos todos os anos para a área da segurança. Não é possível um déficit de 6 mil PMs. Há pouco tivemos suspensa a transferência de presos do Presídio Central, porque eles estavam indo para cadeias sem agentes penitenciários. Os jornais noticiaram recentemente que há 7 mil perícias atrasadas, sabem o que isso significa? Impunidade”, afirmou Vieira, enumerando dados que ilustram o caos na segurança.

No terceiro bloco, foram apresentados temas de saúde para os candidatos, com ênfase em duas questões: a implantação de um hospital regional, e a construção de um centro de especialidades na região. Vieira utilizou o espaço para apresentar seu plano de governo para a área, e firmou compromisso com a implantação de um hospital regional, para atender as comunidades do Vale do Sinos e Vale do Paranhana.

“No meu governo, vou implantar o Programa Saúde Mais Perto das Pessoas, para dar um atendimento ágil e de qualidade nas próprias regiões. Quero também que fique registrado um compromisso público, para que seja construído aqui o hospital regional que os vales do Sinos e do Paranhana precisam. Temos também que aproveitar melhor a estrutura que já existe no Rio Grande do Sul”, respondeu Vieira, que falou também sobre um estudo divulgado recentemente pela Federação das Santas Casas, que aponta a subutilização de 5 mil leitos no Estado, o que evidencia a falta de gestão na área. O trabalhista também se comprometeu em investir os 12% da receita em saúde, o que é previsto por lei.

No quarto bloco, o sorteio definiu que Vieira perguntasse ao candidato Tarso Genro. Vieira citou entrevista recente do secretário da Fazenda, Odir Tonollier, na qual ele disse que o próximo governador “terá de fazer escolhas”, e que o governo do PT optaria por, apenas, pagar a folha de pagamento, o que contrasta com o discurso do governador Tarso Genro de que recolocou o Estado em um patamar de crescimento.

Na réplica, Vieira contestou Tarso, que afirmou que o projeto de renegociação da dívida está em estágio avançado.

“O projeto de renegociação da dívida foi aprovado na Câmara e está engavetado no Senado, a pedido do Ministro da Fazenda Guido Mantega. A Ordem dos Advogados do Brasil ingressou na justiça para reduzir o comprometimento da dívida, o governo do Estado foi notificado para dizer se aderia, ou não, ao polo ativo da ação, e o governador lavou as mãos, deixou a OAB lutando sozinha pelos nossos direitos”, rebateu Vieira, que também afirmou que o Estado não pode comprometer todos os anos 13% da sua receita para o pagamento das parcelas da dívida.

No último bloco, foi pedido aos candidatos que falassem sobre educação, com ênfase no custeio do transporte escolar, e na possibilidade de implantação de, pelo menos, uma escola técnica profissionalizante para atender a demanda do Vale do Sinos.

“Sou brizolista e a Educação está no meu DNA. Então, a educação no meu governo será prioridade, com a retomada do programa de escolas em tempo integral, e a implantação de escolas técnicas”, afirmou.

Vieira reforçou ainda sua posição sobre o pagamento do piso do magistério. Ele lembrou que como deputado federal tem projeto de lei em tramitação para modificar o artigo 4º da Lei do Piso, cujo objetivo é permitir que o Rio Grande do Sul e os outros estados recebam complementação financeira da União para pagar os professores, e afirmou que este é o caminho para cumprir o que diz a lei.

No início da tarde, Vieira conversou com eleitores na Esquina Democrática. Em seguida, concedeu entrevista ao Jornal Metro. A agenda do candidato nesta segunda-feira se encerra com uma caminhada e inauguração do comitê em Bento Gonçalves.

>> Confira a agenda de Vieira para terça-feira (02):

09:00 — ENTREVISTA POR TELEFONE À RÁDIO PLANALTO | Em Porto Alegre.

09:30 — ENTREVISTA POR TELEFONE À REDE VIVA, DE BENTO GONÇALVES | Em Porto Alegre.

11:00 — GRAVAÇÃO PARA O PROGRAMA DE RÁDIO E TV | Em Porto Alegre.

12:00 — CONCENTRAÇÃO PARA CAMINHADA EM ALVORADA | Na Praça da Prefeitura, em Alvorada.

17:50 — ENTREVISTA AO PROGRAMA CONEXÃO, DA ULBRA TV | Em Canoas.

20:00 — LANÇAMENTO DO LIVRO GIGANTE PARA SEMPRE | No Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

de Serafina

Prefeito Ademir recebe Soberanas de Santo Antônio do Palma

O Prefeito Municipal Ademir Antonio Presotto recebeu, em seu Gabinete, na sexta-feira , 29 de Agosto de 2014, as Soberanas de Santo Antônio do Palma e autoridades daquele município, na oportunidade, divulgaram a I Expo Palma, que acontecerá nos dias 5,6 e 7 de Setembro de 2014, no Município de Santo Antônio do Palma- RS. Além da mostra, uma grande programação artística está sendo preparada:

No dia 05, sexta-feira, a partir das 22h - César Oliveria e Rogério Mello e Banda Quinta Estação,
No dia 06 , sábado, a partir das 21h30min - Diego e Gabriel e Banda Musical Dallas,
No dia 07, domingo, a partir das 19h - Adson e Alana e Impactu` Sound.
Sabores, feira comercial e industrial, agroindústria, shows, cultura e muita diversão. Participe!

Página Senador Simon 151 no Facebook



matusalém entra na era do feice...olha se o simon vai pro feice, ele não arruma nem a propria mala(olides)

Já curtiu a página de campanha do senador Pedro Simon no facebook? Acesse https://www.facebook.com/pages/Pedro-Simon/592719484170909?ref=hl.

Público da 37ª Expointer prestigia estande da FIGTF

Chimarrão à vontade atrai visitantes

A hospitalidade e o ambiente aconchegante do galpão da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF) montado no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, têm atraído a atenção dos visitantes da 37ª Expointer. Quem vai até o espaço tem a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pela instituição em prol da cultura popular do Rio Grande do Sul e ainda sorver um chimarrão oferecido pela Escola do Chimarrão.

Além de saborear a tradicional bebida dos gaúchos, o público tem acesso as diversas formas de apresentação do mate, recebe informações e curiosidades sobre o chimarrão, abastece de erva-mate a cuia e de água quente a sua garrafa térmica. De acordo com o coordenador da Escola, Pedro Schwengber, os visitantes também aprendem a preparar de forma rápida e eficaz o chimarrão. Através desse método é possível concluir o preparo da bebida em apenas onze segundos.

Para o presidente da FIGTF, Rodi Pedro Borghetti, o intenso movimento de visitantes no estande , a exemplo dos anos anteriores, acontece graças as atrações no interior do espaço e à parceria com a Escola do Chimarrão e a Prefeitura de Venancio Aires.

História do RS

No estande também estão expostos painéis que contam trechos da história do nosso Estado; manequins com a indumentária do ciclo farroupilha; soque (batedor de erva-mate). Na parte externa, estão colocados bancos rústicos e elementos relacionados à cultura dos gaúchos e uma carruagem do século XIX, que era utilizada nos municípios do Interior.

No espaço, foi organizada uma exposição com oito painéis - cedidos pelo Memorial do RS - que mostra os principais eventos que ocorreram em nosso solo e que contribuíram para a formação da identidade do povo. Além de conter textos simples e diretos, os painéis apresentam ilustrações, mapas e imagens dos principais personagens históricos. A mostra permite conhecer um pouco da trajetória política, social, cultural, costumes e a diversidade étnica do Estado. Os principais temas abordados são a imigração italiana e alemã; gaúchos e tropeiros; negros no RS; Guerra dos Farrapos, entre outros.

Além das atrações desenvolvidas no galpão, a FIGTF está promovendo diversos shows no palco principal da Feira, em parceria com a Subsecretaria do Parque Assis Brasil.

Todas as atividades desenvolvidas no galpão contam com o apoio da Associação dos Amigos do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (AATF).

1º de setembro de 2014

Banheiro

oultimo pé sujo de porto alegre vive um drama....como os caras gastam muito papel higienico o dono resolveu que vai trancar o banheiro...e parece que já está fechado...os caras saem de casa e pra não gastar papel vão usar o banheiro do renato que estrila....

De SB


resquicios da sessão de 24.8 na CMSB


o gaucho chega de lenço vermelho....


as placas da legalidade....

de um leitor....de SB

Fui nas gurias ontem
Tava a tal Dany Bananinha....
por favor... que mulherão!!!!

Falcão x Ranzolina

Prezado leitor....( a fofoca é muito boa, mas eu não tenho tantos tentáculos....assim....então como fazia o carlos coelho, finjo que sabia da notícia e passo a dar aqui com a tua colaboração...(Olides) em tempo. nem no convescote do ucha ouvi tal fofoca e estava lá tua musa inspiradora BALALA CAMPOS, mas foi totalmente abdusida por uma mesa que digamos é de maior coturno do que este pobre operário da comunicação que passou a noite falando com o paulo velhinho(olides canton)

Para: Deolhos...
Assunto: Falcão x Ranzolina

Tu ñ nos informou q o casal "há tempos ñ divide + o mesmo teto", segundo as boas línguas! E q o Bola-Bola vai voltar para a Itália. Afinal, teu blog ñ é " de celebridade, fofocas" e outras cositas más?

53 anos da Legalidade

a bronca do FLAVIO ALCARAZ

" Aí, de madrugada, houve um diálogo muito azedo entre o Flávio Alcaraz e eu próprio. Tocou o telefone e como eu estava cansado e não tinha mais garganta para ler aquilo, pedi a um funcionário comum que lesse um daqueles manifestos.

Era madrugada,seis horas da manhã,digo: não tem ninguém ouvindo nesta hora. E ele realmente não tinha esta velocidade, este ritmo de locutor e lia de uma forma um pouco estranha o manifesto dizendo assim: 'em nome...das forças populares desse país"...Lia mal, né....

E o telefone era do Flávio Alcaraz Gomes , que era diretor da Rádio Guaíba e dizia aSSIM:

- MAS QUE BARBARIDADE, O QUE TÃO FAZENDO COM A RÁDIO GUAÍBA???? BOTARAM UM ANALFABETO PRA LER ESSES MANIFESTOS???!!!!

Eu disse:

- Olha Flávio, quem sabe tu nos auxilia, porque a requisição da Rádio não foi simplesmente do equipamento, mas do material humano,os locutores, quem sabe tu...

Trezentas pessoas lá dentro ,sacos de areia nas janelas, um pedaço da Brigada e jornalistas que foi a coluna vertebral.

Então, nesse momento, eu me irritei profundamente com o Flávio que era conhecido como publicitário e disse:
- Olha Flávio, se a .......quer morrer pela causa, quem sabe sobe tu e fatura uma
comissão?

