A Sucursal do JB
Fotos: acervo de Lauro Dickmann

Foi só eu falar algumas linhas
sobre a sucursal doJB que vários profissionais
que trabalharam lá me mandaram fotos e textos.Nestas
duas fotos do acervo de Lauro Dickmann aparecem na primeira
o repórter Alexandre Garcia e o motorista Davi,
numa festa.

Na segunda foto, tem mais gente conhecida.Alexandre
Garcia, de barba, ao seu lado o presidente do Sindicato
dos Revendedores de Combustíveis no RS, José
Mitchell,tendo a sua frente um litro de " Chivas"(
da melhor qualidade) mas o Mitchell não bebe, o
Quidinho Lisboa( Euclides Lisboa) então estagiário
do JB, à esquerda, na ponta o operador de telex
da sucursal do JB e um funcionário do Depto. Comercial
da sucursal( loiro).
O fotógrafo José Antônio Guerreiro,
que foi da Objetiva Press que prestava serviços
ao JB diz que 60 por cento das sugestões de pauta
que ele como prestador apresentava eram aceitas. A sucursal
do JB sempre teve um fotógrafo fixo, que foi o
Jurandir Silveira, depois o Mauro Mattos e antes deles
todos o falecido Goiano(Rubens Borges).
Coleguinhas
* Os ecochatos( ou ecologistas) mudaram-se
faz um mês e pouco para o prédio da ARI,
na Borges de Medeiros,915. No terceiro andar.
O Ulisses Nenê dá expediente lá.
* Paulo Burd está como coordenador
da Comunicação da Secretaria Estadual da
Saúde.
* Quem será mesmo que está
processando o J.L.Prévidi??? Será mesmo
o Armando Burd, como ouvi dizer ontem no chimarrodromo
da ARI???
* Prêmio ARI deste ano não terá,ainda,
um premiado de WEB. Está na hora de colocá-lo
no regulamento,senhores jurados.
* Outra coisa: porque que somente associado ( em dia...)
pode inscrever reportagens para o prêmio ARI de
Jornalismo? Há quem ache que é por isto
que alguns fazem as matérias e elas são
inscritas no nome de outros colegas.
Integrante da camisa
12 do Inter ferido no jogo em La Plata
O estudante CÁSSIO THOWAR, morador
da rua Antônio de Carvalho,1684,apartamento 03,em
Porto Alegre, foi torcer pelo Inter na última quarta-feira
em Buenos Aires como sócio e Integrante da Camisa
12 do clube que é. Ontem,dia 27/11 sua mãe
Vera Menezes recebeu um telefonema de um dos integrantes
que já haviam retornado e que estavam na turma
que viajou tinham dizendo que o rapaz estava internado
num hospital da cidade argentina porque sofrera uma queda
e havia perdido sangue.A mãe teme que a situação
de seu filho seja muito pior e que algo de muito maior
tenha acontecido.
Sua mãe passou o dia tentando contato com a Camisa
12 do Inter, mas avisaram lá no Internacional que
estava fechada.
O telefone da dona Vera é 51.3334.4022.
Qualquer notícia sobre o rapaz, favor informar
a mãe.
Eu x Eles - Coleguinhas
A "globe-troter" está
em Bruxelas, na Bélgica!
Virgina Rigatto Neumann deixou há pouco tempo Berlim,
na Alemanha e está residindo em Bruxelas, na Bélgica.
Trabalha junto à embaixada norte-americana naquela
cidade.São as mais recentes notícias que
tenho dela.
Notícias recentes dela dão conta de que
seu marido, Douglas, com quem se casou no hotel Cavalinho
Branco, em S.Chico de Paula, aposentou-se da diplomacia
norte-americana.
Conheci a Virgínia ainda quando éramos jovens,
na Fabico,em 1974 eu recém voltado de uma viagem
ao Peru,retornando a Faculdade e ela uma jovem então
casada com o "Bocão"(César) Pegoraro.
Ficamos amigos na faculdade. Depois repartimos a convivência
na redação da ZH, onde a Virgínia
fazia a área de ensino.
Na redação da ZH, o Carlos Alberto Kolecza,
que também tinha a mania de botar apelido nas pessoas,
a chamava de "ri GATA"! Fazia sentido.
Já separada do Bocão, num dos tantos eventos
que freqüentava junto com sua amiga, a fotógrafa
Lisette Guerra, conheceu o subcônsul norteamericano
em Porto Alegre, Douglas Neumann, com quem pouco tempo
depois se casaria.
Exterior
Acompanhando o marido, Virgínia conheceu boa parte
do planeta, deslocando-se sempre para as cidades onde
Douglas era mandado como diplomata. Só que eu saiba,
Virgínia viveu na Alemanha, em vários países
do Oriente Médio, onde conheceu costumes totalmente
diversos dos Ocidentais,na Europa duas ou três vezes.
Há alguns anos ela também passou a trabalhar
nas embaixadas norte-americanas.
Depois de Berlim, onde residiu nos últimos tempos,
finalmente agora está em Bruxelas, na Bélgica.
Para que o leitor tenha uma pequena noção
do que a Virgínia aprendeu viajando pelo mundo,
faço uma pequena indiscrição( sei
que ela não se importará) e publico uma
de suas cartas,onde ela a meu ver, exerce seu feeling
de repórter onde relata o terrorismo no país
que vive e conta como são os locais por onde andou:
Ei-la
" Jeddah, 15 de Julho de 1996
Prezado Olides
Saudações da Arábia Saudita, a terra
do eterno verão.Está fazendo muito calor
em Jeddah, 45 graus com alta umidade. Penso em vocês,
no momento aproveitando os dias claros do inverno gaúcho.
Lembro do aroma da nossa lareira queimando nós
de pinhos e das tardes de café colonia em Canela.
Bons tempos.
O Douglas têm trabalhado intensamente desde que
a explosão correu em Al-Klobar. O palácio
do rei, e da maioria dos príncipes sauditas, se
localiza em Jeddah, pois esta é a cidade mais linda
do reino, localizada às margens do Mar Vermelho.
No momento, o diretor do FBI está em Jeddah para
uma reunião com o Rei Fahad. O chefe das forças
aramadas, General Shalikashvili, visitou recentemente
a corte, assim como o secretário de defesa, William
Perry. O Douglas recebe a todos no aeroporto, em nome
do consulado americano, que fornece suporte logístico
para estas visitas. No momento, o Douglas é o chefe
do consulado, pois o último cônsul se aposentou
em junho e o novo deve chegar em breve.
Esta tragégia tem sido muito reportada nos Estados
Unidos. Um senador americano recentemente propôs
a demissão do secretário de defesa, William
Perry, por não ter tomado medidas mais drásticas
de segurança. Na verdade, os americanos haviam
solicitado o fechamento daquela rua onde o prédio
que explodiu está localizado, mas as autoridades
sauditas negaram o pedido. Aparentemente os sauditas não
estão colaborando nas investigações.
Estes ataques na verdade são contra a família
real, pois há muita corrupção neste
país. É uma lástima que os americanos
tenham que pagar com a vida pela briga dos outros. Estranho
que durante os três anos na Jordânia eu me
preocupava tanto com o terrorismo, mas nunca tivemos incidentes.
Na Arábia Saudita, um país sem história
de terrorismo, em menos de um ano duas explosões
já mataram 25 americanos. Espero que a situação
não piore e que possamos viver por mais dois anos
em Jeddah em paz. Nós estendemos nosso tour na
Arabia para três anos, ao invés de dois.
Agora vejo que foi um erro, mas é muito tarde para
lamentar.
No mais tudo bem.
Temos uma professora competente organizando o Summer Camp
para nossas crianças. É bom porque assim
eles não ficam o dia todo sozinhas em casa fazendo
arte. Pelo menos durante a manhã eles tem esta
aulinha, onde fazem trabalhos de arte, contam histórias,
ou fazem visitas a museus de ciências ou ao zoo.
Na quarta passada eles foram ao zoológico e um
cavalo mordeu o braço do Philip. Felizmente está
cicatrizando sem probelams. Levei um susto.
Nossas férias na Nova Inglaterra foram maravilhosas.
Encontramos o Ken e a Betty, meus sogros, em Boston, e
de lá fomos para Jackson, uma cidade nas montanhas
de New Hampshire. O Douglas alugou uma casa linda, localizada
num campo de golfe. Eles ficaram uma semana conosco, depois
retornaram para São Francisco.
Nós partimos para Vermont. Fiquei surpresa com
o discreto charme de Vermont.
A população do estado é de apenas
516.000 habitantes, entre intelectuais e fazendeiros.
Nos hospedamos em hotéis lindos, jantamos em restaurantes
renomados por sua cozinha. Ficamos uma semana em Woodstock
onde o priemiro periférico para esquis foi instalado
nos Estados Unidos.
A c idade é antigia e pequena, mas tem um biblioteca
enorme, várias galerias de arte e muitos antiquários.
No pátio do nosso hotel corre um rio límpido
e calmo.
Visitamos a vila onde nasceu o presidente Calvin Coolridge(1923-1928).
O Klaus gosta muito de política, ele sabe da vida
e dos feitos dos presidentes americanos. Demonstrou especial
interesse em Coolridge, porque este era o presidente na
Casa Branca quando o avô Ken nasceu. O Douglas lê
muito antes de viajar, de maneira que quando aterrisamos
em terra nova ele já conhece a região como
se fosse a Califórnia.
Ele nos levou para conhecer a casa e o atelier do escultor4
Saint-Gaudens, famoso pelas esculturas de Lincoln. Os
jardins desta casa estavam florindo, a área toda
é tão verde. Hoje estes dias maravilhosos
parecem um sonho, tão lindo, tão distante.
No retorno passamos dois dias na Holanda. Alugamos um
carro no aeroporto e dirigmos para uma cidadezinha chamada
Gouda, origem do renomado queijo que leva o mesmo nome.
Estava tão frio na Europa.
Tivemos que ligar o aquecedor durante a noite. Não
gosto de inverno durante o verão. O ideal é
ter as quatro estações, como acontece na
Nova Inglaterra.
Saudades e abraços
Virgínia"
PRÊMIO ARI
DE JORNALISMO
As inscrições de trabalhos
concorrentes ao Prêmio ARI de Jornalismo 2008 só
poderão ser feitas até às 18h do
dia 3 de dezembro, quarta-feira. Podem entrar na disputa
os trabalhos divulgados entre 1º de novembro de 2007
e 31 de outubro de 2008. o regulamento e a ficha de inscrição
encontram-se no site da ARI (www.ari.org.br), mas o material
deverá ser entregue na Secretaria da entidade,
na Avenida Borges de Medeiros, 915 – 7º andar.
Os trabalhos serão julgados na
segunda semana de dezembro, e a entrega dos prêmios
ocorrerá no dia 17 de dezembro, às 19h,
no Auditório Dante Barone, da Assembléia
Legislativa. Criada em 1958, a promoção
chega aos 50 anos “com mais vigor do que nunca e
como ponto destacado das comemorações dos
73 anos de fundação da ARI”, segundo
o presidente da entidade, Ercy Pereira Torma.
A cada trabalho premiado serão
conferidos o troféu Negrinho do Pastoreio, diploma
e a importância em dinheiro de R$ 3 mil, para o
1º lugar, e de R$ 2 mil, para o 2º lugar. Menção
Honrosa fará jus a um diploma. Este ano, para marcar
os 50 anos do Prêmio ARI, foi criado, em caráter
especial, o Prêmio Cinqüentenário de
R$ 5 mil. O patrocinador exclusivo da promoção
é o Banrisul – Banco do Estado do Rio Grande
do Sul, que em 2008 está comemorando 80 anos de
existência.
Coleguinhas - Eu
X Eles

Dois irmãos,dois fotógrafos,
os dois trabalharam nas mesmas empresas.
Não os conheci pessoalmente, mas fiquei sabendo
de sua existência quando fui fazer uma pesquisa
sobre uma foto do Floriano Bortoluzzi sendo preso em 1971.
Ali me disseram que na Caldas Junior havia trabalhado
dois fotógrafos de sobrenome FRANTESKi, de origem
judia, grega, se não me falha a memória.O
mais velho dos dois irmãos fotógrafos FRANTESKI
é o Francisco nascido em 18.12.193o. Hoje, aposentado,
vive em Tramandaí.
O irmão dele, o George faleceu em 1996, de um câncer
e quando pesquisei a foto do Floriano Bortoluzzi foi com
sua filha que tive que obter autorização
para poder veiculá-la.
Voltando ao Francisco, ele trabalhou, como seu irmão
George, no Jornal do Dia, aquele dos padres, que segundo
o Antônio Carlos Porto tinha o costume de pagar
seus funcionários 15 dias em dinheiro e 15 dias
em " indulgências plenárias".
Francisco quando trabalhava no Jornal do Dia residiu na
av. Wenceslau Escobar, 3459.
O irmão George, que também trabalhou no
Jornal do Dia como fotógrafo, nasceu em 18/02/1933.
Os pais deles são Michael Frantzeski e Celina Frantzeski.
O chefe de redação do Jornal do Dia,quando
os dois irmãos trabalharamlá como fotógrafos,
foi o Florianão Correa.
Eu X Eles - Coleguinhas

Nascido em 06.01.1950, Flávio
Antônio Vieira Dutra é filho de Dastro Moraes
Dutra e de Thélia Vieira Dutra.
Flávio Dutra inicou na rádio Guaíba
,mas depois trabalhou na rádio Gaúcha e
na ZH.
Passou para a TVE, no governo do colega Antônio
Britto Filho.
Hoje Flávio Dutra trabalha na assessoria de imprensa
da prefeitura municipal de Porto Alegre.
Eu X Eles - Coleguinhas

Sandra Simon é dos novos talentos
do jornalismo gaúcho. Nascida em Caxias do Sul
em 24.02.1967 inicou como redatorana Fundação
Piratini, na rádio FM Cultura, quando Humberto
Andrteata era seu diretor.Em 1996, Sandra Simon era uma
das editoras do Segundo Caderno da ZH.É filha de
Mario Francisco Simon e de Suzete B. Gazola Simon.
O filme Casablanca
marcou época!
Clique
aqui para ver fotos, cartazes e música em formato
PPS.
Carteirinha da
ARI nos tempos antigos
Olha o que a Josi Negreiros me mandou.
Uma carteirinha da ARI de 1941. Diz ela que a carteirinha
com logo da pena é de 1941. A carteirinha com a
foto é mais antiga,ainda.Obrigado pela colaboração,colega.
o editor.


Coleguinhas
* Prévidi, do site previdi.com
foi chamado durante o Prêmio Press de Imprensa,
pelo apresentador Machadinho, de José Luiz "Processado"
Previdi.
* A governadora Yeda Crusius e o presidente da Assembléia
Legislativa do Estado,deputado Alceu Moreira, prestigiaram
a entrega do Prêmio no dia 25/11/08.
* Preparem e apertem os cintos: o diretor da SLM,Waldir
Loeff, avisou a pelo menos um contato comercial de um
veículo de circulação nacional de
que a Gerdau vai cortar,em 2009, 30 por cento da verba
publicitária institucional.
* Será dia 9/12 o tradicional almoço de
fim de ano da Fiergs. Não precisa convite.Lá
não pedem carteirinha e nem convite de ninguém.Tem
duas turmas: a que vai para badalar,ser visto, se fazer,
como dizem os jovens e a turma séria, que vai ouvir
as previsões de especialistas sobre a indústria
em 2009.Nada demás, o mundo é assim mesmo!
* Este almoço,segundo o fotógrafo Ronny
Blás, que trabalha lá, começou sendo
feito um cardápio campeiro, por sugestão
do " lua preta" Júlio César Magalhães.
Depois é que cresceu tanto...
* Tem coleguinha que vai no almoço da Fiergs pra
pegar notícia, outros vão também
pra pegar o "toco" como se chama no bom sentido,
um presentinho de fim de ano.
Eu X Eles - Coleguinhas

Na redação da "Folhinha", o Floriano
me avisou: " Olha, o delegado Müller mandou
dizer que vai ter que bater lá..."
Devo ao fotógrafo Floriano Goulart
Bortoluzzi um aviso importante: em 1974,lá por
março/abril, militávamos juntos na Folhinha
da Manhã, da CJCJ.Uma tarde, ele chegou pra mim
na redação,enquanto eu redigia minha matéria
e meio cabreiro me avisou:
- Olha o delegado Müller vai ter que bater lá
na baia de vocês...Tem muita queixa de vizinho...
Não fiz nenhuma pergunta ao Floriano, até
porque eu entendi logo o que ele queria dizer. Não
tinha culpa no cartório, mas fazia alguns dias
que eu havia notado em que o apartamento em que um grupo
de jornalistas morávamos - eu, Licínio Silveira(
que era o editor de Polícia da Folhinha,hoje é
um cineasta famoso que vive em Maputo, Moçambique)Caco
Barcelos( hoje apresenta o " Profissão Repórter)
da TV Globo, o publicitário Emílio Chagas,(hoje
vive em Porto Alegre, Carlinhos Mossmann( então
editor de Internacional da Folhinha, hoje tem uma assessoria
de imprensa em Novo Hamburgo) tinha virado uma espécie
de local de encontro de gente que nada tinha a ver com
a nossa viagem, como dizem os jovens de hoje.
O delegado Müller a que Floriano se referia era o
delegado Newton Müller, que depois ganhou notoriedade
no famoso Caso Daudt - a morte do deputado José
Antônio Daudt em 1988 - e que na época dirigia
a delegacia de Tóxicos.
Cheguei em casa aquela noite e chamei meus colegas de
"república" avisando-os do que ocorria.
Uns desdenharam o fato. Outros o levaram a sério.O
fato é que a partir daquele aviso, manerou-se as
visitas ao apartamento da rua Cuiabá,esquina com
professor Oscar Pereira, bem no alto, onde de vizinhos
havia dois " inferninhos" e não o espigão
que foi construído depois e que está lá
até hoje.
Floriano Bortoluzzi foi protagonista de um fato em que
conto no meu livro Pauta, o Avesso das Redações:
Na noite de 28.11.1971 ele foi detido no Beira-Rio porque
se envolveu numa briga dentro do estádio com um
brigadiano. Mais detalhes é só comprar o
livro.
O chefe do arquivo do Correio do Povo, Dirceu Cheverino
contou-me que uma vez ele foi quase atropelado por um
taxista meio afobado na rua da Praia com a Rua Caldas
Junior. Dirceu saiu do Correio e quando ia atravessar
a rua quase foi atropelado. O Floriano vinha saindo do
Correio e socorreu o colega, mas partiu pra cima do taxista.
Dirceu teve que acalmar o colega,dizendo-o pra deixar
isto pra lá.
Floriano Goulart Bortoluzzi nasceu em Vale Vêneto,
na grande Santa Maria da Boca do Monte em 07.03.1946.
Filho de José Bortoluzzi e de Júlia Goulart
Bortoluzzi.
Foi um dos primeiros fotógrafos da ZH,iniciando
no jornal em 1966,quando o dono era o Ari de Carvalho
e a redação ficava na av. Sete de Setembro.
Era da turma do fotógrafo Assis Hoffmann que hoje
vive na Praia do Rosa, onde tem uma pousada. Depois da
ZH, Floriano foi para a Caldas Junior, onde fazia fotos
para a Folha da Manhã, Correio do Povo e Folha
da Tarde." Trazíamos de tudo do interior quando
viajávamos pela Caldas. Uma vez eu e o Nilo Vaz,do
Correio Rural, trouxemos um porco numa kombi. O Nilo hoje
vive na Bahia",diz Bortoluzzi.Floriano foi casado
com Nanzi Bortoluzzi(18.09.1953).
Na Caldas Junior começou a carreira de Bortoluzzi
junto aos clubes da capital e do interior. Ele foi o dono
do Baile Vermelho e Branco do Teresópolis Tênis
Clube realizado sempre no carnaval.
Atualmente edita a revista Imagen News sobre a qual diz:
" Com ela criei todos meus filhos." A Imagem
News tem 25 anos de circulação. Um dos maiores
escândalos que a revista poblicou foi uma matéria
do centromédio Cleo, do Inter, nu. A foto foi feita
acho que pelo próprio Floriano e o texto foi do
Roberto Gigante, que virou " celebridade" com
a reportagem.
Eu X Eles - Coleguinhas

Say Marques ( chamado de Dr.) foi o vereador que implantou
a Feira do Livro
Jornalista do Diário de Notícias,
tornou-se conhecido por ter criado,quando foi vereador
da cidade, em 1959, uma lei segundo a qual a Câmara
Riograndense do Livro faria anualmente uma feira do livro
em Porto Alegre. A feira é isto que está
aí até hoje, com 54 edições
já realizadas.
Há,porém, uma controvérsia:há
quem diga que ele apenas usou uma idéia que fora
apresentada antes por um dos vereadores do Partido Comunista
Brasileiro, abrigados na legenda do PPS, Marino dos Santos,
ou Eloi Martins.
Say Marques nasceu em 18.07.1912. Ele consta como um dos
sócios-fundadores da Associação Riograndense
de Imprensa(ARI).
O falecido advogado Till Rodrigues publicou uma biografia
do Say Marques, que deve existir na Martins Livreiro.Say
residia na rua Eça de Queiroz,620, no bairro Petrópolis,
em Porto Alegre.
Eu X Eles - Coleguinhas

O criador do caderno DONNA da ZH
Poucos jornalistas que conheci tinham(ou
têm) o esmero em uma edição quanto
Francisco(Chico) Zaiter Reis, nascido em 27.04.1953, em
Santana do Livramento, terra pródiga em produzir
talentos no jornalismo.E poucos têm a qualidade
do texto do Chico. Foi ele que copidescou parte do meu
livro Quem Diria, Tudo Começou Assim,editado em
1993, sobre a história do transporte coletivo de
passageiros de Porto Alegre( edição esgotada).
Chico tem outra peculariedade: foi o único jornalista,
que eu conheça, que leu de cabo a rabo o romance
ULISSES,de James Joyce.E o leu quando tinha apenas 11
anos. Foi o pai o que o obrigou a este feito.
Só conheci outra pessoa que tenha lido este romance
de oitocentas e tantas páginas e cuja tradução
deve ter sido um parto; foi um colega da Casa 5, da JUC,
que estudava Física e que por acaso também
era de Santana do Livramento. Mas o estudante de Física
era meio maluco mesmo.
Os pais de Chico são Waldemar Reis e Salma Zaiter
Reis.
Chico começou na Folha da Manhã, como repórter.Já
trabalhava na Caldas Junior em outubro de 1972, quando
Carlos Alberto Kolecza, que provavelmente conhecera Chico
em Livramento - porque Kolecza andou por lá trabalhando
na A Platéia - o indicou para ser sócio
da ARI.
Em 1986, eu fui testemunha da competência do Chico
como editor da revista de Domingo da ZH.
Estava em Roma e lá pedi pra fotógrafa Avani
Stein (que era na ocasião a esposa do Caco Barcelos)
fazer uma fotos do Luiz Fernando Verissimo e da família
que viviam em Roma. Descobri o fone do Verissimo( um funcionário
da Embaixada Brasileria, o Braga, que é gaúcho
me conseguiu o número) e fizemos umas fotos do
Verissimo e da família junto a Fontana de Trevi.
Verissimo não quis dar entrevista; pediu-me que
lhe mandasse por correio as perguntas que queríamos
fazer. Tempos depois ele as mandou de volta,respondidas,
com sua ironia fina de sempre.
Chico Reis fez uma bela edição em duas páginas
de um domingo da Revista de Domingo que a ZH tinha.
Depois é que ele criou o Caderno Donna, cujo esmero
mostrava e apurava em cada nova edição.
Chico foi para Nova Iorque viver um tempo e lá
pegou a tragédia de 11 de setembro de 2001, quando
foram derrubadas duas torres gêmeas. O engraçado
é que naquele dia por um motivo torpe e de logística
ele não pode entrar no ar pela rádio Gaúcha,
onde sempre falava.É que mroava fora de Manhatan
e o congestionamento do trânsito o segurou fora
da área convulsionada da tragédia.
Hoje pelo que sei Chico vive em Vitória no Espírito
Santo, onde assessora o senador Gerson Camata(PMDB).
No tempo que o
barzinho da ARI enchia

Esta foto é de 29/10/1997 em
que se comemorava o aniversário das diretoras da
Associação Riograndense de Imprensa(ARI)
Rose e Beatriz. Nota-se na fotografia a presença
do saudoso presidente Alberto André( bem magrinho,
mas ainda dava umas beliscadas num uísquizinho
escondido de sua esposa) e no começo da esquerda
para a direita a dona Leonor, que durante anos e anos
a fio cuidou da ARI. Dona Leonor não só
foi a secretária executiva da ARI - hoje é
nome de uma sala da entidade - como residiu com a família
no prédiod a ARI,quando ele era dominadamente ocupado
por jornalistas que lá residiram.
Formatura na PUC
Olides !
Segue anexo foto da Segunda Turma da Escola de Jornalismo
da PUC em que a Condessa Pereira Carneiro(proprietária
do Jornal do Brasil) foi a paraninfa . Anteriormente ,o
Curso de Jornalismo era ministrado através da Faculdade
de Filosofia(aulas ministradas no prédio do Colégio
Rosário). A entrega dos diplomas foi no Salão
de Atos da PUC . Na ocasião foram homenageados
o radialista Lauro Hagemann e o jornalista Olintho de
Oliveira (Diário de Notícias),e como Homenageados
de Honra o reitor da PUC,Irmão José Otão,
o diretor do Curso de Jornalismo professor Claudio Candiota,o
secretário Geral Irmão Elvo Clemente e o
Irmão Sérgio Minúscoli. Receberam
homenagem especial os professores João José
Planella,Clóvis Stenzel,Nilo Ruschel e Frei Antonio
Cheviche.

Entre os 27 bacharéis (na foto)
encontram-se Marco Antonio Kraemer, Marisa Franciosi Aesse,
João Firme de Oliveira , Antonia Fiori,Francisco
Aito Vitorino(orador), Gilda Martins, Ione Garcez Vieira,
Ivone Stumpf ,Luiz Vicente Noelli ,Roseli Correa,Plinio
Cabral, Salvador Abech ,Uriema Chrysostomo, Vera Zílio,
Adolfo Ferreira,Elza Garcia,Lucy Kuhn e Maria Luiza Carpes
Antunes.
maria luiza antunes moreira
28/11 - Sexta Feira
Mundial Sem Pele
A Coalizão Internacional Anti-Pele
(International Anti-Fur Coalition) decidiu criar um novo
evento internacional, a ser realizado em conjunto com
a Sexta-Feira sem Pele (FFF, em inglês) nos EUA,
que é tradicionalmente realizada na sexta-feira
seguinte ao Dia de Ação de Graças,
o feriado em que o comércio é mais movimentado,
ao lado do Natal. Assim, a Coalizão não
só aderiu à FFF, mas também deu a
ela proporções globais, nomeando-a Sexta-Feira
Mundial sem Pele (WFFF). Nesse dia, mais de 100 manifestações
contra o uso das peles animais serão promovidas
ao redor do mundo.
Em Porto Alegre o protesto será
realizado pelo grupo VANGUARDA ABOLICIONISTA, com participação
de ativistas diversos, alinhado com o Holocausto Animal,
de São Paulo.
Data: 28/11 - sexta-feira
Local: Rua dos Andradas, próximo ao Shopping Rua
da Praia, Centro de Porto Alegre
Horário: a partir das 9h.
Saiba mais sobre a verdade por trás
das peles: http://www.holocaustoanimal.org/vestuario.htm.
Repórteres
no front e das enchentes
* Coleguinhas: rádio Guaíba
enviou os repórteres Ellen Braun e Jacson Lagoas
para cobrir a enchente ocorrida dias atrás em Santa
Catarina.Hoje em dia o leitor é que manda fotos
para os jornais e sites.
* A repórter Heloiza Golpsban Hercovitz,hoje residindo
na Califórnia e vivendo como professora, mandou-me
a seguinte recordação de uma enchente que
ela enfrentou:
" Também vivi uma experiência incriível
lá na grande enchente de 1974,em março.
Eu e mais uma amiga e um amigo, o escritor Ernani Ssó,
que era meu colega no Jornalismo da PUC. Em Garopaba não
chovia e achamos que dava para encarar a estrada de carona.
Foi um susto. A BR estava bloqueada pela chuva em vários
pontos com o asfalto quebrado. Levamos 3 dias para chegar
em Porto Alegre. Perdemos os sapatos,ficamos sem dinheiro
e atravessamos o que sobrou de estrada com água
no pescoço. Nos postos de gasolina,serviam um sopão
de graça. Vimos cachorros encima de telhados de
casas cobertas pela água, operários fugindo
ainda de capacete das empresas de Tubarão e que
nos ajudaram muito , dormimos na porta de ima igrejinha
na estrada e amanheci com um viralata me lambendo a cara.A
região ficou isolada. Morreram 200 pessoas. Quando
cheguei em casa, minha família pensou que eu tinha
morrido por causa das notícias do Jornal Nacional.
O Eranani Rosa, hoje escritor conhecido como Ernani Ssó,
deve ter escrito sobre essa aventura."
*Na enchente de 1974, a ZH mandou para lá o repórter
Delmar Marques e o fotógrafo Gérson Schirmer.
Eles mandaram uma foto sua, dos dois deitados de calção,
na areia do mar, como se estivessem crucificados. João
Baptista Aveline viu aquela foto e achou uma "debilidade
mental".E a dupla ainda mandara um bilhete junto
exigindo a publicação da foto.
Vai ver tavam se achando....
* Rogério Mendelski e Erni Quaresma, mais Thomas
Irineo Pereira,se não me engano, fizeram a cobertura
pela Caldas Junior desta grande grande enchente de Blumenau.
Caiu uma ponte, começaram os roubos durante as
cheias e o Exército decretou toque de recolher.
Se alguém saísse depois das 22 horas passavam
fogo.
E Blumenau construiu um grande dique com o qual depois
nunca mais teve problema de enchente.
Coleguinhas
* Sei quem está processando o
Prévidi.Por uma nota que ele deu dias atrás....
* José Carlos Torves, da diretoria da Fenaj, está
no Sul.
* O projeto "Sociedade Convergente", do atual
presidente da Assembléia Legislativa do Estado,
não teve, na mídia blogueira da capital,
a repercussão que seus assessores esperavam.
Operação
Eclipse!

A Operação Eclipse desencadeada
para cobrir o eclipse total do sol ocorrido em 12/11/1966
na praia do cassino,em Rio Grande, foi noticiado até
pela Unitet Press International. Acima publico a solicitação
de credenciamento enviada pela agência ao vice-presidente
da ARI - Pércio Pinto - solicitando o credenciamento
para o evento.
Eu X Eles - Coleguinhas

Um dos atuais " luas pretas"
do prefeito José Fogaça, o jornalista Anilson
Gantes da Costa nasceu em Bagé em 24.03.1953. Filho
de Adil Vieira da Costa e de Santa Gantes da Costa.
Começou na profissão trabalhando na Folha
da Manhã, da CJCJ.
Também passou pela reportagem policial da ZH.
Hoje está na prefeitura municipal de Porto Alegre,
como chefe do setor de comunicação social.
Eu X Eles - Coleguinhas

O ex-quase presidente do Grêmio
Football Portoalgrense, o advogado Adalberto Preis também
é jornalista. Começou como " cine-repórter"
da Rádio Televisão Gaúcha quando
esta ficava no 11 andar do Edifício União.
Preis, como é mais conhecido, no meio futebolístico,
é filho de Henrique Preis e Zida Arns Preis e nasceu
em 06/11/1943.
Eu X Eles - Coleguinhas

Todos os domingos de manhã a psicologa
e comunicadora Ana Maria Rossi pode ser vista dando aulinhas
de ginástica em baixo das árvores frondosas
do Parcão, no Moinhos de Vento.Antes do Parcão,
ela ministrava estas aulas na Pracinha da Encol, ao som
de música.
Não cobrava nada, e as aulas eram para quem quisesse
fazê-las.
Ana Maria Rossi nasceu em 08.03.1949 filha de Luiz Antão
Rossi e Cecília Rossi.
Começou a escrever colunas sobre saúde no
jornal ZH a convite do diretor Lauro Schirmer, que entendeu
que o leitor estava sequioso destes temas.
Desde então não parou.
Memória
da Imprensa!
" O malote da carne!"
Toda sexta-feira, dona Catarina Comninos, secretária
do diretor-presidente da RBS Maurício Sirotsky
Sobrinho, saía de sua sala localizada no último
andar do prédio da empresa da av. Ipiranga,1075,
para um dos melhores açougues que tinha em Porto
Alegre e comprava dez quilos de carne da Cicade, de Bagé:
oito de costela e dois de picanha. À tarde, estes
quilos de carne para churrasco eram enviados especialmente
via Varig para Brasília, onde à noite o
gerente da RBS na capital federal, Júlio César
Dreyer Pacheco ia até o aeroporto Internacional
de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek de
Oliveira biuscá-los.
No sábado à noite, Júlio Pacheco
fazia recepções na casa oferecendo este
churrasco gaúcho aos convidados em que morava e
evidentemente entre os convidados estava o Ministro das
Comunicações Euclides Quant de Oliveira
-tenente da Marinha -de quem o gerente da RBS em Brasília
havia ficado amigo e outras autoridades, como o deputado
federal, Nelson Marchesan, entre outros.
O assador destes churrasco era o então deputado
federal do MDB, Aluísio Paraguassu.
Júlio havia ficado amigo do ministro das Comunicações
tanto que quando ele viajava a Porto Alegre com a família,
vinha junto uma das filhas do ministro.
Júlio Pacheco ficou de julho de 1976 a julho de
1978 como gerente da RBS de Brasília.
Antes dele foi gerente Raul Casa e depois dele Edgar Laurent,já
falecido. Depois dele foi para lá a jornalista
Ana Amélia Lemos.
A redação da sucursal da RBS em Brasília
depois de um certo tempo passou a ter um canal de voz
direto com Porto Alegre.
Por dentro da Rede
Vida!
Ontem,dia 25/11 fui almoçar com
o Júlio Pacheco, da Rede Vida, no Morro Santo Antônio.
E como todo pessoal da Rede Vida - que está há
dois anos numa casa ao lado da Band AM, numa casa alugada
aos freis capuchinhos, porque tudo naquele morro Santo
Antônio é dos capuchinhos - fomos almoçar
no seminário ao lado, onde residem os freis.
O Júlio me apresentou o frei Achiles Cefrin, que
tem vários livros publicados, um até sobre
a espiritualidade do Mário Quintana. Até
gostaria de ver.
Convermos sobre tudo, mas principalmente sobre comunicação,
sobre o que a Igreja Católica possui nesta área
da comunicação. Uma queixa é a de
que um veículo não dá apoio ao outro.
A Rede Vida, por exemplo, todo mundo pensa que é
da Igreja Católica. Não é de um particular,
cuja matriz fica em São José dos Campos.
E tem centenas de repetidoras pelo Brasil afora.
A Rede Vida é conhecida mais como a emissora do
Padre Marcelo, porque suas missas são transmitdas
por meio dela.
Depois do almoço, quando já na Rede Vida,
chegou Sérgio Reis e ele e Júlio Pacheco
começaram a trabalhar sobre patrocinadores para
transmissão de corridas de carros, um filão
que a Rede Vida começou a explorar.
Já me despedi do frei Achiles - que volta e meia
fala no programa do Lauro Quadros - me lembrando de um
frei que muito militou naquela paróquia que foi
o frei Irineu Costela.
Quando o Frei Irineu ficou maior que a paróquia,
os superiores o mandaram para o interior de Caxias do
Sul e nem paróquia teve por um bom período.
Agora até já ganhou uma...
Folia dos Papangus
de Bezerros termina nesta sexta-feira
Sexta-feira (28/11) é o último
dia para visitar a exposição fotográfica
Folia dos Papangus de Bezerros, de Walter Karwatzki, montada
no T Cultural Tereza Franco da Câmara Municipal
de Porto Alegre (Avenida Loureiro da Silva, 255). Compõem
a mostra 26 fotos em preto e branco que registram a beleza,
a animação e a irreverência dos milhares
de mascarados que, nos domingos de Carnaval, invadem as
ruas do município de Bezerros (distante 107 quilômetros
de Recife/PE).

A partir de relatos de antigos moradores de Bezerros,
Karwatzki descobriu que a brincadeira dos papangus começou
na década de 1930, quando alguns homens quiseram
pular Carnaval sem serem reconhecidos pelas mulheres.
"Os primeiros grupos mascarados invadiam as residências
de familiares e amigos, comendo e bebendo anonimamente",
conta. "O fato foi se repetindo, surgindo novos blocos
a cada ano." Hoje, segundo o fotógrafo, mulheres
e crianças também participam dos papangus,
assim chamados pelo costume de comer (papar) angu de milho
entre os desfiles.
Nascido em 1959 em Maceió (AL), Karwatzki é
graduado em Geografia pela UFRGS, com especialização
em Geografia Ambiental e mestrado em Geografia pela mesma
universidade, e leciona na Escola Técnica da UFRGS.
Fez cursos na Câmera Viajante: Escola e Agência
de Fotografias e na Foto Oficina Brasil Imagem e participou
de exposições coletivas e individuais em
espaços de Porto Alegre, São Leopoldo e
Maceió. Em 2006, conquistou o 1º lugar no
VI Concurso Internacional de Fotografia de La Red Mercociudades
(Buenos Aires) e menção honrosa no 2º
Concurso do Paralelo 30 Fotoclube. No mesmo ano, teve
fotos selecionadas no 13º Concurso Histórias
do Trabalho e no 3º Concurso do Paralelo 30 Fotoclube.
A mostra pode ser visitada das 9 às 18 horas, na
terça, quarta e quinta-feira, e das 9 às
15 horas na sexta-feira. Informações na
Assessoria de Relações Institucionais da
Câmara: (51) 3220-4392, e-mail claudiah@camarapoa.rs.gov.br.
Coleguinhas
Olides !
Para complementar tuas informações sobre
a Sucursal do Jornal do Brasil,que abordaste no teu site
"De Olhos e Ouvidos" envio-te foto e texto-legenda
publicado no JB em 12/06/65,quando fui escolhida como
primeira estagiária daquela Sucursal ( no 4.andar
do prédio da ARI/salas do fundo). Foram sete meses
de aprendizado junto aos experientes profissionais Lucídio
Castelo Branco,Abdias Silva,Aldo Gomes e Setembrino.No
final do estágio fui convidada para permanecer
como funcionária,mas como era professora concursada
do Estado ,não pude aceitar (fui p/o Diário
de Notícias onde permaneci por nove (9) anos).
No meu lugar ficou no JB a competente jornalista Eunice
Jacques .

No anexo , o texto-legenda diz "
Escolhida pelo voto entre cinco outros candidatos da Escola
de Jornalismo da Pontíficia Universidade Católica,a
estudante Maria Luiza Carpes Antunes já iniciou
seu estágio na Sucursal do JB em Porto Alegre,participando
da apuração e redação de notícias
sobre o Rio Grande do Sul.Comentando a iniciativa do JB
,o professor Claudio Candiota,veterando jornalista gaúcho
e diretor da Escola de jornalismo da PUC,afirmou que o
Jornal do Brasil está dando efetivo apoio ao ensino
de Jornalismo no Estado "estimulando a mocidade para
o ingresso na empolgante carreira".
Abraços Maria Luiza
Coleguinhas
* Júlio César Pacheco,hoje
diretor da Rede Vida,perdeu 30 kilos. Mas está
com quatro pontes de safena, que o Ivo Nesralla lhe colocou.
* Conheci Pacheco em 1976 ou 77. Era diretor da Sucursal
da RBS em Brasília e veio junto com o então
Ministro das Comunicações, tenente da Marinha,
Euclides Quandt de Oliveira a Blumenau, porque sua família
iria lhe prestar uma homenagem.
*Lembro que eu e o fotógrafo " Pirulito"
o Antônio Carlos Mafalda andamos a noite toda pra
amanhecer em Blumenau e cobrir o evento. O Mafalda,como
sempre, quando me dei por conta, estava mais " íntimo"
do que o Júlio, que viera de Brasília, no
mesmo vôo, do fechadão militar,então
ministro das Comunicações do presidente
Ernesto Geisel.Quandt de Oliveira era casado com uma filha
do General Góis Monteiro, um dos braços
direitos da Revolução de 1930, de Getúlio
Vargas.
* Tenho uma historinha do Mafalda(fotógrafo) de
cabo de esquadra. Quando inauguraram a hidrelétrica
de Itaipu, Mafalda foi um dos fotógrafos da ZH
a cobrir o evento, capitaneado do lado do Brasil, pelo
então presidente João " prendo e arrebento"
Figueiredo e do lado do Paraguai, pelo General Alfredo
Strossner, se não estou enganado.
Mandaram que o Mafalda " colasse" no presidente
Figueiredo. Não precisava mandar, o Mafalda colava
mesmo.Foi ele que fez o Papa João Paulo II botar
o chapeú de barbichacho junto ao Gigantinho. O
Mafalda pra armar uma boa cascata, vou te contar...
* Neste evento do Paraguai, Figueiredo,depois do churrasco
do meio-dia, foi ao banheiro. E o Mafalda atrás
dele. A segurança de Figueiredo dando encontrão
nele, mas ele sempre encima.Quando Mafalda furou o bloqueio
da segurança e chegou no banheiro, Figueiredo fazia
seu xixi tranqüilo...O presidente, no seu estilo
franco, pegou o p...,virou-se pro Mafalda e disse:
- Fotografa,fotografa....
Claro que Mafalda não o fez, ora bolas.
Simon disse que
não sabia o que fazia lá...
No último dia 20/11, entre os
homenageados pela Câmara Municipal de Porto Alegre
para comemorar o dia da Cultgura Negra,foi incluído
o senador do PMDB, senador Pedro Pedro Jorge Simon.E Simon
fez os presentes rirem quando disse que ele não
sabia o que fazia lá...recebendo aquele troféu.
Houve quem achasse que ali tinha o dedo do presidente
do legislativo municipal, Sebastião Melo, para
homenagear o senador.
Memória
da imprensa

Comunistas usavam carteirinha de jornalistas para se proteger
da Polícia
No último domingo,dia 23/11, Nelson
Gonzalez contou-me como os comunistas faziam para se esconder
da polícia e da repressão quando o Partico
Comunista Brasileiro(PCB) esteve na ilegalidade de 1946
até o final dos anos 50.
" Usavam ficha de jornalista e se inscreviam na Associação
Riograndense de Imprensa (ARI) de onde tiravam uma carteirinha.
Esta carteirinha era usada em caso da polícia pegar
alguém que se dedicava apenas ao Partido. Não
podia passar por desocupado, por vagabundo senão
era encanado . Então com a carteirinha de jornalista,
o comunista que se dedicava apenas ao partido comunista
como seu quadro que era se safava em caso de alguma batida
policial. Existiram muitos destes quadros do PCB que tinham
registro de jornalistas na ARI e que nunca escreveram
uma linha para a Tribuna.
Um dos quadros do PCB que chegou a alto dirigente do Partidão
no RS foi João Adelino Sussela (foto), que era
natural de Caxias do Sul,onde o Partidão tinha
fortes quadros.Nascido em 27/02/1923, Sussela foi registrado
na ARI como jornalista em fevereiro de 1957 e o jornal
a Tribuna deixou de circular no final daquele ano. Quem
registrou Sussela como associado da ARI foi Emilia Cardoso.
Sua matricula na entidade acabou sendo a de número
156.
Sussela era casado - com uma mulher muito bonita - tiveram
dois filhos e depois se separaram.
Ele foi um quadro muito importante do Partidão
e desde 1964,quando houve a revolução militar
e o Partidão caiu na completa clandestinidade,
Nelson Gonzalez nunca mais teve notícia de Sussela.
Sussela residiu em Porto Alegre na rua Demétrio
Ribeiro, 560 e na rua Joaquim Nabuico, 406.
Duas " tribunas"!
Houve a Tribuna Gaúcha, primeiro e depois a Tribuna.
Primeiro foi a Tribuna Gaúcha e depois foi a Tribuna"
disse Nelson. Neste último jornal, ele figurava
junto com o advogado Júlio Teixeira como proprietário
ou responsável pelo jornal. O jornal circulava
diariamente.
Os dois títulos - Tribuna Gaúcha e Tribuna
- eram usados porque quando a Polícia fechava um
dos periódicos, o PCB abriu o outro.
Os jornais eram distribuidos pelos motorneiros simpatizantes
simpatizantes do Partido.
- O Paixão( um operário
que trabalhava nas oficinas da Tribuna, localizadas na
rua Gal. Câmara, a Ladeira ) fechava os pacotes
e os levava junto a Praça Parobé e XV de
Novembro de onde saíam bondes ao longo de todos
os trechos,tanto para a zona Leste como para a zona norte,
como para a zona sul.
O motorneiro que era simpatizante do PCB pegava aquele
feixe de jornais e ao longo do seu trajeto ia jogando-os
junto as bancas para serem comercializados.
No final de cada semana, um representante do partido,
ou do próprio jornal, passava para recolher o "
embuche" - jornais não vendidos - e o dinheiro
da venda do jornal.
Tempos difíceis,digo eu, tanto
de organizar um partido político, como de vender
um jornal.
Coleguinhas - Eu X Eles

Três anos de saudades do "velho" !
Depois de 13/11/2005,durante quase um
ano, sempre que tinha um assunto importante do jornalismo
ou da política,ficava à noite,tentado a
ligar para a casa do " velho", como os mais
chegados a Aveline o chamávamos.
Hoje já esqueci até o número do telefone
da casa dele,e quase deixei passar os três anos
de sua morte, completados no dia 13 último.Para
registrar seu terceiro ano de passamento, algumas lembranças:
No meu livro Pauta, o avesso das redações
narro como ocorreu sua morte:
"João Baptista Aveline( ele
detestava o Baptista) morreu no domingo 13/11/2005. Foi
encontrado caído pelo filho José perto das
23 h 15 min. Na noite anterior, o guarda do prédio
o viu colocar o lixo na rua um pouco depois da meia-noite(
faz sentido, aveline dormia tarde, porque via muito tevê).
Durante o domingo não atendeu o telefone e José
foi lá,entrou e encontrou morto.( Há uma
versão de que Aveline estava com o celular na mão
e caído no chão). Aveline morava sozinho
desde que enviuvara da mulher, Asdila em 1996. Sua filha,
Maria Helena diz que ele tinha muito medo de que lhe fizessem
mal. Quando dormia a sesta, e a faxineira estava trabalhando,
ele trancava a porta do quarto por dentro. No dia que
o " velho" morreu, o colunista da TV Globo,
Franklin Martins debateu no Memorial do RS. Quando cheguei
em casa liguei para ele para comentar o debate. O telefone
tocava e ninguém atendia, embora fossem 11 da noite.
Estranhei. Voltei a ligar pouco depois. Atendeu o filho
José que, aos prantos, contou que recém
havia achado o pai morto. O primeiro veículo que
noticiou a morte do Aveline foi a rádio Gaúcha
- onde ele trabalhara muito tempo - no " Notícias
na Hora Certa", da meia-noite. Em seguida, Claudio
Brito, no " Gaúcha na Madrugada" deu
mais detalhes da morte do Aveline. Agilidade teve o Correio
do Povo. Comuniquei ao editor Luiz Schuch que imediatamente
acionou seu plantão e ainda deu a matéria
com chamada na capa. A ZH também registrou a morte
de Aveline na edição da segunda."
Vamos falar do Aveline vivo:
* Em 1976, voltei do Peru com minha mulher
grávida da minha filha Renata. Precisava trabalhar.
Fui na ZH,falei com o Gaguinho( José Antônio
Ribeiro) que me colocou como estagiário na Polícia.Peguei
no mesmo dia. Como tinha queimado o filme com meu sogro(hoje
ex) ele ligou pra lá pra ver se eu mesmo fora trabalhar,
ou se estava enrolando. Estava me monitorando.Ele falou
com Aveline que além de seu velho conhecido, era
seu parente.
- Aveline, meu genro foi trabalhar aí contigo?
perguntou.
Aveline, que era chefe da reportagem geral, de nada sabia,disse
que não.
Eu cheguei em casa e senti um clima pesado. Meio opressivo,
mas não sabia o motivo.
No outro dia fui trabalhar normalmente e enfim a confusão
se esclareceu.
O Aveline,anos depois, me contava isto, e se matava de
rir.
* Outra dele do tempo que eu voltei do
Peru:
Dizia o Aveline que o Oscar Matzenbacker, que então
era seu subchefe de reportagem,tinha ido visitar-me onde
eu residia na av. Princesa Isabel e que eu estava totalmente
fora do ar:
- Tengo hambre,tengo hambre, era tudo o que eu dizia,segundo
o Aveline.
O "velho" se divertia contando estes chistes,
que naturalmente não tinham o menor fundamento.
*Numa das últimas vezes que estive
com Aveline, fui na sua casa na Ramiro Barcelos, pegá-lo
pra irmos no lançamento do livro do Delmar Marques,
numa livraria do Iguatemi. Entramos no táxi e o
Aveline começou a bater papo com o motora.
Sentado no banco traseiro, eu interrompi sua conversa
e lhe perguntei:
- Aveline, em que ano mesmo tu fostes preso?
O velho não gostou. Olhou-me com frieza e disse:
- Explica aí pro companheiro que eu não
sou assaltante. Fui preso por motivos políticos.
E não quis continuar no asssunto.
* Lauro Schirmer o homenageou com uma
crônica dias depois de sua morte.Na redação
de ZH,enquanto eu estive lá, via o Lauro sempre
o chamando por " Avelino".
* Outra do velho no jornal: O diagramador
Fraginha(Jorge Fraga) fazia pirueltas na redação,
porque fora aqualoco e trabalhara em circo. Pro Aveline
ele cobrava um cachê, mas pra fazê-las pra
Célia Ribeiro, não cobrava. Aveline foi
protestar com o Fraguinha, que nada disse.
*Quando saiu da ZH, lhe ofereceram uma
matéria de duas páginas sobre sua vida.
Ele recusou,gentilmente.
* Tinha uma estranha mania: se metia na vida sentimental
de todos seus repórteres,como ele dizia. Queria
saber de tudo, como andava isto,andava aquilo. Mas se
enfronhava mais na vida das mulheres, com quem tinha uma
relação de grande amizade.
* Era uma pessoa à moda antiga, como não
poderia deixar de ser. E com muitas facetas, pra não
dizer de uma personalidade complexa.
Era amado ou odiado, embora ele achasse que todo mundo
gostava dele.
Barraca da ARI exibe as gurias-livreiras
Na barraca da Associação
Riograndense de Imprensa(ARI) - armada durante a 54 feira
do livro de Porto Alegre - que encerrou dias atrás
- as " livreiras" Carolina e Sirlei posaram
para as câmaras sempre atentas do integrante do
serpentário da rua Uruguai, o fotógrafo
Leo Guerreiro, sacou este instante,como diriam os antigos.

Uma pequena informação
pra não ficar apenas no social: teve editoras que
mandaram livros pra barraca da ARI e voltaram todos. Nem
foi comercializado um único exemplar. Mará
baixa,hein...inté 2009,quando em 30 de outubro
será inaugurada a 55 feira do livro de Porto Alegre.
Quem viver,verá...
Saia Justa
Fui na sexta,21/11 no Museu de Comunicação
Social Hipólito José da Costa procurar a
Denise do setor de fotos. Fui no primeiro andar e no local
onde ela estava havia um funcionário dando um esporro
porque tinham cortado seu ponto.
Era o retrato do nosso funcionalismo público. Ele
deu um show na frente de pessoas que eram de fora, que
nada tinham a ver com o ponto que lhe cortaram.
A história
de um ministro gremista
Os moradores de Brasília do início
da década de 70 se orgulhavam de ser a sua cidade
a que mais jogos de futebol assistia pela televisão,
numa época em que as transmissões não
eram tão disseminadas como hoje.
Os responsáveis por isso foram dois homens que
ocupavam lugar de destaque no Palácio do Planalto:
o presidente Médici e seu chefe da Casa Civil,
João Leitão de Abreu.
Torcedores fanáticos do Flamengo e do Grêmio
Porto-Alegrense, respectivamente, sempre que seus times
jogavam, o assessor de imprensa Carlos Fehlberg era acionado
para contatar a Rede Globo e garantir as imagens ao vivo
na capital da República.
O ministro Leitão de Abreu, gaúcho de Cachoeira
do Sul (falecido em 13 de novembro de 1992), era um torcedor
doente, com longa vivência como conselheiro e homem
forte do Grêmio no tempo em que residiu em Porto
Alegre.
Anos mais tarde, no governo Figueiredo, quando voltou
a ocupar o mesmo cargo no Planalto, o ministro viveu uma
situação que, como torcedor, faria de tudo
para evitar. Mas, por dever de ofício e por uma
questão de lealdade ao presidente, teve que obedecer.

ANGÚSTIA DE UM TORCEDOR
Em outubro de 1983, justamente na noite
em que o Grêmio iria decidir o título mundial
interclubes em Tóquio com o Hamburgo, Leitão
de Abreu foi designado por Figueiredo para representar
o governo brasileiro num encontro de autoridades sul-americanas
em Buenos Aires. Não poderia assistir ao jogo mais
importante da história do seu time.
Na época, como chefe da sucursal da Empresa Brasileira
de Notícias (hoje Radiobrás), fiz parte
da solução encontrada para o ministro não
ficar totalmente alheio ao jogo. Horas antes, recebi de
Marco Antonio Kraemer, meu superior em Brasília,
uma mensagem: “O ministro Leitão quer receber,
no hotel em que estará hospedado em Buenos Aires,
um telex com o resumo do jogo do Grêmio em Tóquio.
Tome providências”.
Era a única maneira de o ilustre gremista tomar
conhecimento daquela decisão, já que não
haveria qualquer transmissão para a Argentina.
Dá para imaginar a angústia que viveu na
expectativa do resultado. Acompanhei a partida pela TV
na redação da sucursal, acompanhado apenas
do operador da técnica. A súmula do jogo
coube numa única lauda.
Passados 25 anos, lembro ainda das palavras que usei na
abertura: “Com dois gols de Renato, o Grêmio
derrotou hoje, em Tóquio, o Hamburgo da Alemanha,
conquistando o título do mundial interclubes”.
Dá para imaginar a satisfação com
que o ministro leu aquela mensagem. (Antônio Goulart)
Eu x Eles - Coleguinhas

A greve das professoras atiça o mau-humor de Mendelski!
Não adianta: professoras entram
em greve significa Rogério Mendelski de mau humor
no seu programa Bom-Dia que apresenta diariamente pela
Guaíba AM,entre 6hs e 9hs. Parece que vai ao fundo
do poço que professora em greve conseguem tirá-lo
do sério,principalmente quando em entrevista se
referem a si próprias como " trabalhadores
em educação". Aí então
ele sobe pelas paredes.
Eu tinha uma colega , a Cristina Pinto, na Comunicação
do Trensurb que morava( e mora) na zona sul da cidade.
Ela e o esposo Barreto que era funcionário do BB
vinham ao trabalho juntos,de carro,ouvindo o Mendelski,
que então estava na Gaúcha. Discutiam o
trajeto todo, um a favor do Rogério,outro contra.
As idéias dele é claro, nada pessoal, como
diria um falecido coleguinha.
Estes dias uma ouvinte mandou-lhe um email onde o chamava
de " zangado,ou zangadinho".Mendelski o leu,
é claro.
Entre outras coisas, esta missivista dizia que ele "
parecia ser o sujeito do passo certo".Procurei dias
pelo título desta matéria e sugeri a colega
Joséte Negreiros que colocaria o título
de " O mal humorado da madrugada". Ela não
concordou pois acha que Mendelski não é
mal humorado, é sim um sujeito que procura ir contra
a maré. Bom,entonces...
Conheci o Mendelski na Folhinha da Manhã, em março
ou abril de 1974, quando eramos colegas na extinta Folhinha
da Manhã, da CJCJ.
Fomos a Rio Grande fazer matéria,e acho que quem
foi de fotógrafo foi o Sérgio Arnoud, se
não estou enganado.
Nos hospedamos no Charrua, no centro, e enquanto eu fiquei
três dias indo pras vilas fazer matéria sobre
casos policiais - os editores tinham mania de inventar
pautas tipo: a violência no porto de Rio Grande,ou
a prostituição mora em Rio Grande, ou o
contrabando em Rio Grande - Mendelski ficou no hotel,disparando
telefonemas.
Eu usava o fotógrafo e o motora e a kombi pra me
deslocar.
Não sei se de gozação ou não,
ele dizia pra nós que ficava falando no telefone
com uma " namorada fazendeira que tinha em Bagé".
Vivia a pedir ligação pra lá...
Na volta, ele passou no Cassino e fez sua pauta: era repórter
especial da Folhinha. Entrevistou um professor de Oceanografia,ou
então era geólogo, que começava a
denunciar a poluição no oceano provocada
pelo derramamento de óleo na beira do mar por navios
petroleiros. Era uim assunto totalmente novo, ninguém
falava disto na imprensa, já que o José
Lutzenberger ficou mais conhecido lá por 76/77,quando
houve o episódio do estudante que subiu numa árvore
na av. João Pessoa,em Porto Alegre.
Rogério Vaz Mendelski nasceu em Viamão,
em 28.03.1943,filho de Oswaldo Mendelki e de Arlinda Vaz
Mendelski.Teve uma boa formação porque estudo
no Colégio Anchieta, com os jesuítas.
Já residiu em começo de carreira,quando
trabalhou como contato comercial no Correio da Manhã,
na sucursal de Porto Alegre( av. Borges de Medeiros),
na av. Bento Gonçalves, 1263/apto.8.
Posso discordar de algumas de suas opiniões, mas
tenho profundo respeito pelo bom repórter que é.
Agora mesmo deu o furo de que o cabeleireiro Nei vai desativar
o Trianon( um time craques de futebol que sempre se reunia
para amistos beneficientes nos finais de ano).
Uma vez quando o Rogério, na rádio Gaúcha,
andava numa campanha muito grande contra a Igreja progressista
que apóia o MST um dia perguntei ao padre Augusto
Dalvit o que havia com o Rogério. E recebi uma
resposta surpreendente:
- Nem nós entendemos, porque lá em Viamão
ele sempre fora muito ligado a Igreja.
Se o padre Augusto não entendia, quem sou eu pra
entender....
MARCOPOLO PRODUZ
PRIMEIROS ÔNIBUS DOUBLE DECKER COM 15 METROS DE
COMPRIMENTO
A Marcopolo acaba de desenvolver e produzir
os primeiros ônibus Double Decker (de dois andares)
e 15 metros de comprimento do Brasil. Os oito veículos
serão fornecidos à empresa de turismo Expresso
Cial, do Peru, e utilizados no transporte rodoviário.
Foto: Sérgio Dall'Alba

Veículos serão utilizados no transporte
rodoviário no Peru
O novo modelo foi fabricado a pedido
do cliente para permitir o aumento da capacidade (48 passageiros)
e oferecer mais conforto, com poltronas que reclinam 180
graus. Com chassi Scania K420, as unidades também
foram equipadas com câmbio com atuador elétrico.
Com essa tecnologia o esforço físico do
motorista para a troca de marchas é menor e as
mudanças são feitas na faixa ideal de rotação
do motor. Para aumentar o conforto na viagem, os modelos
possuem televisores de 14 polegadas, DVD, poltronas com
descansa-braços e porta-revistas.
Este é o terceiro modelo de ônibus
com 15 metros de comprimento que a Marcopolo desenvolve.
No ano passado, a empresa produziu o rodoviário
Paradiso 1200 para a empresa de turismo Civa, de Lima,
também do Peru. No início deste ano, o Paradiso
LD 1550 também ganhou uma versão de 15 metros,
fornecida para a Movil Tours.
Segundo Paulo Andrade, gerente executivo
de operações comerciais para o mercado externo
da Marcopolo, as empresas de turismo do Peru perceberam
que, com o aumento de comprimento e capacidade, é
possível oferecer serviços com elevados
padrões de qualidade e conforto, sem aumento no
preço das tarifas cobradas dos passageiros. "Desde
o ano passado, já recebemos pedidos para quase
50 unidades, em três diferentes modelos, o que comprova
a boa aceitação dos veículos",
explica Andrade.
Mostrando serviço!
Sexta última,dia 21/11, Esdras
Urbim, que trabalha no gabinete da secretária Clênia
Marinhão estava na parada do ônibus na Nilópolis
e pegou o T-7, da Carris, porque o Iguatemi-Protásio,demora
que vou te contar.
E como estamos em época de muda, passarinho não
pia....
Literatura
O ex-governador Jair Soares enviou exemplares
do seu livro de memórias Jair Soares, uma vida
em ação para o deputado federal Mendes Ribeiro
Filho(PMDB) e para o desembargador José Paulo Bisol.
Tudo devidamente autografado.Dizem as línguas afiadas
que o livro foi escrito pelo crítico do PT o professor
J.Dacanal.
Memória
da Imprensa:

Na DKW " verde da dona IONE" para filmar o Eclipse
do Sol no Cassino!
Júlio César Dreyer Pacheco
- hoje diretor da Rede Vida - que foi o locutor para a
TV Gaúcha do videoteipe gravado em Rio Grande durante
o Eclipse Solar de 12 de novembro de 1966 contou-me como
foi a cobertura da TV Gaúcha na chamada "
Operação Eclipse" quando no Cassino,em
Rio Grande, o sol escondeu-se por quase duas horas com
o ponto culminante lá pelas 12 hs.
Júlio disse que a Nasa soltou 14 foguetes e que
eles montaram a Base física de lançamento
destes foguetes a 3 km ao sul do Cassino, onde seria pelos
cálculos, o ponto onde em terra o eclipse teria
mais visibilidade .
No local ficaram as fundações que a Nasa
fez para lançar estes foguetes.
Para esta operação a Nasa asfaltou os aeroportos
de Rio Grande e de Pelotas.Tanto assim que a metade da
pista ficou de asfalto, a outra metade era de terra .
A Cobertura da TV Gaúcha
Como não havia verba publicitária para cobrir
o evento, o dono da TV Gaúcha, Maurício
Sirotsky Sobrinho não liberava a viagem. "
O Lauro Schirmer era o chefe do telejornal da Gaúcha.
Nós da TV Gaúcha não sabíamos
se íamos ou não fazer a cobertura local
porque dependia de patrocínio,acho eu. O credenciamento
era feito em Porto Alegre pra não precisar tirar
em Rio Grande 48 horas antes", contou Júlio.
No caminhão que a TV Gaúcha mandou para
lá para fazer a gravação do Video
Teipe o chefe de externas foi Sílvio Centeno e
atuaram como câmaras " Capilé"(
Jair Luis) e um que era Sargento da Brigada Militar.Além
disto, estava Sérgio Reis, que chefiou a parte
externa da gravação.Júlio fez a locução
do eclipse.
Rumo ao Cassino na DKW verde
no dia anterior ao eclipse
No dia anterior ao eclipse, Sérgio Reis e sua esposa,
e Júlio Pacheco e sua esposa Dóris, - as
duplas tinham recém casado, assim que a aventura
foi uma lua-de-mel, ou melhor tinha tudo pra ser - embarcaram
na DKW Verde da esposa do dono da TV Gaucha."Não
havia condução e nós fomos neste
carro mesmo",contou Júlio.Sérgio Reis
e Júlio Pacheco saíram de Porto Alegre sem
credenciamento. Tinham que conseguir em Rio Grande. E
a cidade estava com a população multiplicada
por cinco. " Tava cheio de norte-americanos,russos,alemães,universidades
do Brasil, do Uruguai, da Argentina" contou Júlio.
Júlio,Sérgio e as esposas não tinham
onde dormir. Hotel nem pensar. Tava tudo tomado.
Alguém ofereceu uma casa que tinha no cassino que
estava fechada. Os quatro foram para lá. Só
que a casa estava infestada de baratas,aranhas,ratos e
não sei mais o que...
Não deu pra dormir,nada. Os dois casais ficaram
esperando o amanhecer na frente dela. Sentavam na camionete
- a DKW - davam uma cochilada, não tinham nem pra
onde se mandar aquela hora.
Tinha que esperar o dia nascer pra ir pro local do eclipse,
que não era perto, ficava a 3 km ao sul da praia
do Cassino. Este foi o local onde foram montadas as bases
pro lançamento dos 14 foguetes.
Quando clareou, eles deram graças a Deus.
Então começou a lenta ida para o local do
trabalho e sua preparação.
Galinhas e outros
bichos começaram
a se recolher,como se a noite tivesse chegado.
Júlio lembra - e diz que se arrepia até
hoje ao lembrari isto - que o eclipse durou ao todo umas
duas horas e que seu ponto culminante foi lá pelo
meio-dia."Lembro que começou a escurecer,
como num fim de tarde.Os bichos em geral,como galinhas,
antes, começaram a se recolher como se a noite
estivesse chegandol.E começou escurecer como se
fosse um fim de tarde" relata Júlio Pacheco.
Os foguetes que foram lançados pela Nasa eram de
dois estágios e alguns,até de três.
O fotógrafo que veio
de Moscou tropeçou na hora!
Um fotógrafo russo,vindo de Moscou, enviado pela
agência oficial de Imprensa montou uma espécie
de barraca onde só ele poderia fotografar. Ninguém
poderia entrar naquele terreninho." Ele fez lá
um muro em volta. Era um cara muito chato, lembro Júlio.
Fez um muro com cerca de 5 ou 10 metros quadrados, onde
instalou todo seu equipamento.
E a quem se aproximava ele falava:
- OUT,OUT,NO,NO!!!
Aquele terreno era só dele, tinha privatizado pra
poder pegar as melhores fotos possíveis. E os norte-americanos
começaram a lançar os foguetes, com alto
- falantes e tudo como se estivessem em Cabo Kenedy.
Bem na hora H, quando o eclipse ficou mais forte não
é que o russo se distraiu com suas fotos, tropeçou
e caiu sobre seu equipamento,derrubando tudo.
" O russo ficou naquela choradeira lá e nós
só tinhamos que rir" lembrou Júlio
Pacheco.
Depois de toda aquela preparação acho que
ele não tirou uma foto porque derrubou tudo.
- Ele ficou naquele ranço dele e a gente tinha
que rir, disse Júlio.
Hotel pra dormir?
que nada!
voltem a Porto Alegre, dizia o telegrama do Schirmer!
Depois do eclipse ter desaparecido e o dia aos poucos
voltado - Júlio acha que durou cerca de duas horas,
o Serginho Ross tinha me dito que tinha durado o dia inteiro
-
Júlio Pachedo,sua esposa Dóris Sérgio
Reis e sua esposa iriam despachar o caminhão para
Porto Alegre com o material filmado e iriam procurar um
hotel para dormir porque tinham passado a noite em claro.Que
nada!
- Chegou um telegrama do Lauro Schirmer que era pra nós
voltar naquela tarde mesmo pra vir editar todo o material
em Porto Alegre
Na volta, Júlio e Sérgio vieram se "
quarteando" como se diz, dividindo a direção
pouco a pouco, porque o sono já estava batendo
forte.
Chegaram em Porto Alegre e que nada de dormir. Foram para
a TV Gaúcha e passaram mais uma noite em claro,
esta trabalhando,pra editar uma hora de programa que passounão
só no RS, como também no resto do Brasil,
pela TV Globo.A gravação foi feita em aurikon.
A lua-de-mel de Rio Grande que os dois casais tinham projetado
virou uma grande aventura jornalística.Duas noites
sem dormir, mas que serviu para entrar para a história
da imprensa gaúcha, na célebre jornada em
que nunca antes se vira tanta gente,de tantas partes do
mundo cobrindo um assunto em território gaúcho.
Sobre o eclipse em si, Júlio lembrou que ele foi
visível também em Bagé, na divisa
com o Uruguai e principalmente em alto mar, no Oceano
Atlântico.
A " Operação
Eclipse" trouxe o Time e a C.B.S ao Cassino!
Entre os jornalistas que estiveram na
praia do Cassino, em Rio Grande para as filmagens e a
descrição do eclipse solar ocorrido ali
em 12/11/1966 estiveram BARRY LANDO pelo TIME INC( de
N.Y) e JULHO DELAMARE da C.B.S também de NY.
Seu credenciamento foi feito via solicitação
a ARI em 3 de outubro do mesmo ano!
Portanto, a operação foi muito bem programada
pela imprensa mundial.