- Po, tá me agredindo!!!!

- Não é isso mesmo. Quem sabe vem tu mesmo, lê e ganha uma comissão?

- Pois é, vou perguntar . Se alguém quiser e tal....(Hamilton Chaves)

de SB


na casa do capincho, um encontro com o candidato eduardo loureiro no dia 24.8


Ramão e israel no encontro do domingo, dia 24.8

o israel fala pelos cotovelos....

uma cena em SB...os cavalos cruzam o centro da cidade....



MOIANO

pra quem não sabe quem é o edison moiano, informo apenas que foi o pai da rosane de oliveira. isto basta, perguntem a ela....

* moiano era temido pelo seu mau humor...mas sabendo lidar com ele é gente fina....

* prefiro gente bem informada de mau humor do que chutadores como vi esta semana um na guaíb a dizendo que o aedemorais era médico. bah, isto me torra aquilo....

* Nunca trabalhei com o moiano, mas sei que se tivesse feito, teria me dado bem....

* a núbia também não tinha lá seus bons humores, mas foi com ela que na zh eu mais cresci.

* mas a núbia tirava o couro de todo mundo. é o felipão da redação....

* uma vez estava em floripa, num carnaval e me deu uma caganeira braba, fruto de muito caldo de cana que tomei lá...vim fazer meu plantão abaixo de remédios, mas a núbia não me livro do plantão de carnaval....

HISTORIAS DA GUAIBA


O Edison Moiano, hoje fora da Caldas, nos deve um livro de memórias....

Mas ele me disse na sexta que tem preguiça....enquanto isto vou listando aqui algumas

prisões do Adeli Sell e Cia!

1) Havia um repórter novato na Guaíba que sempre que saía pra cobrir greves, nos anos 70/80 voltava correndo pra redação, espavorrido, dizendo pro Valério Campos, o redator do Renner:

- Prenderam três....

O Campos já atalhava:

- Dois eu sei quem são, o Adeli Sell e o Paulo Grapilha. O outro quem é....???
o Adeli tá ai, o Paulo Grapilha, um estudante de engenharia naqueles anos, faleceu há pouco....

2) Esta é muito boa...estou cansando mas vou escreve-la bem curtinha...

A Suê PEITOU O CORONEL DOS CORREIOS


No Nordeste, um coronel, Edvaldo Botto de Barros, mandava e desmandava nos Correios( aliás, os coronéis na ditadura foram quem apitaram mesmo. Isto seria tema prum bom pesquisador....)

Um dia alguém jogou fora um cesto de cartas e a imprensa denunciou isto...

O coronel veio a Porto Alegre e ia dar uma coletiva - a milicada, de quem o Mendeslky tem tanta saudade , adorava dar coletiva,sim senhor, desde que os jornalistas escrevessem aquilo que eles ditavam....-

Mas o baba ovo do seu assessor de imprensa foi logo recomendando pros repórteres que foram pra coletiva.

- Não toquem no assunto das cartas jogadas fora,senão ele não fala nada....Acordo feito, começou a coletiva..Pro coronel se pavonear, é claro, como eles gostavam de fazer.Sei disto porque participei de muitas entrevistas com eles....

A Suê chegou atrasada,correndo,com trocentas pautas, como sempre e largou o gravador ligado na boca do coronel e lascou:

- Coronel e as cartas jogadas fora.

Diz o Moiano que o coronel jogou longe o gravador, levantou-se e não deu entrevista nenhuma....

3) Paulo Maluf e Suê Duarte mantinham uma relação aspera, sempre que ele vinha a Porto Alegre e ela o entrevistava no Salgado Filho( a Suê foi quem inventou este negócio de dar o tempo nas rádios, quando ela cobria o Salgado Filho, de manhã cedo...mas isto é outra história)

Um dia Maluf foi na Guaíba cumprimentou a todos e no fim não achou graça nenhuma:

- Cadê aquela reporter mal educada que sempre me entrevistava no aeroporto???quis saber não vendo a Suê por lá.

4) Segundo Moiano, isto aconteceu com o veio JBAveline, me parece na ZH. Ele mandou uma repórter fazer uma tragédia e quando ela começou o texto abriu assim( só falta ter sido a Lúcia Uhr, de quem o veio Aveline gostava de pegar no pe...)

" A nossa reportagem ao chegar no local ficou estarrecida..."

O Aveline leu aquilo e pegou no pe´da repórter:

- Vem cá ' estarrecida' tem uma boa pauta pra ti....

5) Moiano lembra que nos anos 70,quando comia o pau nas passeatas da URGS a censura proibia que se desse...então eles encontraram um jeito. Diziam assim:

- O transito na avenida João Pessoa esta complicado. não andem por lá. Era a senha pro ouvinte entender que o pau comia naquelas paragens....

( o livro do rafael conta isto...chama-se Abaixo a repressão)

Teria outras mas por ora só lembro destas que o Moiano me contou....

ah, na parada do onibus, me lembrei que o Moiano disse que o Lupi Martins peitava todos os cartolas, não era nenhum baba ovo , não...(olides)

memórias

umleitor quer que eu conte mais do Peru...mas tenho um livro pronto sobre isto...em tempo. quem trocou as bolas foi o fábio marçal no programa do rogério...chamando antonio ermínio de médico(olides)

> investe nas memórias do peru. (mas cuida para o texto sair caprichado, sem falhas de ditigação. texto sem capricho é o mesmo que o mendelski chamando engenheiro de médico)
> abraço

Sugestão

boa sugestão do lauro. vouprodenciar. com fotos e tudo....(olides)

Para: Deolhos...
Assunto: Sugestão

P q tu ñ faz uns textos descrevendo as paisagens do Peru. Lá é no topo dos Andes, ñ é?
Ou é tudo carrascal brabo q ñ vale à pena ser decrito.
E as praias, como são? Ou como eram naquela época.
Também vale descrever a paisagem humana q então havia por lá.
Tá certo, jornalista, pela presão da objetividade da notícia, tende a deixar estes aspectos de lado, aspecto q os escritores literários sabem aproveitar muito bem. Mas, tu podias explorar a coisa por aí, independente do livro q mencionas ter escrito sobre tua estada no Peru. Isso deve ter ficado fora...

O DOMINGO QUE VIM EMBORA DO PERU...

a FAMÍLIA DA ANGELA QUERIA QUE ELA VOLTASSE porque precisava parir(nasceu a renata, hoje com 37 anos é mãe, morando no Rio....)

e não queria pagar passagem pra mim, só pra ela...ela negociou e o pai dela pagou duas passagens...de avião....

lembro que dormimos na casa da av. lima,104, no bairro de Barranco( o julio zanotta vieira esteve lá anos atrás e disse que a casa, que chamávamos de ' la vieja casona" já não existe e ele nem encontrou mais a familia de dona Rosa....que dava guarida a todos os desgarrados da américa latina que batiam em lima....)

Enfim,entramos no avião da Varig que vinha de Tóquio, isto lembro bem....

quando serviram a comida, pedi repetição de uns tres pratos e as comissárias de bordo me olhavam, me olhavam...

( vinha de Lima, onde nós sobreviviamos fazendo pequenos biscates e não sei mais o que....)

chegamos em SP e no dia seguinte fomos tomar café da manhã, no aeroporto, com o pai da angela, que nos esperou. ele ia pro interior, porque tinha projetos agropecuários por lá....

ainda ficamos um bom tempo na casa do caco barcellos - que nesta época era bem probrezinho, não como hoje que fatura muito bem e que virou grife por seus méritos pessoais - e da avani stein, que tinha largado uma vida farta e comoda em porto alegre porque se apaixonou pelo caco(aliás a única mulher na vida que conheço que fez isto, as demais iriam pedir uma passagem pra europa pro marido e esqueceriam a paixão )-. Depois voltamos de sampa pra porto, num onibus da penha, chegando aqui num domingo de noite. então acho que acabamos ficando uma semana na casa do caco e da avani, em sampa.

a renata nasceu pouco depois em outubro no ernesto dornelles e foi seu médico o dr. nilo luz....o apelido que o avó materno lhe deu foi ' pochocha'...mas na familia ficou conhecida como ' rê',tanto que ela até assina isto nos comunicados dela.

quando voltamos do Peru, ficamos um tempo na casa dos pais da angela e depois viemos morar aqui no mesmo prédio onde mora há 10 anos, no apartamento em frente ao meu atual...(olides)

FALEM DO MEU BAIRRO

não tem cara mais ruim, que este dico reis, mas ele é um patrola. agora, domingo, ele me deu uma noticia que eu queria ouvir. reabriu o nacional da carazinho. ufa, como é bom ouvir falar do seu bairro, daqui do lado. isto é noticia que me inte4ressa.

* aprendi com armando burd que a melhor noticia é aquela que fala da nossa vida, que nos afeta, não o que tá longe.

* o laurinho agora se deu de amores pelo peru. porque tu não vai lá...ao invés dos museus de paris e londres. vai comer aquelas horrorosas comidas dos mercados do peru que eu comi...mas a tua paugta é muito boa...

* o veio aveline que botava apelido em todos e era muito MALDOSO...inventou que quando eu cheguei do peru, eu so dizi tengo hambre, tengo hamb re....

* até que era um pouco verdade....

INTIMIDADES,NÃO

eu não vi mas medisseram estes dias que o frederico que edita um site bem polemico por sinal, numa entrevista com a memeia teria dito:

- eu posso perguntar, nós temos intimidade....

- epa, disse a meméia, intimidade, não!

toing.....

Vieira da Cunha durante visita a Expointer 2014

Foto: Jefferson Bernardes

Vieirinha também chamado em algumas hostes pedetistas que hoje estão inclinadas ao PT de ' deputado CPI' tudo por causa da " CPI da segurança pública que ele moveu durante o governo olivio', olha pra estes bichos e pensa:

- se eu ganhar a eleição, qual deles vou dar pro meu amigo CAPINCHO(oc)

cine,ma

o clube do cinema apresentou dois filmes. vi os dois. o de hoje, antes do inverno, é uma babaquice previsivel. comediazinha micha....sobrevivente é melhor.()olides)

* aquele livro sobre os 50 anos do clube é bem ruinzinho, como diz o laurinho dieckmann,se referindo a uma colega do JC.

mas tem alguns depoimentos bons.como ver a foto da lucia bem novinha, quando eramos colegas na zh...

chantagem do laurinho

o Laurinho que é um conhecido munheca quer ler aqui de graça minhas memórias do Peru...não senhor, vais é comprar o livro quando sair....COMO DIZIA A FILHA DE UMA NAMORADA DE SANTA MARIA QUE EU TIVE,anos atrás - agora ela casou e virou séria -'lauro tu foi com a massa,eu voltei com a pizza"...(olides)

não vou publicar minhas memórias do peru porque são muito boas...mostrei pra alguns leitores que nem leram..só falaram mal delas...por isto acho que vou publicar, mas tenho que tomar cuidado com processos....