PRÊMIO ARI
TEM EDIÇÃO ESPECIAL PELOS 50 ANOS
Encerram-se dia 3 de dezembro próximo
as inscrições para o Prêmio ARI de
Jornalismo, a mais tradicional e importante distinção
dos trabalhos jornalísticos de cada ano, no Rio
Grande do Sul. Por completar em 2008, 50 anos de existência,
só sendo superado em antiguidade e abrangência,
pelo Prêmio Esso, o concurso terá uma láurea
especial de R$ 5 mil para a melhor reportagem entre todos
os gêneros concorrentes.
São distinguidas, anualmente,
pelo Prêmio ARI, com o patrocínio do Banrisul,
14 categorias de reportagens, abrangendo jornais, revistas,
rádios e TVs do território gaúcho.
Podem concorrer jornalistas associados da entidade, com
até três trabalhos que devem ser entregues
na sede da associação, à Av. Borges
de Medeiros, 915, 7º andar. As inscrições,
no entanto, podem ser feitas também pela internet
ari@ari.org.br . Os prêmios serão entregues
no dia 17 de dezembro, em solenidade especial, na Assembléia
Legislativa.
Maiores informações, bem
como o edital do concurso podem ser obtidas por este e-mail,
ou através do telefone 3211-1555.
Coleguinhas
* Janete, da secretaria da ARI, é
ouvinte inveterada da rádio Band AM.
* Prêmio ARI de Jornalismo com
inscrições abertas. Entrega será
dia 17/12 no salão Dante Barrone, da Assembléia
Legislativa do Estado.A comissão julgadora é
formada de 11 membros.Os prêmios vão de 3
mil reais para o primeiro lugar e dois mil para o segundo.
Menção Honrosa só faz jus a um diploma.
Para marcar os 50 anos da ARI, este ano foi instituído
o Prêmio Cinquëntenário. O ganhador
levará 5 paus( cinco mil reais) e o troféu
de bronze.Inscrições devem ser feitas via
postal,ou pelo site www.ari.org.br ou na secretaria da
entidade,até as 18hs do dia 03/12 - correm portanto->
A ARI pra quem ainda não sabe fica na av. Borges
de Medeiros,915/7 andar cep 90020-025 Porto Alegre.RS
* Ontem,dia 20/11, no " Bom Dia"
da Guaíba,Rogério Mendelski deve ter se
atrapalhado porque um senhor que completava 96 - seo Fênix
- estava recebendo os " cumprimentos" do sogro.
Que idade teria o sogro então ?
Me fez lembrar aqueles botecos antigos onde se via escrito
atrás do balcão:
FIADO SÓ COM 100 ANOS E ACOMPANHADO DO PAI!!!!
* Já que tamo com a mão na massa: Mendelski
acabou dando um furo,ontem, no seu programa: O Cabeleireiro
Nei, que reunia os jogadores famosos pra fazerem jogos
nos finais de ano, jogou a toalha. Fará o último
em dezembro próximo, na terra do galo, Flores da
Cunha e depois vai parar.
O time do Nei se chama Trianon. Os jogadores jogavam para
confraternizar e não cobravam cachê.
Parece que este espírito do Nei foi pro saco...O
salão do Nei fica ao lado do Julinho, ali na Azenha.
* Maria Luiza Benitez, que agora voltou a FM e AM Guaíba,sempre
trabalhou na Caldas Junior e se não me engano na
TVE. Nunca foi ligada a outra empresa de comunicação
no Estado.Ela é apresentadora e cantora.
* José Nelson Moura lembrou ontem no serpentário
que a nova rodoviária de Porto Alegre que foi inaugurada
em 1970 saiu porque a repórter Núbia Silveira,então
do Diário de Notícias, diariamente fazia
matérias pedindo uma nova estação
rodoviária pra Portinho.
* José Nunes, presidente do Sindicato dos Jornalistas-RS
preocupado com a demora do presidente do STF,Ministro
Gilmar Mendes, em julgar a questão da obrigatoriedade
do diploma de jornalista. Segundo Nunes, o sindi fez este
ano muito investimento encima do assunto. Ele tem medo
de que se o ministro não se pronunciar volte tudo
a estaca zero...
* O presidente do Sindi-Jornalistas-RS estará dia
01/12 lançando o livro da Fenaj em São Borja,
na Câmara Municipal da cidade.
*Ex-presidente do Sindi-Jornalistas-RS,Jorge Correa provoca
os gremistas. Em dia de jogo do Inter vai " fardado"
ao sindicato,como se lá fosse a sucursal do Beira-Rio.
* O " serpentário" -
da rua Uruguai continua regurgitando. Com cadeira cativa
estão lá sempre o Guerreiro(Leo) o Otácilio
Gonçalves( que vem de Dois Irmãos) pra isto,
Nelson José Moura - dizem que é o líder
do grupo - e agora incorporou-se Bruno Segatto, que se
aposentou pela Assembléia Legislativa do Estado
e o Monteirinho é outro que tem cadeira cativa.
Mas o Monteirinho é mais da turma do futebol.Às
vezes o " pancho vila " dos fotógrafos,
o Floriano Bortoluzzi também aparece.As brigas
sempre se dão por causa do cigarro: Guerreiro e
Moura não tiram o pito da boca.
Notícias da TVE e FM CULTURA
* Meus perdigueiros já me haviam informado: uma
sigilosa reunião havia se realizado no prédio
da ARI na última sexta-feira,dia 14/11, entre o
presidente da entidade, Ercy Torma e seu vice, Batista
Filho.
Enquanto uns da diretoria viajavam- estavam em Gramado,sabe
como é, tinha lá um festival de turismo
-e outros cuidavam da barraca da entidade na Feira do
Livro, Ercy resolveu renunciar ao Conselho da TVE e FM
porque se sentiu melindrado já que a governadora
Yeda não consultou o órgão pra nomear
Ricardo Azeredo e Pedro Macedo novos diretores.Na vaga
de Ercy ficou Batista Filho que já foi presidente
da TVE em 1994.
Como sóe acontecer nestas ocasiões, quem
primeiro ficou sabendo da renúncia do presidente
da ARI do Conselho da TVE e FM Cultura e deu a notícia
foi a Coletiva.Net,na quarta-feira,dia 19/11 cujo um dos
sócios, Vieirinha, é diretor de Comunicação
da ARI.Nada contra a Coletiva.Net mas democratizar a informação
poderia ser um exemplo que o presidente da ARI,Ercy Torma,
poderia dar.
O Sindicato dos Jornalistas-RS já informou que
designou o professor da Unisinos Pedro Osório pra
ser o candidato a presidência do Conselho da TVE
e FM Cultura cuja eleição deverá
se dar,se houver quórum, no dia 08/12 quando o
dito Conselho deverá se reunir. Na última
segunda,dia 17/11, a reunião não saiu por
falta de quórum.
Eu X Eles - Coleguinhas

Franco foi o campeão de vendas na Barraca da ARI
Conhecido o resultado final da venda
de livros na barraca da ARI sabe-se que quem mais vendeu
foi o " escritor da província" Sérgio
da Costa Franco. Não se conhece os números
destas vendas, mas ele foi o que mais vendeu. Desbancou
o Antônio Goulart que na edição do
ano passado tinha vendido 10 exemplares do livro dele
sobre o Brizola.
Durante a feira, um " perdigueiro" me confidenciou
que viu o nosso "escritor da província"
Ênio Rockenback, da direção da entidade,
porque justamente o seu livro " Memórias de
um escritor da Província" não estava
exposto na barraca da ARI. E isto que quando do lançamento
do livro, Franco dizia que não tinha feito o livro
pra vender, era apenas pra dar para alguns amigos. Alguém
de plantão viu no blog da Rosane de Oliveira o
ex-governador Olívio Dutra dizendo que lia no momento
a última obra do Franco. Isto,alegam os observadores,
deve ter provocado a procura pelo livro.
Outro que vendeu bem na barraca da ARI foi o João
Batista Marçal, o escritor oficial da esquerda
gaúcha. Tanto que seu último livro, em conjunto
com uma historiadora, é justamente uma pequena
biografia de quem pertenceu a esta ala no século
passado no RS.
Voltado ao Sérgio da Costa Franco, ele nasceu em
Jaguarão - isto seu livro conta bem - em 12.06.1928(
completou oitenta nos em 2008). Seu pai,também
um operador do Direito, como ele, se chamava Álvaro
da Costa Franco e sua mãe Gilda Costa Franco. O
pai foi assassinado.
Franco sempre foi considerado um dos articulistas mais
próximos do falecido dono do Correio do Povo e
da rádio Guaíba, o " DR" Breno
Caldas.
Hoje Franco tem uma coluna de opinão, num espaço
nobre, o dos editoriais - depois de idas e vindas - no
jornal ZH, aos domingos.
Sérgio da Costa Franco conta no seu livro que quando
veio morar em Porto Alegre começou morando na av.
Venâncio Aires,174/04. Sua descrição
daquela avenida - que já teve bondes, ainda a peguei
em 1969 com bondes - nos faz retornar a uma Porto Alegre
que evidentemente só existe em memória afetiva.
Casado com Ignez Maria( 14.03.1927), como conta no livro,
ele teve com ela os seguintes filhos:
Sérgio( 30.09.1952), Maria Ignez( 27.05.1955),
Miguel( 02.09.1958), Fernando( 14.04.1965) e César(
10.04.1967).
Franco é o autor também do Guia Histórico
de Porto Alegre.
Suas posições políticas, pelo que
conta nas memórias, sempre foram ligadas ao trabalhismo.
Mas no passado flertou com o Partico Comunista Brasileiro(PCB)
tendo participado da campanha em 1946 do candidato do
PCB a presidente da República, o engenheiro Iedo
Fiuza. O Fiuza foi uma invenção do Prestes(Luis
Carlos) " comenta brevemente o historiador.
Sobre esta campanha, Franco contou ainda que uma pequena
delegação do colégio Anchieta rumou
para o Vale do Taquari pra fazer campanha. Mas em Montenegro
começaram a nota que os jovens não eram
bem recebidos pelas comunidades locais. Depois de Lajeado,
voltaram correndo para Estrela onde comeram uma galinhada
no Hotel Bentz. De lá regressaram à capital,sentido
que os votos do interior não estavam para o candidato
do PCB.
Eu X Eles - Coleguinhas

Euclides Prado e Nelci Castro( o "Leka", na
foto ) fizeram " gracinha"
no noticioso da Gaúcha e Maurício não
gostou!
O narrador esportivo e apresentador de
novelas em rádios, Euclides Prado vai completar
80 anos nos próximos dias.
No meu livro Pauta, o Avesso das Redações
conto a seguinte história dele e do " Leka".
"Euclides Prado e Nelci Canto de Castro, o "
Leka" apresentavam o " Grande Jornal Falado"
todas as manhãs pela rádio Gaúcha
quando ainda ficava no Edifício União. O
programa ia ao ar entre 7h30min e 8h30min.
Numa destas manhãs, Leka atrapalhou-se quando foi
ler um sobrenome russo e sai a palavra " estrogonofe".
O jornal,evidente, era ao vivo. Euclides Prado e o operador
caíram na gargalhada que os ouvintes pegaram com
muita nitidez. Pouco depois do programa terminar, toca
o telefone do estúdio.
O operador o atende e fica com o rosto encrespado,sério.Para
Leka e Euclides faz o sinal de que no outro lado da linha,furioso,
está um sujeito de nariz grande( Maurício
Sobrinho, o dono da rádio). Ele queria putiá-los
pelas risadas que saíram no ar.
- Vai tu que é mais velho, disse Prado para Leka.
- Que que manda patrão, saindo dizendo Leka, tentando
desconversar e acalmar Maurício. Aí explicou
que ele se atrapalhara e que este fora o motivo das risadas
no ar. Ficou por isto mesmo...
" Operação
ECLIPSE"
Júlio César Pacheco foi
o locutor na TV Gaúcha!
Sobre o eclipse solar que ocorreu na praia do Cassino
em RioGrande, em 12/11 de 1996, Júlio César
Dreyer Pacheco, hoje na Rede Vida, mandou-me correspondência
dizendo o que segue:
" O eclipse de Rio Grande foi coberto pela TV Gaúcha
com equipe própria( inclusive caminhão).
O locutor fui eu e o suíte de externa o foi o Sérgio
Reis. Foi editado um programa de 60 minutos sobre o assunto."

Porto Alegre deseja
boa viagem aos tripulantes do Sea Shepherd
e crianças enviam mensagem ao futuro
No feriado de 15 de novembro, o Instituto
Sea Shepherd promoveu um sábado voltado à
conscientização e educação
ambiental no Parque Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
A atividade começou com a chegada de um grupo de
crianças moradoras da Ilha dos Marinheiros, trazidas
pela ONG Gente do Bem. Meninos e meninas ouviram a história
'O Caracol e a Baleia' de Julia Donaldson, interpretada
pela escritora Christina Dias.
Fotos: Marcio de Almeida
Bueno
Crianças interagiram na apresentação
de 'O Caracol e a Baleia'
Finalizada a história, a criançada
fez desenhos inspirados na vida marinha, que ficaram expostos
em um varal, durante todo o dia. A pausa para lanche incluiu
suco, cachorro-quente e bolinho de chocolate - tudo em
versão vegana, sem ingredientes de origem animal,
oferecidos pelo GAE Poa.

Lanche vegano foi saboreado pela primeira vez pelos participantes
O material fará parte de uma cápsula
especial, a ser aberta somente no ano de 2350. A idéia
é que, daqui a sete gerações, crianças
e adultos do futuro saibam que em 2008 havia preocupação
com as baleias e demais animais marinhos. O público
passante, atraído pela movimentação,
pôde 'apadrinhar' alguns dos menores, financiando
uma camiseta e um lanche especial, tendo seu nome associado
ao desenho do afilhado. A programação seguiu
com sessões de exibições de vídeos
e palestras dos coordenadores do Sea Shepherd, sobre a
atuação da entidade, experiências
vividas e ações em relação
à fauna dos mares.

Daniel Vairo, diretor geral do ISSB, palestra em uma das
tendas
Freqüentadores do Parcão
puderam ainda adquirir camisetas e materiais do Sea Shepherd,
assinar um abaixo-assinado contra a morte de golfinhos
e botos na costa brasileira, e ainda deixar uma mensagem
de 'boa sorte' para a tripulação de voluntários
que, a partir de dezembro, enfrentará os baleeiros
ilegais no Santuário Antártico das Baleias,
no extremo sul do planeta.

Menino desenha uma baleia no cartaz que será levado
de navio à Antártida
Durante todo o dia, esclarecimentos foram
prestados aos interessados, que procuravam saber mais
sobre pesca ilegal, degradação da natureza,
extinção de cetáceos, interferência
nos ecossistemas e suas conseqüências para
o planeta. Centenas de panfletos educativos foram distribuídos,
e novos voluntários se ofereceram para atividades
futuras da ONG.

Passantes ouviram com atenção os relatos
da coordenação da ONG
O evento ainda teve entrega de medalhas
da Sea Shepherd Conservation Society aos voluntários
da ONG, por servirem com dedicação e coragem
à vida marinha. As subidas de balão de ar
quente marcaram o encerramento da programação,
em um sábado de Sol e forte calor.

Balão instalado no centro do parque atraiu a atenção
do público
Clique
aqui para ver mais fotos do evento
Clique
aqui para ouvir uma entrevista com Daniel Vairo, diretor
geral do INSS
O ônibus
de Viamão e as baratas
A secretária do editor do site
Brasil Imprensa Livre estava no ônibus placas IJO
4831 da empresa Transportes Coletivos Viamão Ltda
no domingo passado, 16/11, por volta de 20 horas. O fundo
do coletivo,segundo o depoimento da passageira "
estava infestado de baratas". Quando ela reclamou
do cobrador e do motora,segundo noticiou o site Brasil
Imprensa Livre, recebeu apenas ironias como troco:"
isto é comum e que também havia pulgas".
A ser verdade, a Metroplan deveria multar este coletivo
e a empresa porque convenhamos já é demais.
O Natal de Natanael

Eu X Eles - Coleguinhas

Alexandre Garcia foi pousar para a Playboy e se perdeu
o cargo de porta-voz de Figueiredo.
Nascido em 11.11.1940, em Cachoeira do
Sul, filho do radialista Oscar Chaves Garcia - um dos
principais radialistas dos 75 anos da rádio Alto
Taquari, de Estrela(RS) Alexandre Eggers Garcia é
o autor do prefácio do meu livro Estrela F.C. que
saiu em novembro de 2005.Alguns maldosos de plantão
disseram que o prefácio do livro justificou sua
publicação. Ledo engano!
Alexangre Eggers Garcia ganhou seu primeiro salário
na Rádio Independente em Lajeado(RS) mas antes
tinha participado de novelas , como ator mirim na Rádio
Cachoeira do Sul e na rádio Alto Taquari. Ganhou
seu primeiro salário com 16 anos. Quando estava
com 19 anos, depois de servir o Exército, Garcia
trabalhou no Banco da Província , em Lajeado. Fez
concurso para o Banco do Brasil,onde passou tirando o
primeiro lugar.Aos 20 anos, ingressou no Banco do Brasil,
em Encantado. Com 27 anos foi o primeiro colocado no Vestibular
de Jornalismo da PUC onde se formou.
Quando estava no último ano da faculdade entrou
para o Jornal do Brasil, que então ficava na av.
Borges de Medeiros, 915, no quarto andar, sala 401, no
prédio da Associação Riograndense
de Imprensa(ARI).
No JB ficou 10 anos.Depois foi ser porta-voz da Presidência
da República - de onde saiu depois de ter posado
pra revista Playboy - e passou para a diretoria da Manchete(revistas
e televisão), em Brasília. Depois foi para
a TV Globo, onde está há 20 anos e é
um dos principais repórteres políticos da
emissora.
Alexandre Garcia - conhecido por suas opiniões
contundentes - é ainda professor universitário
além de gravar comentários para mais de
80 emissoras de rádio e escrever semanalmente artigos
para 30 jornais e mensalmente para duas revistas. Mesmo
assim encontra tempo para fazer palestras " pelo
Brasil afora" como ele diz.
Sua filha Denise nasceu em 28.08.1963.
Ele é autor de um livro sobre memórias jornalítiscas.
coleguinhas
* Maria Luiza Benitez voltou a trabalhar
na rádio Guaíba apresentando o " Jornal
da Noite" entre 23 e 24 horas,diariamente.Quem fazia
isto era Mário Mazzeron, falecido pouco tempo atrás.
Benitez também é locutora da Guaíba
FM.
*Rogério Mendelski, no " Bom Dia" da
Guaíba AM, pegou no pé da expressão
" trabalhadores em educação",
que a presidente do CPERS,Rosane Oliveira, tem usado durante
suas entrevistas.
* Serginho Ross,depois de muitos anos afastado, foi reintragado,
via judicial, ao Ministério dos Transportes. Mas
vai pedir aposentadoria.
* Nos 17 dias da Feira do Livro,não recebi um "
release",nem um convite pra participar de algum coquetel.
Quanto a isto,dispenso mesmo!!!Meu guru sempre foi o dono
da Gazeta Mercantil, Herbert Levy, em cujo jornal, Gazeta
Mercantil, - isto eu testemunhei, ninguém veio
me contar lorota - não se podia viajar a convite
de ninguém. Quando o jornal tinha interesse em
alguma matéria, ele enviava pagando suas despesas.
A isto é que eu chamo de independência. É
uma pena que Herbert Levy não tenha feito escola
no país. O que se vê por aí é
de chorar...
A vida como ela
é...
Os fatos aqui narrados são invenção.
Portanto,qualquer semelhança com a realidade é
mera coincidência...
Episódio Um:
A " cantada" num flanelinha
Numa empresa de comunicação onde não
havia estacionamento e os funcionários tinham muita
dificuldade em encontrar lugar para estacionar o carro
na rua a solução era deixá-lo com
um flanelinha de confiança que ficava dando voltas
na quadra, até encontrar a vaga na rua. Vaí
daí que a chave do carro ficava com o tal flanelinha
de confiança.
Às vezes quando o proprietário de um carro
saía e procurava o flanelinha para pegar a chave,
o encontrava dando " voltas" com um outro carro
para estacionar. O flanelinha então não
tinha outra saída a não ser dar "carona"
até o local onde estava o carro do jornalista que
estava indo embora.
Um dia, um jornalista estava saindo do seu trabalho e
pegou a carona com o flanelinha.
Sentou no banco do " carona" e o flanelinha
estava louco para comentar com alguém:
- Bah, mas como tem v...nesta empresa!
Surpreso com o desabafo, o jornalista que estava se retirando
quis saber qual a origem daquele desabafo.
O flanelinha ainda meio arredio,explicou que acavara de
levar uma " cantada" de outro colega jornalista
que também trabalhava naquela empresa. O cara nem
perguntou, nem quis saber mais nada....
Episódio dois
" Sou LÉSBICO"
Um funcionário subia as escadas de um jornal onde
trabalhava caminhando um pouco atrás de um coleguinha
gay, mas discreto.
Descendo a escada vinha um mulherão. "Maravilhosa
e belíssima" lembra um jornalista de antanho
que a conheceu.
O jornalista que vinha atrás notou que o colega
gay depois que a mulher cruzou por ele,virou-se para trás
e ficou a olhar a fêmea exuberante.
Quando os dois colegas que subiam chegaram no mesmo andar
, por sinal, onde trabalhavam, o que vinha atrás
não quis saber: " hum, cara, tu nem gostas
disso e ficas te querbrando pra olhar pra trás".
Ao que o colega gay não perdeu o bom humor:
- Ah, é que eu sou LÉSBICO!!!
Feira do Livro
vende 8% menos que em 2007
Foi de 8% a queda no número de
livros vendidos em 2008 em relação a 2007.
Os dados foram divulgados ontem,- 18/11 - durante coletiva
pelo presidente da Câmara Riograndense do Livro
(CRL) João Carneiro. Na chamada " área
geral" foram comercializados durante os 17 dias da
feira do livro - de 31/10 a 16/11 - 295.624 livros, na
área infantil e juvenil foram 111.469 e na área
internacional foram 16.953 volumes.Ao todo foram vendidos
424.046 livros.
Pelos dados da CRL na área geral a queda foi de
8%, na infantil, de 5% e na internacional de 10%.
A CRL também divulgou outros números da
54 feira do livro de Porto Alegre: foram realizados 829
lançamentos. Na praça dos autógrafos
foram 574, na área infantil e juvenil, foram 91;
as sessões coletivas no Memorial do RS foram 117
e sessões realizadas em salas de eventos foram
47.
Campeões
A feira do livro não divulgou dados sobre livros
mais vendidos.Alegou que em função dos "cortes"
feitos no orçamento global do evento, este item
foi cancelado.
Mas um dado foi divulgado pela CRL: o autor campeão
de fila foi o uruguaio, Eduardo Galeano.
A Feira do Livro de 2009,que será a 55, já
tem data:inicia em 30 de outubro.
Patrono defende livreiros
O patrono, o escritor Chales Chiefer defendeu a manutenção
da lei de incentivo à Cultura( a LIC) para a Feira
do Livro e fez o papel de porta-voz dos interesses dos
livreiros, dizendo que neste momento " vozes autoritárias"
estariam querendo terminar com este incentivo fiscal para
a feira do Livro. Neste sentido, explicou o presidente
da CRL, João Carneiro, na segunda-feira, dia 17/11
foi remetido um projeto de lei do Executivo Estadual para
a Assembléia Legislativa do Estado no sentido de
alterar a Lei de Incentivo a Cultura - a já famosa
LIC, motivos de tantas controvérsias - tirando
o poder do Conselho Estadual de Cultura de decidir sobre
o destino de verbas da LIC e deixando que o Executivo
tenha esta decisão.
Balanço da 54 feira do
livro( 31 de out a 16 de nov de 2008)
* Vendas:
Foram vendidos 424.046 livros, um desempenho 8 menor do
que o de 2007.
* Livros em geral:
comercializados 295.624 ex
* Livros infantis:
111.469 ex
* Área Internacional:
16.953
Autógrafos:
Total 829 sessões
Campeão de fila em sessão de autógrafo:
Eduardo Galeano
Patrono da feira: Charles Kiefer
São Borja faz evento
no 32 aniversário da morte do ex-presidente Jango!
De 02 a 05 de 12/08 diariamente Exposição
de fotos do período político do ex-presidente
João Goulart, no saguão da câmara
de vereadores. Dia 02/12/08 as 18h Lançamento do
livro: João Goulart memória em Santiago
– Autor: Fábio Monteiro, 19h Apresentação
do Relatório da Comissão mista da Assembléia
legislativa que apura a causa morte do ex- presidente,
por Christopher Goulart ( neto do ex-presidente), com
exibição de documentário. Dia 03/12/08
as 19h Apresentação de documentário
radiofônico, sobre a morte do ex-presidente no exílio,
por alunas de jornalismo da UNIPAMPA. Dia 04/12/08 as
19h Exibição de documentário João
Goulart, Presidente injustiçado, por Dr. Marco
Pinheiro ( Fortaleza Ceará ). Dia 05/12/08 as 19h
Palestra com Professora Rita Gattiboni, com o tema: as
reformas de base no governo João Goulart. Dia 06/12/08
as 10h Sessão solene em homenagem ao ex-presidente
pela Câmara de Vereadores, presidida pela Vereadora
Fátima Andrade.
Memória
da Imprensa!
" Operação ECLIPSE
"!
Me caiu na mão uma preciosidade histórica
da imprensa gaúcha: a cobertura que foi feita do
eclipse solar de 12 de novembro de 1966,portanto, há
42 anos atrás.Tenho nas mãos cópias
de todas as solicitações encaminhadas ao
vice-presidente da Associação Riograndense
de Imprensa daquele ano Pércio Pinto (falecido)
solicitando credenciais para ir fazer a cobertura. Claro,
foi um evento pelo qual a mídia mundial esteve
presente." Encheu de norte-americano em Rio Grande"
lembrou-se o fotógrafo Sérgio Vargas Ross,
que esteve lá como fotógrafo da revista
Manchete, a principal do país, naqueles anos.
Pelas solicitações encaminhadas a ARI dá
pra ver muito bem quem era quem na imprensa nacional,estadual
e até mundial. Por exemplo, a Revista de circulação
nacional que mandava no pedaço era a Manchete,
e não a Veja,como agora, ou a Realidade, como foi
depois. A Editora Block pintava no pedaço com uma
grande cobertura. E ainda por cima era dois anos depois
da Revolução de 1964, portanto, Adolpho
Block, amigo de JK, mas que apoiara a revolução
de 64, queria mais é dar força aos novos
governantes.
O eclipse seria mais visto em Rio Grande e a praia do
Cassino foi o local escolhido pela NASA para soltar até
foguetes.
A cobertura foi feita principalmente em Rio Grande, mas
alguns veículos, como a TV Gaúcha - que
era chefiada pelo Lauro Schirmer - a Folha da Tarde -
chefiada pelo Edmundo Soares - e a Rádio Guaíba-
chefiada pelo Osmar Meletti - mandaram equipes também
em Bagé, de onde o eclipse solar também
seria visto e poderia ser fotografado.

A NASA foi quem comandou todo o espetáculo
em Rio Grande, na Praia do Cassino.Houve até um
lançamento de um foguete. A NASA, como convém
lembrar, é o organismo norte-americano destinado
a ocupação do espaço e que em 29
de julho de 1969 mandaria os três primeiros astronautas
à Lua.
Tive a sorte de entrevistar um dos fotógrafos que
foram para Rio Grande fazer fotos. Trata-se do fotógrafo
Sérgio Vargas Ross, que hoje vive em Brasília,
e recentemente foi reintegrado ao Ministério dos
Transportes.Na época era o chefe da sucursal da
revista Machete em Porto Alegre, que ficava localizada
na rua Senhor dos Passos.No Rio de Janeiro, a sede da
Block Editores S/A, editora da Manchete, ficava na rua
Frei Caneca, 511.
" Freiras vendo o eclipse com vidro escurecido por
fumaça "!
- Fiz uma baita foto nesta cobertura, disse-me entusiasmado
o Sérgio Ross na madrugada do última terça-feira,
dia 18/11,quando o acordei para fazer sobre a reportagem
que fizeram 42 anos atrás.
Serginho, hoje já com mais de 70 anos, é
viúvo - ele diz pra todo mundo que foi noivo da
Ivete Brandalise e que foi titular da ponta-esquerda do
Cruzeiro Futebol Clube, de Porto Alegre - lembrou que
o evento levou muitos jornalistas do mundo todo para a
praia do Cassino.
- Nós fomos pra lá no dia 3 de novembro,
lembrou-se o fotógrafo.Mas o eclipse deu-se não
me lembro bem se foi num sábado ou num domingo
de manhã bem cedo. E durou o dia todo.Começou
lá pelas sete da manhã,lembrou Ross.
Fiz uma foto que a Manchete publicou que foi das melhores
de todas. Duas ou três freiras, olhando pro céu,
com vidros escurecidos por fumaça pra não
estragalherem os olhos. A foto ficou muito boa na Manchete,disse
Serginho,ainda entusiasmado pelas recordações,apesar
de tantos anos que se passaram desde o evento.
Ele lembra com certeza que a NASA " instalou lá
um campo de pouso".
Motora quis ensinar General nas manobras!
Sérgio Ross disse que depois do eclipse uma equipe
da Manchete que estiver no Cassino - formada por ele de
fotógrafo, um repórter e mais o motorista,
seo Guedes - rumou para Rosário do Sul a fim de
cobrir as manobras militares. A localidade devia ser Saicã,
porque era sempre lá que se realizavam estas manobras.
- Quando estávamos chegando em Rosário do
Sul, dois sujeitos na entrada da cidade nos pediram carona.
Estavam meio maltrapilhos.Na verdade eram " guerrilheiros"
que faziam parte das manobras porque o Exército
já mostrava preocupações com futuras
guerrilhas.Quase acabamos presos pelos militares relembrou
Sérgio Ross.
Os militares teriam que fazer deslocamentos de onde estavam
acampados e o motorista da Manchete, meteu-se no alto
escalão militar e começou a dar " ordens"
ao general que comandava a operação:
- General, não vai por ali, porque por ali eu quase
atolei,dizia ele, relembrou Sérgio.
- Tive que ir lá e retirá-lo do meio dos
generais porque Seo Guedes já estava querendo dar
conselhos demais, disse Serginho.Duas edições
depois, saiu também a matéria com as manobras
militares de Saicã.
A equipe da Manchete que esteve cobrindo o Eclipse solar
em Cassino, Rio Grande, foi formada por:
Fábio Rivera Villaça( repórter da
Manchete) Cléber Buhr( repórter da Manchete)
Elcy Nunes( repórter da Fatos e Fotos), Sérgio
Ross( fotógrafo da Manchete) Jairo Brandeburski(
fotógrafo da Manchete) e Bernardo Gothe( fotógrafo
da revista Fatos e Fotos).
O motorista era seo Guedes.
Equipe de Zero
Hora que participou da Operação Eclipse
em 12 de novembro de 1966.
João Valério Júnior(
correspondente em Rio Grande)
Mariza Correa,Noé Cardoso( o " galo cego"),
Armando Burd. Nery Fogliatto, Lemyr Lauro Martins(fotógrafo),Assis
Hoffmann(fotógrafo) Valdomiro Soares( " tio
Miro") fotógrafo, Hajimu Hirano( fotógrafo)
Vitor Teixeira, Alderico Lucchini e Reinaldo Soares. O
chefe de reportagem era Luís Carlos Bonnet.
A solicitação de credenciamento encaminhada
a ARI feita Pela TV Gaúcha também foi feita
numa lauda da ZH. Foi assinada por Lauro Schirmer.
O pessoal credenciado foi:
Em Rio Grande:
Cinegrafista: Odilon Lopez
Auxiliar: Dorivaldo Reinheimer
Motorista: Darci Silva( uma camionete Rural Willys)
Em Bagé
Cinegrafista : Telmo Cúrcio da Silva
Auxiliar: Juarez Gonçalves
Repórter: Vicente Soaresa
Para gravação de VT(video Teipe) em Rio
Grande:
Equipe a vir de S.Paulo com seis pessoas e um caminhão
de reportagem externa.
Carlos Nobre já
está esquecido??
Pelo menos foi o que aparentemente demonstrou
Luis Fernando Verissimo, que entre os títulos que
lhe dão está o de humorista. Na sexta-feira,dia
14/11 durante debate sobre 1968 - aquele ano que não
quer terminar, ou que está dando tantos dividendos
que não querem deixá-lo terminar - quando
ninguém tinha apresentando Marcos Villalobos,professor
da PUC, Verissimo fez questão de lembrar que Marquinhos
era filho de um humorista, Carlos Nobre. Porque será
que não foi feita nenhuma biografia sobre ele?Tem
um livro do filho Marquinhos, " A Guerrilha do Riso"
mas confesso que ainda não o li.
Estará mesmo esquecido?
Reproduzo aqui uma coluna dele, de outubro de 1981,quando
abriu a XXVI Feira do Livro de Porto Alegre.

Filho critica piada
de Carlos Nobre em público!
Assim como não haverá
mais um reveillon como o de 1968 realizado na casa de
Heloiza Barque de Holanda - assim inicia o livro "
1968, o ano que não terminou" de Zuenir Ventura
- dificilmente vão juntar novamente, numa feira
do Livro, ou outro evento, LFV,Zuenir Ventura,Marquinhos
Villalobs, José Mitchell e Flávio Tavares
como ocorreu na sexta,dia 14/11.
Iniciei este artigo de propósito falando isto porque
foi a primeira vez que vi um filho de Carlos Nobre criticando
uma piada escrita pelo pai diante de um grande público.A
crítica partiu exatamente de Marquinhos Villalobos
que não gostou do que Carlos Nobre,seu pai, escreveu
quando o avião em que viajava Fellinto Müller
- Chefe da Polícia do Estado Novo Getulista .
- Meu pai escreveu uma piada, não lembro mais se
foi na Zero Hora ou na Folha da Tarde em que fazia um
humor que não gostei, lembrou Marquinhos Villalobos.
Ele chegou a citar a piada que Nobre escreveu - não
a recordo agora - mas realmente diante da tragédia
que foi o incêndio do avião da Varig que
caiu em Orly, ela foi de mau gosto mesmo.Na tragédia
de Orly, morreram todos os ocupantes,inclusive Fellinto
Müller que havia conseguido retirar um parente da
prisão porque estava na luta armada e o levava
para Paris para passear.Coisas do destino, morreram todos.
Depois Marquinhos citou outra piada do pai, mas esta ele
elogiou.
UTI
O ex-deputado Henrique Henkin(PTB) está
internado numa UTI de um hospital da capital.
Memória
da Imprensa!
Lembranças do "JB"
! (Jornal do Brasil)
O debate sobre" 1968" realizado no dia 14/11,durante
a 54 Feira do Livro de Porto Alegre proporcionou uma verdadeira
aula de história do jornalismo,principalmente do
Jornal do Brasil, porque ali entre os debatedores estiveram
dois dos principais repórteres que passaram pela
redação deste histórico jornal: Zuenir
Ventura e José Mitchell.E não havia como
fugir ao óbvio: eles contaram experiências
de suas vidas de repórteres e de fatos que lhes
acontecera.
Os estudantes de jornalismo que perderam este debate devem
lamentar. José Mitchell foi por 30 anos um dos
repórteres da sucursal gaúcha do Jornal
do Brasil e durante um bom período foi seu diretor
local. Ele cobriu toda repressão do Cone Sul, a
chamada Operação Condor.
E também estava Zuenir Ventura, que em 1968 trabalhava
no JB e do prédio onde estava localizado o períodico,
na av. Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro,acompanhava
as passeatas dos estudantes.

O Jornal do Brasil mantinha uma linha
liberal.Sua proprietária era a Condessa Pereira
Carneiro (foto) e a família Nascimento.
Zuenir Ventura lembrou na sua palestra da sexta-feira,dia
14/11,que a censura passou a funcionar drasticamente na
redação na véspera da decretação
do AI-5,em 13 de dezembro de 1968.E Zuenir lembrou que
no dia posterior a decretação do AI-5 Moacir
Werneck,então editor-chefe do JB, recorreu à
metáfora do tempo para noticiar o AI-5 e o fechamento
do regime militar." Tempo abafado, nuvens escuras"
mandou colocar no alto da página à direita,
onde o Jornal do Brasil sempre mantinha um box com a situação
do tempo na cidade do Rio de Janeiro.
A sucursal gaúcha iniciou no prédio da ARI
A primeira sucursal do Jornal do Brasil em Porto Alegre
foi em salas alugadas na avenida Borges de Mederios,915/salas
401 e 404, no prédio da Associação
Riograndense de Imprensa(ARI). O telefone era o de número
24.01.97. Isto nos anos 60.
Por este sede passaram Josef Adams Zukauskas,Lucídio
Castelo Branco, Eunice Jacques, Antônio Britto Filho,
Geraldo Valente Canalli,Alexandre Eggers Garcia e Carlos
Alberto Kolecza.
Depois a empresa passou a construir prédios próprios
para abrigar as sucursais e o Jornal do Brasil mudou-se
para o Morro Santa Tereza, na avenida Tenente Correa Lima,
no prédio onde hoje está a rádio
Cidade.
Nesta nova redação que eu me recorde trabalharam
os repórteres José Mitchell, Juarez Porto,Bárbara
de Oliveira e os fotógrafos Goiano( Rubens Borges)
e Luís Antônio Guerreiro. Este último
trabalhava como frila do JB e ele mesmo tinha que cavar
as pautas.Se Mitchell conseguisse que a direção
no Rio de Janeiro as aprovasse, Guerreiro saía
a campo para fazer as fotos.
- Eu chegava de manhã cedo na redação
do JB no Morro Santa Tereza,relata Guerreiro,cuja empresa
era a Objetiva Press. O Mitchell já estava lá
na redação, fumando,acendendo um cigarro
no outro, falando ao telefone, com o rádio sempre
ligado no noticiário local.
Era um status para qualquer repórter ser do JB,
ou de outras sucursais como o Estadão, Folha de
S.Paulo, ou o Globo.É que geralmente estes jornais,
na ditadura militar,davam aquilo que a ZH e o Correio
do Povo, não davam nunca,ou depois. Mais tarde
surgiu o Coojornal, mas aí é outra história.
O anti-balanço
da 54 Feira do Livro de Porto Alegre!
Com um pouco de ironia, vou destacar
os " troféus" desta 54 Feira do Livro.
O júri deste site passou 24 horas reunido,confinado
numa sala do Sheraton Hotel, com todas as mordomias imagináveis,
tudo por conta do Clube de Opinião, porque aqui
também afinal das contas estamos dando opinião,
para decidir estes relevantes fatos literários:
1) O CHATO da Feira:
Bah, este não foi difícil de chegar ao consenso...Ganhou
mais espaço do que nunca numa grande empresa de
comunicação, ora diríamos.
2) O Anônimo da Feira:
Vai pro Anonymus Gourmet. Ninguém mais sabia quem
ele era porque no ano passado não autografou e
assim quando assomou o palco dos autógrafos seu
grande fã-clube tinha dúvidas se era ele
ou não porque os cabelos estavam um pouco mais
brancos e escassos mas como trazia junto o Odorico,seu
afilhado aí sim seu grande fã-clube teve
certeza que estava de novo na frente do grande escritor
do feijão com arroz do nosso dia a dia. O Anonymus
teve um chilique porque não deixaram sua esposa,
Linda, distribuir docinhos durante seus autógrafos.A
saia justa foi parar na TV COM, com o Túlio Milmann
dando a razão para os realizadores da Feira do
Livro.Túlio alegou:
- e os patrocinadores, como é que ficam?
Pois eis aí que os patrocinadores arrumaram um
defensor.
Bah, mas os convidados do Anonymus e da sua esposa Linda
foram pro Santander onde parece que a recepção
pode ser realizada.
3) o " Perdidão" da Feira:
Vai pro ex-dono do Bar da Feira,ex-dono do Jazz Café,
hoje na assessoria na area de alimentação,
Dirceu Russi: o encontrei "perdidão"
sem os tradicionais puxa-sacos que o adulavam quando era
poderoso. Russi estava na parte central da feira do livro,sozinho,
e não sabia pra que lado ia...
4) A sessão de autógrafos da feira: depois
de muita disputa, o júri deste soberano site -
cuja interferência dos anunciantes não se
faz - escolheu a sessão de autógrafos da
outrora ijuinse desconhecida Eliane Brum, hoje uma celebridade
nacional. Ela veio autografar seu livro de várias
reportagens já publicadas, claro, e em volta do
palco dos autógrafos, reuniu uma "fauna"
que ia de David Coimbra( o Nelson Rodrigues dos pampas),
passando pela Jussarinha Porto( que muita gente não
via há tempos), Adroaldo Bauer Correa, o misto
de poeta com empresário de músicos( já
foi dos Novos Baianos) Carlinhos Caramez, há muitos
anos fazendo a ponte Porto Alegre-Rio de Janeiro, sua
esposa Miriam Fitchner e muitos outros badalativos...
5) O debate da feira:
Foi com certeza de um francês, num dia de semana,
que reuniu muita gente pra ouvir como e quando o capitalismo
terminará...ah...ah...ah...Dizem que ele ganhou
um bom e justo cachê para isto.Afinal foram anos
e anos de estudo para chegar a esta sábia conclusão.
6) O " Desaparecido" da Feira:
Aí o júri deste soberano site tremeu nas
bases: não sabia se elegia o Danilo Ucha, que há
anos se recusa botar nos pés na Praça da
Alfândega durante a feira do livrou ou pro editor
do site Previdi.com.br. Então, salomonicamente,
o júri deu este título pros dois cujo prêmio
é uma indiada braba: um findi no hotel Beira-Mar,
do Miro Weber, num dos quartos localizados no fundo do
estabelecimento.( O premiado pode pegar informações
com o Macedão,da Gaúcha, que se hospedava
lá quando a Guaíba tava quase quebrada e
cobria sozinho as praias enquanto que as demais rádios
mandavam equipes completas).
7)O " preguiçoso" da feira:
Vai pro Ivo, da banca do Martins Livreiro. Não
tirava a bunda da cadeira pra nada. Nem pros leitores
que pediam informações. Como sua barraca
ficou bem na esquina, ao lado da central de informações,
a maioria dos leitores que queriam saber alguma coisa
de livros iam direto no Ivo porque da central de informações
geralmente saíam sabendo menos do que quando chegaram...
- Bah, me disse um dia o Ivo, já resignado com
sua missão desta feira do livro de ser informante
de livros para leitores procuravam informações,
não agüento mais. O Ivo gosta mais de estar
á beira do rio Jacuí, numa pescaria, contando
causos de pescador, do que esta atendendo leitores mal
informados ou que ouviram o galo cantar e não sabem
onde....
8) E finalmente, a " FILA" da Feira.
Ah, porque feira do livro que se preze não pode
ficar sem fila. Esta foi pro bate-papo entre o "professor"
e o demodée escritor uruguaio Eduardo Galeano.Mas
a fila não aconteceu na feira, e sim em volta da
Assembléia Legislativa do Estado eis que era lá
o esclarecedor bate papo entre as duas sumidades intelectuais
da América Latina...As senhas foram distribuídas,
mas a sala Dante Barrone lotou antes da hora.
9) E a " revelação"da feira
Por unanimidade o júri escolheu Luis Fernando Verissimo
porque ele falou e muito durante o debate sobre maio de
1968. Dizem alguns maldosos, é claro, ninguém
mediu,que ele falou mais que Zuenir Ventura que neste
país é considerado a voz oficial sobre 1968.
Memória
da Imprensa - EXCLUSIVO!
Foto: Luis Ventura

ARI lutou para libertar Flávio Tavares (primeiro
à direita) na Argentina
Correspondências que vieram à tona , mostram
que a Associação Riograndense de Imprensa(ARI),
entre 1986 e 1990,lutou para tirar seu associado Flávio
Tavares da prisão na Argentina. Tavares era o correspondente
do jornal paulista Folha de S. Paulo, sofreu um processo
e acabou preso na Argentina por ter divulgado num artigo
o envolvimento de civis nos julgamentos " das antigas
Juntas Militares".A condenação de Tavares
foi por crime de calúnia e o tempo de condenação
foi de um ano.
Em 10 de junho de 1987, um ofício,assinado pelo
presidente Alberto André, foi expedido pela Associação
Riograndense de Imprensa (ARI) ao presidente da República
da Argentina, Raul Alfonsin( eleito pela União
Cívica Radical) apelando para que " se encontre
uma solução para o caso do jornalista e
nosso associado Flávio Tavares que se encontra
praticamente confinado e sob processo judicial na República
Argentina por publicação feita no jornal
Folha de São Paulo da qual era correspondente em
Buenos Aires".
A carta com esta data, assinada pelo presidente da ARI,
Alberto André e endereçada do presidente
da República do vizinho país, diz também
que "a Associação Riograndense de Imprensa
considera inusitado o processo envolvendo o jornalista
brasileiro Flávio tavares em Buenos Aires,entendo
que o assunto deve merecer toda e maior preocupação
no sentido de sua liberação".
Em 06 de agosto de 1990,quando já era presidente
da Associação Riograndense de Imprensa Antônio
Firmo de Oliveira Gonzalez, a entidade oficiou ao Colégio
dos Advogados da Argentina nos seguintes termos:
- A ARI juntamente com a OAB participa da campanha que
objetiva a revisão da sentença imposta por
crime de calúnia ao jornalista Flávio Tavares,condenado
a um ano de prisão, com direito a sursis, pela
Câmara Criminal de Buenos Aires após ter
sido absolvido em primeira instância.
Além da entidade dos advogados argentinos, a ARI
oficiou também ao Presidente da Comissão
de Paz e Justiça, Adolfo Perez Esquivel( que depois
se tornaria Prêmio Nobel da Paz) e também
a Doutor Beinusz Szmukler, presidente da Associação
Americana de Juristas.
Como convém recordar, Flávio Tavares foi
solto e foi viver no México.Agora vive em Búzios(RJ).
Imprensa:
O Correiinho circulou neste domingo,16/11
com um encartado num envelope de uma propaganda de uma
loja que inaugura no novo shopping da zona sul da cidade....
Coleguinhas
* Fernanda Bagatini, da rádio
Guaíba, assumiu,interinamente a chefia da redação.
Por um período de dois meses. Ela se prepara também
para um concurso do TRE.
*Record manda pegar em casa os jornalistas que começam
na madrugada na rádio Guaíba, como Fernando
Bagatini e Tissiano Kessler. Os dois " batem o ponto"
às 4 e meia. São os apresentadores do "
Acorda,Rio Grande".
*Foi lançado, um prêmio de Jornalismo ARI
especialmente para a Serra. Resultados serão conhecidos
nos próximos dias.Quem viu isto foi a Josi Negreiros,
num site de um colega, o Coletiva.Net
Memória
da Imprensa!
O Guaíba " guarda"
uma coleção de jornais A TRIBUBA,jogados
do Pontal do Estaleiro!
José Nelson Gonzalez, que trabalhou na Tribuna,
Jornal do Partido Comunista, contou-me que em 1964, depois
do golpe militar,os comunistas desfaziam-se do material
que poderia os complicar.Ele, por exemplo, levou uma coleção
de
de exemplares que guardava do jornal A Tribuna, órgão
do PCB até o Pontal do Estaleiro - este que agora
é motivo de polêmica porque a Câmara
Municipal aprovou que ali se construiam " espigões"
- e jogou-a ao rio Guaíba.
Não apenas exemplares do jornal A Tribuna Nelson
se desfez. Ele enterrou nos fundos da sua casa de praia,
em Atlântida, uma centena de livros " comunistas"
- de Marx a Engels.
" O André, meu filho, me acompanhou. Botei
os livros no porta-mala do carro e os levamos pra praia.
Lá os enterramos" relatou-me José Nelson,
na manhã do domingo, 16/11.
Vinte anos depois, ele pegou uma pá e foi cavar
pra ver se conseguia reaver os livros. " Tinham sumido".
Não sabe se alguém escavou e os levou. Mas
ele acha que isto não pode ter acontecido.
Mosquetões
Anos atrás entrevistei para o livro " Golpe
Mata Jornal" assinado pelo Jefferson Barros( que
Deus o tenha) -o colega IB Kern.
Ele contou-me também um episódio ocorrido
em abril de 1964, logo após o golpe militar.
Disse Ib Kern que ele morava no Menino Deus, me parece
que na avenida Ganzo,e lá lhe apareceu o Noé,
aquele que depois provou na Justiça,ser filho do
ex-presidente Jango.
Noé vinha com três " mosquetões"
dentro de um saco. O suposto filho de Jango morava nos
fundos da casa do ex-governador Leonel Brizola, na Tobias
da Silva, no Bairro Moinhos de Vento.Noé,que IB
conhecia, queria saber o que fazer com os mosquetões.
O conselho de IB foi rápido e esclarecedor:
- Vai lá no rio Guaíba,joga estes mosquetões
lá e tu nunca me viu....
O Brasil de 68
relembrado por cronistas e repórteres
uenir Ventura, que já foi repórter
do Jornal do Brasil, Luis Fernando Verissimo, cronista
de vários periódicos nacionais, José
Mitchell, repórter do Jornal do Brasil, hoje pauteiro
da RBS TV, Marcos Villalobos, professor da PUC e Flávio
Tavares, ex-guerrilheiro e jornalista da Última
Hora chegaram a uma conclusão na noite de sexta-feira,dia
14/11: ainda vai se falar muito sobre o mítico
ano de 1968.

Zuenir, o mais linkado deles todos com
1968 por ser o autor de " 1968, o ano que não
terminou" disse que este ano, que fecha 40 anos de
68 a data foi tão debatida e relembrada no Brasil
que se ele tivesse atendido a todos os convites para participar
de debates " não teria feito outra coisa".
Já o ex-guerrrilheiro Flávio
Tavares - que quando estava na Última Hora,de Samuel
Wainer, recebeu do colega João Baptista Aveline
o apelido de " Geléia" ( por se adaptar
aos mais variados conteúdos) disse que ele estava
se apresentando " como em 1968". E orgulhoso,
mostrou a gravata. Lembrou um detalhe no mínimo
curioso: os estudantes que protestavam nas ruas do Rio
de Janeiro e de São Paulo o faziam sempre de paletó
e gravata, à exceção do líder
Wladimir Palmeira.
José Mitchell relatou sua experiência
de repórter desta época contando casos de
reportagens que fez durante o período mais ácido
da ditadura militar. Falou sobre o seqüestro dos
uruguaios Lilian Celiberti e Universindo Diaz - aí
já em 1978,quando se respirava a abertura política
- e enfatizou que a imprensa teve um papel importante
no momento.
A Censura
Mitchell,repórter atilado, contou
o caso de uma vez em que em plenos anos de chumbo, lá
por 1969,ou 70, - como se passou a chamar o período
da ditadura militar - h ouve um assalto a uma agência
de um banco dentro do Hospital Conceição.
Ele foi pro prédio da Secretaria de Segurança
, na av. Ipiranga, e lá viu uma kombi chega de
gente. Alguém da Polícia lhe disse que aqueles
eram funcionários do Conceição.
Ele bateu na porta,alguém a abriu e ele começou
a perguntar como tinha sido o assalto.Mas não se
apresentou, não disse quem era. Os funcionários
" depuseram" contando detalhes pensando que
ele era um policial porque anotava tudo num "caderninho".
Depois que eles terminaram de contar como fora o assalto,
os funcionários disseram ao Mitchell:
- Bom agora podemos ir, estamos dispensados.
Que nada.Ali é que eles teriam que contar no DOPS
o que tinham visto.
No outro dia os demais jornais deram apenas a versão
"oficial" da Secretaria de Segurança
Pública sobre o assalto enquanto que no Jornal
do Brasil saíam detalhes do ocorrido.
Mitchell aproveitou a presença
de Flávio Tav ares e lhe fez várias perguntas.
Uma delas era porque ele era conhecido pelos colegas "
guerrilheiros" por Dr. Falcão.
- Ocorre,disse Tavares, que eu estive num encontro do
Partido Comunista no Mato Grosso e lá me apresentei
como " Dr. Falcão". Eu estava representando
o Brizola.Eles lá acreditavam num movimento guerrilheiro
liderado pelo Brizola.Depois que a Polícia os prendeu,
perguntaram muito por mim e como estes guerrilheiros achavam
que eu falava bem, tinham por mente que eu era advogado.
Então me aplicaram o Dr.
Mitchell também quis saber de Flávio Tavares
se é verdade que durante a guerrilha, uma vez,
a atual ministra da Casa Civil, Dilma Roussef tinha mesmo
mandado o capitão Carlos Lamarca calar a boca,durante
uma discussão.
Tavares disse que não sabia disto, porque ele pouco
tinha convivido na guerrilha com Lamarca e com Dilma já
que tinha saído do país.
Modesto
O que menos puxou pra si méritos
de ter combatido a ditadura militar foi Luis Fernando
Verissimo. Perguntado por Marcos Villalobos o que fazia
durante a ditadura, Verissimo foi sucinto:
- Quando veio o 1964, em abril, eu estava em lua de mel.
E em 1968 eu apenas comprava o Correio da Manhã
pra ler as crônicas do Cony(Carlos Heitor) disse
o autor de O Analista de Bagé.
Verissimo também contou muita
coisa - embora ele fale pouco - sobre um períodico
que circulou em Porto Alegre no auge da ditadura militar,
no começo dos anos 70. Era a publicação
Pato Macho, que ele mesmo era o editor principal.
Segundo Luis Fernando Verissimo,depois do primeiro número
do Pato Macho - feito por um grupo de jornalistas e intelectuais
- ele como responsável foi chamado a Polícia
Federal pra ser informado de que a partir do próximo
haveria dois censores lendo o jornal antes de ir à
rua.
Verissimo contou que os dois censores riam muito lendo
as matérias e as piadas que seriam publicadas.
Umas podiam ,outras eles cortavam.
E criou-se uma certa intimidade com os censores tanto
que quando o periódico parou de sair por problemas
financeiros um dos censores enviou-lhe uma carta que ele
guarda até hoje.Verissimo disse que as reuniões
de pauta do Pato Macho não eram feitas no Encouraçado
Butikin, do Rui Sommer,a mais badalada boite de Porto
Alegre dos anos 70, como passou à História.
- Íamos no Encouraçado, mas as reuniões
de pauta eram sempre feitas lá em casa. E eram
muito mais interessantes do que o próprio número
do jornal que saía depois.
Marcos Villalobos contou a Verissimo que já existem
várias teses acadêmicas sobre o Pato Macho
o que deixou o cronista de certa forma surpreso. Como
a turma que fez o Pato Macho pensou o jornal segundo Verissimo:
- Naqueles anos quando a gente queria fazer um jornal,
a gente pensava: o Maurício( Sirotsky) imprime
e o Mafuz( Antônio,dono da MPM Propaganda) arruma
os anúncios.
Já com a experiência da Censura dentro da
Zero Hora, Verissimo contou que quando ingressou no jornal,
tinha como colegas Marcos Faermann(falecido) Luis Pilla
Vares(falecido) e Marcos Aurélio Garcia,entre outros.
E que ao começar a publicar coluna assinada foi
advertido de que alguns assuntos e alguns nomes - Leonel
Brizola e o arcebispo de Olinda e Recife Dom Hélder
Câmara - eram nomes teminantemente proibidos de
serem citados.
E o jornal cumpria as determinações que
vinham da Censura à risca.
Gravador
José Mitchell relatou que em 1968
ele estava na Faculdade de Filosofia da UFRGS junto com
Nei Duclós quando no bar alguém tentou gravar
a conversa dos dois. Eram agentes do DOPS ou da Polícia
Federal." Eram microfones grandes,ficava difícil
não perceber" contou o ex-repórter
do JB.
Entre reminiscências, Zuenir Ventura
lembrou o tempo que ficou preso por questões políticas
junto com Hélio Pelegrino." Meio Rio de Janeiro
queria estar ali no lugar em que eu estava porque o Hélio
era uma pessoa muito interessante. E recebia diariamente
a visita do Nelson Rodrigues que indiretamente tinha sido
o causador da prisão do Hélio" relatou
Ventura.
Causo de churrascaria
colaboração do adriano
mazzarino
O locutor esportivo Pedro Ernesto Denardin,
da Rádio Gaúcha, esteve em Encantado e fez
uma visita à Cosuel/Dália. No horário
de almoço dirigiram-se para uma churrascaria localizada
nas proximidades da empresa. Na comitiva, Denardin, os
diretores da Cosuel e o comunicador Rudimar
Piccinini. No ambiente se integra também o ‘desconhecido’
Luiz Heisller, muito famoso e popular como Django, um
dos grandes promotores de eventos da região do
Vale do Taquari e Rio Pardo.
O papo corria solto: futebol, setor primário,
uma corneta aqui, outra ali. E começa o rodízio
de carnes. Entre os primeiros espetos aparece o salsichão.
Pedro Ernesto olha para o produto, mira o garçom
e pergunta em tom de sacanagem: “É Dália?”
E o garçom: “Não, é da Pena
Branca!” Constrangimento geral! Um dos diretores
levanta-se, dirige-se ao proprietário para protestar.
Quando o mal-estar havia passado e já
virado ironia, todos rumam para o caixa. Lá um
dos atendentes, tentando agradar, olha para Django, confunde
as bolas e lasca em tom de alegria: “Meu amigo,
Dj Tampinha...”. Riso geral na galera...!
Balaios
* Como se não bastasse outros
problemas, os " borrachudos" tomaram conta da
feira do livro nos fins de tarde. O pessoal que trabalhou
nas barracas teve que agüentar as picaduras deles.
E estavam ferozes, segundo uma das funcionárias.
* Grande a fila de autógrafos da Elaine Brum no
final da tarde do sábado 15/12/2008! A Elaine,
quando eu a conheci, era uma mal - humorada repórter
da ZH.Porém, tinha talento.O único colega
que tinha paciência com ela, era o seu editor, Eugênio
Bortolon.
* A Elaine teve a ousadia de escrever um livro que muitos
gaúchos viram com olhos desconfiados. Foi o Avesso
da Lenda, sobre a Coluna Prestes. O mérito dela
e da equipe foi ter percorrido o trajeto da Coluna Prestes
e ter conversado com as pessoas que ainda sobrevivem e
que narraram episódios que obviamente nunca antes
tinham vindo à tona.
* Dois jovens, um com máscara de palhaço,
passavam nas barracas no fim da tarde do sábado,dia
15/11, falando mal da Câmara dos Vereadores pela
aprovação dos " espigões"
no já " famoso" Pontal do Estaleiro.
* Antes de falar, no papo do dia 14/11,
LFVerissimo lembrou aos presentes, a maioria jovens, que
Marcos Villalobos é filho do falecido humorista
Carlos Nobre.
*Villalobos recomendou o livro Musica Brega e a Censura
no tempo da ditadura, do mesmo autor do livro sobre Roberto
Carlos, Araujo.
* Uma senhora da platéia do debate sobre 1968,
contou sua experiência pessoal indo morar em Lajeado,
naqueles anos de repressão, levando para lá
peças de teatro e filmes de Glauber Rocha. Seu
marido jogou no rio Taquari todos os livros que poderiam
comprometê-los quando a Polícia passou a
importuná-los.
Eu X Eles - Coleguinhas

O " bate-boca" entre Carlos Dorneles e Paixão
Cortes
Faz muito tempo, é claro. Foi
na década de 70, não recordo, porém
com exatidão o ano.
Sei que o Carlos Dorneles estava fazendo a cobertura de
praias pela TV Gaúcha e ia lá com os chamados
" pau de fogo" que eram os câmaras daquele
tempo. Me recordo do " Capacete", do "
Alegrete" entre outros.Parece que um deles, acho
que o "Alegrete",faleceu Só as histórias
que aconteciam no hotel do Tio Miro - Miro Weber - o Hotel
Beira Mar dariam um ótimo livro e muitos processos,
por conseqüência.
Mas o episódio que vou narrar é de uma briga
violenta que assisti entre o então repórter
da TV Gaúcha- hoje RBS TV - Carlos Dorneles com
o folclorista.
Era o dia de Santos Reis( de festa,portanto). Em Osório,
o então secretário de turismo, Eduardo Renda(
que era o dono da rodoviária local) resolveu caprichar
e mandou trazer do interior um conjunto original de terno
de reis que existiam naqueles anos naquele município
do litoral gaúcho. O prefeito de Osório
era Jorge Dariva, que já veio a falecer.
Saída pra Osório
Fazia um solaço ainda quando partimos no carro
da ZH,eu como repórter, um fotógrafo e o
motora, por supuesto.Como eu não tinha que mandar
a matéria pro dia seguinte,estava de sangue frio.
O Dorneles foi numa camionete da TV Gaúcha, com
seus câmaras.
Quando chegamos Dorneles queria que o Paixão Cortes,
que fora contratado para coordenar o show de terno de
reis fizesse uma apresentação pra ele gravar
pra poder mandar ainda naquele dia para o jornal local
da TV Gaúcha. Não era pro JN,da Globo, porque
o Dorneles não entrava na Globo. Só o Geraldo
Canalli.
Mas o Paixão Cortes entesou que não, que
não e não quis. Não permitiu. Quis
obrigar e obrigou ao repórter Carlos Dornelles
esperar pela apresentação oficial para ele
poder gravar imagens.
Poucas vezes vi um bate-boca tão forte como aquele.
E poucas vezes vi o Paixão Cortes tão brabo
como aquela tarde. Parecia que cuspia fogo através
daqueles enormes bigodes.
O Dornelles também não deixou pra menos.
Me recordo dele chamando o folclorista de " vedetão"
alguma coisa assim...
No fim acho que o Eduardo Renda meio que entrou na jogada
e apazigou os ânimos.Anos atrás recordei
o episódio ao Paixão Cortes, que se lembrou
dele. Mas disse que não guardava mágoas.
Ainda quis saber dele porque não autorizou o conjunto
a se apresentar apenas para o Dorneles fazer as tomadas.
Ele alegou que as pessoas que o integravam tinham vindo
do interior e estavam cansadas,algo assim...uma desculpa
meio fajuta.
Carlos Roberto dos Santos Dornelles nasceu em 02.01.1954
em Cachoeira do Sul. É mais um filho daquela terra
profícua em produzir jornalistas.
Seu pai é Antônio José Dorneles e
a mâe - que ainda vivia, pelo menos no meio deste
ano - é Zilka dos Santos Dorneles.
Dorneles foi da TV Gaúcha e depois foi para a TV
Globo,onde permanceu por mais de 20 anos.
É um dos jornalistas mais identificados com a emissora
do Jardim Botânico.
Já escreveu dois livros, um deles mostrando a relação
da imprensa com as guerras e um outro. Seus livros são
críticos em relação à mídia
em geral.
Ele foi o jornalista mais conhecido convidado do último
congresso dos jornalistas gaúchos realizado no
meio do ano em Santa Maria.
Nada faria supor durante aquele evento que Dorneles deixaria
a TV Globo, mas foi o que aconteceu pouco tempo atrás,
quando ele se mudou para a TV Record.
Dorneles não é metido a " estrelão"
- como alguns dos repórteres da TV Globo e é
até sujeito muito simples. Diz o ditado popular
que os bons são simples.
Agora na TV Record vamos ver que novos desafios terá
pela frente.É verdade quenão tem mais a
juventude que o consagrou, mas tem a experiência
que joga do seu lado.
Eu X Eles - Coleguinhas

O " Galo Cego"( Noé Cardoso) se mexia
muito bem entre o Poder nos anos da Revolução!
Tive mais contato com o Noé Cardoso
- conhecido pelos seus colegas em Brasília,onde
trabalhou no Ministério dos Transportes, como "
Galo Cego" por causa de um defeito de um olho - quando
o engenheiro Cloraldino Severo assumiu o Ministério
dos Transportes, porque Noé o assessorava aqui
no RS.
Nascido em 11.09.1942, em Novo Hamburgo, Noé Cardoso
foi redator da Zero Hora, quando esta ficava na av.Sete
de Setembro.Depois foi para a Assessoria de Imprensa do
Palácio Piratini e durante a gestão do governador
Amaral de Souza ocupou cargo importante.
Em Brasília tinha como companheiros da imprensa
junto ao Ministério dos Transportes, Adão
Oliveira, Sérgio Ross,Carlos Eduardo Berendorf.
Mas foi então que conseguiu uma rádio para
si e deixou o Ministério dos Transportes para assumir
a gestão da Rádio Sucesso.
Com isto chegou a presidência da AGERT.
Noé Cardoso é filho de Oscar Salvador Cardoso
e de Maria R.S. Cardoso.
Tinha o estranho hábito de me chamar de "
Timbaúva".Quando assessorava Cloraldino Severo,
era funcionário do Geipot, que então tinha
o escritório localizado na Av. Venâncio Aires,
perto do HPS.Foi Noé Cardoso, com seu jeito de
acomodar as coisas, que montou a equipe da Assessoria
de Imprensa no Trensurb, no ano de sua inauguração.
Noé Cardoso sabia se mexer muito bem entre o Poder,
principalmente no tempo da chamada " Revolução".
Conhecia quem era quem e não quem dizia ser. E
me deu gratuitamente um ensinamento sobre o Poder em Brasília."
Lá se um bicho que não sobe em árvore
estiver encima de uma delas, não tira ele, porque
alguém mais importante do que tu o colocou lá".Foi
o que Noé Cardoso, o " Galo Cego" aprendeu
com o Poder.
Há muitos tempos que o perdi de Vista. Talvez o
Balbino Ferreira, que trabalhou com ele no Geipot, tenha
alguma notícia do " Galo Cego".
Walter Karwatzki
retrata Folia dos Papangus de Bezerros
Uma tradicional manifestação folclórica
do agreste pernambucano é o tema da exposição fotográfica
Folia dos Papangus de Bezerros, de Walter Karwatzki, que
pode ser visitada até sexta-feira (21 de novembro) no
T Cultural Tereza Franco da Câmara Municipal de Porto
Alegre. São 26 fotos em preto e branco que registram a
beleza, a animação e a irreverência dos milhares de mascarados
que, na manhã de domingo de Carnaval, invadem as ruas
do município de Bezerros (distante 107 quilômetros de
Recife). A partir de relatos de antigos moradores de Bezerros,
Karwatzki descobriu que a brincadeira dos papangus começou
na década de 1930, quando alguns homens quiseram pular
Carnaval sem serem reconhecidos pelas mulheres. "Os primeiros
grupos mascarados invadiam as residências de familiares
e amigos, comendo e bebendo anonimamente", conta. "O fato
foi se repetindo, surgindo novos blocos a cada ano." Hoje,
segundo o fotógrafo, mulheres e crianças também participam
dos papangus, assim chamados pelo costume de comer angu
de milho durante os desfiles.