De SB

um momento pra vaidade...a colega da TV Uruguaiana passa um batom nos lábios. e olha desconfiada pra minha câmara indiscreta....

a guria pega no trabalho. ela me perguntou quando falei no vieira da cunha: quem é este. seguramente achou que era mais um véio do tempo do getulio, como ela tinha na pauta pra entrevistar...

gravações dos depoimentos

do diretodeportoalegre.blogspot.com

Valeu, márcio mas o fortunatti se elegeu fazendo este apelo gateiro e cachorreiro(olides)

'Candidatos pelos animais': saiba em quem (não) votar

Foto: RSantini

por Marcio de Almeida Bueno

Não, não preciso dizer que esta é a eleição com o maior número de candidatos 'pelos animais' que já vi. Entre idealistas e picaretas, vários são os que aparecem no santinho de papel, ou eletrônico, abraçados a um cachorro. Claro, ninguém abraçaria um porco, uma cochonilha ou uma galinha. Iria provocar risos entre a patuleia, a mesma que é obrigada a apresentar documento e apertar uns botões em uma urna. Ganha um feriado, e assim se faz uma democracia, em tese.

O fato é que um expressivo número de franco-atiradores, digo, candidatos, descobriram o nicho 'animais' - e, obviamente, não falo do setor pecuarista, que já descobriu há muito o nicho 'animais', mas com um sabor diferente, digamos. Há ativistas, protetores/socorristas, vegetarianos e veganos que tornaram pública sua afinidade com os não-humanos na intenção de ganhar simpatia do eleitorado, essa massa disforme que muitas vezes age como lemingues, outras vezes como corais, búfalos ou formigas, e outras vezes como nenhuma das opções anteriores.

No Brasil é obrigatório votar, exceto as exceções, então quem está dentro da causa animal terá um leque de opções vinculadas a seu pensamento para saber em quem depositar seu voto. Este é um farsante? Aquele já fez projeto contra os animais, e agora vi no Facebook uma foto dele com cachorro? Aquela tem trajetória reconhecida na causa, esta é mais ou menos? Que todos tenhamos interesse em descobrir essas respostas, pois serão quatro anos, desdobráveis em outros, com alguém ajudando na defesa, ou ajudando a dinamitar nossas já frágeis estruturas de defesa dos animais não-humanos.

O 'candidato conversinha'.

Quer dizer, é necessário dar uma peneirada geral, uma pesquisada básica - Google não tem taxímetro - e mesmo o diálogo com outros interessados, para não dar um voto a um oportunista 'dos bichinhos' e, ao mesmo tempo, deixar de votar em alguém que tem o culhão necessário para adentrar na política, sabendo que lá dentro a briga é de foice afiada.

Porque também não podemos cair no mantra boca-suja de dizer 'odeio política'. Quem odeia política deve se mudar para a Lua ou para Marte, pois mesmo no meio do mato a política lhe alcançará no dia a dia. Política não é o horário eleitoral na televisão, como já ouvi de alguns eternos desinformados. Não podemos ser ingênuos. O que vestimos, por onde andamos, nossas 'escolhas', dinheiro, saúde, segurança, calçada suja, carroça, 'tadinhas das crianças passando fome', etc, tudo está debaixo desse guarda-chuva chamado política. Que não se resume 'àquela roubalheira lá em Brasília', nem em 'odeio PT' ou 'odeio quem odeia o PT'.

Não podemos ser tão simplórios na maneira de ver, pois há quem realmente faz, fez e/ou fará ações dignas em prol dos animais, quais sejam. Ainda há muito o que fazer, e parece até clichê dizer que é o povo quem escolhe seus líderes - embora às vezes o cenário político pareça uma novela, que conta conosco como meros telespectadores. Ressalto, pois ouço gente dizer que está farto da política, como se fosse um corpo vivo à parte, e não um acordo entre todos. Se há problemas, revejamos esse acordo, ou pensemos porque a maioria tende à apatia moral, à bundamolice ideológica, ao conformismo de quem se abstém de ajudar a preparar o bolo que, lá adiante, terá que comer, também.

O voto pelas minorias humanas tem se solidificado no Legislativo. Falta agora botar, lá dentro, gente raçuda que vai afiar sua foice em prol dos animais. Mas os animais não têm título eleitoral, ainda que submissos, também, aos ditames da política. Você vai votar por eles, ou contra?

A GASTRONOMIA EM CENA

por Eron Duarte Fagundes

Chef (2014) não chega a aborrecer inteiramente. Somente parece estender-se um pouco além da conta, fazendo sua contemplação sobre pratos (comidas) e distendendo demais os liames dramáticos da narrativa. De qualquer maneira é capaz de aqui e ali aguçar o interesse do observador por sua personagem, o chef de cozinha interpretado pelo próprio Jon Favreau. A agitada vida profissional do homem de cozinha é confrontada com sua vida sentimental, a atração por sua colega de restaurante interpretada por uma sempre deslizante Scarlett Johansson, suas ligações com a ex-esposa (a bela Sofia Vergara) e essencialmente sua reaproximação com o pequeno filho que o ajuda na montagem de um trailer que reativará profissionalmente o protagonista. Tudo é razoavelmente costurado pela habilidade do cineasta. Pena que boa parte disto se desmancha com a metragem um pouco excessiva e reiterativa.

de Serafina

A RODOVIARA DE SERAFINA AINDA CONTINUA AO RELENTO...NÃOFIZERAM NADA AINDA...VAMOS VER..OREMOS, COMO DIZIA O FALECIDO CLAUDIO CABRAL QUANDO O INTER IA MAL(olides)

FECHARAM O NACIONAL

DEPOIS DE MUITAS DENUNCIAS, O NACIONAL DA CARAZINHO FOI LACRADO HOJE, SEXTA, PELO PROCON....AS QUEIXAS ERAM SEGUIDAS DOS CONSUMIDORES....

CHURRASCO SALGADO

por capincho, de SB

De: letier12
Para: olidescanton@bol.com.br

Tu viu essa??
Tá na Rosane Oliveira

CHURRASCO SALGADO

O clima ficou tenso na Assembleia por conta da pressão para que detentores de função gratificada comprem convite para um jantar de arrecadação de fundos do deputado Gilmar Sossella, presidente da Casa.

O problema é o valor do churrasco: R$ 2,5 mil por cabeça.

Coordenadores de departamento foram instados a responder hoje, dia do pagamento, quantos convites conseguirão vender.

RETRIBUIÇÃO DE CAMPANHa

Coordenador da campanha de Gilmar Sossella, Artur Souto diz que ninguém está sendo obrigado a comprar convite, mas que é natural pedir a colaboração de quem tem função gratificada:

_ O funcionário concursado que ganha uma FG tem de saber que em ano de campanha será chamado a colaborar.

Sossella resolveu fazer o jantar para compensar a escassez de doadores, queixa de 10 entre 10 candidatos.

Até agora, só conseguiu três doações - uma de R$ 20 mil, uma de R$ 7 mil e a terceira de R$ 5 mil.

Letier Vivian
São Borja/RS

Entrevista com ex-marido da Dilma

"Éramos socialistas. E o sou até hoje"

Por Alexander Thoele


Cláudio Galeno Linhares durante sua passagem pela Suíça. (swissinfo.ch)

O primeiro marido da atual presidente do Brasil, Cláudio Galeno Linhares, tem um longo passado na luta armada durante os anos da ditadura. Foi quando chegou até a sequestrar um avião e fugir para Cuba. Hoje o jornalista prefere ver sua vida como um espelho de um continente conturbado. Em entrevista à swissinfo, passa em revista os motivos que o levaram à clandestinidade.

Nos anos duros da ditadura militar no Brasil, seu casamento com a atual presidenta do Brasil foi apenas um pequeno e curto capítulo na vida dos dois. A biografia oficial de Dilma Rousseff no site da Presidência da República nem chega a citá-lo. Porém o jornalista Cláudio Galeno Linhares não se incomoda com esses detalhes da historiografia oficial ao olhar para trás e se lembrar de uma vida bastante agitada, o suficiente para preencher vários volumes.

Foram anos de participação na luta armada, quando chegou a sequestrar um avião da Cruzeiro do Sul junto com outros guerrilheiros em 1970, os vários anos na clandestinidade e passagem por países em plena revolução como Cuba, Bolívia, Chile e Nicarágua, e anos de exílio na Itália e França, para retornar ao Brasil no processo de democratização e ainda participar de governos. Hoje aposentado e radicado há muitos anos em Manágua, Galeno visita uma vez por ano a filha e as netas em Bienne, uma cidade ao leste da capital Berna. Foi quando recebeu o repórter da swissinfo para conversar sobre o passado de militante. Entre um cigarro e outro, sob o sol do verão na varanda de uma casa geminada nos subúrbios da cidade, o jornalista de 72 anos, não se esquivou de falar do seu relacionamento com a presidenta, com quem tem contato próximo até hoje.

swissinfo.ch: Você é o que podemos chamar de um típico mineiro?
Cláudio Linhares: A minha família paterna e materna é originária de Itabira (100 quilômetros ao leste de Belo Horizonte). Eu nasci em Ferros, uma cidade próxima à Itabira, e passei a minha infância e adolescência nessa região. Meu pai era farmacêutico. Depois fui estudar em um colégio interno em Conceição do Mato Dentro dirigido por padres franciscanos. Foi uma boa experiência de vida. Depois fui para Belo Horizonte para estudar ciências sociais na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte.

swissinfo.ch: Você começou a militar nessa época?
C.L.: Sim, sou um velho militante, eu e o Bakunin (risos). Eu era militante da Polop (n.r.: Organização Revolucionária Marxista Política Operária), um grupo à esquerda do Partido Comunista. A gente fazia aquelas análises sofisticadas em relação ao caráter da revolução brasileira. Tínhamos muita força no meio estudantil, cultural e alguma expressão operária. Após a renúncia de Jânio Quando, em 1961, e logo depois a tentativa de golpe em 1961, houve então a campanha da legalidade, quando nos incorporamos à ideia do Brizola. Em 1964 fui então preso.

swissinfo.ch: Qual foi o motivo?
C.L.: Devido às minhas atividades clandestinas. A gente estava tentando aglutinar essas forças da marinha e do exército no Rio de Janeiro que haviam sido excluídas e expulsas. No meu caso, fui preso em junho de 1964, alguns meses depois do golpe. Primeiramente fiquei preso no porta-avião Minas Gerais. Depois na Ilha das Cobras e então no 1° Distrito Naval.

swissinfo.ch: E o que ocorreu depois? Quando foi libertado?
C.L.: Foi em novembro, graças a um habeas-corpus impetrado pelo advogado Sobral Pinto. Naquele momento a ditadura ainda não tinha fechado o Parlamento e não estava institucionalizada, ou seja, com todas as suas sutilezas, legais ou ilegais. Em dezembro no mesmo ano, uns agentes da marinha bateram na porta de casa. Por sorte não estava e fui para São Paulo. Aí entrei na clandestinidade. Depois, no final de 1966, regressei à Belo Horizonte. Não fui condenado e o processo acabou sendo arquivado. Então voltei a trabalhar para o jornal Última Hora como jornalista.