Nascido em 1959 em Maceió (AL), Karwatzki
é graduado em Geografia pela UFRGS, com especialização
em Geografia Ambiental e mestrado em Geografia pela mesma
universidade, e leciona na Escola Técnica da UFRGS. Fez
cursos na Câmera Viajante: Escola e Agência de Fotografias
e na Foto Oficina Brasil Imagem e participou de exposições
coletivas e individuais em espaços de Porto Alegre, São
Leopoldo e Maceió. Em 2006, conquistou o 1º lugar no VI
Concurso Internacional de Fotografia de La Red Mercociudades
(Buenos Aires) e menção honrosa no 2º Concurso do Paralelo
30 Fotoclube. No mesmo ano, teve fotos selecionadas no
13º Concurso Histórias do Trabalho e no 3º Concurso do
Paralelo 30 Fotoclube. A exposição pode ser visitada das
9 às 18 horas, de segundas a quintas-feiras, e das 9 às
15 horas, às sextas-feiras. Informações na Assessoria
de Relações Institucionais da Câmara (Avenida Loureiro
da Silva, 255): (51) 3220-4392, e-mail claudiah@camarapoa.rs.gov.br.
Nasceu a Helena,
de mãe jornalista e de pai designer!
Nasceu no último dia 8/11, às 21h15
minutos, de cesária, no bairro Laranjeiras, no Rio de
Janeiro, a Helena Canton Boechat, filha da Renata Canton
e do Leo Boechat. Parabéns ao pais e aos médicos que atenderam
a mãe.Helena nasceu sob o signo de Escorpião. Sua mãe,
que é minha filha, me disse que ela está dando muito trabalho...
Clandestinidade
do PCB deu origem à feira do Livro de Porto Alegre!
Lá se vão 54 anos desde
que apareceu a primeira feira do lviro de Porto Alegre
que ocorreu em 1955.Conversando com meu amigo José
Nelson Gonzalez, que do alto de seus bem vividos 82 anos
se lembra de muita coisa, ele me contou que a gestação
da feira do Livro de Porto Alegre ocorreu dentro da Câmara
de Vereadores da capital.
Havia dentro da Câmara Municipal dois vereadores
ligados ao " Partidão" - o médico
Marino dos Santos e o metalúrgico Elói Martins,ambos
abrigados na legenda do PPS, de Ademar de Barros, porque
o PCB está proscrito.
- O fato é que por orientação do
"partido" - atenção os velhos
comunas sempre se referem a partido,querendo dizer o PCB
- esse vereador( Nelson não tem certeza se foi
Eloi Martins ou o Marino dos Santos - apresentou na Câmara
Municipal um projeto para que a Câmara apoisasse
uma feira pública de exposições de
livros.Seria uma maneira de levar a cultura ao povo, às
" massas" como se dizia.
O PCB conforme Nelson tinha uma finalidade. Era ela "
que dentre os livros que iriam pra feira,o partido pudesse
apresentar os seus livros,de teoria, de propaganda,política,
né.Então porque não podia fazer sozinho
já quea polícia não permitia exposição
de livros socialistas ou que pregação orientação
do Partido Comunista.
Então se fizesse uma feira onde outros apresentariam
livros, que tivessem bancas de outras seria mais fácil
ao partido levar a sua literatura pra rua.
O vereador do PPS apresentou esta proposta.Alguns vereadores
foram contra,outros foram a favor.Havia na ocasião
um jornalista Say Marques - que em 1959 virou vereador
também - que trabalhava no Diário de Notícias.
Este jornalista, lembra Nelson, achou muito boa a idéia
e a encampou.
Foi um dos que se bateu na imprensa pra que a Câmara
Municipal apoiasse
essa iniciativa de fazer a feira do livro.
O que eu quero dizer,diz Nelson, é que a feira
do livro de Porto Alegre nasceu mesmo em dabates na Cãmara
Municipal de Porto Alegre.
"Papacoquetéis"
barrados no Plaza!
Na noite de quarta-feira, dia 12/11
,lá por 22 hs, estava na Praça Parobé
pegando meu ônibus depois de ter ido a OAB ver o
evento dos uruguaios.( Lilian Celiberti e Universindo
Diaz foram homenageados pelos 30 anos do seqüestro
em Porto Alegre).
Um dos três papacoquetéis que eu conheço(
são dois homens e uma mulher que freqüentam
tudo quanto é festa cultural da cidade) se aproximou
de mim - ele me conhece dos eventos - e começou
a se queixar que não tinha conhecido furar a barreira
no Plaza Eventos, onde acontecia uma festa da propaganda."
Estava quase lá dentro, desviei daqui,desviei dali,
mas eles não me deixaram entrar. Chegou por trás
de mim e me pegou pelo braço e me pediu pra ir
embora",desabafou o " papacoquetel", que
informou que quem queimou o filme deles no Plaza Eventos
foi um outro colega, já morto, cujo apelido era
" Pierre".
- O " Pierre" bebia muito e às vezes
levava bebidas, como uma vez que foi flagrado junto comigo
e com o Telmo saindo do Veleiros com um litro de uísque
debaixo do casaco.
Este papacoquetel que conheço aguardava o ônibus
que o levaria até a avenida Sertório,onde
pegaria um evento do Décio Presser, na Guaíba
Car.
Pensei comigo mesmo: como encontram tempo e disposição
noite afora pra ir nestes eventos, às vezes tão
longe....
O colega Ayres Cerutti, da revista Programa, conta que
uma vez ele vinha de ônibus de um evento e que dentro
dele também andava um destes papacoquetéis.
Ele se aproximou do Ayres e desdenhou da friagem que fora
a festa onde haviam participado.Disse:
- A gente entra em cada fria....
Mas tenho um grande orgulho: um destes papacoquetéis,
uma vez, foi num lançamento de um livro meu sobre
Getúlio Vargas e adquiriu o exemplar. Quando estava
me retirando - claro havia estado lá meia dúzia
de gatos pingados - a guria da loja chegou pra mim e veio
cumprimentar-me:
- Parabéns,disse ela. Eu achei que ela estava de
sacanagem,porque tinha vendido pouquissimos livros.
- Não,respondeu-me a guria.
E que em três anos que trabalho aqui eles(eram um
casal) vem sempre em tudo que é lançamento
e nunca compraram um livro. Hoje compraram um exemplar
do senhor.
A livraria era aquela que ficava em frente ao Hotel Sheraton,
no elegante bairro do Moinhos de Vento e pra variar quebrou
em seguida.
OAB homenageia
os uruguaios seqüestrados 30 anos atrás!
Estive na quarta,dia 12/11, no auditório
da OAB, na Rua da Praia, para ver o filme " Cone
Sur" do qual participei, como ator. Acho que já
tinha visto o filme. Minha participação
neste filme foi por causa do colega Luis Allberto Scotto,
que era amigo de um dos realizadores da película,Ênio
Staub. O outro diretor, um carioca, que falou na noite
de quarta-feira, eu não conheci na época.
O Ênio eu nunca mais vi.
Mas me recordo que filmamos num domingo de manhã,
no centro de Porto Alegre, junto a umas escadarias, se
não estou enganado - fazem tantos anos - eu fiz
o papel de um dos seqüestradores, ou de um policial
que descia do carro. Minha participação
foi rápida. Reconheci também outra pessoa
conhecida que participou do filme.
Não ganhamos nada pra fazer a ponta, é claro.
Nem um muito obrigado!
Sobre a homenagem em si, só ouvi o discurso da
representante da OAB e depois me retirei. Lá estavam
todas aquelas pessoas que estiveram muito envolvidas no
episódio, como o advogado Omar Ferri,que defendeu
a Lilian e o Universindo, o jornalista Luis Claudio Cunha(
que agora lançou um livro sobre o episódio)
o ex-presidente do MJDH Jair Krischke,entre outros.
Alguns deles ganharam estatuetas, como uma homenagem da
OAB,no dia que se completaram 30 anos do episódio.
Anos atrás havia visto a Lilian num outro evento.
Não sei como ela se sente quando vem a Porto Alegre.
Jornalisticamente falando - e é o que a mim interessa
- o grande lance do seqüestro dos uruguaios, como
passou à História, seria conseguir um depoimento
do delegado Pedro Seelig sobre os fatos.
Ouvi dizer da boca do Wanderley Soares, que foi editor
de Polícia de ZH, que numa oportunidade ele teria
dado uma entrevista ( não sei se sobre isto, ou
sobre o DOPS como um todo) mas que o jornal decidiu não
publicá-la.
Eu X Eles - Coleguinhas

O " Catarina" era um colorado fanático!
Colorado fanático, o diagramador
da Editora de Esportes de Zero Hora, nos anos 70, Valdir
da Silva, o " Catarina" foi trazido para a ZH
pelo Gaguinho, - José Antônio Ribeiro - que
era o editor.Gaguinho morreu há muitos anos.
Gaguinho mudara-se para Blumenau para trabalhar no jornal
" O Estado de Santa Catarina" que era o mais
importante de Santa Catarina.Um parêntesis: Gaguinho
e sua mulher,de então,Cinara Haac, quando estavam
em Blumenau brigavam pra caramba. Ela pegava o carro e
vinha a Porto Alegre. Gaguinho, que era o secretário
de redação do jornal, pegava um ônibus
e vinha buscá-la. Só que isto deixava a
redação em pânico porque eles tinham
que fechar a edição de domingo, sem a presença
de seu secretário de redação.Perguntei
à Cinara sobre este assunto: ele negou,dizendo
que isto só ocorreu uma vez.
Quando saiu de Blumenau e voltou para a ZH,em Porto Alegre,
Gaguinho trouxe seu diagramador preferido, que conhecera
no " O Estado de Santa Catarina".
O que lembro com certeza,isto sim, são os gritos
do Gaguinho na redação da ZH, brabo com
o " Catarina". O Valdir ia pro Porta Larga tomar
trago e atrasava a diagramação. O Gago vinha
furioso aos berros com o seu diagramador. Tenho remotas
lembranças do Gago berrando pela redação
do jornal, quando este ainda era no primeiro andar, da
avenida Ipiranga,1075.
Valdir da Silva nasceu em 05.05.1956 em Blumenau,Santa
Catarina. Filho de João da Silva e de Agostinha
da Silva.Quando veio morar em Porto Alegre foi pra rua
Peri Machado,123/01.
Quando a ZH se modernizou e introduziu os computadores
- assunto que vou tratar aqui um dia destes - o "
Catarina" já tinha picado a mula, se não
me falha a memória.
Pra onde se mandou não sei!
Eu X Eles - Coleguinhas

Derrosso fez " olho branco" e deixou Kolecza
passar por " prefeito"
No final da década de 60, Eucárdio
Antônio Derrosso, nascido em Santo Augusto, em 06.01.1944(
no dia de Santos Reis) trabalhava como assessor de imprensa
na Secretaria da Agricultura, localizada,então
na av. Júlio de Castilhos,585(2 andar). Um dia
houve lá uma reunião dos prefeitos com o
então secretário da Agricultura,Luciano
Machado para tratar de febre aftosa.
Carlos Alberto Kolecza apareceu para cobrir a reunião
pelo Jornal do Brasil.E como o encontro era apenas para
os prefeitos, Kolecza apresentou-se na portaria dizendo
que ele era o prefeito de Coronel Bicaco. Derrosso disse
que viu Kolecza entrando, mas que não quis fazer
nada, não quis " cortar " a presença
do colega.
Derrosso lembra o episódio e diz que ao fim da
reunião Kolecza foi bom colega: passou para os
demais que obviamente não tinham assistido aquele
encontro o que ele tinha colhido durante os relatos feitos
pelos prefeitos ao secretário Luciano Machado.
Eucárdio Derrosso é filho de Jacob Santos
Derrosso e Olinda Derrosso.Na Secretaria da Agricultura
editou o Informativo Rural e Econômico.
Também trabalhou no Museu de Artes, localizado
na Praça da Alfândega
Além da Secretaria da Agricultura, Derrosso foi
ainda funcionário da Editora Centaurus, localizada
na Rua Vigário José Inácio,263/7
andar.
Derrosso formou-se pela Faculdade de Filosofia da UFRGS.
Eu conheci o Derrosso no barzinho da ARI. No começo
achei ele meio maluquete, não sabia mesmo o que
dizia,era difícil entender o que ele queria.
Com o tempo, vi que ele publica uns livrinhos de poemas
e logo entendi que é meio poeta, ou como diz o
João Carlos Terlera, meio " astronauta".
Até acertei porque estes dias o encontrei na Feira
do Livro de Porto Alegre e ele me deu um escrito, onde
se classifica como " poeta e cronista".
Agora o Derrosso anda meio que " viajando na maionese".
Segundo ele, em 2002 escreveu um " poemeto"
onde agora acha que fez uma profecia sobre a vitória
do Barack Obama.Eis a " viagem" de Derrosso:
Profecia:
Em dois mil e oito
um " walkin" americano
será invocado,
em seguida entronizado
na Presidência
dos Estados Unidos
em dois mil e doze.
Esta é a profecia
dos eventos extraída
do mundo do futuro.
Tenham paciência
e não me creditem o " furo"
dessa previsão de arcano
da pré-consciência
universal.
Ou será apenas uma idéia
pré-concebida
da minha consciência?
Se isso de fato acontecer
estarei lá para saber?!!!
" walkin" - ocupante da alma de outro.
Gostaria da " viajada na maionese" do Derrosso???
Pois divulgo o fone dele 51. 84031026.
Divulgada a programação
completa do Sea Shepherd para este sábado no Parcão
Neste sábado, dia 15 de novembro,
a partir das 10h, o Instituto Sea Shepherd, organização
sem fins lucrativos que atua na defesa de animais marinhos,
apresentará suas propostas de conscientização
e educação ambiental no Parque Moinhos de
Vento, em Porto Alegre. Durante todo o dia, haverá
orientações, esclarecimento de dúvidas,
venda de camisetas, chaveiros e adesivos, informações
sobre alimentação sem impacto ambiental,
balão de ar quente e muito mais.
Crianças da Ilha dos Marinheiros,
trazidas pela ONG Gente do Bem, vão acompanhar
a leitura do livro 'O Caracol e a Baleia' de Julia Donaldson,
pela escritora Christina Dias. Em seguida, farão
desenhos que serão guardados em uma cápsula
especial, a ser aberta somente no ano de 2350. O público
interessado poderá 'apadrinhar' os menores, financiando
uma camiseta e um lanche especial, tendo seu nome associado
ao desenho do afilhado.
As crianças e os padrinhos receberão
posteriormente uma foto da 'cápsula do tempo',
que será depositada pelo navio da Sea Shepherd
na Ilha de Scott. "Daqui a sete gerações,
as crianças do futuro saberão que, em 2008,
havia gente preocupada em manter vivas as baleias e toda
a vida marinha", explica Daniel Vairo, diretor geral
do Sea Shepherd.
O evento é uma forma da ONG angariar
fundos e apoio, além de desejar 'boa sorte' à
tripulação de voluntários que, a
partir de dezembro, enfrentará os baleeiros ilegais
no Santuário Antártico das Baleias, no extremo
sul do planeta.
Programação
8h - Chegada de voluntários e
montagem da infra-estrutura do evento
9h30min - Crianças da ONG Gente do Bem chegam ao
Parcão
10h - Leitura do livro 'O Caracol e a Baleia', de Julia
Donaldson, por Christina Dias, seguida de atividade de
educação ambiental
11h - Lanche para as crianças, oferecido pelo GAE
Poa. Vídeos e palestra de Daniel Vairo, diretor
geral do Instituto Sea Shepherd Brasil, sobre suas experiências
a bordo dos navios da Sea Shepherd
12h - Vídeos e palestra de Michelle Marimon, coordenadora
administrativa do ISSB sobre as atividades da ONG no Brasil
13h - Vídeos e palestra de Wendell Estol, coordenador
técnico do ISSB sobre o projeto e curso 'Ações
para salvar animais marinhos em derrames de petróleo'
14h - Vídeos e palestra do doutor Cristiano Pacheco
sobre o projeto e curso 'Ações civis públicas
em defesa de ecossistemas marinhos'. Preparativos para
o vôo do balão de ar quente, pilotado pelo
voluntário Clóvis Júnior
15h - Vídeos e palestra de Daniel Vairo, diretor
geral do Instituto Sea Shepherd Brasil, sobre suas experiências
a bordo dos navios da Sea Shepherd
16h - Balão de ar quente levanta vôo
16h45min - Entrega de medalhas da Sea Shepherd Conservation
Society aos voluntários da ONG, por servirem com
dedicação e coragem à vida marinha
17h30min - Pouso do balão
18h - Vídeos, perguntas e debates
18h30min - Desmobilização.
As respostas nota
10
A colega Valdir dos Santos, mandou-me
estas " preciosidades".








Balaio
* O Anonymus Gourmet ( jornalista J.A.
Pinheiro Machado) passou dias atrás na barraca
da ARI e adquiriu o exemplar que fala no Repórter
Esso. Pinheirinho, como era chamado na redação
da Folhinha da Manhã, era " protegido"
do velho dono do Correio do Povo, Breno Caldas. Cobria
corridas automobilísticas em qualquer parte do
mundo.
* A Carolina, da banca da ARI acha que a feira do livro
já era. Tudo por causa das vendas de livros pela
internet...sei não, mas alguma coisa vai mudar...
* Carlos Urbim andava dia destes procurando raridades
pela feira. Disse que bom mesmo é em dia de semana,
porque nos finais de semana fica muito cheio. Cada qual
com sua lógica...
Coleguinhas
* Os jornalistas de ecologia, mais comumente
chamados de Ecochatos, mudaram-se para uma sala, maior,
no prédio da ARI onde pagarão o valor simbólico
de 70,00 reais mensais até o fim do ano. Eles queriam
mais espaço pra suas atividades.
Pô,Goulart,volta Goulart.
Recebi vários emails pedindo a volta do colaborador
A.Goulart. Ele se bandeou proutro espaço( claro
que não vou dar o endereço,ora bolas) Mas
posso garantir que é muito menos lido que o meu.
Volta pra casa, Goulart!
* O fotógrafo Luís Antônio
Guerreiro, que hoje atua na imprensa da Assembléia
Legislativa do Estado- já teve sua agência,
a Objetiva Press - é fã do blog da IEDA,
ah, não da governadora, mas da coleguinha Ieda
Risco, da rádio ABC,de Nóia. O bom disto
é que ele acessa este site e faz o "atalho"
pra ler o blog da coleguinha Ieda.
* Thomás TURBINANDO da Silva. Eis o nome do homi.
Foi apresentado num dos programas paulistas do último
findi e eis que na segunda ou na terça,segundo
meu informante,um ouvinte mandou um email pro programa
Bom Dia, da Guaíba,assinando este nome e o Mendelski
o leu direitinho. Nem lhe caiu a ficha de que era um ouvinte
se fazendo passar...Nem tinha como,né?
*Ontem,dia 12/11, no lançamento da pesquisa Os
Gaúchos e a Política, no Salão Júlio
de Castilhos, da ALE(Assembléia Legislativa do
Estado) uma mesa foi composta por Adão Oliveira,
Carlos Bastos, Núbia Silveira, José Luis
Monteira Fuscaldo(" Fuscaldinho") Jorge Seadi
Jr. Um intrigento de plantão disse que aquela era
a mesa dos " áulicos".
* Na bolsa das probabilidades de quem será o próximo
chefe da Agência de Notícias da Imprensa
da Assembléia Legislativa do Estado(ALE) sobe a
cotação do coleguinha Gilmar Eitelwein,
o " Xineco". Gilmar teve a rara competência
em se manter trabalhando na assessoria de imprensa, como
indicado do PT,que será o partido a ter a presidência
da casa em 2009.
*Rogério Mendelski , no Bom Dia, da Guaíba,deu
ontem,12/11, espaço para o prefeito Luís
Fernando Mainardi(PT) defender-se das acusações
feitas por um vereador peemedebista no dia anterior. "
Este assunto vai dar pano pra manga" disse alguém,
relembrando os episódios de muitos anos atrás,quando
uma rixa naquela cidade acabou num tiroteio,num sábado
de manhã,após um dos implicados ter lido
uma nota ofensiva num jornal da cidade.O tiroteio foi
num café central da chamada " Rainha da Fronteira"
e resultou em dois mortos.
Maioria dos gaúchos
iria às urnas mesmo sendo voto facultativo!
Cinquenta e dois por cento dos gaúchos
iria votar mesmo que o voto não fosse obrigatório
é o dado que resulta da pesquisa sobre política
encomendada pela Assembléia Legislativa do Estado
realizada entre os dias 5 e 16 de setembro deste ano em
79 municípios gaúchos, cujos números
foram revelados ontem,dia 12/11, durante café da
manhã, pelo deputado Alceu Moreira(PMDB), presidente
da casa.Outros deputados também compareceram ao
evento.
Desta pesquisa,chamada de " Os Gaúchos e a
Política" emergem outros dados interessantes,
conforme seus coordenadores, os professores Benedito Tadeu
César ,do Laboratório de Observação
Social(Labors) ,da UFRGS, e Juliano Corbellini, do Instituto
DataUlbra. Um deles é de que 69,50% dos gaúchos
acham que " a democracia é sempre preferível
à ditadura".
Boa posição
Os deputados estaduais, pela pesquisa, ficaram atrás
no quesito aprovação de instituições
como família,igreja,as universidades e a imprensa.
Mas,ressalta, Benedito Tadeu César, o trabalhou
mostrou que a opinão das pessoas sobre o papel
do Parlamento é mais positiva do que se poderia
supor." Em geral,diz ele, todas as instituições
ligadas ao âmbito eminentemente político
recebem avaliações muito duras". O
professor acrescentou:
- É uma visão negativa de toda a classe
política que não difere muito do que acontece
no resto do mundo.
Aprovação
Mais da metade dos entrevistados- foram ouvidas 2.896
pessoas - 52,2% disse que a Assembléia Legislativa
gaúcha vem cumprindo satisfatoriamente suas funções
e reconheceu o Legislativo como um poder necessário-
60,3%. Há os que apontam a necessidade de uma maior
fiscalização(22,5%).
Um dado curioso é sobre lembrança em que
se votou: 51,9% não lembra mais em que votou para
deputado estadual da última eleição.
Entre os eleitores que se lembram em que votou e cujo
escolhido foi eleito, 45,5% se dizem satisfeitos ou muito
satisfeitos com a atuação do parlamentar.
LEI SECA " pegou"
Um dado da pesquisa mostra que a famigerada( para donos
de restaurantes e bares) Lei Seca pegou entre a população
gaúcha.Tanto que no quesito da pesquisa espontânea:
- Ação Parlamentar
O sr lembra de algum projeto de lei importante que tenha
sido aprovado pela Assembléia Legislativa o item
NÃO LEMBRA indicou 95,2%. Já na lembrança
em primeiro lugar está a Lei Seca,ou seja, proibição
de dirigir após beber álcool, com 1,28%
é em segundo ficou o piso regional com 0,73%.
Eu X Eles - Coleguinhas

Uma das primeiras mulheres da redação da
ZH!
Letânia Menezes, nascida em Santo
Ângelo,RS, em 01.06.1947,filha Lauro M.Menezes e
de Marta Menezes foi uma das primeiras mulheres a exercer
a função de repórter na ZH,quando
o jornal já havia deixado a redação
antiga na av. Sete de Setembro e se mudado para a av.
Ipiranga,1075.
O ingresso de Letânia na ZH ocorreu em 16 de outbubro
de 1971. Quando eu entrei no jornal, dois anos depois,
ela já estava na "Nacional" do jornal,
junto com o Remi Baldasso,que recém voltara de
um período da França,onde estivera.
Mas a Letânia também "passou uma temporada"
na França.
Letânia cursou a Faculdade de Filosofia da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul.Em Porto Alegre, residiu
na rua Desembargador André da Rocha,267/apto 01.
Era(ou é) de uma beleza estonteante.O seu amigo
Carlos Alberto Kolecza a homenageou colocando numa das
suas filhas o nome de Letânia.
Depois da ZH,quando eu a perdi totalmente de vista, fiquei
sabendo que a Letânia trabalhou na Folha de S.Paulo
e que andou ainda pela Revista Paralelo 30, editada pelo
Delmar Marques e Juarez Fonseca.
Eu X Eles - Coleguinhas

Alda Souza "arrancou" reconhecimento da derrota
de Pedro Simon,em 1982, em Rainha do Mar!
Durante muitos anos, o " velho MDB
de guerra" - como costuma chamar o partido ainda
hoje em dia , o senador (PMDB) Pedro Simon, "culpou"
a repórter Alda Suzete Rosa Souza pela entrevista
que ela arrancou dele,em 1982,na praia de Rainha do Mar,quando
a apuração dos votos ainda estava em andamento.
Alguns dizem que Alda conseguiu a proeza jornalística
através do colega Vitelo,então integrante
do staff do senador emedebista.( Este assunto foi tri
esclarecido,depois, pelo Tribunal Regional Eleitoral-TRE
- que disse que a eleição teve plena lisura.)
Simon declarou a Alda, na entrevista,para a Rádio
Guaíba que foi ao ar,se não me engano, no
Agora, do Amir Domingues,que considerava a eleição
ao governo do Estado perdida,ou seja, teria jogado a toalha,antes
da hora. Só que a diferença de votos quando
Simon deu a entrevista reconhecendo a derrota estava em
mais de 100 mil pró-Jair,depois foi baixando,baixando,até
quase ficar empatado.( Nesta eleição houve
um fato curioso: Jair Soares se " escondeu"
no interior de São Chico de Paula, numa fazenda
de um amigo pra esperar a apuração. Quando
os votos contados já o indicavam o primeiro governador
eleito após o período revolucionário,ele
desceu da Serra. Aí os votos a favor de Pedro Simon,seu
adversário mais próximo,foram subindo,subindo
e Jair ao invés de rumar para Porto Alegre, deu
uma parada em Campo Bom, na casa do seu vice, Claúdio
Strassburger pra ver como é que a coisa iria ficar...)
A entrevista segundo os militantes do PMDB,ou MDB de então,
teria " desmobilizado" centenas de fiscais do
MDB da apuração - que ainda era feita manualmente,não
havia o voto eletrônico - e a eleição
teria sido " roubada" em favor do vencedor,
o então ex-ministro da Previdência Social,
Jair Soares.O que se dizia na época era que centenas
de votos pró-Simon haviam sido encontrados espalhados
pelas ruas, nas cercanias dos locais de apuração.
Mas nunca nada ficou comprovado.Ficou muito no diz-que-diz.
Foi ainda a Alda Souza- como excelente e bem informada
repórter política que foi - quem deu o "furo"
da morte da esposa do senador Pedro Simon, Tânia,quando
estava internada no Hospital São Lucas,da PUC.
A entrevista que Pedro Simon lhe concedeu em Rainha do
Mar tornou a Alda " famosa" na reportagem política.
Há outros colegas que reivindicam a primazia da
declaração de Pedro Simon,reconhecendo a
derrota, como Jalmo Fornari, que teria feito seu trabalho
jornalístico a pedido do então apresentador
da rádio Gaúcha, Jorge Alberto Beck Mendes
Ribeiro.
E a Alda,hein?!
Nunca compartilhei uma redação com a Alda.Sempre
estivemos em veículos diferentes.Às vezes
nos "pechávamos" em entrevistas, mas
não muito assiduamente.É que ela fazia Política
e eu mais Geral.
Alda foi casada com o colega Luís Fernando Walls,hoje
residente em Brasília.
Alda nasceu em Taquari, no dia 14.07.1948,filha de Manoel
da Cunha Souza e de Amenaíde Rosa Souza.
Trabalhou na Rádio Guaíba (rua Caldas Junior,219),
na Rádio Sucesso, do Noé Cardoso e na rádio
Gaúcha,sempre fazendo Geral e Política.Quando
faleceu, nos anos 90, estava na Gaúcha.
O colega Carlos Monteiro, o Monteirinho,lembra uma gafe
cometida um dia em que a Alda estava ou "desligada",
ou com pouca inspiração. Foi durante uma
coletiva do prefeito Guilherme Sociais Villela, de Porto
Alegre. Havia outros jornalistas presentes, como o Pedro
Chaves.
Villela anunciou verbas " a fundo perdido" do
Banco Mundial. Alguém "acordou" do devaneio
em que estava e perguntou a Villela:
- Como? Perderam o fundo?
Ficou aqueeellleeee constrangimento!!!!!na sala do prefeito.
Faz parte, todo mundo tem seu dia de azar.
Junto com seu colega de rádio Guaíba, Floriano
Soares, Alda é autora de um livro da editora Tchê
sobre o engenheiro Leonel de Moura Brizola. Foi lançado
nos anos 80,depois que o " tio Briza" voltou
do exílio.
Na sua pequena biografia, ela dizia que apenas lhe restava,depois
do livro, fazer um filho. Creio que morreu sem isto...
Fiquei sabenbdo que a " Aldinha" - como a chamavam
seus amigos, porque era baixinha - morreu numa tarde que
fui no Palácio Piratini, não me lembro mais
fazer o quê.
Ela recém falecera no hospital.Não havia
ainda sido noticiado. O "sombra" do governador
Antônio Britto, Pascoal Ianni, chegou-se a mim e
deu-me a triste notícia:
- E a Alda,hein?
Foi o suficiente pra entender que algo de ruim tinha acontecido
com ela.
Saudades da " competente" colega.
Coleguinhas
* Núbia Silveira, da Agência
de Notícias da Assembléia Legislativa esclarece
notícia dada aqui sobre não ter ido ao trabalho
semana passada.Estava doente. Foi isto que eu disse, pra
Núbia não ir trabalhar, tem um assunto muito
sério.Núbia informa que o livro sobre Ciro
Martins já está até pronto e que
vai ser lançado no próximo dia 25/11. Então,tá.Feito
o esclarecimento.A Núbia eu conheço há
anos: tenho certeza que não estaria " gazeteando"
o trabalho.Uma vez quando era minha chefe me fez interromper
um feriadão de carnaval e não me deu colher:
tive que vir de Floripa pra cobrir bailes infantis de
carnaval.
* Válmaro Paz vai receber 1.700,00
do Jornal do Comércio pra fazer um frila sobre
toda a feira do livro, isto é, cobrir durante todo
o período. Já tinha feito quanto houve a
Expointer e se acertaram.
* Muito tensa a entrevista de ontem,dia
11/11 do Rogério Mendelski com um vereador de Bagé
que fez denúncias gravíssimas de uma possível
mutreta do prefeito daquele munícipio no apagar
das luzes do seu mandato de oito anos.Hoje,dia 12/11,
o programa prometeu ouvir o prefeito Luis Fernando Mainardi,do
PT, que ontem estava em Brasília. Como é
que é? em Brasília não tem telefone?
Estranhei isto. O Fábio Marçal não
fala pelo telefone desde Brasília?
O Pinto que veio do Norte pra secretariar
a Folha da Tarde

Fernando Augusto Pinto foi secretário
de Redação da Folha da Tarde,do grupo da
Cia Jornalística Caldas Junior(CJCJ) mas não
era gaúcho. Era nascido em Porto Velho, capital
da Rondônia. " O Breno o trouxe pra dirigr
a Folha. Quem deve saber bem como foi isto até
porque foi ele quem o substituiu no cargo é o Galvani(Valter)"
disse-me Benito Giusti,que foi um dos expoentes do falecido
jornal.
Fernando Augusto Pinto nasceu em 20.11.1925. É,ou
era,filho de Antônio Augusto Pinto e de Margaridaq
de Castro Pinto.Foi casado com Leda Maria( nascida em
08.09.1950) e teve os filhos Paula( nascida em 10.01.1967)
e Claúdio( nascido em 10.05.1975).
Beniti Giusti lembrou ainda que Pinto foi uma escolha
pessoal do dono do jornal, Breno Caldas. " O Breno
o trouxe não me lembro se de Brasília ou
de São Paulo,onde ele já trabalhava pra
empresa. Ele veio ser o secretário" disse
Giusti.Benito perdeu de vista o ex-colega que segundo
ele " desapareceu".
O Pinto da Folha da Tarde que inventou
o " NESTOR"! pra despistar os chatos.
Teve outro coleguinha com sobrenome Pinto que trabalhou
na extinta Folha da Tarde. Trata-se de João Alberto
Pinto e que depois da experiência na Folha da Tarde
foi para Santana do Livramento onde trabalhou no jornal
A Platéia.
João Alberto Pinto nasceu em Santiago do Boqueirão
em 05/09/1936. Além da Folha da Tarde, trabalhou
na Casa Civil do Palácio Piratini.Segundo Cristiano
Darstch, que foi seu colega na Folha da Tarde, João
Alberto Pinto foi um " competente editor de Polícia
da Folha da Tarde."
Cristiano lembra ainda que João Alberto inventou
um personagem(fictício,é claro) chamado
de Nestor. Quando algum chato ligava pra redação,
ou ia na redação, quem o atendesse devia
dizer:
- Olha este assunto é com o Nestor mas ele saiu
há pouco.
Uruguaios seqüestrados
durante o regime militar contam sua história no
Fórum Espaço Aberto Especial
Nesta quarta-feira, dia 12, o Fórum
Espaço Aberto Especial recebe os dois uruguaios
seqüestrados em Porto Alegre pelo antigo DOPS (Departamento
de Ordem Política e Social) durante o Regime Militar.
Universindo Díaz e Lílian Celiberti falam
sobre sua militância, sua experiência com
os órgãos de repressão política
no Brasil e Uruguai e como isso afetou suas vidas. Também
participam do programa dois jornalistas que fizeram a
cobertura do caso: Anilson Costa, na época repórter
do Correio do Povo, e Elmar Bones, editor do Coojornal.
Bones atualmente edita o Jornal Já.
O Fórum Espaço Aberto Especial será
transmitido pela Rádio Guaíba AM das 13h15
às 14h30 direto da Casa da Record na 54ª Feira
do Livro. A apresentação é de Gustavo
Mota, com produção de Bianca Zuchetto.
O seqüestro
Em novembro de 1978, os uruguaios Universindo Díaz
e Lílian Celiberti, militantes de esquerda residentes
na capital gaúcha, foram presos, torturados e mandados
de volta ao país natal, onde cumpriram cinco anos
de prisão. Participaram do seqüestro policiais
do Brasil e do Uruguai, em uma colaboração
no âmbito da Operação Condor.
A operação ilegal fracassou quando dois
jornalistas brasileiros, alertados por um telefonema anônimo,
foram ao apartamento onde o casal morava, no bairro do
Menino Deus. Confundidos com companheiros dos uruguaios,
os jornalistas foram recebidos por homens armados, que
mantinham Lílian prisioneira. Díaz e as
crianças já tinham sido levados clandestinamente
para o Uruguai. A inesperada aparição dos
jornalistas quebrou o sigilo da operação,
que foi desmontada às pressas para levar Lílian
também a Montevidéu.
A publicidade do assunto evitou que os seqüestrados
fossem mortos. A denúncia, que ganhou as manchetes
da imprensa brasileira, se transformou num escândalo
internacional que constrangeu os regimes militares do
Brasil e do Uruguai. As duas crianças foram entregues,
dias depois, aos avós. Com a democratização
uruguaia, em 1984, o casal foi libertado e confirmou os
detalhes do seqüestro.
Eu X Eles - Coleguinhas

Maria Lúcia Fróes era do Clube de Cinema
nos anos 70!
Quem sabe da Maria Lúcia de Azevedo
Fróes é o meu amigo Papaleo, outro aficcionado
da sétima arte, mas que não encontro há
tempos pra pôr os assuntos em dia.|Maria Lúcia
de Azevedo Fróes nasceu em Canela em 22.05.1958.
Fomos colegas quando ela era do Segundo Caderno da ZH
e namorava o então jovem advogado Marco Campos,
hoje uma sumidade do direito autoral do Brasil.Campos
foi nos anos 70 um dos fundadores do Clube de Cinema,-
acho que foi seu presidente - junto com o Túio
Becker, Goida e outros fanáticos do cinema.Nos
domingos de manhã nos encontrávamos para
ver as sessões especiais às 10 horas, numa
sala qualquer que abria pra passar um filme especial.
Maria Lúcia é filha de Elvira Endres de
Azevedo Fróes e de Laury Fróes.
Depois da ZH, a perdi de vista porque foi embora para
São Paulo e nunca mais tive notícias delas,
a não ser que trabalhava na Folha de S.Paulo.
Livro
Maria Lúcia, nos tempos do Segundo Caderno da ZH,
emprestou-me um livro que ela tinha que também
lhe fora emprestado pelo Tuio Becker, que era um romance
chamado Sob o Vulcão, ou Sob a Sombra do Vulcão.
Mandei refazer a capa do livro e até agora não
consegui reaver o exemplar.
O livro é uma triste história de uma mulher,casada
com um diplomata norteamericano,alcóotra, que vivem
no México. Esta mulher encontra um outro homem,
tem um romance com ele, mas não consegue abandonar
o marido porque o ama.
O livro rendeu um belissimo filme feito pelo John Houston,
se não me engano.
O filme e meu livro perdido fizeram-me lembrar da Maria
Lúcia que foi uma das repórteres mais bonitas(
e inteligentes) que passaram pela redação
do Segundo Caderno da ZH, nos anos 70/80, pelo menos na
minha visão.
Aracruz convida
para o oitavo concerto da temporada 2008 da Orquestra
de Câmara da Ulbra
O oitavo concerto da temporada da Orquestra
de Câmara da Ulbra acontece no domingo, 16 de novembro
às 19 horas. A entrada é franca na Sala
de Concertos Leopoldina (rua Marquês do Herval,
280) em Porto Alegre, mas aceita-se a doação
de alimentos!
Esta apresentação, que
traz como solistas os consagrados músicos gaúchos
Olinda Allessandrini (pianista) e Diego Grendene (clarinete),
integra a programação oficial do V Festival
Contemporâneo-RS (programação completa
no site www.contemporaneo-rs.org) e têm regência
do maestro Tiago Flores.
Do programa, que terá a execução
de cinco obras, quatro são inéditas. Apenas
duas das composições não são
de autores gaúchos (considerando-se o tempo que
Hofmann está radicado em Porto Alegre!).
Na abertura têm-se do premiado
músico e compositor paulista Paulo Zuben "Transformações".
Originalmente escrita para quarteto a peça, de
2007, foi revisada para sexteto de cordas, e apresenta
em três movimentos uma exposição frenética
inicial de um material harmônico composto por dois
acordes e diferentes modificações tímbricas
e figurativas. A seguir, do jovem músico e pesquisador
gaúcho Daniel Moreira (1984) ouve-se a surpreendente
"Solo". Escrita sob encomenda exclusiva para
esta audição e para cada um dos integrantes
da Orquestra da Ulbra (inclusive com diferentes partituras
para cada um dos quatorze músicos dessa formação),
a obra resulta de aglomerados sonoros e texturas abstratas
que deixam de lado a compreensibilidade local para ganhar
em dramaticidade, sugestividade e sentido poético
- fatores urgentes em uma arte que se pretende contemporânea,
nas palavras do próprio autor. Ainda na primeira
parte, do também gaúcho Dimitri Cervo (1968)
ouve-se "Uguabê". O compositor e pianista
destaca nessa obra da Série Brasil 2000, a mescla
de elementos da música brasileira com feições
do Minimalismo, que no encerramento alude ao estilo barroco.
Já na segunda parte, a originalidade
do carioca Edson Zampronha (1963) - duas vezes premiado
pela APCA - estréia "Inverno" que dialoga
com a parte homônima da obra de Vivaldi, mas apresenta
harmonia e cadência inovadoras com profunda singularidade.
No encerramento o público ouvirá do teuto-brasileiro
(radicado no Brasil há 46 anos) Hubertus Hofmann
(1929) "Concertino para piano, clarineta e orquestra
de cordas" dedicada à pianista Olinda Allessandrini
que estará acompanhada do clarinetista Diego Grendene
(ambos os resumos biográficos estão reproduzidos
abaixo). A peça, de 1983, teve sua estréia
dois anos depois com a própria pianista. Com harmonias
tonais, são empregados elementos do jazz, da música
brasileira e especial alusão à tradição
italiana - lembrança às origens da musicista
para quem é dedicada a obra.
Patrocinado pela ARACRUZ CELULOSE e promovido
pela Universidade Luterana do Brasil, este concerto tem
apoio do Ministério da Cultura do Governo do Brasil,
Lei de Incentivo à Cultura (MinC), Associação
Leopoldina Juvenil, Singular Produções e
Print24.
Convite
A Núbia Silveira e o Celito de
Grandi vão, finalmente,lançar o livro que
escreveram a quatro mãos sobre Ciro Martins, o
pscanalista. Vamos lá então que o exemplar
é de graça e tem coquetel. Vou espalhar
pros papacoquetéis irem todos.
Amigos,
Marquem na agenda de vocês: dia 27, às 19h,
no Centro de Cultura CEEE Erico Verissimo, o Celito De
Grandi e eu estaremos lançando o livro Cyro Martins
100 anos - o homem e seus paradoxos (convite em anexo).
Quem for, ganha o livro. Mesmo que não leia, vai
poder dizer que tem o livro da dupla dinâmica...
Beijocas,
Nubia

Municípios
ganharão mais poder em licença ambiental
Os municípios terão maiores
atribuições no licenciamento ambiental de
empreendimentos imobiliários que envolvam grandes
áreas, como loteamentos e condomínios horizontais
ou que exijam análise sobre impacto no meio ambiente.
Este é um dos pontos do projeto de lei 3057/2000,
que tramita na Câmara Federal que deverá
ir à votação dos deputados em dezembro,
segundo previsão do autor da proposta, deputado
Fernando Chucre (PSDB-SP) que veio a Porto Alegre para
participar dos debates promovidos pelo Instituto Urbano
Ambiental (IUA) sobre parcelamento do solo e regularização
fundiária.
O parlamentar afastou os temores de
que uma lei federal sobre o assunto possa tirar a autonomia
dos municípios para determinar a melhor forma de
ocupação imobiliária das cidades.
Ao contrário, disse, os empreendimentos sofrem
com o conflito de competência atual entre União,
estados e municípios no momento de definir o que
é ou não prejudicial ao meio ambiente. Pelo
projeto, continuaria como atribuição do
Ibama, ou órgãos de licenciamento estaduais,
apenas as áreas superiores a um milhão de
metros quadrados. A nova legislação consagra,
também, o direito do consumidor e do Estatuto das
Cidades.
Apesar de ainda existirem algumas divergências
e conflitos de interesses, que foram os responsáveis
pela longa tramitação do projeto por oito
anos, os participantes consideraram de grande importância
o novo instrumento legal por criar regras mais claras
sobre regularização fundiária nas
cidades, solucionando o problema de ocupações
irregulares antigas. O presidente do IUA, arq. Augusto
Portugal, afirmou que o projeto deveria ser ampliado para
aspectos que oferecessem novas alternativas no caso de
habitações de interesse social. Os técnicos
em planejamento urbano, presentes ao encontro, previram,
também, que deverá se tornar público
e se acentuar o debate sobre a interferência na
definição urbanística da proliferação
de condomínios horizontais e condomínios
fechados que ocupam grandes espaços, prejudicando
a futura ampliação das cidades e o planejamento
dos serviços públicos.
O Grupo Cuidado
que Mancha apresenta CONTOS DE TODOS OS CANTOS/ SP
"Contos de Todos os Cantos"
é um espetáculo de rara beleza e delicadeza,
apresentado para pessoas de todas as idades." Nesse
mês de novembro o grupo Cuidado que Mancha, recebe
outra companhia de teatro e música na sua sede,
no Casarão Verde – Shopping DC Navegantes:
o espetáculo "Contos de Todos os Cantos".
Esse trabalho contém histórias e canções
que vêm emocionando o público a cada apresentação
e que foram recentemente registradas em CD pela companhia
homônima. O lançamento ocorreu em dezembro
de 2007 no SESC Pompéia.
Giba Pedroza e Renata Mattar, auxiliados
pelo violão e pelos arranjos de Gustavo Finkler,
passeiam por diversos países trazendo personagens
e melodias de diversos lugares do mundo, todas elas tendo
em comum um caráter universal.
Assim, uma história que nasceu
na China tem em sua trilha sonora uma cantiga do interior
de Sergipe, por exemplo. Um personagem andarilho da Turquia
tem como acompanhamento um tema composto por uma compositora
paulista, e assim por diante.
A história de um par de sapatos
apaixonados foi criada por crianças francesas.
A cantiga de ninar Olaré, Sou Eu, vem de Portugal.
O Pote Vazio é um conto chinês, com música
de Sergipe. Verde, Verde é uma canção
alemã que ganhou versão para o espanhol.
O andarilho Nasrudin tem duas de suas façanhas
apresentadas. Hans Christian Andersen não poderia
faltar em um espetáculo de histórias e sua
"Tudo o que o Velho Fizer Estará Sempre Bem
Feito" ganha versão com acompanhamento musical
composto por Zé Côco do Riachão. A
Dinamarca encontra o sertão brasileiro. Tic Tac
é um poema italiano com tema musical grego e letra
da brasileira Renata Mattar. E para encerrar, uma animada
cantiga napolitana que fala do amor entre uma formiga
e um grilo.
DIAS: 15 e 16 de novembro de 2008
HORÁRIO: 17 horas
LOCAL: Casarão Verde – DC Shopping –
Navegantes
Rua Frederico Mentz 1561 - POA
Maiores informações: 3028.3472 -contato@cuidadoquemancha.com.br
Enterrado em Floripa
ex-prefeito que queria derrubar o Mercado Público
Central de Portinho!
Com o passamento do ex-prefeito de Porto
Alegre, engenheiro Telmo Thompson Flores aos 87 anos (foi
enterrado ontem de manhã,dia 10/11) foi pro túmulo
junto com ele um esclarecimento que ele poderia ter feito,
mas sobre o qual nunca teceu qualquer comentário:
o do projeto que o seu secretário de Transportes(
ou teria sido de Obras?), Severo Dullius tinha de derrubar
o Mercado Público de Porto Alegre para ali passar
uma avenida que ligaria a avenida Siqueira Campos com
a nova rodoviária da capital,recém inaugurada.
Em outubro de 2006, o dono do Bar Gambrinus, Antônio
Dias Melo, declarou:
- Em 1970, aconteceu aqui no mercado uma coisa, aconteceu
na cidade e que afetaria a cidade. Nós,diz Antoninho,
éramos governados aqui pelo Thompson Flores que
foi um prefeito que teve o mérito de ser um grande
reformador da cidade no que se refere a obras .
Mas ele, diz Antoninho, pela falta de sentimentalismo
ou pelo fato dele não ser daqui, não sei,
na época ele queria demolir o Mercado Público.
Prossegue o Antoninho, do Gambrinus:
- Era intenção da prefeitura na época
dar continuidade à av. Siqueira Campos pra ir direto
pra rodoviáira demolindo o mercado público
e aconteceu o seguinte:no mercado havia muitas casas assim
na principal entrada dos portões eram postos de
vendas de frigoríficos. Açougues,eram casas
de carne,então o (prefeito) Thompson queria terminar
com o mercado ligando a a(av.) Siqueira Campos com a nova
rodoviária.
Reação
Antoninho conta que liderou a criação
da Associação dos Permissionários
do Mercado Público para lutar contra a derrubada
do prédio.
- Eu tava ainda devedor da aquisição que
havia feito aqui e com o espírito jovem e freqüentado
a Unisinos,tirando administração, movido
pelos colegas e também pelos companheiros fundamos
a Associação dos permissionários
do Mercado Público. Eu liderei junto com um grupo
um momento pela preservação do Mercado,eu
meu colega Osvino Gottenfri, Arthur Oliveira Lima Dorvalino
Marchini e o presidente foi o comendador Manoel Almeida
Andrade.
Fizemos,prossegue Antoninho, um movimento contrário
à demolição do mercado.Tivemos muito
apoio da imprensa da época. Era uma época
difícil da imprensa, de falar, era ditadura mas
tivemos o Valter Galvani, da rádio Guaíba
que nos prestigiou muito e nós com o tempo fomos
conseguindo nos mobilizar e mobilizar a população
no entendimento de que o mercado público deveria
ser preservado. Pra nós conseguirmos este intento,
entendemos por bem fazermos uma pintura na fachada que
na época andava muito feia e isto já justificava
a demolição,conta Antoninho.
Antoninho Melo relatou que
Atas registram medo de derrubada do prédio
Fui pesquisar na ata número 7 da Associação
dos Permissionários do Mercado Público datada
de 28 de agosto de 1970 está registrado que "
no decorrer do ano e das benfeitoras e reparos efetuados
no prédio do Mercado Público".
Isto já era ,segundo Antoninho Melo, dono do Gambrinus,
que participava destes encontros, a resposta a não
derrubada do prédio do Mercado Público.Antoninho
Mello também relata que o restaurante Treviso,então
de propriedade de Carlos Devit Cecílio, o "
Carlinhos" esteve em 1970 um período fechado
por causa " da perspectiva da demolição
do prédio do Mercado Público".
O Treviso reabiru,depois, em 1973,comprado por um empresário
que se dizia um milionário. O restaurante voltou
a fechar,definitivamente as portas, em 1980.
Niver do Parcão!


No dia que morria seu criador - o ex-prefeito
de Porto Alegre, Telmo Thompson Flores - em Floripa, aos
87 anos de idade, os portoalegrenses comemoraram os 36
anos do Parcão.Fotos de Alfonso Abraham, o espanhol.
Sea Shepherd promove
atividades no Parcão neste sábado
Neste sábado, dia 15 de novembro,
a partir das 10h, o Instituto Sea Shepherd, organização
sem fins lucrativos que atua na defesa de animais marinhos,
apresentará suas propostas de conscientização
e educação ambiental em evento no Parque
Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Durante todo o dia,
haverá orientações, esclarecimento
de dúvidas, venda de camisetas, chaveiros e adesivos,
informações sobre alimentação
sem impacto ambiental, balão e muito mais.
Crianças da Ilha dos Marinheiros,
trazidas pela ONG Gente do Bem, vão acompanhar
a leitura do livro 'O Caracol e a Baleia' de Julia Donaldson,
pela escritora Christina Dias. Em seguida, farão
desenhos que serão guardados em uma cápsula
especial, a ser aberta somente no ano de 2350. O público
interessado poderá 'apadrinhar' os menores, financiando
uma camiseta e um lanche especial, tendo seu nome associado
ao desenho do afilhado.
As crianças e os padrinhos receberão
posteriormente uma foto da 'cápsula do tempo',
que será depositada pelo navio da Sea Shepherd
na Ilha de Scott. "Daqui a sete gerações,
as crianças do futuro saberão que, em 2008,
havia gente preocupada em manter vivas as baleias e toda
a vida marinha", explica Daniel Vairo, diretor geral
do Sea Shepherd.
O evento é uma forma da ONG angariar
fundos e apoio, além de desejar 'boa sorte' à
tripulação de voluntários que, a
partir de dezembro, enfrentará os baleeiros ilegais
no Santuário Antártico das Baleias, no extremo
sul do planeta.
Serviço
O quê: Evento gratuito de conscientização
e educação ambiental
Quem: Sea Shepherd, entidade internacional de proteção
à fauna marinha
Quando: sábado, 15 de novembro, das 10h até
o final da tarde
Onde: Parque Moinhos de Vento, localizado entre as ruas
Mostardeiro, Goethe e 24 de Outubro, bairro Moinhos de
Vento, em Porto Alegre, RS. As atividades vão acontecer
próximo ao parquinho infantil
Informações para a Imprensa: Daniel Vairo,
51-9973-1552
Balaio
Como eu tenho dito, a sala de imprensa
da feira do livro, virou a sala de aula da Unisinos.
Ontem,10/11, a " estudantada"
tomou conta da sala de imprensa da feira do livro.
E dê-lhe laboratório.
Os professores,assim, não precisam dar aula.
Um grupo destes alunos foi entrevistar,ontem,dia 10/11
o cartunista Ziraldo,aquele mesmo que " lutou tanto
contra a ditadura" -que por conta disto recebeu uma
boa indenização da Comissão da Anistia,
pouco tempo atrás. Voltaram decepcionados, os garotos.
" Acho que voltou o tempo do AI-5" dizia um
dos decepcionados repórteres improvisados, porque
o cara não queria nos dar entrevista e ainda tinha
um segurança em volta dele"!
Andei procurando pelo Júlio Zanotta,ex-presidente
da Câmara Riograndense do Livro. Ninguém
sabe do seu atual paradeiro.
Perguntei na barraca do sebo A TRAÇA que é
da Carmen,ex-mulher do Júlio e ninguém sabe
de nada.
O sebo que o Júlio teve na Riachuelo, o Ao pé
da letra foi fechado.
Além de ter dado um grande impulso à feira
do lviro de Porto Alegre, Júlio foi o fundado do
grupo OI NOIS TRAVEIZ AQUI!
Coleguinhas
* Estreou ontem dia 10/11 novo formato
do Bom Dia, na rádio Guaíba. Renato Rossi
entra antes das 8 da matina.Ontem, não tocou no
assunto da GM. Nem uma palavra. No sábado,dia 8/11,
o Correinho deu na capa que a GM nos USA está ameaçada
de falência...
* Juremir Machado e Rogério Mendelski
comentaram ontem,dia 10/11 como se fazia jornalismo antigamente,
na base do telex e do fax. E como os fotógrafos
tinham que revelar suas fotos.
Parecem tempos pré-históricos.
*Ana Cogo esta fazendo fotos para o Correinho,desde
S.Borja. O fotógrafo deles,Mário Aguiar,
aposentou-se.
Seção
de RECADOS
Estes recados são gratuitos.
Use o site pra mandá-los
Atenção Najar Tubino( 51.9672.0363 o advogado
Omar Ferri( ferriadvogados@terra.com.br) quer contato
contigo.
,email do Najar: najartubino@yahoo.com.br
Liana Timm recebe
título de Cidadã nesta terça
A Câmara Municipal de Porto Alegre
realizará, nesta terça-feira (11/11), às
19 horas, sessão solene em que concederá
o título honorífico de Cidadã de
Porto Alegre à artista plástica Liana Timm.
A homenagem, proposta pela vereadora Margarete Moraes
(PT), ocorrerá no plenário Otávio
Rocha da Câmara. Liana é graduada em Arquitetura
pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS),
especialista em Arquitetura Habitacional, e mestre em
Educação pela UFRGS.
Além de arquiteta, Liana Timm é artista
plástica, designer e poeta. Trabalha com linguagens
multimídia, transitando por várias modalidades
artísticas. Já publicou diversos livros
de poesia e participou de inúmeros salões
e exposições coletivas. Atualmente, é
professora em cursos de especialização da
PUC-RS e da Unisinos.
Eu X Eles - Coleguinhas

Roberto Tavares não 'larga' o Correinho
Fui buscar meu exemplar do Correinho
neste último domingo,9/11, lá pelas 9 da
noite e qual não foi minha surpresa,quando dou
de cara com o Roberto Tavares. Quando vi o Tavares descendo
a escada do velho prédio do Correinho,pensei que
ele tinha ido levar um release alguma coisa deste tipo,
porque assessor de imprensa conhece como funciona uma
redação e sabe o melhor horário pra
chegar.Depois vi o Tavares ir bater o cartão-ponto
e entendi logo que ele tinha tido mais uma ´recaída´e
voltado à velha redação do Correinho.
- O Telmo( Flores,editor-chefe) me chamou pra subsituir
aquela guria que morreu, a Bete,disse Tavares.
Eu aceitei apenas por um mês. Depois fui ficando,
e estou acho que uns 3 ou 4 anos de novo aqui,concluiu.
Tavares não cozinha na primeira fervura. Ele deve
ter entrado e saído da Caldas Junior, seguramente,
umas três ou 4 vezes, isto que eu me lembre.Também
não é do meu conhecimento que Tavares tenha
freqüentado a redação de algum outro
veículo a não ser do Correinho e da rádio
Guaíba. Fez sim assessoria de imprensa para empresas(
uma imobiliária) e entidades de classe( como o
do Sindicato dos Frigoríficos do RS) e depois da
quebra da Caldas Junior, na década de 80, foi cuidar
de uma ferragem que herdara da família no bairro
Petrópolis. Como eu morava (ainda resido) naquele
bairro, aos sábados lhe fazia uma visitinha na
loja pra recordarmos quanto éramos concorrentes
- eu pela ZH, ele pelo Correio - e dávamos furo
um no outro.
Roberto Silveira Tavares nasceu em 26.11.1953 em Porto
Alegre (é um dos poucos nascidos na capital que
militam nas redações que eu conheço).
É filho de Wilson Silveira Tavares e de Delva Terezinha
Tavares.Se não me engano, seus pais são
do bairro Petrópolis, ou a família sempre
morou ou teve comércio naquele bairro classe média
da Capital.
Hoje no Correinho é editor da página de
Cidades do Interior. Sei que é irmão e que
esta condição o tirou certa vez de uma grande
enroscada.
Da série,
a vida como ela é...
De inimigos a amantes...
Os fatos aqui narrados são fantasiosos.
Qualquer semelhança com fatos reais é mera
casualidade.
Uma jornalista trabalhava num jornal tipo tablóide
tinha um noivo que costumava buscá-la na redação,
no final do expediente.
A redação era comandada por um secretário,
metido a comedor,e o noivo tinha o mau hábito de
ir buscar sua noiva antes que ela tivesse concluído
seu trabalho. O noivo,então,ficava fazendo tempo
pela redação. Um dia, o secretário
do tablóide enlouqueceu e deu um esporro no noivo-visitante.
Não apenas deu um esporro, correu-o e proibiu-o
de voltar lá.
Ficou feia a coisa...
A situação ficou chata porque a jornalista
era protegida do dono da empresa. A solução
foi transferi-la para outro jornal,este standart, do grupo.
Passou-se o tempo e o secretário metido a comedor
envolveu-se numa confusão qualquer e também
foi transferido para a redação do jornal
standart.
Os coleguinhas ficaram torcendo, à espreita de
um novo conflito entre os dois. A queridinha do patrão
trabalhava de manhã, porque à tarde era
chapa-branca do Estado. Para o secretário-comedor
não ter redução de salário,
foi mantido como secretário no jornal standart,
da manhã.
As duas figurinhas voltaram a trabalhar no mesmo jornal,
no mesmo turno...Tudo pra ter um encontro explosivo.
Para calar a boca dos fofoqueiros de plantão da
redação - aliás de ambas as redações
- os dois que se odiavam desde o episódio da defenestração
do noivo dela, acabaram se tornando amantes.Sim,senhor.
Do ódio, ao amor.
O secretário-comedor ninguém sabia se era
ou não casado, mas ela era.
O complicado é que ela era casada com um juiz do
trabalho, de tal sorte que os fofoqueiros viviam dizendo
que a empresa perdia as ações na justiça
por causa do affair dela.Vai ver o marido era corno-manso.
Mais adiante, ela separou-se do juiz e finalmente virou
a " fixa" do secretário-comedor que já
trabalhava em outro jornal da mesma empresa. Ele saía
no fim da tarde,(agora era sua vez de cumprir o ritual)
para ir buscá-la no trabalho e aproveitava segundo
falava para os colegas, para dar uma "faturada".
Uma vez,disse aos colegas, deu uma faturadinha em pé
mesmo...
Imprensa NÃO
prestigia lançamento do Prêmio ARI de Jornalismo
Nenhum editor dos jornais,rádios
ou tevês que vão ganhar os prêmios
ARI de Jornalismo deste ano compareceu ao lançamento
do Prêmio ARI de Jornalismo lançado no último
sábado,dia 08/11/2008. Nem repórteres,ou
cinegrafistas. Só irão mesmo no dia de receber
o cheque.
Coleguinhas
"Sala" I
O " Sala de Redação" da Rádio
Gaúcha, não foi apresentado ao vivo durante
a feira do livro de Porto Alegre. Segundo um dos integrantes,
o Guerrinha, Adroaldo Guerra Filho, confessou ao editor
do site Brasil Imprensa Livre, Vilnei Herbistrith,não
foram com medo de que algum maluco fizesse alguma bobagem.
" Sala" II
Anos atrás, o Sala completo foi se apresentar na
ARI durante os setenta anos da entidade. E o vice - presidente
Ênio Rockembach, como medo de que uma " multidão"
se aglomerasse na frente do prédio da entidade,
junto ao viaduto da Borges de Medeiros, pediu reforço
de4 policiamento a Brigada Militar, Resultado: não
foi nenhum popular tumultuar a entrada dos astros no prédio
da ARI.
A chefe da Agência da Assembléia
Legislativa o Estado,Núbia Silveira,não
foi ao trabalho entre 3 e 7 de novembro passado. Ou estava
doente, ou finalizando o livro sobre Cyro Martins.
* Foi Mário Santarosa quem deu
o "empurrão" que faltava pra diretoria
da ARI procurar a diretoria do Banrisual e fechar o lançamento
do Prêmio ARI de Jornalismo. Estava tudo parado.
Abro o blog do Emanuel Mattos e vejo
que como ele não pode vibrar com a vitória
da Manoela em Portinho, tá vibrando com a dos Democratas,
nos States. Tá bom...
José Weis pediu, na quinta,dia
6/11, demissão do cargo que ocupava na ARI. Era
suplente de Mário de Rocha. O Zé fazia o
jornal Versão, mas também perdeu este trabalho.
Profissionais do
rádio contam suas memórias
Na próxima terça-feira,
dia 11 de novembro, às 18h, na Sala Leste do Espaço
Santander, os radialistas Carlos Alberto Carvalho e Luiz
Carlos Vergara Marques estarão na 54ª Feira
do Livro de Porto Alegre, contando suas memórias
profissionais e casos pitorescos ocorridos nos bastidores
das emissoras de rádio de Porto Alegre durante
as décadas de 50 e 60. Carvalho e Vergara terão
como debatedores os organizadores da obra “A História
do Rádio Porto-Alegrense contada por quem a fez”,
os professores Sérgio Stosch e Andréia Athaydes,
e o presidente da ARI, jornalista Ercy Torma.
Após, às 20h30min, na barraca
dos Autógrafos, Stosch e Athaydes autografam a
publicação, oriunda do programa “Venha
Ouvir os Din(d)os antes que Desapareçam”,
promovido pela Associação Riograndense de
Imprensa nos anos de 1995 e 1996. Nesse programa, foram
colhidos depoimentos de vários radialistas, cujas
memórias foram gravadas em áudio e vídeo,
a fim de garantir para as novas gerações
de profissionais o armazenamento de informações
acerca do rádio porto-alegrense nas décadas
de 50 e 60. Assim, nas páginas da “A História
do Rádio Porto-Alegrense contada por quem a fez”,
o leitor encontrará os depoimentos de Soares Amoretti,
Floriano Corrêa, Armindo Antonio Ranzolim, Vergara
Marques, Manoel Augusto Godoy Bezerra, Antonio Carlos
Porto, Ruy Carlos Ostermann, João Carlos Belmonte,
José Matzembacher, Flávio Dutra e Flávio
Alzaraz Gomes, Sérgio Zambiasi, Dilamar Machado,
Sayao Lobato, Paulo Deniz, Augusto Alves, Glênio
Reis, Nelson Cardoso, Sérgio Reis, Ari Rego, Carlos
Alberto Carvalho, Júlio Rosemberg, José
Salimen Júnior, Sadi Nunes, Ester Castro, Jane
Machado, Dorothi Camargo, Rui Gallo, Breno Futuro, José
Júlio Krebs, Holmes Aquino e Serrão Vieira.
A obra é publicada pela Editora
da ULBRA e está sendo vendida na 54ª Feria
do Livro de Porto Alegre por R$ 29,00, nos estandes da
ULBRA e da ARI.
Eu x Eles - Coleguinhas

O " frei" Remussi falava em latim
Natural de uma pequena cidade aos arredores
de Lagoa Vermelha,( não lembro com exatidão
o nome, não sei se é Esmeralda, Cacique
Doble, mas é por ali) ou seja, ele é da
Grande Lagoa, o Elvino Remussi só podia mesmo ter
virado frei.Tem outro padre entre os coleguinhas, este
muito mais famoso, mas ele se invoca quando se o lembra
de sua ex-condição de religioso do passado.
Lagoa Vermelha e os arredores é uma fábrica
de freis e de padres.Só escapou do seminário
quem nasceu em Lagoa e que eu conheço foi o brilhante
advogado criminalista,Nereu Lima.
Remussi nasceu em 18.02.1932 filho de Vergínio
Remussi e de Angela Pavan.É casado com a Kátia(nascida
em 30.09.1941) e tem a filha Sandra Márcia( nascida
em 20.10.1965).
Antes da SMT, Remussi trabalhara no Palácio Piratini,
na assessoria do governador Synval Guazzelli. Remussi
contou-me muitas boas histórias do ex-governador
Guazzelli, umas que dá pra publicar, outras não.Entre
as publicáveis, está uma de que quando Guazzelli
ia pegar o avião pra viajar pro interior do Estado,visitando
comunidades e municípios costumava colocar algodão
nos ouvidos pra não ouvir o barulho do motor da
aeronave. Quando o avião descia, Guazzelli tirava
o algodão dos ouvidos e o entregava a Remussi.
E fez questão de lembrar-me o Remussi:
- Guazzelli adorava entrar nos botecos e tomar uma cachachinha
no meio do povo.
Remussi ingressou no jornalismo não como repórter
ou redator. Isto porque antes foi frei mesmo.Remussi ingressou
na Cia Jornalistica Caldas Junior, na Folha da Tarde,
como secretário do Departamento de Promoções.Quando
ele lá entrou, o telefone da empresa era 4.45.55,assim
mesmo apenas cinco dígitos.
Eu conheci o Remussi quando ele era assessor de imprensa
na Secretaria Municipal dos Transportes(SMT) na gestão
do secretário Jarbas Luis Macedo Haag, nos anos
70,sendo prefeito Guilherme Socias Villela.
Jarbas, um professor de administração de
empresas na PUC tinha( e tem uma vasta cultura). É
natural de São Sepé. Ele e Remussi exercitavam
seus conhecimentos de latim trocando algumas palavras
naquela língua morta no expediente da SMT.
Os corredos de ônibus
Betto Botega, hoje dono da agência Replay, trabalhou
como estagiário na SMT nos anos 1976/77/78/79 e
lembra que a assessoria de imprensa de SMT tinha que produzir
um "release" por dia que era enviado a imprensa
da prefeitura municipal,então chefiada por Pedro
Chaves. Trabalhavam lá nesta época, todos
chefiados pelo Remussi, duas Betis, uma " preta"
e uma " loira". Quando alguém ligava
pra lá pra falar com a Beti, a telefonista perguntava:
- A Beti preta ou a loira.
A Preta era a Elizabeth Macedo Ferreira(parente do secretário
Jarbas)
a loira era Elizabeth Brezolin( natural de Santa Bárbara
do Sul).Na imprensa também trabalhava o "
Lumumba"( Gilberto dos Santos) que era um bom redator.
Jarbas Macedo Haag, que fora capitão do Exército,
mantinha uma disciplina quase de quartel dentro da SMT.Não
recebia ninguém sem hora marcada. Sua agenda era
cumprida com rigor. Os empresários de ônibus
também não fugiam à regra e eram
recebidos pelo secretário com agendamento.
E por isto mesmo instituiu uma entrevista coletiva semanal.
Afora disto, não dava nenhuma entrevista. Quem
quisesse saber algo,teria dificuldades. A coletiva era
sempre às terças, 13h30min.
" Lá vem o Olides atravessando a pinguela
com sandálias franciscano e com a camisa aberta"
ironizou o Beto Bottega na manhã primaveril de
sexta-feira última,dia 7/11,enquanto sorvíamos
um cafezinho num café do elegante bairro de Moinhos
de Vento, onde fica a Replay.Era o Betto lembrando-se
de como eram as coletivas da SMT.Eu tinha que atravessar
a pinguela da av. Ipiranga porque descia da redação
do jornal, a ZH. E como balançava aquela pinguela!
Os repórteres que as freqüentavam segundo
se lembra o Betto eram a Jandira Feijó( que depois
foi pra ZH e mais tarde foi trabalhar com César
Busatto) Roberto Rodrigues( da rádio Gaúcha)-
hoje em Brasília - Roberto Tavares, pelo Correio
do Povo(o jornal ainda era uma potência) Monteirinho(
Carlos Monteiro) pela Folha da Tarde. Eu lembro-me da
Tânia Regina, da rádio Guaíba ou da
Gaúcha e da Suê Terezinha Duarte,também
da Guaíba(falecida no começo dos anos 2
mil), que também ia lá fazer matérias.
Como assessores de Jarbas Haag, havia uma equipe muito
sólida de técnicos capitaneados por quem
depois viria a montar a estrutura técnica da Associação
dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre(ATP),
o engenheiro Luís Mário Magalhães
Sá.
Betto Botega lembra que também eram realizadas
ali semanalmente as reuniões do Comtu( Conselho
Municipal de Transportes) o que demandava mais trabalho
para eles.
Betto recordou que eles tinham que trabalhar nos corredores
de ônibus durante sua implantação
distribuindo pirulitos aos passageiros que precisavam
ser informados das novidades que estavam sendo impostas
em prática com os novos sistemas de transporte.
" Nós íamos pras paradas de ônibus,
nos terminais, junto aos corredores. Lá tínhamos
que orientar as pessoas porque pra cada cidade que o sujeito
quisesse pegar o coletivo, o ônibus tinha uma letra.Assim,
que eu me lembre era A,B,C,D,disse Betto.
Ele participou da equipe que fez a implantação
dos corredores Farrapos - o primeiro corredor de transporte
coletivo que entrou em prática durante o ano de
1980.E também participou do corredor da av. Cascatinha(
nada a ver com um colunista da praça, cujo apelido
é este...)
Como é óbvio, Remussi está aposentado.
Pelo que sei, andou fazendo um jornalzinho semanal na
sua terra natal. A prefeitura de lá lhe dava uma
mão e ele pegava o ônibus da Unesul pra ir
sempre lá editar o periódico. Como Remussi
também trabalhou um tempo na bancada do PDS na
Assembléia Legislativa do Estado,volta e meia ele
dá uma chegadinha na imprensa pra visitar seus
velhos conhecidos. Do seu tempo, só resta lá
ainda o João Carlos Terlera.
Mas a maior parte do tempo, Elvino Remussi, o repórter
que falava latim passa num sítio que tem em Belém
Novo.
Balaio
Esta do representante da Câmara
Riograndense do Livro na última sexta,dia 07/11
pedir pras princesas da Festa do Pêssego, da Vila
Nova pararem de distribuir pirulitos propagandeando a
festa - na verdade, ficaram com medo de perder público
nos livros - é de cabo de esquadra.
Pediram quase 1 milhão 500 mil reais de dinheiro
público através da LIC e da Lei Rouanett
e agora querem " privatizar" a Praça
da Alfândega.
Quem sabe na próxima feira, fechem a praça
e cobrem ingresso de uma vez, como é feito na Bienal
de São Paulo?
Um calóron de arrepiar e a sala
de imprensa da feira do livro,dia 7/11 continuava com
o ar condicionado estragado.Também não tinha
ninguém da ZH,do Correinho e do JC. Só estudantes
da Unisinos que tomaram a sala pra eles. Por isto acho
que deixaram o ar condicionado estragado, de propósito....
*A sala de imprensa da feira do livro
virou " sucursal " dos estudantes de jornalismo
da UNISINOS. Eles se adonaram do local. E vez que outra
pedem pra ninguém falar porque uma repórter
" vai gravar um boletim pra rádio da Unisinos
".
* Duas e meia da tarde de sexta-feira,7.11,um solaço
de matar e autores independentes autografando ... Adivinhem
quanto público tinha? nenhum....
* A feira do livro de porto alegre está parecendo
uma feira de livro do interior...no bom sentido, pela
pouca presença de público.
Memória
da Imprensa
Pioneiro completou 60 anos dia 5/11/2008
O fundador do Jornal Pioneiro, de Caxias do Sul - Bernardino
Conte - ainda vive.
Ele não reside mais em Caxias do Sul, cidade onde
O Pioneiro tem sua matriz. Bernardino Conte nasceu em
Garibaldi em 21.04.1920. Hoje, reside em Porto Alegre
e segundo seu amigo Frei Rovílio Costa anda "
meio entreverado".
Bernardino Conte é pai do conhecido autor teatral,Júlio
Conte autor da peça de maior sucesso no Estado,
Bailei na Curva.
Bernardino Conte é filho de Júlio Conte
e de Ermelinda Piccinini Conte. Inicialmente sua empresa
se chamava Grupo Empresarial Conte.
Bernardino foi ( ou é) casado com Virgínia
Maria e tem uma filha que se chama Maria Paula.
Nos últimos 10 anos o Pioneiro passou para o controle
do Grupo RBS.
O Pioneiro é um jornal típicamente da região
de Caxias do Sul, e tem também uma razoável
vendagem em Bento Gonçalves,Garibaldi,Flores da
Cunha. Mas não chega muito longe.
Em Serafina Correa,por exemplo, mesmo pertencendo a região
da Uva e do Vinho, o Pioneiro tem apenas 3 assiantes diários:
a rádio Odisséia FM a rádio Rosário
e mais um.
O Pioneiro não circula aos domingos. Sua tiragem
está em média entre 24 a 25 mil jornais
diários.
Papai NOEL A Z
U L !!!!
Não é sacanagem,podes
crer! O Rua da Praia Shopping irá fazer um Natal
diferente este ano. Terá Papai-Noel vermelho e
azul. Isto é pra todos os gostos: todas as terças,
a criançada poderá ir lá tirar fotos
com o papai Noel de sua preferência, gremista ou
colorado!
SCHRODER comandará
imprensa da Assembléia Legislativa em 2009!
De fonte segura:
O jornalista e professor da Famecos da PUC Celso Augusto
SCHRODER - foi presidente do Sindicato dos Jornalistas
do RS durante seis anos - e hoje é diretor da FENAJ
comandará durante 2009 a Superintendência
de Comunicação Social da Assembléia
Legislativa do RS.
Barbosa, um jornalista do quadro da casa,ficará
com a parte do Solar dos Câmara e do memorial.
Já para a parte de publicidade e para o editor
da Agência de Notícias da Assembléia
Legislativa serão dois cargos indicados pelos deputados
do PT - que será o partido que terá a presidência
- Fabiano Pereira e Adão Villaverde.
Na Semana do Hoteleiro,
ABIH RS elege personalidades para "AMIGOS DOS HOTELEIROS"
No dia 9 de novembro os hoteleiros comemoram
seu dia, que marca a fundação da entidade
nacional, ha 72 anos.
Em cada uma das 26 unidades da federação
brasileira, as estaduais realizam alguma ação
para marcar esta data. No Rio Grande do Sul a ABIHRS marca
a data com duas ações, uma política
e outra social. Na área social, hoteleiros servirão
café da manhã para crianças carentes
em todo o estado e na área política, elege
nomes para receberem a distinção de "AMIGOS
DOS HOTELEIROS DO RS", destinado a prestar reconhecimento
a personalidades públicas ou privadas que contribuíram
com a modificação da realidade do futuro
da hotelaria no Estado.
De uma lista de nove nomes submetidos inicialmente, foram
eleitos:
José Heitor de Souza Gularte -
Secretário Estadual de Turismo, Esporte e Lazer
- Pela criação do Fundo de Turismo do Estado
José Fogaça - Prefeito da capital do Estado
- Pela criação da Secretaria Municipal de
Turismo de Porto Alegre
Deputado Federal Carlos Eduardo Cadoca - Pelo sucesso
na relatoria da Lei Geral de Turismo
Marta Rossi e Silvia Zorzanello - Por seu histórico
de parcerias com a ABIH Estadual, tais como a realização
do Congresso da ABIH Nacional em 2001 e a realização
de vinte edições do Festival de Turismo
de Gramado, que tornou-se uma referência mundial
e tem grande importância para os hoteleiros da Região
das Hotrtênsias diretamente e para todo o estado
de forma geral.
Os eleitos foram convidados para receber
seus reconhecimentos na reuinião-jantar de encerramento
do ano da entidade, na cidade de Torres, no litoral norte
gaúcho, no próximo dia 27 de novembro.
Paulinho Boa-Nova
perambulando pela feira
Paulo Boa-Nova, publicitário
e inventor, estava na quinta,dia 06/11,passando de barraca
em barraca entrevistando gente que freqüenta a feira
do livro.Ele disse que apresentaria no seu programa na
rádio Pampa, AM,entre 19 horas e 22 horas, as entrevistas.Ele
está na praça apresentando seu programa
neste espaço durante a 54 feira do livro de Porto
Alegre! Grande Paulinho do IAPI!
Coleguinhas
* Na coletiva da diretoria do SETCERGS,
na manhã do dia 06/11, a repórter da TVE,
Marta Krocth, agitou pra caramba.
Melhor seria dizer, perturbou os colegas.
O assunto era renovação do contrato dos
pedágios, mas a coleguinha " exagerou".
Deve ter " baixado" o espírito da Glória
Maria por aqui...
E um dos câmaras não fazia segredo:
- estou com cabelos brancos já de tanto que ela
incomoda.
Ninguém disse nada, é claro.
Balaio
Aconteceu na 54 Feira do Livro de Portinho
* Engraçado mesmo foi numa palestra de um francês
- uma sumidade - que veio bater aquele papo sobre maio
de 68 e a crise atual ( estes caras ganham fortunas prognosticando
o fim da humanidade e falando mal do capitalismo. Que
belo assunto estão a explorar há anos,hein....)
no Memorial no dia 05/11, a partir das 19 horas dentro
da programação da Feira do Livro de Porto
Alegre.
Na entrada,todos de aparelhinho. Tinha que deixar documento.Só
que o gajo quando lhe tocou falar, foi de um " portunhol"
mesmo.
Só falou em francês clássico quem
o apresentou.
E o tal palestrante falou umas 10 vezes o nome de Nicolas
Sarkozys - o presidente do país dele -. Acho que
ele queria era ser o presidente mesmo. Os socialistas
franceses ainda não engoliram terem perdido as
eleições. Mas democracia não é
isto mesmo?