Golpe de 1964
Na madrugada do dia 31 de março de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo legalmente constituído de João Goulart. O presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli, assumiu interinamente a presidência, conforme previsto na Constituição de 1946, e como já ocorrera em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros. O poder real, no entanto, encontrava-se em mãos militares. No dia 2 de abril, foi organizado o autodenominado "Comando Supremo da Revolução", composto por três membros: o brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo (Aeronáutica), o vice-almirante Augusto Rademaker (Marinha) e o general Artur da Costa e Silva, representante do Exército e homem-forte do triunvirato. Essa junta permaneceria no poder por duas semanas.Os militares envolvidos no golpe de 1964 justificaram sua ação afirmando que o objetivo era restaurar a disciplina e a hierarquia nas Forças Armadas e deter a "ameaça comunista" que, segundo eles, pairava sobre o Brasil.
Texto: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC)

swissinfo.ch: E o que você fazia no jornal?
C.L.: Eu trabalhava em um caderno que saía no final de semana. Eram temas culturais, variedades e outros. Era uma equipe pequena, quase todo mundo de esquerda e que estava refugiada das outras grandes redações. Entre 1966 e 1968 a coisa começou a ficar preta.

swissinfo.ch: Foi nessa época que você conheceu a atual presidenta Dilma Rousseff? Li que vocês começaram a namorar assistindo um filme do Fellini...
C.L.: Sim, ela era militante do movimento estudantil. Não me lembro mais, mas é possível que tenha começado no cinema (risos). A gente frequentava muito o CEC, o Centro de Estudos Cinematográficos, em Belo Horizonte. Era um lugar onde passavam bastantes mostras temáticas como as do Fellini, a Nouvelle Vage francesa e até mesmo filmes japoneses, indianos, poloneses e outros. Coincidentemente, os grupos que frequentavam esse lugar eram de oposição à ditadura.

swissinfo.ch: E por que você e a Dilma decidiram casar? Era o sonho, afinal, de ter uma vida normal, burguesa?
C.L.: A gente se casou como se casa todo mundo: se apaixona, namora e pronto. Mas a minha geração já tinha rompido com essas tradições conservadoras de Belo Horizonte.

swissinfo.ch: Na época você tinha 25 anos e ela, 19. Você seria o teórico e ela a militante que seguia mais suas emoções?
C.L.: Não. Eu era apenas um militante a mais. Nós debatíamos muito. Eu era o mais velho daquele grupo de jovens, do qual fazia também parte o Fernando Pimentel, atual candidato ao governo de Minas Gerais. Como eu já tinha sido preso, talvez fosse como uma espécie de ficha marcada no movimento político da cidade.

swissinfo.ch: E qual era a proposta de seu grupo na época? Instigar uma revolução e instituir no Brasil uma ditadura do proletariado?
C.L.: Nós éramos socialistas de origem - sou até hoje. A gente acreditava que deveria haver uma revolução democrática do país. Tínhamos de mudar a forma de governo.

swissinfo.ch: Mas não através de eleições?
C.L.: Não havia a possibilidade de eleições, pois eles (os militares) as bloquearam. Apoiávamos o Jango. Você pode enfrentar uma ditadura através de uma revolução, como vimos atualmente com a Primavera Árabe. Eu não faço autocrítica disso. Acho que estávamos corretos...

swissinfo.ch: Porém a luta armada de esquerda no Brasil acabou fracassando. Por que ela mobilizou tão poucos brasileiros?
C.L.: Não conseguimos, de fato, mobilizar as pessoas. Éramos uma força muito pequena. Essa é a autocrítica que faço. O problema não foi ter faltado a linguagem, mas sim a força política. Éramos uma vanguarda, que desbravava e chegava a ter sucesso em outros países, mas no Brasil acabou não funcionando. Deu errado. Avaliamos mal a correlação de forças, politicamente e militarmente. Pelos menos, do ponto de vista político, chegamos a sensibilizar a opinião pública e levar a denúncia ao mundo.

1964: Reportagem Especial - 50 Anos Golpe - Trabalhadores do Brasil

swissinfo.ch: E afinal, qual foi o legado?
C.L.: Se você ver todos os personagens dessa época, descobre que muitos representantes da esquerda brasileira tiveram um papel importante na redemocratização e no fortalecimento da democracia após a ditadura.

swissinfo.ch: Porém o regime militar no Brasil justificou a repressão - e o AI-5, por exemplo - como uma resposta aos atos violentos cometidos por esses ativistas, como assaltos a bancos ou sequestros...
C.L.: Quando você está numa opção de luta armada, não pode escolher os cenários de luta, que eram definidos pela própria conjuntura. No nosso caso, do sequestro de avião, o fizemos para salvar a vida de companheiros que estavam presos. Não foi em vão! Na época eles mataram muita gente. E outras ações como as do Carlos Marighella, a Guerrilha do Araguaia, foram tentativas de resistir. É muito difícil rever o passado a partir de uma perspectiva diferente da vivida naquele momento. Era preciso ver o que ocorria nos quartéis, nas prisões, as formas de tortura, as nossas experiências nas prisões e os depoimentos que chegavam até nós. Tudo isso nos levava à conclusão que era precisa fazer algo e romper com o silêncio de cumplicidade dos meios de comunicação. Era preciso fazer coisas se destacar, de tal forma que isso permitisse lançar um manifesto público que fosse conhecido pela população brasileira.

swissinfo.ch: Foi quando você e outras pessoas sequestraram o avião 114 da Cruzeiro do Sul em 1° de janeiro de 1970?
C.L.: Depois desse evento já tive contato com o pessoal da tripulação. Muitos deles ainda estão vivos. Na época, não parecíamos para eles como terroristas. Éramos jovens, pessoas normais e que lhes trataram muito bem, pois não tínhamos nada contra eles. Meu pai, que era um homem muito conservador - não podendo ser considerado alguém de esquerda e que não apoiava essa ação - fez uma declaração, que me impactou na época, dizendo "não, ele está lutando; ele não é um terrorista, bandido". Eu não fico tocando nesse assunto, pois são coisas que passaram.

swissinfo.ch: O que os motivou?
C.L.: Tinha um grupo, do qual fazia parte o Fausto Machado Freire, que havia sido preso na época, mas nenhum órgão da repressão reconhecia essa prisão. Nossa principal exigência era o reconhecimento, por parte da ditadura, de que essas pessoas estavam presas e sendo torturadas e que fosse permitida a visita a eles de membros da família e advogados.

swissinfo.ch: O objetivo foi depois alcançado?
C.L.: Sim.

Observatório da Imprensa especial sobre os 50 anos do Golpe Militar de 1964

swissinfo.ch: E então você quis ficar em Cuba?
C.L.: Não, meu negócio era o Brasil.

swissinfo.ch: Mas depois de uma ação dessas era quase impossível retornar...
C.L.: Mas não se eu fosse ficar na clandestinidade. Tentei retornar através do Uruguai, mas quando estava por lá apareceu um emissário dizendo que não podia mais voltar, pois a situação estava perigosa. Então fui para Bolívia. Quando cheguei, ocorreu logo depois o golpe do Torres (n.r.: Juan José Torres Gonzáles, que se tornou presidente em 7 de outubro de 1970). Cheguei dois dias depois do golpe e decidimos - nosso grupo, o VAR-Palmares, se comunicava entre si - que eu iria para o Chile.

swissinfo.ch: E como foi a vida no Chile?
C.L.: Era um momento muito bom no país. Eleito presidente em 1970 depois da vitória expressiva de um movimento popular, Salvador Allende proporcionava um ambiente muito propício para nós. Eram mais de cinco mil brasileiros que estavam por lá, ou mais. Havia pessoas como o Fernando Henrique Cardoso, a Dona Ruth ou também Darcy Ribeiro. Nós editávamos um boletim informativo chamado Frente Brasileira de Informações, no qual o José Serra era também o meu companheiro de redação. O boletim era apoiado pela irmã do Miguel Arraes que era casada com um diretor do Le Monde na França.

swissinfo.ch: Foi lá que você conheceu a sua atual esposa, uma nicaraguense?
C.L.: Lá conheci a Maira, que era uma líder estudantil na luta contra o Somoza (Anastasio Somoza Debayle, presidente da Nicarágua entre 1967 a 1972, e de 1974 a 1979). Ela havia participado de um ação de massa, ao entrar em um estádio de basebol com uma faixa escrita "No más Somoza". Então ela foi ao Chile estudar e nós nos conhecemos e casamos. Foi no Chile que nasceu depois a nossa filha mais velha.

swissinfo.ch: E vocês depois de alguns anos, assim como vários outros exilados, tiveram que abandonar o Chile após o golpe militar de 1973?
C.L.: Saímos a toque de caixa através do Panamá, vinte dias depois, em uma operação apoiada pelas Nações Unidas. A nossa casa tinha sido invadida por forças de segurança chilenas e tudo foi destruído, inclusive com presença de brasileiros, ou pessoas que falavam o português. Felizmente a gente não estava mais por lá, pois já sabíamos do perigo. Passamos uns dias na casa de um amigo de longa data, o José Aníbal, que saiu há pouco da secretaria de Energia do governo estadual de São Paulo. No Panamá, o presidente era o general Omar Torrijos. O famoso Noriega era o ministro do Interior. Depois nos exilamos na Itália, onde nasceu a nossa segunda filha. Ficamos três anos por lá e depois mais quatro na França.

swissinfo.ch: Durante esse tempo você manteve contato com a Dilma?
C.L.: Ao sair da prisão, ela veio nos visitar na França. Na época já estava casada com o Carlos Araújo, que também é um grande amigo da família. Nosso contato é tão forte que as nossas filhas a chamam até hoje de tia Dilma. Somos avessos às convenções tradicionais. A esquerda não é tão apegada a essas coisas e por isso nosso relacionamento ainda é bastante forte.

swissinfo.ch: E depois da França vocês retornaram ao Brasil?
C.L.: A França nos deu refúgio político oficial. Tínhamos um laissez-passer e toda a documentação francesa como carta de trabalho ou de residência. Só retornamos ao Brasil em dezembro de 1979, alguns meses depois de promulgada a Lei da anistia.

swissinfo.ch: A readaptação no Brasil foi fácil?
C.L.: Passamos alguns anos em Porto Alegre, onde recebi uma oferta de emprego. Depois fui assessor de comunicação durante todo o primeiro governo do Leonel Brizola (1983 a 1987). Depois, quando o Moreira Franco ganhou as eleições, fiquei ainda um tempo trabalhando na Assembleia Legislativa e depois surgiu a decisão de retornar à Nicarágua, que era a grande reivindicação da minha mulher. Foi então que decidi mudar de país e estou até hoje por lá...

swissinfo.ch: Vocês chegaram à Nicarágua em plena guerra civil?
C.L.: Felizmente a guerra não afetava a vida em Manágua. A situação mais complicada era ao norte do país, na fronteira com Honduras.

swissinfo.ch: Você tem contato com a presidenta Dilma? Falam de política?
C.L.: Eu estive em 2011 em Brasília para prestigiar a posse de Dilma na Presidência. Vez ou outra nos falamos, mas não muito, pois ela nem tem tempo. São tantos amigos que, se todos pedissem uma audiência, ela não faria mais nada (risos).

swissinfo.ch: Se você pudesse conversar com ela sobre algo que, a seu ver, deveria ser feito absolutamente no Brasil, o que seria?
C.L.: A reforma política. É um tema muito complexo, que envolveria financiamento de partidos, a fidelidade partidária, o sistema de voto, da representatividade no Congresso e outros.