Omar Ferri atrás do livro
do seqüestro dos uruguaios!
Encontrei,na quinta,dia 6/11 o advogado
Omar Ferri que foi figura central no episódio do
seqüestro dos uruguaios. Falei-lhe do livro do Cunha
e ele nem sabia do lançamento:
- Onde é que tem pra comprar? quis saber.
30 anos depois...
o seqüestro dos uruguaios Lilian e Universindo
Na próxima quarta-feira, o dia
em que se completam 30 anos do "Seqüestro dos
Uruguaios" praticado pela repressão gaúcha
articulada com as ditaduras integrantes da Operação
Condor, em 12 de novembro de 1978, na rua Botafogo e na
rodoviária de Porto Alegre, o Movimento de Justiça
e Direitos Humanos e a OAB/RS promovem homenagem/desagravo
aos seqüestrados Lilian Celiberti e Universindo Rodríguez
Diaz, e ao advogado Omar Ferri de destacada atuação
para que os uruguaios permanecessem vivos.
Francesca Celiberti Cassariego, filha
de Lilian e que, ainda criança, também foi
vítima do seqüestro perpetrado pela Operação
Condor, estará presente ao ato, acompanhada de
seu filho Luan, com 3 anos de idade, assim como Carlos
Iván Rodríguez Trías, filho de Universindo.
Marcando o fato que abalou a ditadura
brasileira, serão entregues aos homenageados esculturas
e placas com a inscrição "Por La Libertad
y Por La Democracia!". Logo após o ato, será
exibido o documentário "Cone Sul", com
29 minutos de projeção, de João Guilherme
Barone e Enio Staub, ganhador de Kikito do Festival de
Cinema de Gramado de 1985, seguido de intervenções
dos homenageados.
30 anos depois, o Seqüestro dos
Uruguaios
Dia 12 de novembro, quarta-feira
Às 20 horas
Auditório da OAB/RS
Rua dos Andradas, 1261 – 9º andar
Porto Alegre - RS
Relacionamento
com cliente e presença regional são destaques
da Marcopolo na Fetransrio 2008
Ônibus rodoviários e urbanos
estarão também nos estandes das montadoras
A presença no Rio de Janeiro e
região Sudeste e o estreitamento ainda maior do
relacionamento com os clientes são os temas da
Marcopolo na 7ª FetransRio, importante feira do segmento
que acontece na Marina da Glória, no Aterro do
Flamengo, RJ, entre os dias 12 e 14 de novembro. A fabricante
expõe quatro veículos rodoviários,
sendo três Paradiso 1200, com diferentes chassis,
e um Ideale 770, e os urbanos, Viale e Torino.
Segundo Paulo Corso, diretor de operações
comerciais para o mercado brasileiro, o objetivo da Marcopolo
na FetransRio 2008 é se aproximar ainda mais dos
clientes e destacar as vantagens dos modelos da marca.
“Outro fator muito importante é que vamos
aproveitar o evento para mostrar para os principais frotistas
e empresários o elevado nível de qualidade
da nossa fábrica da Ciferal, em Xerém. A
unidade é dedicada à produção
de modelos urbanos, tem recebido investimentos significativos
e começou a produzir também o Senior Midi,
grande sucesso nas regiões Sudeste e Nordeste”,
explica Corso.
No estande da Marcopolo serão expostos ônibus
rodoviários destinados as empresas locais Expresso
Guanabara, Real Brasil, Viação 1001 e Pegaso.
Para as três primeiras, veículos Paradiso
1200 com diferentes configurações e conjuntos
mecânicos - Mercedes Benz O500RS, Scania K124 6x2
e Volvo B9, respectivamente-e ainda um Ideale com chassi
Volkswagen 17230.
25 anos do urbano Torino
O ônibus urbano Torino será outra atração
da Marcopolo no evento. Modelo mais vendido no Brasil
com cerca de 30 mil unidades produzidas, comemora os 25
anos de seu lançamento. As unidades expostas foram
destinadas a Viação Alpha e a Rio Ita. Em
sua quinta geração, as características
do Torino fazem dele o produto de maior valor de revenda
e excelente relação custo/benefício,
reconhecida pelos empresários do setor de transporte
urbano de passageiros, mantendo sua identidade de produto
agradável e competitivo no mercado.
O Viale, destinado a ABC Transportes, apresenta visual
diferenciado, com linhas arredondadas, seguindo tendências
mundiais. O veículo se destaca pelas portas de
perfil envolvente que seguem a linha da carroceria, e
pela excelente visibilidade para o motorista. Maior conforto
interno, segurança e facilidade de manutenção
dos componentes mecânicos são outros diferenciais.
Transportadores
de carga estão contra prorrogação
dos contratos de pedágio
Numa coletiva realizada na av. S. Pedro,1420,no
final da manhã do dia 06/11, diretores da Federação
das Empresas de Logística e Transporte de Cargas
do Rio Grande do Sul e do próprio Setcergs apresentaram
sua posição contrária à renovação
por 20 anos dos contratos dos pedágios do RS,como
a governadora do Estado,Yeda Crusius propôs enviar
à Assembléia Legislativa pra aprovação.
É o chamado " Duplica RS". "Na verdade
os contratos findam em 2013." Porque renovar a concessão
agora? " questionou Paulo Vicente Caleffi, da Fetransul,
que foi porta-voz do setor.
O presidente do Setcergs, Sérgio Gonçalves
Neto manteve-se calado o tempo todo.
O que chamou a atenção foi a presença
de dois deputados estaduais; um Francisco Áppio(
do PP)- que já apresentou programas de rádio
em Vacaria no começo de sua carreira,sempre foi
ligado aos caminhoneiros - e da deputada Marisa Formolo(PT)
da região de Caxias do Sul.
Concessionária vendida
Segundo Paulo Vicente Caleffi, uma das principais concessionárias
de rodovias do Estado, a Univias, foi vendida a um grupo
paulista." Porque compraram se sabiam que a concessão
terminaria em 2013? Será que já tinham a
certeza de que o contrato seria prorrogado por mais 20
anos?" questionou Caleffi, que foi quem bateu duro
na coletiva.
No começo da conversa com os jornalistas, Caleffi
disse que os donos de caminhões não estavam
ali em defesa própria e sim do " Estado do
RS".
" Muita carga que vem de Vacaria ou de outra região
ao invés de ir a Rio Grande e sair pelo porto local,está
sendo levada a Santa Catarina" disse Caleffi.
" Favoráveis" ao pedágio
Caleffi disse que os transportadores são favoráveis
a existência do pedágio, não,porém
na forma atual.Eles acham o pedágio muito caro
e sustentam que o valor arrecadado não está
retornando para benefício das rodovias pedagiadas.
- A governadora foi eleita pelo povo,alertou Caleffi.
O presidente da Fetransul disse que os transportadores
são favoráveis a existência dos pedágios
comunitários, como os que foram implantados em
Portão, Campo Bom e Coxilha.
Novo diretor
Caleffi disse ainda que será empossado nos próximos
dias um novo diretor do DAER, Vicente Paulo Britto "
que é oriundo de assessorias das concessionárias".
Este novo diretor, conforme Caleffi, tem sua origem no
DNIT.
Caleffi disse que os transportadores vão brigar
na Justiça contra a renovação dos
contratos dos pedágios. " Há 10 anos
que estamos sendo prejudicados. Preferíamos agüentar
mais cinco anos e depois mudar" disse o presidente
da Fetransul.
Pesquisa.
Contratada pelos transportadores de carga, uma empresa
especializada, Suzana Sá, fez uma pesquisa sobre
o grau de satisfação dos usuários
de rodovias pedagiadas. Conforme a diretora da empresa
que fez a pesquisa ela foi colhida junto a restaurantes
e postos de gasolina localizados nas cercanias das praças
de pedágio, ou seja, com usuários que haviam
acabado de passar a cancela e estavam parados.A pesquisa
foi feita em fins de julho e começo de agosto passado.
Foram entrevistados 900 usuários. Os dados principais
da pesquisa mostraram que 88,6 por cento dos entrevistados
acha caro ou muito caro o valor pago; já quanto
ao valor do pedágio comunitário (administrado
pelo DAER composto pelas praças de Portão,Campo
Bom e Coxilha) 44,4 por cento dos entrevistados disseram
ser ele muito caro,ou caro.
Quanto ao polêmico item da renovação
antecipada dos contratos de pedágio - os contratos
vencem em 2013 mas a governadora do Estado está
propondo que sejam renovados por mais 20 anos em troca
de uma série de benefícios para as rodovias
- a pesquisa encomendada pelos transportadores rodoviários
mostrou que 96,1 por centro é contra.
A pesquisa indicou ainda que a melhor opção
para manter as rodovias sob pedágios são
os pedágios comunitários. Este item tem
78,9 de indicação.
O coleguinha Lauro
Dieckmann explica a charge do Hoff!
Aquele desenho do Hoff tem um detalhe:
a Célia Ribeiro, mulher do Lauro Schirmer e colunista
de moda da ZH, dizendo "Primeiro, as debutantes".
Quem eram as "debutantes"?
O termo surgiu na Fabico, para designar as gurias que
ficavam nas primeiras filas das aulas, geralmentes originarias
das famílias da alta burguesia porto-alegrense.
Elas não se envolviam com os "pobres",
eram estudiosas e tiravam as melhores notas.
O fim dos anos 60 e o início dos anos 70 do século
passado foram a "época da comunicação".
Virou moda, por isso, entre as meninas ricas, fazerem
vestibular para jornalismo ou publicidade/propaganda.
A maioria acabava casando e esquecendo a fantasia, mas
algumas até chegavam a arrumar emprego nos jornais.
Algum carinha que estudava na Fabico e trabalhava na ZH
(talvez o Amauri?) importou o apelido das gurias para
a redação.
O seqüestro
dos Uruguaios
O colega Najar Tubino mandou-me pequeno
depoimento sobre o affair. Esclareço que os nomes
citados têm o mesmo espaço pra dar sua versão
dos fatos. O editor.
" Porto Alegre, 04/01/2008
Há 30 anos atrás, eu, NAJAR TUBINO, participei
da investigação do seqüestro dos uruguaios,
Lilian Celiberti e Universindo Dias. Como repórter
investigativo, participante da COOJORNAL, fui em busca
dos autores do seqüestro. Na época conhecia
o tenente da Aeronaútica, Mário Ranciaro,
considerado por muitos como um maluco. Ranciaro conhecia
todos os integrantes do sistema de informações
da ditadura militar.
Fazia isso na Rua da Praia.
Ele gostava muito de mim, na épóca, eu tinha
23 anos. Quando aconteceu o seqüestro da Lilian e
do Universindo, estava na Coojornal. Era uma sexta-feira.
O Osmar Trindade falou pra mim:
Recebi um telefonema de São paulo e preciso ir
na sucursal da Veja, comandada na época por Luiz
Claúdio Cunha.
Era o tal do seqüestro dos uruguaios. Isto aconteceu
numa sexta-feira mas o telefonema que o Trindade recebeu
foi na segunda, ou seja, 3 dias depois.
Pra resumir: o jornalista Luiz Claúdio Cunha há
muitos anos divulga uma versão mentirosa sobre
este fato.Por enquanto só vou falar isso, num depoimento
escrito ao jornalista Olides Canton.
NAJAR TUBINO
Reg. Prof. 5382/ MTB-RS"
Caloron
Ontem,dia 05/11, na sala da imprensa
da Feira do Livro estava um caloron que vou te contar....
O ar condicionada estava estragado....
Eu x Eles - Coleguinhas

" O senador" Xuvisco!
Nascido em Porto Alegre, - filho de Octacílio
Correa da Fonseca e de Gely Gonçalves da Fonseca
- no bairro do IAPI, em 29.10.1954, Luiz Gonçalves
da Fonseca é conhecido entre os coleguinhas por
" Xuvisco".
Antes, no começo dos anos 70, formava uma dupla
inseparável com sua namorada de então, -
depois futura esposa, com quem teve três filhas
mulheres, a mais velha chamada de Rinália, que
chegou a ser modelo - a Leila Marise( nascida em 28.07.1955
em Blumenau).Nesta época, a Leila, formou uma espécie
de "rainha da magrinhagem" que ia a Garopaba.
Conheci Xuvisco por esta época em shows de rock
no auditório Araujo Viana, e nas quebradas da Osvaldo
Aranha durante as madrugadas em que quase não dormíamos.
Que saudades da juventude! O engraçado é
que nesta época eu tinha mais a ver com a Leila
do que com o Xuvisco. Naqueles anos, perdoem-me, ninguém
o conhecia por Xuvisco. O Xuvisco era " Porquinho".
Quem lhe deu este apelido não sei, mas acho que
o herdou da magrinhagem (como dizia o Antônio Carlos
Contursi) do bairro.O colega Sérgio Becker, aquele
das manchetes inusitadas, ainda hoje quando fala de Xuvisco,
se refere a ele por " Porquinho"!
A profissão!
Xuvisco começou na Folha da Manhã ( Rua
Caldas Junior,219) como repórter. Nesta época
residia na av. Assis Brasil,1039.
Depois foi levado para a Zero Hora nos anos em que a chefe
de reportagem era a Otília Riet, que lhe deu muita
força e o deixou crescer principalmente cobrindo
o sindicalismo, que estava começando a se rearticular
na segunda metade dos anos 70.Junto com o " Diabão"(Fernando
Saes) formaram nos anos 70 uma dupla de repórteres
que cobriam principalmente a área sindical, já
que como os sindicatos( somente funcionaram os sindicatos
pelegos durante a ditadura) estavam começando a
se rearticular, a imprensa estava totalmente descoberta
neste setor.
Xuvisco foi várias vezes cobrir eventos sindicais
nesta época e um dos acontecimentos que ele deu
cobertura foi a Enclat, em Santos,São Paulo, onde
começaram a despontar lideranças sindicais
como o Joaquinzão e outros que tiveram muita participação
no futuro das relações trabalhistas no Brasil.
Dono de Jornal
Um dos orgulhos do Xuvisco - estes dias ele me prometeu
que vai mandar a coleção, mas até
agora não o fez -foi ter editado um jornalzinho
chamado BOLIVROS, juntamente com o vendedor de livros,
Bolívar. Neste jornalizinho ele chegou a entrevistar
até o atual Prêmio Nobel de Literatura, José
Saramago, o que,convenhamos, pruma publicação
meio que restrita, é um feito e tanto.
Só um bom e obstinado repórter consegue
isto.
O BOLIVROS avabou quando o Bolívar parou de financiar
a publicação. Xuvisco ainda fez uma tentativa
de mantê-lo com publicidade das livrarias mas aí
enfrentou um fato que é crucial na mídia
pequena: uma livraria não o distribuía na
sua loja porque tinha a propaganda da concorrente.
Assessor de político
Xuvisco foi então ganhar a vida trabalhando em
assessorias de imprensa. O atual deputado federal Eliseu
Padilha era no governo de Antônio Britto Filho secretário
do Trabalho e Ação Social e sua assessora
a "Jô" levou Xuvisco para lá.
Depois de trabalhar com o secretário
do Trabalho, Eliseu Padilha, " Xuvisco" - Luís
Fonseca - foi levado pela Isara Marques a trabalhar no
gabinete de Comunicação Social do Palácio
Piratini.
Ali Xuvisco foi designado a trabalhar com o Chefe da Casa
Civil, Deputado Federal,Nelson Proença. No dia
da apresentação,Isara teve que abrir o jogo
ao chefe da Casa Civil:
- Deputado, este é o Xuvisco que vai trabalhar
com o senhor...
Proença, que é formal, ficou sério.
Como assim, Xuvisco.
Isara explicou ao deputado:
- O nome dele é Luís Fonseca mas todos os
colegas o conhecem por Xuvisco.
Proença reuniu então seus assessores mais
próximos e informou:
-Olha pessoal, este é o Xuvisco que vai trabalhar
aqui com a gente.
Em Brasília
Mas o grande salto do Luís Fonseca para trabalhar
com políticos nasceu de uma experiência que
a Isara Marques, como chefe de imprensa do Palácio
Piratini,precisou fazer. Carlos Sávio não
iria mais assessorar o senador Pedro Simon e Isara precisava
encontrar um substituto.
Pegou o Xuvisco por acaso. Ele agarrou a oportunidade
com as duas mãos dentro daquele provérbio
gaúcho de que cavalo encilhado não passa
duas vezes.
Em 1998, Xuvisco trabalhou na campanha do senador Pedro
Simon ao Senado e depois mudou-se pra Brasília,onde
está até hoje. Volta e meia vê-se
o outrora " Porquinho" caminhando por Porto
Alegre, nos feriadões, ou então durante
a feira do livro como acontece agora.
" VAI PRA CASA,PADILHA"!!!!
Xuvisco há muitos anos separou-se da primeira mulher,
a Leila. Por conta da beleza da Leila, havia na redação
da ZH, uma piadinha. O então editor de Turismo
do jornal, o Luiz Gonzaga - também chamado nas
hostes de " GonzagaTUR" - quando via a Leila
ir buscar o Xuvisco na redação, gritava
bem baixinho:
- VAI PRA CASA PADILHA!!!!!!que era o bordão que
o humorista Jô Soares usava no programa " Planeta
dos Macacos" quando mandava um personagem pra casa.
Xuvisco nunca se importou com isto. Sempre levou na boa...
Sua atual esposa- que não conheço - tem
o nome de Maria do Céu.
Pra agüentar o " velho Xuva de guerra"
só sendo do Céu, mesmo comentou um gaiato,
numa rodinha estes dias durante a 54 Feira do Livro de
Porto Alegre.
Coleguinhas
* Ontem,dia 5/11, o presidente da ARI,Ercy
Torma, depois de vários dias no estaleiro,visitou
novamente a entidade.O zelador do prédio, Adolar,
foi recepcioná-lo até a rua Fernando Machado.
* Núbia Silveira está há
dois dias sem aparecer no seu trabalho na imprensa da
Assembléia Legislativa. Pra Núbia não
ir trabalhar, vou ti contar..
* Os Ecojornalistas - também chamados
de ECOCHATOS, já não dividem sala no Sindicato
dos Jornalistas. Mudaram-se pra chamada Casa do Jornalista,
isto é, a sede da ARI, na Borges de Medeiros, 911.
A vida como ela
é....
Os fatos narrados são mera fantasia.
Qualquer semelhança com a realidade é pura
coincidência.
Caso de hoje:
O "aspone" queria a coleguinha... mas levou
um cano...
Feira do livro de Porto Alegre, muita gente por motivos
profissionais vem a Porto Alegre.
Eis que um aspone - aquele assessor de porra nenhuma -
andava pela Capital Sorriso, como era antigamente era
conhecida Porto Alegre.
Os aspone foi na repartição pela manhã...sabe
como é estava em serviço.
Convidou a coleguinha pra se encontrarem num barzinho
no final da tarde:
- Lá pelas 7 da noite,disse ele.
- A, mas me telefona.
O coleguinha achou que era tiro dado jacu deitado...
Nada disso.
No outro dia, na repartição alguém
lembrou a coleguinha:
- Como foi a noite ontem?
- Nada, não fui.
Ela deu um cano....
Eu X Eles - Coleguinhas

Arthur " Loco" era excelente repórter
de economia!
Foi meu colega apenas dois meses em 1974
quando eu trabalhava na Reportagem Policial da Folhinha
da Manhã e ele era repórter de economia.
Mas poucas vezes falamos na redação.
De noite, às vezes, nos encontrávamos no
Bar Alaska, ali na esquina Maldita - alguém que
quisesse fazer um livro sobre a Osvaldo Aranha daqueles
tempos faria uma bela viagem no tempo. Já tentei
ler um que a Secretaria Municipal da Cultura encomendou
mas não passei da primeira página.
Arthur Tadeu D. MONTEIRO - conhecido entre os coleguinhas(
os mais antigos, é obvio, por " Arthur LOCO",
ou Tadeu, ou ainda outros apelidos não publicáveis
- nasceu em Porto Alegre, em 27.05.1947 filho de Felix
A. Monteiro Junior e de Maria Dutra Monteiro.
Começou sua carreira profissional no Jornal do
Comércio onde foi chefiado por Paulo Renato POLI(
conheci o Poli no Diário de Notícias). Depois
Arthur foi ser o excelente repórter de economia
que todo mundo conhecia na Folhinha da Manhã, no
tempo que cobrir outros setores do jornal, afora Esportes,
era perigoso.
E tinha dentro da redação, me disseram quando
lá ingressei em fevereiro de 1974 dois informantes
do DOPS. Um dia eu escrevo sobre isto...Não é
nenhuma ameaça.
Nesta época Arthur esteve casado com a colega Vera
Zílio, com quem teve uma filha.
No meu livro Pauta, o Avesso das Redações
conto que numa sexta-feira de carnaval Arthur estava na
sacadinha do prédio da Caldas Junior e chegou pro
Isnar Ruas(pai do vereador Pedro Ruas, hoje Isnar é
dono da Intermédio) e avisou:
- Vou sumir neste carnaval.
Sumiu. Ficou fora os quatro dias de folia do Rei Momo.
Na quarta-feira de Cinzas,segundo me contaram, ele chegou
em casa. A esposa, Vera, já tinha aprontado a mala.
Quando Arthur tentou ingressar no seu lar, ela lhe entregou
a malinha...( Não disse " vai que é
tua Taffarel" porque a expressão,criada por
Galvão Bueno, da TV Globo, ainda não existia.)
Os colegas que cobriam o setor junto com o Arthur, na
década de 70, contam muitas histórias deles.Mário
Santarosa é um deles. É que algumas são
impublicáveis e corro risco de processo. Ele não
se importaria, porque o Tadeu é muito gozador,
no bom sentido...Quems sabe muita histórias do
Tadeu são seus parentes, o Fuscaldinho( que é
seu sobrinho) e o Juan Higueras( o Juanito) que até
hoje trabalha na imprensa do Trensurb. Juanito me contou
uma de Tadeu e Rogério Mendelski numa praia mas
é mais uma das impublicáveis. Deixa pra
lá.
Mas atenção: as " loucuradas"
do Tadeu não queria dizer que ele não era
excelente repórter. Cobria Sunab, Instituto de
Carnes( onde se dava muito bem com o então presidente
General Gastão Pereira dos Santos, irmão
do vice-presidente da República, General Adalberto
Pereira dos Santos)
entre outros setores como a própria Fiergs.
Na Fiergs, havia ou há um instituto chamado Evaldo
Lod. Um dia o Tadeu chegou na redação do
Jornal do Comércio e disse pro colega Valter Todt.
- Vais ver a sacanagem que vou fazer.
E colocou na matéria que redigiu ao invés
de EVALDO LOD, EVALDO TODT.
O revisor não viu, o editor não viu e saiu
assim no más...coisitas de redação..
Blumenau
Muitos anos depois e com muita água tendo rolado
embaixo da ponte, fui numa primavera a Blumenau fazer
matéria pro caderno de Férias da ZH. Fui
na prefeitura e lá estava o Tadeu como assessor
de imprensa do prefeito Renato Vianna(PMDB).
Era a década de 80. Lá Arthur residia na
Rua Amazonas,3124.
Estava casado de novo" com uma loirinha",segundo
dizia.Claro que fomos tomar umas e quando nos damos conta
já raiava o dia seguinte. O papo do Arthur é
agradável e sempre tem uma boa.
Estes dias conversando pelo telefone com o Fuscaldinho(
José Fuscaldo) da Coletiva Net, ele me lembrou
que noite estávamos todos no Barranco e o Tadeu
começou a espalhar pra todo mundo que eu era bicha....Ora,
se vou me importar com uma gozação do Tadeu.
Muitas das loucuradas do Tadeu me contaram.
Mas esta eu presenciei. Estávamos cobrindo um congresso
de publicidade, no outono de 1981, no Serra Azul, em Gramado.
O Carlos A. Kolec za chefiava a delegação
da ZH. De repórteres este escriba, mais o Gilbertinho
Leal.
O Tadeu apareceu lá como membro da prefeitura de
Blumenau.
Me pediu pra colocar uma notinha no jornal de sua participação
no evento. Saiu no dia seguinte. Ele sumiu depois daquilo.
Voltou na sexta-feira pro encerramento.
De noite, já com o Serra Azul totalmente esvaziado
- todo mundo já tinha se mandado - ainda havia
lá um pequeno coquetel de encerramento. Coisa protocolar.
E as agências haviam contratado um conjuntinho de
gaudéiros de S.Chico de Paula.
Eles tocavam enquanto os outros comiam.
O Tadeu me avisou:
- Vou fazer estes gaudérios comer sabonete.
Foi no banheiro social e trouxe aqueles sabonitnhos que
ficam lá. Picou dois deles e colocou na beira da
mesa, junto do queijo.
Quando os gaudéiros pararam de tocar, loucos de
fome, lá pelas 10 da noite,se atiraram na comida.
Saíram cuspindo sabonete.
O Tadeu pulou a janela com medo de linchamento.
E dava duro na prefa.
Muito tempo depois vim saber que Tadeu havia se mudado
pra Brasília, onde vive até hoje.
A " turma"
da Sauna do Ritter Hotel