Letier Vivian
São Borja/RS

do Espaço Vital

"Toque nos meus seios, mas com suavidade"...


Iku Sakuragi está entre as atrizes que serão presumivelmente tocadas por centenas de pessoas neste fim de semana, em Tóquio.

Nove atrizes pornô japonesas estão convidando os fãs a tocar seus seios em campanha contra aids, neste fim-de-semana, em Tóquio. "É por uma causa benéfica: toque, não aperte, doe dinheiro, sejamos felizes'' - é o chamativo da campanha.

Uma das atrizes - Rina Serina - disse a uma rede de tevê que "estou impaciente por ver muitas pessoas brincarem com meus seios, mas agradeceria se, por favor, fossem delicados".

O evento será transmitido ao vivo em um canal para adultos da tevê a cabo, durante 24 horas, a partir das 20h de sábado (horário local).

CORSAN - Mais uma dívida milionária foi herdada

Esta semana o prefeito Luiz Augusto Schneider (PSDB) foi citado de uma ação de cobrança de R$ 70 milhões, indenização dos ativos da CORSAN, antiga concessionária local. Outros prefeitos que pretendem romper contrato, tomem cuidado: façam a nova concessionária assumir a responsabilidade pela indenização da CORSAN. Por quê Felice não incluiu isso no contrato com a Foz, atual Odebrecht, ninguém entende ...
Fernando Alves, secret'ario de Governo/Uruguaiana/RS.

Felice deixou outro rombo em Uruguaiana

Gestão anterior não indenizou a CORSAN

Mais um exemplo da má gestão de Sanchotene Felice na frente do Executivo Municipal pode ser comprovada. Após aumentar em milhões a dívida trabalhista, desvio de mais de R$ 50 milhões do MDE/Fundeb, explosão da dívida com a empresa AES Sul, contrato lesivo ao município celebrado com o escritório Berbardo Vidal (pagou antes do recebimento dos serviços), surge uma cobrança judicial de R$ 70.121.409,66 da CORSAN contra o Município de Uruguaiana. Por meio do Processo nº. 037/14.0003096-5, que tramita na 3ª. Vara Cível da Comraca de Uruguaiana, a CORSAN, que administrou os serviços de coleta, tratamento e distribuição de água e de esgotos até o dia 24 de junho de 2011, buscar ressarcimento pelos investimentos (bens e instalações) realizados na rede e que não foram amortizados quando da privatização dos serviços no Governo Felice. Destaca o Desembargador Francisco José Moesch que “é preciso levar em consideração a existência de disposição contratual expressa prevendo indenização a favor da Corsan para a entrega dos bens, ou seja, das instalações para a consecução dos serviços prestados”. O que deve ser considerado é matéria relativa ao ressarcimento dos investimentos que a Corsan fez. Tal é necessário para evitar que a nova concessionária dos serviços venha a usufruir de toda a infraestrutura sem que o Município nada desembolse à Companhia. Vencida a discussão acerca do dever de indenizar a Corsan, a mesma contratou a empresa ENGEBÊ - Empresa Brasileira de Engenharia Econômica Ltda para produzir Laudo de Avaliação Patrimonial dos sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário e respectivos imóveis pertencentes à Corsan na cidade de Uruguaiana. O referido Laudo tem como data de referência o dia 28 de agosto de 2009 e alcançou o valor de R$ 71.640.400,00. Ressalta-se que no Lauoo apontado já esta prevista a depreciação do patrimônio, sendo o valor apontado o efetivamente a ser ressarcido. Acrescente-se, ainda, que representantes do Município acompanharam a realização do Laudo, sem nenhuma manifestação. Na conclusão é destacado que o Município de Uruguaiana foi beneficiado por um longo período de tempo com os serviços prestados pela CORSAN, bem como pelos vultosos investimentos realizados pela mesma, sendo que, pela ocasião da retomada dos serviços, nada foi ressarcido, apesar da previsão legal e contratual para tanto. A Prefeitura de Uruguaiana tem prazo até o dia 20 de outubro de 2014 para contestar a ação.

--
Fernando Alves
www.blogdofernandoalves.blogspot.com

PROGRAMAÇÃO DA FIGTF NO PALCO PRINCIPAL - 01/09 - SEGUNDA-FEIRA

A agenda cultural da Expointer 2014 desta segunda-feira, 1 de setembro inicia às 14h com apresentação do Grupo Sperandires. A partir das 16h será a vez do Alma Gaudéria subir ao palco principal. Essa programação tem direção artística de Marco Araujo, da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF) com realização da Associação dos Amigos da Tradição (AATF) e patrocínio da Petrobras.

14h - GRUPO SPERANDIRES - Filhos da cidade de Osório, os músicos Adriana, Adriano e Cristian Sperandir formam uma família de artistas de grande talento. Sua versatilidade musical não se restringe aos limites geográficos de nosso Estado. Em 2011, lançaram o disco Outono dos Sentidos, que resgata o choro, a bossa nova, o samba, o maracatu, maçambique, quicumbis, boizinhos e olarais. Esse disco rendeu a Adriana Sperandir à indicação de melhor intérprete na categoria de MPB no Prêmio Açorianos de música 2012. O grupo participou de diversos festivais de música pelo Estado e País.

16h - ALMA GAUDÉRIA - Com cinco CDs gravados e uma sólida estrutura, o Alma Gaudéria é um dos jovens grupos gaúchos que desponta com diferencial no panorama de nossa música. Valorizando a cultura fandangueira, apresenta um repertório de qualidade e a preocupação com a variação de ritmos em suas apresentações. Formado pelos músicos Beto Rodrigues (bateria), Marcelo Lopes Laguna (baixo), Edson Velasquez (voz), Vinicius Bustamante (Guitarra), Fábio Ortiz (gaita) e a liderança de Fernando Espíndola (violão e voz), o grupo ganhou os palcos de nosso estado, de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Seu último CD conta com a participação especial dos Serranos na vaneira Ah! Eu sou gaúcho.

Além destes shows, a Subsecretaria do Parque Assis Brasil também elaborou uma programação artística no palco principal da feira. A agenda completa está no site www.expointer.rs.gov.br.

PROGRAMAÇÃO FIGTF DO PALCO PRINCIPAL - 30/08 - SÁBADO


Na foto Lucio Yanel e Dorval Dias

A agenda cultural da Expointer 2014 deste sábado, 30 de agosto, inicia às 17h com o show de Lucio Yanel e Dorval Dias. Logo após, será a vez da Moda Gaúcha e de Ricardo Pacheco e seu grupo. Essa programação tem direção artística de Marco Araujo, da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF) com realização da Associação dos Amigos da Tradição (AATF) e patrocínio da Petrobras.

17h - LUCIO YANEL & DORVAL DIAS - Oespetáculo desses dois grandes nomes do nosso nativismo propõe um olhar introspectivo à cultura popular gauchesca. Lucio reúne através das interpretações de seu violão, a produção musical mais tradicional do Rio Grande do Sul ao lado das composições do folclore argentino, constituindo-se em um elemento de intercâmbio cultural dos povos do Conesul. Dorval representa a poesia de nossos pagos com interpretação forte e definitiva.

19h - MODA GAÚCHA - Grupo musical criado em 2012 leva ao público um baile verdadeiramente gaúcho com um repertório que inclui vaneira, bugio, chamamé, valsas e milongas A banda é formada pelos músicos Fabiano Fontoura (vocalista), Tiago Munari (baixo/voz), Costa Lima (guitarra/voz), Alexsandro Machado (acordeon/voz) e Silvio Junior (bateria/voz). A apresentação tem direção de Costa Lima, reconhecido músico, compositor, arranjador e produtor cultural.

20h - RICARDO PACHECO & GRUPO - Natural de Passo Fundo/RS, é violonista, cantor e compositor. Apresenta-se profissionalmente desde 1985. Com sua voz rouca e peculiar, canta num estilo bastante eclético, com ênfase no cancioneiro latino americano e na música popular brasileira, dentro de uma perspectiva de que a música brasileira exerça um grande poder de representatividade dentro da música latina.

Além destes shows, a Subsecretaria do Parque Assis Brasil também elaborou uma programação artística no palco principal da feira. A agenda completa está no site www. expointer.rs.gov.br.

Debate da Band: Vieira critica falta de experiência administrativa de Ana Amélia

O primeiro debate entre os candidatos a governador exibido em canal aberto de televisão no Rio Grande do Sul, promovido pela Rede Bandeirantes, foi marcado por um embate mais duro entre Vieira da Cunha (PDT) e Ana Amélia. Foi no terceiro bloco do programa, quando os candidatos escolhiam quem perguntaria para eles.

Ana Amélia escolheu ser questionada por Vieira, que pediu que ela comentasse a declaração do candidato a presidente Aécio Neves - que tem aliança com ela -, de que “governar não é para amadores”. Na réplica, o trabalhista lembrou a falta de experiência de Ana Amélia em cargos de gestão.

Na sequência, Vieira devolveu a chance de Ana Amélia perguntar a ele. Ela questionou quais os projetos de Vieira para a área de infraestrutura, especialmente de estradas. O pedetista afirmou que irá reestruturar o Daer e manter a EGR, e que as estruturas do Estado irão conviver com as Parcerias Público Privadas (PPPs) na conservação e melhoria das rodovias gaúchas.

“Eu defendo as PPPs, mas não aquele modelo implantado pelo governador Brito, o qual votei contra como deputado estadual. Nosso projeto será precedido de amplo debate nas comunidades, com transparência e tendo como meta a modicidade tarifária. O cidadão andará por uma estrada de boa qualidade e pagará um preço justo”, disse Vieira.

Primeiro bloco

A primeira pergunta de Vieira foi para o candidato Tarso Genro. Ele escolheu o tema da renegociação da dívida com a União, e criticou a postura do atual governador, que não aderiu ao polo ativo da ação impetrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). No documento, a entidade pede a revisão do percentual de comprometimento da receita para o pagamento da dívida.

Questionado na sequência por Roberto Robaina sobre o piso nacional do magistério, Vieira lembrou que como deputado federal criou projeto para modificar o artigo 4° da Lei do Piso, para permitir que o Rio Grande do Sul receba a complementação financeira da União para pagar os professores.

Segundo bloco

Foi o momento em que jornalistas do Grupo Bandeirantes fizeram perguntas aos candidatos, que, por sua vez, escolhiam um oponente para comentar. Vieira foi questionado pela editora de agronegócio sobre como acabar com a demora nas licenças ambientais, que, segundo ela, levam em média levam 18 meses para serem emitidas pela Fepam. Ele afirmou que a questão é um gargalo na atração de investimentos para o Estado, e que em seu governo irá estruturar a Fepam e a Secretaria do Meio Ambiente, para que elas possam bem exercer suas atividades. Lembrou do período em que foi diretor do Departamento de Limpeza Urbana da Capital, quando acabou com os lixões a céu aberto, organizou cooperativas de catadores e adquiriu experiência para tratar a área com a devida importância.

Chamado para comentar a resposta de outro candidato sobre o tema da saúde, Vieira afirmou que irá criar o Programa Saúde Mais Perto das Pessoas. O objetivo é dotar as regiões de estruturas que tenham resolutividade para os pacientes nas próprias regiões, evitando a chamada ambulancioterapia.

Quarto bloco

Vieira perguntou a José Sartori sobre segurança, e citou os estarrecedores índices de criminalidade no Rio Grande do Sul. Na réplica, apresentou suas propostas na área, que são a realização de concursos públicos para a recomposição do efetivo, a integração das polícias e órgãos de segurança e o investimento em tecnologia e recursos humanos.

Último bloco

Nas considerações finais, os candidatos foram orientados a fazer suas conclusões observando a seguinte frase: Resgate do protagonismo do Rio Grande do Sul no País.

Vieira lembrou a Campanha da Legalidade e o fato de importantes líderes nacionais terem sido forjados em solo gaúcho, como os ex-presidentes Getúlio Vargas e João Goulart, e o ex-governador Leonel Brizola. Concluiu dizendo que quer ser governador para retomar esta história.

Vieira da Cunha durante caminhada no bairro Dunas, em Pelotas.

FOTO: Jefferson Bernardes

O candidato a governador do Estado pela coligação "O Rio Grande Merece Mais", Vieira da Cunha durante caminhada no bairro Dunas, em Pelotas.

Vieira e Lasier visitam Pelotas, São José do Norte e Rio Grande

Fotos: Jefferson Bernardes

Os candidatos do PDT ao governo e ao senado, Vieira da Cunha e Lasier Martins, cumpriram agenda de campanha no sul do Estado nesta sexta-feira (29). Em Pelotas, eles participaram de atos no centro da cidade, concederam entrevistas a três programas de rádio e caminharam no bairro Dunas. Em São José do Norte, a dupla participa de um encontro com a militância. O roteiro acaba em Rio Grande, com um jantar de confraternização.

Após participar de uma entrevista na Rádio Cultura, Vieira seguiu para o Café Aquários, ponto tradicional de encontro dos pelotenses. Do local, o grupo foi até o busto do ex-presidente Getúlio Vargas, onde realizaram uma homenagem pelos 60 anos da morte dele.

No início da tarde, Vieira participou de um encontro com prefeitos da região. A reunião foi transmitida pela Rádio Pelotense, em cadeia com outras emissoras. O pedido principal dos prefeitos foi por melhor infraestrutura de estradas, com a necessidade urgente de concluir os acessos asfálticos de Arroio do Padre, Cerrito e Pedras Altas.

“Nenhuma obra sofrerá interrupção no meu governo, e aqueles que não têm acessos receberão o asfalto”, disse.

Outro pedido foi pela travessia a seco entre Rio Grande e São José do Norte. Atualmente, a ligação entre os dois municípios ocorre através de lancha e balsa.

“Vocês estão falando com alguém que já ligou São José do Norte a Rio Grande. Foi na minha gestão que as torres da CEEE foram erguidas e levaram energia elétrica ao município, desativando a usina que existia a óleo”, lembrou Vieira.

Outro destaque foram as propostas apresentadas para a área da saúde, como o programa Saúde Mais Perto das Pessoas, que irá criar estruturas regionais com resolutividade para os casos de alta complexidade, evitando a chamada ambulancioterapia. Vieira também utilizou o espaço para falar das propostas para a educação, cujo princípio será a retomada das escolas de tempo integral, e segurança, com a recomposição do efetivo e o investimento em tecnologia e inteligência policial.

No início da noite, Vieira participa de uma reunião em São José do Norte com militantes dos partidos que formam a coligação O Rio Grande Merece Mais (PDT, DEM, PSC, PV e PEN). À noite, um jantar em Rio Grande encerra a programação.

Vieira defende que Estado também seja intermediador nas demarcações de terras

Candidato do PDT ao governo do Estado, Vieira da Cunha participou neste sábado de uma sabatina na Casa RBS da Expointer. Durante 20 minutos, ele foi questionado sobre temas do agronegócio pela editora do caderno Campo e Lavoura do jornal Zero Hora, Gisele Loeblein.

Dos cinco principais concorrentes ao Piratini entrevistados, Vieira foi o único a ser aplaudido pela plateia em meio a uma resposta. Foi enquanto ele falava sobre a demarcação de terras indígenas.

“Nunca vi assassinarem dois agricultores, como ocorreu aqui no Estado, e o Ministro da Justiça nem vir aqui. Isso é um absurdo. Os governos federal e estadual precisam assumir seu papel na intermediação desse conflito. É papel do Estado a paz no campo. Direito há dos dois lados, os quilombolas e os indígenas possuem os seus direitos, mas aqueles que estão na terra por gerações também precisam ser respeitados”, disse.

Vieira também falou sobre o papel da pesquisa como base da melhoria da produtividade, e assegurou que o tema será tratado como prioridade no seu governo. Lembrou também da importância de levar educação de qualidade à zona rural.

Outro questionamento importante foi sobre os gargalos na área de infraestrutura, que dificultam o escoamento das safras e ampliam o custo de produção.

“Ontem, o Lasier (Martins, candidato ao senado pelo PDT) e eu nos reunimos com os prefeitos da Zona Sul e eles reclamaram da precariedade das estradas vicinais. No nosso plano de governo há um programa chamado Pró-Vias, que é um conjunto de medidas para reestruturar o Daer, garantir eficiência administrativa à EGR, e fazer editais de licitação para chamar a iniciativa privada a investir na melhoria das nossas estradas. Evidentemente que em um projeto transparente e com modicidade tarifária”, defendeu.

Ele também ressaltou a importância de investir em outros modais, como as hidrovias. Atualmente, apenas 3% da produção é escoada através dos rios.

“Temos que reestruturar a nossa Superintendência de Portos e Hidrovias. Hoje, não temos nem dragas para garantir o calado necessário nas nossas hidrovias. Temos que tornar os nossos rios navegáveis e isso terá um impacto muito positivo na diminuição dos custos de produção”, complementou.

Respondendo a uma pergunta sobre investimentos em armazenagem, Vieira voltou a ressaltar a importância de reestruturar órgãos do Estado, como a Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa), e de ampliar a fatia no orçamento das secretarias de Agricultura e de Desenvolvimento Rural. Sobre as questões ambientais, Vieira afirmou que os temas serão tratados de maneira técnica, para gerar desenvolvimento sustentável sem restringir o direito dos produtores de terem acesso a água e energia. Ele também disse que irá manter e ampliar o programa Mais Água, Mais Renda.

Além da participação no painel, ele também caminhou pelo Parque Assis Brasil e conversou com produtores. Neste domingo, ao lado de companheiros da Coligação O Rio Grande Merece Mais (PDT, DEM, PSC, PV e PEN), Vieira fará outra caminhada pela Expointer, a partir das 16h.

Vieira visita Farroupilha e caminha na Expointer

Candidato do PDT ao governo do Estado, Vieira da Cunha esteve neste domingo em Farroupilha, na Serra. Ele participou da inauguração de um comitê do PDT, no Centro, e em seguida almoçou com mais de 300 militantes em um restaurante da cidade.

À tarde, o candidato caminhou pela Expointer no Parque Assis Brasil, em Esteio, onde cumprimentou eleitores e conversou com expositores de animais.

No sábado, durante o Painel RBS sobre Agronegócio, Vieira falou da importância de se investir em infraestrutura para resolver os problemas que ocorrem da porteira para fora, e que causam impacto direto no custo de produção, como a precariedade das estradas para escoamento da produção. Outro ponto destacado foi a irrigação.

“O Rio Grande do Sul, a exceção da lavoura do arroz, tem apenas 2% da sua área plantada irrigada. Eu visitei Israel e naquelas áreas inóspitas eles conseguem produzir, porque tem tecnologia e irrigação. É papel típico do Estado investir em tecnologia no setor”, disse Vieira, que completou dizendo que no seu governo o programa Mais Água, Mais Renda será mantido e ampliado.

À noite, ao lado do vice Flávio Gomes, Vieira irá a um culto na igreja Encontros de Fé, em Canoas. Logo em seguida, no Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre, ele participa da entrega do Prêmio Senar - O Sul.

>> Confira a agenda de Vieira para segunda-feira (01/09):

08:15 — DEBATE ENTRE CANDIDATOS A GOVERNADOR NA RÁDIO ABC | Na Rádio ABC, do Grupo Sinos, na Rua Jornal NH, em Novo Hamburgo.

12:00 — ENCONTRO COM ELEITORES NA ESQUINA DEMOCRÁTICA | Em Porto Alegre.

14:00 — ENTREVISTA AO JORNAL METRO | Na Band, em Porto Alegre.

16:30 — VISITA A VEÍCULOS DA IMPRENSA EM BENTO GONÇALVES | Em Bento Gonçalves.

17:30 — CAMINHADA EM BENTO GONÇALVES | Em Bento Gonçalves.