O corretor Nestor Krás Borges, o advogado Jorge
Alberto Pires Junior, o vendedor Franklin Corso, o dentista
Aldir Locatelli, o jornalista Wilson Rocha Müller,
o comerciante Ruben Klein, o dentista Dino Soccol,o advogado
João Martin Dietrich e o comerciante Fernando Castioni.
Esta foto é de janeiro de 1993
e quem a guardo com muito zelo foi o Wilson,funcionário
do hotel, que cuida da sauna do Ritter. Esta turma já
se extraviou há muito tempo. Poucos ainda freqüentam
a sauna, com exceção de Fernando Castioni
e Nestor Krás Borges.
O advogado João Martin Dietrich, que não
tem ido à sauna por motivos alheiros a sua vontade,
ganhou em 15 de setembro último o título
de sócio-benemérito do Grêmio Portoalegrense.
Assinado pelo presidente do Conselho Deliberativo, Raul
Régis de Freitas Lima.
As duas grandes paixões da vida do Martin são
o Grêmio e o ex-governador Leonel Brizola.
Parcelamento do
solo e regularização fundiária
O Instituto Urbano Ambiental –
IUA, de Porto Alegre, realizará na próxima
segunda-feira (10) debate sobre o projeto-de-lei 3057/2000,
que está tramitando na Câmara Federal, dispondo
sobre parcelamento do solo para fins urbanos e regularização
fundiária. O evento acontece no auditório
do Senge/RS – Av. Érico Veríssimo,
960, das 9h às 18h30min. Com inscrições
gratuitas, o debate é destinado a urbanistas, arquitetos,
engenheiros, incorporadores, construtores, ambientalistas,
advogados, registradores e técnicos que atuam no
setor. Informações: Specialitá Eventos
– fone (51) 3231.0311 ou specialita@specialitaeventos.com.br.
DC Shopping, será
o promeiro centro comercial do Estado a ter um curso,
com ingresso via vestibular, focado em seu mix-decoração
e design
Em 2009 o DC Shopping terá em
seu pólo de decoração o Curso de
Design de Interiores, firmado em parceria com o IPA. A
idéia é formar profissionais com capacidade
de desenvolver mobiliários, projetos comerciais,
residenciais, cenográficos, luminotécnicos
e paisagísticos junto o mix do shopping, que é
focado em Arquitetura,Decoração e Design.
Terá duração de dois anos e meio
com aulas três vezes por semana, no turno da manhã,
realizadas no Campus DC IPA. O currículo tem foco
no mercado de trabalho e é formado por cinco módulos
(espaços comerciais, espaços residenciais,
luminotécnica, cenografia e paisagismo). De acordo
com a coordenadora do curso Andrea Macadar existe carência
em profissionais especializados na área, um exemplo
é especialista em luminotécnica “temos
dificuldade de encontrar quem saiba fazer projetos luminotécnicos,
com cálculos de incidência de luz”.
O profissional poderá trabalhar
em empresas de design e decoração, construtoras,
galerias de arte, em criação de cenários,
vitrines, paisagismo e/ ou como autônomo. Elabora
projetos de interiores, equacionando fatores estéticos,
simbólicos, ergonômicos e técnicos,
considerando também questões socioeconômicas
e culturais. A pesquisa de tendências de comportamento,
cores, formas, texturas e acabamentos; a representação
gráfica em plantas baixas, cortes e perspectivas;
a projeção de ocupação, mobiliário
e fluxos do espaço proposto, inclusive jardins,
além da análise de viabilidade e funcionalidade
do projeto, são algumas das atividades do design
de interiores.
O quadro docente é composto por
profissionais que atuam no mercado, com produções
e projetos reconhecidos nacionalmente.
As aulas iniciam no próximo semestre
e as inscrições para o vestibular estão
abertas até dia 27 de novembro no site do IPA ou
no campus central. Informações adicionais
sobre o vestibular pelo telefone 0800-541-1100 e www.metodistadosul.edu.br.
DC Shopping completa 14 anos
O DC Shopping completou ,dia 28 de outubro,
14 anos . É referência como pólo de
decoração, arquitetura e design, tem em
seu mix operações que incluem móveis
contemporâneos, peças de antiquário
e demolição, tapeçaria, plantas e
acessórios para paisagismo, artesanato, objetos
de decoração, bazar, móveis planejados,
molduras, SPAS, iluminação e ferragem. É
um shopping com estilo bem diferenciado dos outros, é
o único a céu aberto e que ocupa armazéns
e casarões que sediaram um parque da indústria
têxtil.Em 2008 recebeu novas marcas , sendo as mais
recentes Klips Office Center, Casiere, e a Kontainer de
Artes especializada em velas artesanais. É o único
shopping no RS que abriga um campus Universitário
e que terá no seu complexo o inédito curso
de design de interiores. (no próximo semestre vai
iniciar no campus DC IPA).
Também merece destaque a programação
cultural que inclui exposições e a intensa
agenda de espetáculos teatrais do Casarão
Verde e Teatro Novo DC.
A feira que de
livro não tem mais nada só tem de vaidades....
Tenho vários conhecidos que não
pintam mais na feira do livro. Acho que não sem
razão. Ontem,dia 04/11, o " vaidodrómo"
que é aquele espaço situado em volta da
praça dos autógrafos, tinha um razoável
público, mesmo sendo dia de semana. Era uma tarde
bonita.
No memorial do RS se lançava, no entardecer, um
livro com grande patrocinador e no coquetel só
entrava convidados. A feira está sendo usada cada
vez mais para isto...
Marqueteiros a milhão....
E alguns deles com charme e pinta de " esquerda"...ou
de " ecologistas" que é outra forma de
enganar os trouxas hoje em dia...
Restam os balaios, onde ainda há alguns livros
que fazem recordar a outrora feira do livro de Porto Alegre!
Memória
da Imprensa:
Paulo Sérgio Gusmão, fundador
do Grupo Sinos !
Falecido em 19/02/1997, o fundador do Grupo Sinos, Paulo
Sérgio Gusmão teve uma gráfica entre
1950 e 1955. Ela ficava em São Leopoldo e faliu.
Gusmão ficou,então, 3 anos fora do Brasil,
mais precisamente na Argentina. Quando retornou,junto
com o irmão Mário Alberto, fundou seu primeiro
jornal , o SL( de São Leopoldo.) . Mário
Alberto ainda vive e participa do dia-a-dia do grupo Sinos.
O SL hoje se chama VS.
Segundo José Nelson Gonzalez, que trabalhava na
Gráfica Moderna, ele teve o primeiro contato com
os irmãos Gusmão - Paulo Sérgio e
Mário Alberto - " lá por 57 ou 58".
" Eles procuraram a Moderna pra fazer a impressão
de um jornal que se chamava SL." disse Nelson.
Segundo José Nelson, a Gráfica Moderna estava
equipada para imprimir jornais já que imprimia
a Tribuna Gaúcha( Jornal do Partido Comunista Brasileiro).
A Moderna,informa Nelson, tinha a composição
em linotipo.
" Ela fazia a composição e tinha impressora",informou
Nelson.
Nelson não sabe dizer quem pode ter indicado a
Moderna aos irmãos Gusmão.Segundo ele, os
primeiros exemplares do SL foram editados em 1958. O SL
eram semanal." O SL pode ter sido em 57 ou 59, mas
eu acho mesmo que foi em 58",diz Nelson.
SL se firmou
O SL se firmou como um jornal semanal em São Leopoldo
mantido pela publicidade da cidade. " Mas eles perceberam
que tinham uma melhor fonte em NH onde havia um campo
maior pra trabalhar. Então,talvez, um ano depois
que estava circulando o SL eles fundaram o NH que teve
muito sucesso em publicidade" lembra Nelson.
- Eles transferiram a sede do jornal de São Leopoldo
pra Novo Hamburgo e aí criaram o hoje chamado Grupo
Sinos,lembra Nelson.
Perguntei a Nelson como eram os dois irmãos,quando
ele tratou com eles nos anos 50.
- Eles se davam muito bem,embora tivessem alguma divergência,
mas o Paulo Sérgio era o " cabeça",
o " cérebro" lembra Nelson. Paulo Sérgio
era o pensante, define Nelson.
" O Mário Alberto trabalhava como como um
auxiliar, um secretário do irmão, um auxiliar
do Paulo Sérgio" disse o representante da
Gráfica Moderna.
Segundo José Nelson Gonzalez, Paulo Sérgio
Gusmão era um cara de muita experiência de
vida." Eu vim a saber depois que ele tivera experiência
com uma gráfica numa determinada época anterior
a esta época de 1958. Provavelmente lá por
1950,1951, eum possuía uma gráfica em São
Leopoldo" contou Nelson.
Segundo Nelson, por circunstância que ele não
sabe, ela veio a fechar.
José Nelson, que hoje tem 82 anos, diz que assim
que os dois irmãos começaram a crescer Mário
Alberto, que era muito ativo, também foi assumindo
responsabilidades dentro do grupo.
Fim do vínculo.
Segundo José Nelson Gonzalez, quando os irmãos
Gusmão pararam de imprimir seus jornais na Gráfica
Moderna, ele já não trabalhava mais nela.
" Eles pararam de imprimir com a Moderna aí
eu não estava mais nela",diz Nelson. Pelos
seus cálculos deve ter sido em 1963." Logo
nesta época, lá por 1963, eles montaram
uma gráfica em Novo Hamburgo, compraram equipamento,impressora,aí
já passaram a fazer composição fria
como se chama, não usavam mais a linotipo.E a impressora
que eles compraram já era impressora em OFF-SET,
não dependia mais daquela composição
com chumbo. Era outro tipo de composição,
como se usa até hoje.Eles montaram a gráfica
em Novo Hamburgo naturalmente que tinham oficinas próprias
pra imprimir os jornais,relata Nelson. Isto,conforme ele,foi
quando o jornal SL já estava mais " sólido"
já com edições regulares. Mais adiante
o SL que era semanário depois que eles montaram
a oficina - que,conforme Nelson pode ser sido em 65,ou
66,ou 67 - passou a ser diário.
José Nelson que havia saído da Gráfica
Moderna e passado para a editora A Granja visitou as novas
oficinas dos jornais dos irmãos Paulo Sérgio
e Mário Alberto.E depois na revista A Granja, José
Nelson ainda fez uns trabalhos de impressão pros
dois irmãos que fundaram o Grupo Sinos:
- Nós na Granja fizemos uma série de trabalhos
pra eles. Trabalhos de divulgação artísticos
de promoções do Grupo Sinos impresso em
OFF SET. Isto já foi feito nas oficinas da revista
A Granja.
A " Moderna" , a gráfica do Partido Comunista!
A Gráfica Moderna,segundo José Nelson Gonzalez,
era uma empresa registrada na Junta Comercial, mas ela
tinha como proprietários pessoas ligadas aos Partido
Comunista Brasileiro. " Na verdade, relata José
Nelson, a gráfica tinha uma ascendência ou
uma dependência do Partido Comunista Brasileiro.Ela
foi criada mais ou menos em 1951,ou 1952, com a finalidade
de editar, de publicar material do Partido Comunista e
também como entidade comercial produzindo impressoas
cuja renda seria convertida pro Partido Comunista.
O Começo
O endereço inicial da Gráfica Moderna, conforme
José Nelson Gonzalez foi na rua Sete de Setembro,
no centro de Porto Alegre,na esquina com a Travessa onde
está hoje a Casa de Cultura Mário Quintana.
Ali era o Hotel Majestic. Na verdade,diz José Nelson,
o prédio ficava nos fundos do Hotel Majuestic,
comfrente pra rua Sete de Setembro.Era um pavilhão,
um depósito que tinha ali e ali ficou até
1957 quando foi transferida para a Rua Gaspar Martins,
no bairro Floresta.
Na Rua Gaspar Martins, a Gráfica Moderna funcionou
até 1964, quando o Partido Comunista teve que fechá-la
porque a ditadura militar endureceu o jogo.
A Revista A Granja
[pioneira na impressão OFF SET
Segundo José Nelson Gonzalez, que foi sócio
da editora a Granja,esta foi a primeira gráfica
a funcionar em sistema OFF-SET no Estado." Tanto
,diz ele,que formou profissionais pra trabalhar neste
sistema OFF-SET que posteriormente foram trabalhar na
Zero Hora,quando a ZH instituiu as oficinas do sistema
gráfico que utiliza até hoje",diz Nelson.
- Os primeiros profissionais gráficos da oficina
que trabalhavam em off-set vieram da editora A Granja.
Nós publicamos a Granja em 1965 em impressão
Off-Set.
Aconteceu na Assembléia
Legislativa!
Ontem de manhã,dia 04/11, durante
uma audiência de deficientes(visuais e auditivos)
o deputado que presidia a comissão ordenou:
- Bem já ouvimos aqui o fulano,agora é o
sicrano...
Mas não são deficientes?
Davi Coimbra dá
autógrafos!

Eis o cronista Davi Coimbra em tarde de autógrafos.
As fotos são do Luís Ventura.
Coleguinhas
Como este blog tinha anunciado dias atrás,
todos os coleguinhas entraram em novembro sem o banner
da Assembléia Legislativa do Estado.
* Muito bom e de qualidade o blog do
Darci Filho.Sai da mesmice "depositária de
releases" que alguns blogs que estão no ar
se transformaram.
* Correspondência do Diretor de
Operações do Correio do Povo,Luís
Grisólio, comunica aos assinantes que a partir
de 01/11 subiu o preço do jornal. Pra capital o
preço passou de 19,00 reais pra 23,00.No interior,
passou de 22,00 reais pra 25,00.O Correinho não
subia,segundo Grisólio, desde junho de 2006.
* Nas bancas também o Correinho subiu de preço:
desde 01/11 passou de 1,00 para 1,25.
Produção
global da Marcopolo cresce 25,9% nos primeiros nove meses
de 2008
A Marcopolo fechou o terceiro trimestre
de 2008 com crescimento de 25,9% em produção
em todas as unidades do mundo nos primeiros nove meses
do ano. Foram fabricadas 16.349 unidades contra 12.985
registradas no mesmo período de 2007.
Os maiores crescimentos foram registrados
nas unidades de Caxias do Sul (Ana Rech e Planalto), com
34,6%, e nas unidades do exterior que ampliaram a fabricação
de ônibus em 41,1%, passando de 2.895 unidades de
janeiro a setembro de 2007, para 4.085 este ano.
"Esses expressivos aumentos demonstram
que continuamos ampliando a nossa capacidade produtiva
e crescendo no mercado", destaca o diretor-geral
Rubens de la Rosa. "Os relevantes investimentos realizados
desde o final do ano passado nas unidades no Brasil para
modernização e aumento de capacidade produtiva
permitiram à Marcopolo velocidade e flexibilidade
para atender à demanda e às variações
de mix de produtos, desde ônibus urbanos convencionais
aos sofisticados Double Decker ou biarticulados. Ao mesmo
tempo, nos credenciou a nível mundial como empresa
capacitada a entregar pedidos de grande volume em reduzido
espaço de tempo", explica o executivo.
Principal fabricante brasileira com cerca
de 41,5% de participação na produção
nacional, a Marcopolo manteve a previsão de produção
para 2008, com mais de 15 mil unidades para o mercado
interno e 21 mil unidades em todas as suas unidades. "De
maneira geral, os efeitos da crise internacional ainda
não causaram impactos relevantes em nossos negócios,
e contamos que eventuais variações sejam
administráveis, dedicando atenção
especial à retração de crédito
e ao valor de equilíbrio do dólar",
finalizou Rubens de la Rosa.
Redação
de ZH, nos anos 70, num desenho de Hoff
O colega Lauro Dieckmann enviou-me do
seu acervo pessoal uma charge que o misto de cabelereiro
e diagramador Hoff fez sobre o ambiente da redação
da ZH ém meados dos anos 70.
Vou descrever os detalhes como o Lauro me mandou.
" O povo na redação da ZH em meados
dos anos 1970, aparecendo com dedinho em pé, ao
lado da escada, a Célia Ribeiro, do outro lado
da escada, dois diagramadores,depois vem o Lauro Schirmer(diretor)
xcom o cartaz( ele sempre falava para as mulheres que
apareciam na redação: ´não
sai sem falar comigo...`e o Hoff não perdoou....
A seguir, após um que está atrás
do pau do cartaz, que não lembro quem é,
vem o ´magrinho Cechin(Nédio) que era o cara
do copyright, aparecem ainda o ' casalzinho' Sérgio
Quintana/Balala Campos, ao lado do Ucha(Danilo). Após,eu,
Lauro Dieckmann,acima do Coelho(Carlos)- este abraçando
uma garrafa de Chivas), o próprio Hoff, seguido
pelo Affonso Ritter, abaixo do Affonso, uma magrinha super-rica
que tinha motorista que levava ela e a máquina
de escrever dela para a redação- Berenice
Otero - ( ela achava as máquinas da redação
muito pesadas e só usava a dela, uma portatilzinha)
atrás dela dever ser a Magliani(decoradora e chargista)
e,de óculos, o João Aveline: fumando,acredito
seja o Antônio de Oliveira. As duas gurias no final
eram diagramadoras, uma parece ser a Graça Guindani,
o último eu não lembro quem era,seria um
contínuo? ah, na janela, a Gema Generali. pequeninho,
de óculos grande, com o cartaz "polícia",
o mola, que casou com a scheila...

Memória
da Imprensa!
A era "gloriosa" da A Platéia,
de Livramento!
Não tenho maiores dados sobre a origem do Jornal
A Platéia, de Livramento, - aliás eu acho
que a ARI e o Sindicato dos Jornais - deveriam patrocinar
um livro pra que se soubesse como se originaram estes
veículos - mas ouvi estes dias um relato do fótógrafo
Árfio Mazzei contando dos tempos gloriosos da A
Platéia,quando seu dono era o conhecido Melecheton
TOSCANO Barboza. Sei pouco dele, sei que depois que vendeu
o jornal mudou-se para Brasília e que lá
residia na SQS -308 - Bloco E apartamento 204.
O Árfio falou de um avião que o jornal A
Platéia tinha pra distribuir o próprio jornal
porque as estradas eram ruins de doer naqueles anos 60.
Faleri com Carlos Alberto Kolecza que trabalhou na A Platéria
entre 1960 e 1964. Disse o Kolecza que realmente havia
um avião Cesnna qiue diariamente distribuía
o jornal por toda a região, passando por Rosário,
Santa Maria, Bagé e que o final do tour da aeronave
era Uruguaiana. Kolecza disse que este avião levantava
vôo apenas com ordens do Toscano que era seu dono.
Se houvesse no interior alguma emergência o piloto
somente poderia fazer algum atendimento depois que o dono
autorizasse.
A Platéia era um jornal standart, que tinha apenas
o Correio do Povo tirado no mesmo modelo. Como detalhe
da personalidade do dono, o Toscano, Kolecza lembrou-se
de um episódio de quando ele lá trabalhou.
Houve uma denúncia de que uma loja muito conhecida
-parece que o nome era América - tinha sido acusando
de contrabando pela polícia.
Chegou a notícia até a redação
de A Platéia e o gerente foi pedir ao dono que
não a divulgasse senão perderiam um anunciante.
Toscano fechou com a redação e publicou
a notícia.
Um outro detalhe da personalidade do dono da A Platéia
foi quando se completaram os 30 anos da Revolução
de 1930,quando Getúlio Vargas assumiu o poder no
Brasil. O dono do jornal de Livramento queria fazer um
encarte sobre o episódio e pediu ao Frigorífico
Albornoz um patrocínio. Quando chegou a autorização
era para um rodapé quando Toscano esperava a autorização
para uma página inteira.
A Platéia, que depois passou para outros donos,
ainda circula. Na época de ouro, dos anos 60, ficava
localizada na Rua Rivadávia Correa.
Deputado caminha cedo na Pracinha
da Encol!
O deputado Alceu Moreira ( PMDB ), presidente
da Assembléia Legislativa do Estado, caminhava,
cedo, ontem, dia 4/11, na Pracinha da Encol, no bairro
Bela Vista. "Temprano"como dizem os espanhóis.
Nenhum dos seus assessores o acompanhava...muito menos
seguranças.
Prefeito madrugador...
Isto fez-me lembrar um episódio engraçado
que colhi em 2003 quando escrevi o livro sobre a história
das rodoviárias do RS. Eugênio Noll,dono
da rodoviária de Estrela contou-me que uma vez
o falecido prefeito da cidade Gabriel Mallmann foi tomar
um mate com ele lá pelas cinco da manhã.
Noll sempre abria sua própria rodoviária
de madrugada. Mallmann que ainda não havia dormido,-
estava voltando da farra - foi tomar um mate com seu amigo
Eugênio.Chegou lá um dia um padre pra comprar
uma passagem. Eugênio Noll convidou o padre pra
entrar na sua salinha pra tomar um mate. Travou-se lá
o seguinte diálogo:
- Bom dia, este é nosso prefeito,disse Eugênio!
- Ah, mas que prefeito madrugadador, é de um assim
que nós precisamos lá na nossa cidade,disse
o padre.
Mal sabia ele que Gabriel Mallmann estava ali apenas pra
tomar um mate e depois ir dormir.
Balaio
1) Na conferência de Sônia
Bridi, da TV Globo, sobre a China, no domingo,dia 02/11,
o mediador, Túlio Millmann, da TV COM começou
a falar demais...Então ela deu levemente nos dedos
do mediador. Diante de uma observação dele
que se prolongou um pouco, ela disse:
- Se você me der licença, eu vou explicar
um pouco a história da China...
2) Cândido Norberto foi um radialista que falava
mais que o entrevistado. Uma feita, Alceu Collares rebelou-se:
- Afinal, Cãndido, quem é o entrevistado
aqui,eu ou você?
3) Ao final da palestra de Sônia, no domingo passado,
um ouvinte mandou um bilhetinho querendo saber se ela
era parente de um dr. Bridi, de Guaíba. Olha,disse
Túlio, vou ler esta pergunta pelo seu inusitado...Sônia
respondeu numa nice...sem estresse...
Fichinhas de Porto Alegre não
serão mais vendidas juntos com as da Grande Porto
Alegre
A introdução do sistema
automático de pagamento de passagem - cartão
magnético - trará uma grande mudança
no sistema de transporte tanto da capital,como da região
metropolitana.
A partir desta sexta,dia 7/11,depois de uma parceria de
15 anos( uns vendiam as passagens dos outros ) a ATM e
a ATP não mais venderão passagens umas das
outras.
O gerente da ATM( ver site nos links)Érico Michels
disse que isto é uma decisão irrevogável
e que a partir do dia 15/01/2009 para algumas linhas da
Grande Porto Alegre não serão mais vendidos
também bilhetes. Serão comercializados apenas
os bilhetes magnéticos. Mas informou ele, as fichas
que estiveram no mercado continuarão sendo aceitas.
Ele não informou um prazo para que estas fichas
ou bilhetes deixem de ser aceitas pelas empresas.
Toda a modernização do sistema de transporte
com a introdução da bilhetagem eletrônica
está sendo feita nos dois últimos anos.
A ATM investiu na modernização 18 milhões
de reais, disse Michels.
Já a ATP, conforme dados revelados, teria feito
um investimento de 32 milhões de reais para a modernização.
A vida como ela é...
Os fatos aqui narrados são fantasiosos
Qualquer semelhança com a realidade é mera
coincidência.
Casos de Hoje
1) A telefonista chega de tesão...pelo colega de
trabalho.
Ambientes de trabalho são também, não
raro, ambientes de encontros amorosos. Por que não???
Esta aconteceu,segundo me relatam, há anos num
ambiente de trabalho que era por casualidade uma redação
de jornal. Uma telefonista quando via um coleguinha chegar
ao seu ambiente de trabalho ficava toda louca de tesão.
Este mesmo felizardo contou aos colegas que quando chegava
pra trabalhar, ela via ele do local de trabalho dela,
que ficava bem atrás da recepção.
Certa vez, mal ele acabara de chegar, ela deu um jeito
e foram os dois pra um banheiro na parte que estava em
obras na redação. Lá transaram .
Ela trabalhava no turno da tarde chegava um pouco antes
do coleguinha,trazida até o trabalho pelo....noivo....tooooing!!!!!
2) A empresa preocupada com modernidades
Numa determinada empresa, nos anos 70, baixou o espírito
da modernidade. Lá tudo tinha que ser moderno.
Até crachás quiseram instituir, o que provocou
uma certa rebelião. Mas dentro deste espírito
de modernidade resolveram implantar até um departamento
de psicologia pra avaliar os candidatos a trabalhar nela.
A coisa, ou a inovação não deu certo
porque algum tempo depois os executivos da mesma começaram
a se dar conta que não conseguiam mais faturar
as secretárias e outras funcionárias administrativas,
como estavam acostumados.
Foram investigar o assunto e descobriram que quem fazia
a seleção psicológica era uma mulher
não chegada em homem,sexualmente falando, que,
claro, dava preferência a moças de igual
tendência.
Volare produz mais
de 500 miniônibus para o Programa Caminho da Escola
Caxias do Sul, 3 de novembro de 2008
- A Volare, um dos principais fabricantes nacionais de
miniônibus já ultrapassou a marca de 500
unidades produzidas dos modelos V8L e V6, na versão
Escolarbus, para o Programa Caminho da Escola, do Governo
Federal. O início de fabricação das
primeiras unidades aconteceu em junho e, desde então,
os veículos de cor amarelo tem sido predominantes
na linha de montagem da fabricante, em Caxias do Sul.

Segundo Nelson Gehrke, diretor da unidade
de negócio Volare, as unidades são produzidas
para atender ao programa nacional. "Os Volares Escolarbus
deram um colorido diferente e mudaram o cenário
do nosso pátio. Mas ainda mais importante é
que eles já estão sendo entregues pelo Brasil.
Localidades como a Ilha de Marajó e no interior
dos estados do Pará e Amazonas já receberam
os miniônibus", explica o executivo.
O projeto Caminho da Escola, do Governo
Federal, foi criado no ano passado com o objetivo de oferecer
transporte escolar inicialmente para as zonas rurais dos
municípios brasileiros, possibilitando que estudantes
de todas as idades tenham condução de suas
casas até as instituições de ensino.
Correção:
Desempenho.
Publiquei o desempenho do saite . Onde se lê outro,
leia-se OUTUBRO. Desculpem!
Sônia Bridi
fala sobre a China!
A repórter da TV Globo, Sônia
Bridi, que foi correspondente da emissora entre 2005 e
2007 na China junto com o cinegrafista,seu marido,Paulo
Zero,esteve no domingo,dia 02/11 palestrando na Sala Oeste
do Santander Cultural,dentro da programação
da feira do livro.
Sônia esteve lançando no final de tarde do
último domingo o livro que escreveu sobre sua experiência
chinesa. A obra tem um nome engraçado:" Laowai"
que numa tradução livre,segundo a autora,
quer dizer " gringo".
- Eles (os chineses) me chamavam toda hora " Laowai"
contou a autora,justificando o título de sua obra
que tem 50 fotos feitas pelo marido.
Simples
Ao ingressar na sala do Santander pra dar sua pequena
conferência, por volta de 17 horas do domingo passado,Sônia
não parecia muito " estrela". Era até
simplória no jeito de cumprimentar,diria até
um pouco tímida, um pouco assustada com a fama
momentânea que o livro está lhe dado...
Nascida no distrito de Maceiras que pertencia ao município
de Caçador, em Santa Catarina, filha de imigrantes
italianos que primeiro aportaram em Bento Gonçalves
e Caxias do Sul e depois foram para o Oeste catarinense,
Sônia contou como foi parar na China:
-O Paulo( seu marido, que é câmara e editor)
já tinha estado três vezes na China. Ele
cobriu os acontecimentos da Praça da Paz Celestial
em 1989(quando estudantes se rebelaram). Depois esteve
uma outra vez no pais com o presidente Fernando Henrique
Cardoso.Eu fui movida pela curiosidade em 2004 acompanhando
o presidente Lula. Fizemos lá um Globo Repórter
e por isto tivemos que ficar lá 40 dias, contou
Sônia.
A partir daí, como a China estava se " abrindo"
para o Ocidente e passou a interessar em termos de notícia
localmente, a TV Globo pensou em sediar correpondente
no país em virtude também das Olímpiadas
que estavam se aproximando.
- O Paulo estava na África do Sul no dia que a
direção da Globo me convidou pra ser correspondente
lá. E eu procurando ele no telefone, não
achava.Até que achei e lhe disse:
- Queres ir morar na China...
Filho sofreu com adaptação
A única vez que a repórter se emocionou
no depoimento - quando parou de falar inclusive - foi
quando lembrou das difuculdades do filho Pedrinho, que
com apenas 3 anos, teve muita dificuldade de se adaptar."
Ele era o único estrangeiro na escolinha".
Ficava brincando sozinho,disse a repórter que disse
que chorou muitas vezes(escondida) antes de buscar o filho
na escolinha.
A filhar maior, que já tivera experiências
no estrangeiro, morando em Nova Iorque e na Europa, adaptou-se
mais facilmente,segundo ela.
Depois de Pequim, ao invés de regressar ao Brasil,
a dupla foi enviada pela emissora a Paris.
Livro
Sônia disse que nunca havia pensado em escrever
um livro sobre sua experiência na China. Mas diante
da insistência do editor, que foi lhe enviando emails
de 15 em 15 dias, ela foi cedendo. Já o marido
Paulo Zero fora seduzido pela proposta da editor desde
o convite que lhe fora feito quando eles estiveram em
férias no Brasil.
- Ele foi fazendo as fotos na China. E me dizia, olha
as fotos estão boas,disse Sônia, que demorou
um pouco,devido aos seus compromissos diários,
como mãe de dois filhos menores e como repórter,
pra atender este pedido.
Ninguém falou se o livro está vendendo bem
ou não.
Angústia de repórter
Sônia iniciou sua palestra falando sobre a dificuldade
de fazer reportagens na China.
Primeiro ela deu uma notícia boa que se não
usufruirá os colegas seus estrangeiros que lá
continuarão vão poder usufruir.É
que no último dia 30/10 um ministro chinês
confirmou, durante uma convocação aos correspondentes
estrangeiros, que algumas liberdades usufruidas durante
as recentes Olímpiadas valerão de agora
em diante.
Outro fato que a irritava bastante - afora as restrições
normais num país governado pelo Partido Comunista
- era que segundo disse Sônia" nós jornalistas
éramos tratados como uma delegação
estrangeira.Então um almoço durava duas
horas, um jantar duas horas.Tinha lá um monte de
aspones(´assessor de porra nenhuma´)que só
iam lá pela boca livre. Tinha um pôr-do-sol
muito lindo e eu louca pra fazer umas imagens deste pôr-do-sol
mas tinha que fica rlá na mesa brindando porque
eles nos tratavam como delegação estrangeira"
conta a repórter.
A China em si
Sônia também disse que a China é uma
diversidade muito grande,tanto do ponto de vista étnico
como de diferenças entre regiões."
Existem lá 56 minorias étnicas" disse
ela. A China,segundo Sônia se ressente muito do
que eles chamam de lá " século da vergonha"
ou seja,entre 1840 e 940, a China foi literalmente esquartejada
pelos estrangeiros,entre os quais Inglaterra, Japão
e Coréia.Ela confirmou que há uma grande
rivalidade chinesa com o Japão mas que esta é
uma relação de amor e ódio.
" Os maiores investimentos estrangeiros na China
são feitos pelo Japão" informou.
Sobre a fama de que chinês come de tudo, ela deixou
claro: " um país com 1 bilhão e 300
milhões de habitantes não pode se dar muito
ao luxo do que escolher pra comer".E disse que na
China comem desde " coisas ´nojentas´(
aí ela citou um queijo fedorento de soja que ela
cuspiu quando engoliu pela primeira vez tal o fedor que
ele tem parece fedor de esgoto) assim como tem comida
saudável.
Sônia disse que há restaurantes que servem
" cérebro" de macaco. Outros são
mais óbvios: vão de macarão,panquecas,e
outros derivados do trigo.
" Insetos também têm proteínas",
resumiu a repórter.
Marido X Mulher
Nas perguntas sobre sua vida privada, como o fato de trabalhar
com o marido, ela não tergiversou muito. Disse
apenas que era um privilégio trabalhar com um câmara
muito competente como é o marido.Ele diz a mesma
coisa, ironizou.
E enfatizou que trabalho é trabalhou e outros assuntos
do seu dia-a-dia não é misturado com a rotina
do trabalho.
Desempenho!
Em outro este saite teve 5.687 acessos, o que é
o recorde desde que está no ar desde agosto de
2007. Agradeço aos leitores a preferência!
A vida como ela é...
Lâmpada acesa
pra mulher que já
teve suas cinzas jogadas ao
mar na plataforma de Atlântida!
Pois estes fatos não são fantasiosos. Aconteceram
com meu amigo e colega José Nelson Gonzalez.
Neste domingo,dia 02/11, ele tava em casa - a gente batia
um papo sobre os Gusmão,fundadores do Grupo Sinos
- quando tocou o telefone.Deveriam ser umas 10 da matina.
Era sua atual companheira, a Armelinda, que mora no mesmo
prédio o lembrando que ele tinha que ir botar uma
lâmpada acesa na Igreja de Santo Antônio,
lá no morro Sto. Antônio, porque era dia
de Finados.
- Eu tenho que ir senão minha filha também
ralha comigo, disse Nelson, que foi se arrumando pra sair.
A Celina faleceu há alguns anos e como era muito
devota de Santo Antônio nos sábados à
tarde ia sempre à Missa lá no morro Santo
Antônio porque quem rezava era o Frei Irineu Costela,
que depois sofreu com o ostracismo que a Igreja lhe impôs.
O mandaram pro interior, pra Caxias do Sul e o deixaram
um tempo até sem paróquia. É que
o Frei Irineu andava aparecendo muito, destacando-se muito
e deve ter com certeza provocado ciumeira na cúpula
da Igreja Católica no Estado.
Casamento tardio...
Há alguns anos atrás, quando descobriram
que a Celina estava com câncer, Nelson - que fora
a vida toda militante do Partido Comunista - e Celina
resolver se casar pelo " religioso",com padre
e tudo. Fizeram uma festinha pros familaires em seu apartamento
na Ramiro Barcellos. Fui convidado pra festa. Era um dia
de primavera,lembro que ventava muito,era um sábado
bonito e que fiquei pouco tempo lá.
Comi um prato de comida num cantinho e me mandei.
Mas recordo do casamento do Nelson com a Celina. Ela estava
toda feliz porque ia casar de novo - agora no religioso
- e o que recordo com certa tristeza deste evento foi
de um parente ( não sei de quem) que no meio do
casamento pelo religioso realizado no andar de cima do
prédio, resolveu dar um discurso daqueles tipo
moralista, bem fora de hora...
Dizia ele em alto e bom som:
- Sabia que um dia eu veria isto...
Como se o Nelson por não ter querido casar no religioso
quando casou em tempos atrás com a Celina pelo
Civil - o saudoso João Baptista Aveline chamava
estes casamentos de " casados pelo Tribunal do Povo"-
tivesse cometido uma falta grave e estivesse se redimindo
dos pecados ao casar no religioso.
Antes de pegar a lotação pra ir acender
uma lamparina na Igreja de Santo Antônio, Nelson
Gonzalez ainda lembrou-se de que ia com sua falecida esposa
até a Igreja Sto. Antônio e nunca entrava
nela. Ficava no carro esperando a mulher que assistia
a missa que o frei Irineu rezava. Ele começava
uma missa às três da tarde e depois outra
às l7h30min.Eta Frei este que gostava de sua paróquia...Mas
o Nelson, com um resquício de rebeldia apesar dos
seus 82 anos completados, me disse ainda neste último
domingo de manhã:
- Li muitos livros dentro do carro enquanto esperava a
Celina na missa.
A Celina se dava ao luxo de na saída da missa ainda
contar-lhe o que o frei dissera.Mas antes de começar
a missa, ela sempre dava um jeito de ir ter uma palavrinha
com o Frei Irineu que algumas vezes esteve na casa da
paroquiana e comeu de uma boa comidinha caseira sempre
saborosa,feita pela própria Celina.
Nuna vi um casal de um comunista e de uma católica
se darem tão bem...Brigavam lá mas se entendiam...
Era pra sua finada mulher, a Celina que faleceu alguns
anos atrás.
Coleguinhas
* O presidente da ARI, Ercy Pereira Torma está
sendo tratado por um oftalmologista e por um neurologista.
*Começou a guerrinha de vaidades na sala de imprensa
da Feira do Livro: 16h15 min de domingo, dia02/11, um
coleguinha( não sei o veículo,senão
diria) saiu chamuscando em direção a sala
dos responsáveis, fulo da vida porque a internet
não funcionava:
- Maior feira do livro da América Latina sem computador,
esbravejava ele!
* Rádio Guaíba, no programa Província
de S.Pedro, do domingo, dia 02/11, com um locutor que
" endoideceu". às 7h12 min da manhã
deste dia ele disse que a temperatura em Porto Alegre
era de ZERO Graus...
Balaio
Foi engraçado na noite de 31/10, o professor Flávio
Paulo Ledur desvencilhar-se de uma fã junto à
barraca da AGE.
Coleguinhas
* Manhã ensolarada do dia 1/11 o radialista Lauro
José Quadros, da Gaúcha, corria na Pracinha
da Encol...