19:00 — INAUGURAÇÃO DO COMITÊ EM BENTO GONÇALVES | Na Avenida Osvaldo Aranha, em Bento Gonçalves.

Vieira da Cunha acompanha o seu vice, Flavio Gomes em culto na Igreja Encontros de Fé

FOTO: Jefferson Bernardes

O candidato a governador do Estado, Vieira da Cunha pela coligação "O Rio Grande Merece Mais", acompanha o seu vice, Flavio Gomes em culto na Igreja Encontros de Fé, em Canoas.

O Rio Grande ganha força com Beto vice-presidente, destaca Sartori

Fotos: Luiz Chaves
CAMINHADA NA REDENÇÃO

“O Rio Grande do Sul ganhará mais força com a presença de Beto Albuquerque em Brasília, como vice-presidente da República”, repetiu o candidato a governador José Ivo Sartori, na manhã desse domingo (31), ao participar de caminhada no Parque da Redenção, em Porto Alegre, promovida pelo PMDB Mulher. “Quero me somar a este esforço e recolocar o Rio Grande no caminho de desenvolvimento de onde nunca deveria ter saído”, ressaltou.

Além de Beto Albuquerque, que concorre a vice-presidente na chapa de Marina Silva, estiveram presentes os candidatos da coligação O Novo Caminho para o Rio Grande a vice-governador, José Paulo Cairoli, e ao Senado, Pedro Simon. Sartori comemorou a adesão do grande número de apoiadores de sua candidatura e de candidatos das eleições proporcionais que se juntaram à mobilização. Disse que esta foi mais uma demonstração da unidade de ideias representada pela coligação, da qual fazem parte oito partidos - PMDB, PSD, PSB, PPS, PHS, PSL, PT do B e PSDC. Empunhando bandeiras e faixas, os participantes encerraram a caminhada com um ato político nas imediações do Diretório Municipal do PMDB, na Avenida João Pessoa.

AGRONEGÓCIO - Em visita à Expointer, nesse final de semana, em Esteio, Sartori sustentou seu apoio à agropecuária e ao agronegócio. Ele esteve no Parque de Exposições Assis Brasil no sábado (30) e no domingo (31) à tarde, quando assistiu à final da tradicional competição Freio de Ouro e conversou com eleitores e representantes do setor, ouvindo opiniões e expondo propostas de governo. “O agronegócio é a principal atividade econômica do Estado. Gera renda e empregos aos gaúchos. Quero trabalhar para criar condições de maior desenvolvimento no meio rural e adotar uma política que traga mais motivação e confiança aos produtores e às empresas deste segmento”, afirmou.

Sartori defendeu também a necessidade de mais investimentos em pesquisas e treinamento para os trabalhadores rurais. “Vamos remodelar o papel da extensão rural no Rio Grande do Sul e oferecer o devido acompanhamento técnico ao produtor, que deve ser cada vez mais qualificado”, disse ele. Para Sartori, a agricultura gaúcha precisa ser mais diversificada, de acordo com as condições de solo, clima e a identidade cultural de cada região. “Dessa forma, poderemos identificar novos mercados e ampliar a geração de renda e empregos”, frisou. Os efeitos das estiagens frequentes no Rio Grande do Sul podem ser enfrentados, segundo ele, com o incremento da política de irrigação e programas de conservação e armazenagem de água e solo.

AGENDA DO CANDIDATO JOSÉ IVO SARTORI PARA SEGUNDA-FEIRA - 1º DE SETEMBRO

NOVO HAMBURGO

8h15 - Debate entre candidatos ao governo do Estado promovido pelo Grupo Editorial Sinos. Local: Salão de Atos da Feevale.

CANOAS

11h20 - Entrevista ao jornal Diário de Canoas.

12 horas - Reunião de Diretoria Ampliada, promovido pela Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Canoas. Local: Salão Nobre da entidade.

14h30 - Caminhada com candidatos e apoiadores da coligação O Novo Caminho para o Rio Grande, a partir do Calçadão.

Sartori recebe Temer no Aeroporto Salgado Filho

Foto: Luiz Chaves

Acompanhado do seu candidato a vice-governador, José Paulo Cairoli, e dos candidatos a deputado federal José Fogaça e Alceu Moreira, José Ivo Sartori esteve nesta sexta-feira (29) pela manhã no Aeroporto Salgado Filho para receber o vice-presidente da República Michel Temer em sua chegada a Porto Alegre. Logo após, Sartori viajou a Caxias do Sul, onde tem agenda de campanha e lançará, neste sábado (30), o livro Andanças, sobre suas origens e trajetória política.

José Fogaça considerou o encontro como um gesto de cortesia e respeito para com o presidente do PMDB. Lembrou que Temer sempre admitiu perfeitamente a alternativa eleitoral da aliança com o PSB. “Pelo respeito que ele teve para com a nossa opção, fomos ao aeroporto lhe dar as boas-vindas ao Estado”, disse Fogaça.

A realidade que vejo é o desejo de mudança, diz Sartori em debate

Foto: Luiz Chaves

“O Rio Grande precisa de um governo que funcione. Chega de transferir responsabilidades e buscar culpados”, afirmou José Ivo Sartori, nessa quinta-feira (28) à noite, durante debate entre candidatos ao governo do Estado realizado pelo Grupo Bandeirantes. Sartori lembrou conquistas de seus dois mandatos como prefeito de Caxias do Sul, para exemplificar o que pretende fazer como governador para buscar resultados em setores do Estado que precisam de soluções urgentes. “Quem necessita de saúde não pode esperar. O mesmo vale para segurança, educação, infraestrutura. Em Caxias, atingimos o menor índice de mortalidade infantil, fomos pioneiros em antecipar o exame preventivo de câncer de mama dos 50 para os 40 anos, com o projeto Vigimama, e terminamos com o analfabetismo”, enumerou o candidato.

Sartori enfatizou que é preciso governar para todos, e não com olhar partidário. “Só fiz uma coisa sozinho até agora: a decisão de não trabalhar só”, disse o candidato, que concorre pela coligação O Novo Caminho para o Rio Grande, formada por oito partidos. “O governo não é o Palácio Piratini. É o posto de saúde, o policial na rua, a professora motivada em sala de aula, o médico e a enfermeira atendendo quem precisa.”

Para Sartori, “o governo [que atualmente ocupa o Piratini] fala muito e faz pouco”. “A realidade que vejo é outra. É o desejo de mudança”, destacou. Ainda sobre o tema saúde, ele reforçou que melhorar a qualidade do atendimento é um dos maiores desafios a serem vencidos. Entre suas propostas, citou a qualificação do sistema de saúde nas regiões, para evitar que um grande número de pacientes tenha de se deslocar para Porto Alegre, e o fortalecimento dos hospitais filantrópicos. Disse também que as grandes cidades precisam de apoio para ampliar o horário de atendimento com postos 24 horas - outra medida lembrada por ele como bem-sucedida em Caxias do Sul quando esteve à frente da prefeitura.

ENDIVIDAMENTO - Em outro momento do debate, Sartori afirmou que o governo do Estado, além de não entregar com eficiência os serviços que os gaúchos necessitam em áreas como saúde, educação, segurança e transporte, ainda provocou um endividamento nunca visto antes. Ao fazer uma pergunta para a candidata Ana Amélia Lemos, recordou a proposta apresentada por ela de cortar cargos em comissão (CCs) e extinguir secretarias para diminuir as despesas estaduais. “Só isso não resolve a crise”, rebateu Sartori, acrescentando que a renegociação da dívida do Rio Grande do Sul com o governo federal (que consome 13% da Receita Corrente Líquida mensalmente) não está sendo conduzida como deveria.

“Defendemos o projeto nacional de Marina Silva [candidata a presidente da República] e Beto Albuquerque [candidato a vice], que é reduzir o comprometimento com a dívida para 7% da receita. Aí teremos dinheiro para investir onde é preciso”, salientou. Outra questão defendida pelo candidato é a reformulação do pacto federativo, para que o governo federal reparta de maneira mais justa com os estados e municípios os recursos que arrecada com a participação de todos.

Ao finalizar, Sartori disse que foi deputado estadual e federal e que, ao entregar a prefeitura de Caxias do Sul, saiu com muito orgulho pelos feitos que deixou. “Sou candidato a governador com José Paulo Cairoli como vice e Pedro Simon concorrendo ao Senado. Vivemos um momento de mudança para o Rio Grande do Sul, fazendo parte do mesmo projeto nacional de Marina Silva, Beto Albuquerque e Eduardo Campos, que nos deixou precocemente neste mês. Quero ser governador para fazer os serviços públicos funcionarem, para fazer a boa política. Não aquela que pensa nos interesses apenas de um partido ou de um grupo. Meu partido é o Rio Grande.”

Andanças reconta história da imigração e de Sartori

Foto: Luiz Chaves

Nem biografia, nem autobiografia. Andanças, lançado nesse sábado (30), em Caxias do Sul, é um livro de 176 páginas, impresso pela Editora São Miguel, que resgata as origens da imigração italiana no Rio Grande do Sul e o ambiente social, econômico e cultural em que se criou José Ivo Sartori. Prefaciada pelo senador Pedro Simon, a obra foi construída em quatro capítulos, divididos em vários episódios. É didática quanto à chegada dos imigrantes em 1875, a formação do povoado e os principais ciclos econômicos de Caxias do Sul, hoje com 124 anos de emancipação política.

A partir desse ambiente, a narrativa se debruça sobre José Ivo Sartori. Revisita os alicerces da família que forjou seus princípios e valores, consolidados no respeito aos professores das instituições onde estudou, incluindo o seminário e a universidade. O magistério seria o seu destino. Tanto que até hoje se orgulha dos tempos de docência. Mas o fato é que havia uma vocação política se revelando desde os tempos de colégio.

Sartori tornou-se um homem público, de reconhecida capacidade de aglutinação e realização. Sua carreira política já ultrapassa os 32 anos, sempre legitimados pelo voto popular para exercer mandatos legislativos e executivos. Assim, se a Igreja perdeu um padre, Caxias do Sul e o Rio Grande do Sul ganharam um dedicado homem público. Nessa linha do tempo, diferentes lideranças, homens e mulheres, ajudaram a desenhar o perfil de Sartori.

Como dizem na apresentação do livro os autores - os jornalistas Marcos Kirst, Paulo Cancian e Antonio Feldmann -, Andanças é uma obra escrita a muitas mãos e incompleta. “São fragmentos de um tempo, da vida de um personagem entrelaçada com a vida de tantas outras pessoas. (...). São testemunhos, contos, narrativas de episódios e de acontecimentos a partir de entrevistas e depoimentos espontâneos”, escrevem eles.

Livro lembra história da imigração italiana e origens de Sartori

As origens da imigração italiana no Rio Grande do Sul e o ambiente social, econômico e cultural onde José Ivo Sartori nasceu e cresceu foram passados a limpo no livro “Andanças”, que será lançado em Caxias do Sul neste sábado (30), às 10h30, na Livraria do Maneco (Rua Marechal Floriano, 879, Centro). Escrito pelos jornalistas Marcos Kirst, Paulo Cancian e Antônio Feldmann, o livro tem 176 páginas e está sendo publicado pela Editora São Miguel.

O prefácio é assinado pelo senador Pedro Simon. “Trata-se de uma obra escrita a muitas mãos e ainda incompleta”, dizem os autores. Em quatro capítulos, divididos em vários episódios, eles repassam a chegada dos imigrantes em 1875, a formação do povoado e os principais ciclos econômicos de Caxias do Sul, hoje com 124 anos de emancipação política.

da Folha Popular de Teutônia

de Serafina

ESCOLA X EDUCAÇÃO SEXUAL: uma relação necessária

É do conhecimento geral a importância do trabalho pedagógico que aborda a educação sexual nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Desse modo, na Escola Municipal Professora Estherina Marubin, foi desenvolvido pela Orientadora Educacional Edinara Ferreira um trabalho especial para os alunos do 5º Ano. Denominado “Papo de Moça” e “Só para meninos”, os encontros aconteceram primeiramente só com as garotas e, posteriormente, apenas com os garotos da referida série. É válido ressaltar que o trabalho realizado não possui o objetivo de retirar das famílias e dos responsáveis pelas crianças o direito e o dever da educação sexual, mas prestar mais esse auxílio aos mesmos, considerando que as crianças carregam consigo as vivências do contexto social no qual estão inseridas, inclusive as vivências sexuais; sendo assim, inadmissível a escola se omitir diante das perguntas, dúvidas e manifestações da sexualidade.

Como culminância dessa proposta foi realizada na Escola, no dia 28 de agosto, uma palestra com a enfermeira Ângela, sobre o tema “Sexualidade e cuidados com o corpo”, tendo como público-alvo os alunos do 4º e 5º Anos. Ousamos que a Educação Sexual seja abordada em sua complexa constituição, como elemento inerente à vida e imprescindível para a formação integral da criança.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE SERAFINA CORRÊA

Lembrando que o dia 29 de agosto, foi escolhido como dia de conscientização de combate ao fumo e os males causados por este tipo de droga. Com esta preocupação a Secretaria Municipal de Saúde de serafina Corrêa está desenvolvendo o Grupo de Combate ao Tabaco (FUMO), propriamente dito. Este Grupo foi retomado com intuito de diminuir a quantidade de tabagismo no município e da mesma forma conscientizar a população sobre os males que o cigarro causa a saúde. Desde 1840 o cigarro passou a ser industrializado, proporcionando um grande aumento de pessoas que fumam por todo o mundo. A dependência é causada pela nicotina, um dos elementos presentes no tabaco ou fumo. Após a ingestão da fumaça, o cérebro é estimulado ao prazer, porque a nicotina cai na corrente sanguínea. Com isso, o fumante tem a falsa sensação de bem-estar, atenua a ansiedade, diminui a fome, perde peso, sente-se relaxado, etc. O fumante, com o passar do tempo, adquire uma doença denominada tabagismo, que se caracteriza pelo excesso de nicotina no organismo. O maior dos malefícios do consumo de fumo é o câncer de pulmão, que responde por 90% dos casos da doença.

Além desse, o cigarro também pode causar câncer de boca, mau hálito, dentes amarelados, impotência sexual, gangrena em partes do corpo (diminuição da circulação do sangue), dentre outras. O tratamento do câncer de pulmão é de muito sofrimento e dor, tanto para o paciente quanto para sua família, pois é um tipo de câncer que pode levar facilmente ao óbito, em razão da sua capacidade de se disseminar para outras áreas do corpo. Lembramos que o tratamento é complicado e doloroso. Pessoas que não fumam devem ficar alertas, pois a inalação da fumaça do cigarro, mesmo que de outra pessoa, causa os mesmos males, sendo consideradas fumantes passivas. Outras nada podem fazer, como no caso de crianças que convivem com pais que fumam ou mesmo recebem a nicotina ainda na barriga da mãe. Dessa forma, para se evitar a aquisição de um câncer ou outras doenças causadas pela fumaça do cigarro, o melhor a fazer é não fumar e ajudar a combater o consumo do fumo, do tabaco, devido aos sérios problemas que causam ao organismo. Ajude, oriente, participe, essa campanha precisa de você! Coordenação Secretaria Municipal de Saúde.

Grupo de Dança do CRAS de Serafina Corrêa participa da Primeira Semana de Arte e Cultura Parai Encanta

No dia 22 de Agosto de 2014, o Grupo de dança do CRAS esteve presente na Primeira Semana de Arte e Cultura “Paraí Encanta”. Vinte e dois jovens do Projeto Dança do professor Sandro Ghisleni Dias, e Márcio de Costa, Diretor da Divisão dos Programas de Transferencia de Renda, acompanhou o Grupo no evento. Serafina Corrêa, se destacando mais uma vez.

Projeto Dia Nacional de Combate ao Fumo

No dia 29 de Agosto, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Leonora Marchioro Bellenzier, realizou um importante projeto envolvendo os alunos dos três turnos sobre o Dia Nacional de Combate ao Fumo, tendo em vista o fumo ser considerado um problema de saúde pública e as doenças a ele associadas poderem ser evitadas através da conscientização e esclarecimentos à população. O público da Escola Leonora é de 330 alunos, assim acreditamos que as ações do projeto podem ter uma grande abrangência ao levarem para suas casas, grupo de amigos e compreenderem que o cigarro oferece riscos, muitas vezes irreversíveis. Na execução do projeto, foram trabalhadas charges e textos para publicação no Jornal Gazeta, desenhos para exposição no corredor da escola e palestra com a Vigilância Sanitária com o tema: Males causados pelo Tabagismo, esta que explanou sobre a composição do cigarro, trouxe dados atuais como números de fumantes e de que 84% dos fumantes iniciam antes dos 18 anos, esse é o ponto em que entra o papel da escola, na orientação dos adolescentes, que estão em fase de aprender a fazer a escolha correta.

3ª Tarefa Gincana Literária 2014

A terceira tarefa da Gincana Literária da Escola Municipal Leonora Marchioro Bellenzier foi entregue no dia 27 de agosto pelos alunos do 6º ao 9º ano. Essa tarefa consistia em recontar a história de um livro escolhido, através de uma Paródia, com a melodia de uma música que a equipe preferisse. As turmas apresentaram ótimas composições, surpreendendo e mostrando que a leitura é sim hábito saudável e que deve ser estimulado entre os adolescentes. A Gincana tem como objetivo estimular a leitura de diferentes gêneros literários, promovendo atividades diferenciadas na comunidade escolar, sendo a próxima tarefa um Desfile que deve ser organizado pelas turmas onde devem demonstrar os personagens de uma obra literária. Os alunos já estão nos preparativos para a próxima apresentação!



ARQUIVO

2007
           
 Set
 Out
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014

Abr01
Abr02

Jun01
Jun02
Ago01
Ago02
       



OLIDES CANTON - JORNALISTA E ESCRITOR

Nascido em 16 de Janeiro de 1952 na cidade de Serafina Corrêa-RS, Olides Canton passou nesta cidade toda a sua infância. Mudando-se para Porto Alegre, cursou a Escola Julio de Castilhos, tornando-se Bacharel em Comunicação Social pela FABICO/UFRGS em 1982. Trabalha como Jornalista desde 1970. Trabalhou na Companhia Jornalística Caldas Júnior, Jornal Zero Hora. No Jornal do Brasil e Revista Carga e Transporte atuou como free-lancer. Editor do Jornal de Bordo e Revista Fitness. Possui 9 livros publicados. Ganhou quatro prêmios de Jornalismo, um do Badesul, dois do Setcergs e um da ARI. Registro no Sindicato dos Jornalistas RS: 2776 - Registro Jornalista - Mtb 4959.

Telefone: (51) 3330-6803
e-mail: contato@deolhoseouvidos.com.br

Autor de inúmeros livros, Olides Canton firmou-se como um
exímio contador de histórias contemporâneas.
Conheça agora as obras do autor
© "de Olhos e Ouvidos"  -  Todos os direitos reservados
Os textos e imagens publicados neste site são de inteira responsabilidade de Olides Canton.


EDIÇÕES DO FITNESS

Edição 172 - agosto 2014
Edição 171 - junho 2014

Edição 170 - maio 2014

Edição 169 - março 2014
Edição 168 - janerio 2014
Edição 167
Edição 166
Edição 165
Edição 164
Edição 163
Edição 162

Edição 161
Edição 160
Edição 159
Edição 158
Edição 157
Edição 156
Edição 155
Edição 154
Edição 153
Edição 152
Edição 151
Edição 150
Edição 149
Edição148
Edição 147
Edição146
Edição145
Edição144
Edição143
Edição 142

Edição 141
Edição 140
Edição 139
Edição 138
Edição 137
Edição136
Edição135
Edição134
Edição 133
Edição132
Edição 131
Edição 130
Edição129
Edição128
Edição127
Edição 126
Edição125
Edição 124

Edição 123
Edição 122
Edição 121
Edição 120
Edição 119
Edição 118
Edição 117
Edição 116
Edição 115
Edição 114
Edição 113
Edição 112
Edição 111
Edição 110
Edição 109
Edição 108
Edição 107
Edição 106
Edição 105
Edição 104
Edição 103
Edição 102
Edição 101
Edição 100
Edição 99


ESTÃO À VENDA


Cidades vizinhas (A briga entre cidades gaúchas) • R$ 15


Cosi la ze stata (Breves histórias de Serafina Correa/RS) • R$ 20


Getulio Vargas, depoimentos de um filho (Maneco Vargas fala de Getulio) • R$ 20


Estradas do Rio Grande (A história da construção pesada no RS) • R$ 50

Mais a postagem. Procure pelo olidescanton@bol.com.br.


ANUNCIE NO SITE

Entre em contato conosco

Edições Anteriores do Blog



LINKS QUE RECOMENDAMOS

Correio Do Povo
Claudio Humberto
Diário da Fronteira

DAiário Popular
Enfato
Folha de São Borja
Informativo
RedeCidade
RSUrgente
Jornal A Hora
Jornal do Comércio
Jornal do Mercado
Jornal O Sul
Jornal Panorama Regional
Políbio Braga
Prefeitura de Porto Alegre
Prefeitura Serafina
Correa

Ricardo Noblat
Rosane Oliveira
Sindicato dos Jornalistas
SUL21
Vide Versus

REPORTAGENS ESPECIAIS

Veja em "Memória"